Questões de Concursos
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No livro Implante Coclear: normalização e resistência surda encontramos a seguinte afirmação:
(...) vejo os sujeitos surdos em sua constituição social, cultural e linguística. Isso significa que parto do entendimento de que o sujeito surdo não possui uma natureza dada que o determine como anormal, deficiente, etc. Qualquer representação surda é uma invenção cultural que pode ser determinada por distintos discursos, sejam eles de base clínica, psicológica, pedagógica, religiosa, linguística, entre outros. Posiciono-me dentro de um campo de saber que entende os sujeitos surdos como pertencentes a uma comunidade linguística e cultural distinta.
REZENDE, Patrícia Luiza Ferreira. Implante Coclear: normalização e resistência. Curitiba, PR: CRV, 2012.
Qual é a concepção de surdez expressa no texto acima:
Pizzio, Rezende e Quadros explicam:
A forma do sinal utilizado com função de pronome pessoal é realizada pelo dedo indicador (um index) diretamente apontado para um ponto no espaço. Se o referente estiver presente na situação comunicativa, a apontação será feita diretamente para tal referente.
No caso de referentes ausentes, a referenciação pronominal, ao longo de um ato comunicativo, é realizada por
A escola deve preocupar-se não apenas com a identidade surda do aluno, mas, também, com outras identidades manifestadas pelos sujeitos. A identidade surda é apenas uma delas; existem as identidades voltadas ao gênero, à cor, à raça, etc.
Uma afirmação que corresponde a esse modo de conceber a identidade é:
No ano de 2013, o Instituto Nacional de Educação de Surdos criou um canal de televisão denominado TVINES que conta com uma grade de programação variada. Essa importante conquista da comunidade surda brasileira caracteriza-se por uma série de inovações.
Entre essas inovações, podemos destacar a(o)
O Imperador D. Pedro II, em viagem no ano de 1876, visitou uma instituição de educação de surdos registrando as seguintes impressões:
Neste belo estabelecimento perfeitamente colocado e com 150 acres de terreno onde os alunos trabalham, saem deles bacharéis em letras ou ciências. Metade deles articula e fala melhor ou pior. Resolvem equações algébricas, discorrem por escrito na pedra perfeitamente expondo um a teoria dos eclipses e outro traduzindo falando Horácio e uma passagem das Catilinárias mostrando saber bem o latim. O diretor é filho de uma pessoa que aprendeu em Paris com abbé Sicard. Casou com uma de suas discípulas surda-muda que é a mãe do diretor e a qual me deu uma hera que eu plantei perto da escada do estabelecimento. Fiquei encantado da visita.
Disponível em:<https://www.maxwell.vrac.pu-rio.br/13970/13970
5.PDF> Adaptado. Acesso em 06 de ago. 2019.
A instituição a que se refere o Imperador é
A compreensão mais atual do trabalho de tradução e interpretação entre línguas considera essas práticas como lugar de construção e produção de sentidos, que pressupõe uma postura dialógica no ato tradutório. O tradutor- -intérprete no exercício de seu trabalho não lida com palavras ou sinais isolados, mas com enunciados concretos e seus sentidos no discurso.
A opção que melhor corresponde a essa concepção é a de que o tradutor-intérprete deve
Ao traduzir determinadas frases de língua portuguesa para Libras, o intérprete faz uso de sinais da Libras classificados morfossintaticamente como verbo com concordância ou direcional.
Tal fato ocorre na tradução de:
A Libras, como qualquer outra língua natural, apresenta em seu léxico empréstimos linguísticos, sejam motivados pelo contato entre Libras e português, sejam decorrentes do contato da Libras com outras línguas de sinais.
Configuram sinais da Libras, criados a partir de empréstimos linguísticos, os dois exemplos apresentados em: