Dentro da técnica de realização da despesa pública, considera-se empenho
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Dentro da técnica de realização da despesa pública, considera-se empenho

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
De acordo com os dispositivos constitucionais, os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno, o qual NÃO possui como finalidade
Considere as seguintes assertivas acerca do pregão, de âmbito federal:
I. Os licitantes poderão deixar de apresentar os documentos de habilitação que já constem do Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores - SICAF.
II. A lei não exige que o pregoeiro dê acesso aos demais licitantes acerca dos dados constantes no SICAF sobre o licitante de melhor proposta, por ser competência única e exclusiva da Comissão licitante.
III. No pregão, a fase de habilitação deve ocorrer antes da etapa competitiva de oferta dos lances.
Está correto o que consta em
Em relação à política de controle de acesso aos recursos de um sistema, considere:
I. Todo objeto em um sistema deve ter um proprietário, que é o responsável por determinar a política de acesso aos recursos.
II. Controles de acessos podem ser aplicados por meio de ACLs (Access Control List), que definem os direitos e permissões dados a um usuário ou grupo.
III. No controle de acesso obrigatório (Mandatory Access Control), a política de acesso é determinada pelo sistema e não pelo proprietário do recurso.
IV. O usuário do recurso pode adquirir permissões cumulativas ou pode ser desqualificado para qualquer permissão dada a alguns usuários do grupo ao qual ele pertence.
Está correto o que se afirma em
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 9 a 13.
Não surpreende que, em todo lugar, esteja em curso uma corrosão do sono, dada a dimensão do que está economicamente em jogo. Já em meados do século XVII, a incompatibilidade do sono com noções modernas de produtividade passou a ser notada. Descartes, Hume e Locke foram apenas alguns dos filó- sofos que apontavam para a sua irrelevância na busca do conhecimento. Última das "barreiras naturais", para usar a expressão de Marx, à completa realização do capitalismo "24 horas", o sono não pode ser eliminado. Mas pode ser arruinado e despojado, e existem métodos e motivações para destruí-lo. Pesquisas recentes mostram que cresce exponencialmente o número de pessoas que acordam uma ou mais vezes durante a noite para verificar mensagens ou informações. Uma figura de linguagem recorrente e aparentemente inócua é o sleep mode [modo de hibernação], inspirada nas máquinas. A ideia de um aparelho em modo de consumo reduzido e de prontidão transforma o sentido mais amplo do sono em mera condição adiada ou diminuída de operacionalidade. O dano ao sono é inseparável do atual desmantelamento da proteção social em outras esferas. Estado mais privado e vulnerável de todos, o sono depende crucialmente da sociedade para se sustentar. Um dos exemplos vívidos da insegurança do estado de natureza no Leviatã de Thomas Hobbes é a vulnerabilidade de um indivíduo adormecido diante dos inúmeros perigos de cada noite. Assim, uma obrigação rudimentar dos membros da comunidade é oferecer segurança para os que dormem, não apenas contra perigos reais, mas ? igualmente importante ? contra a ansiedade e temores que geram. Diversos pressupostos fundamentais a respeito da coesão das relações sociais se aglutinam em torno da questão do sono ? na reciprocidade entre vulnerabilidade e confiança, entre exposição e proteção.
(Adaptado de: Revista Piauí. Ed. 96, 09/14)
A flexão do verbo destacado encontra justificativa no segmento sublinhado em:
O conceito de indústria cultural foi criado por Adorno e
Horkheimer, dois dos principais integrantes da Escola de
Frankfurt. Em seu livro de 1947, Dialética do esclarecimento,
eles conceberam o conceito a fim de pensar a questão da
cultura no capitalismo recente. Na época, estavam impactados
pela experiência no país cuja indústria cultural era a mais
avançada, os Estados Unidos, local onde os dois pensadores
alemães refugiaram-se durante a Segunda Guerra.
Segundo os autores, a cultura contemporânea estaria
submetida ao poder do capital, constituindo-se num sistema que
englobaria o rádio, o cinema, as revistas e outros meios - como
a televisão, a novidade daquele momento -, que tenderia a
conferir a todos os produtos culturais um formato semelhante,
padronizado, num mundo em que tudo se transformava em
mercadoria descartável, até mesmo a arte, que assim se desqualificaria
como tal. Surgiria uma cultura de massas que não
precisaria mais se apresentar como arte, pois seria caracterizada
como um negócio de produção em série de mercadorias
culturais de baixa qualidade. Não que a cultura de massa fosse
necessariamente igual para todos os estratos sociais; haveria
tipos diferentes de produtos de massa para cada nível socioeconômico,
conforme indicações de pesquisas de mercado. O controle
sobre os consumidores seria mediado pela diversão, cuja
repetição de fórmulas faria dela um prolongamento do trabalho
no capitalismo tardio.
Muito já se polemizou acerca dessa análise, que tenderia
a estreitar demais o campo de possibilidades de mudança em
sociedades compostas por consumidores supostamente resignados.
O próprio Adorno chegou a matizá-la depois. Mas o
conceito passou a ser muito utilizado, até mesmo por quem diverge
de sua formulação original. Poucos hoje discordariam de
que o mundo todo passa pelo "filtro da indústria cultural", no
sentido de que se pode constatar a existência de uma vasta
produção de mercadorias culturais por setores especializados
da indústria.
Feita a constatação da amplitude alcançada pela
indústria cultural contemporânea, são várias as possibilidades
de interpretá-la. Há estudos que enfatizam o caráter alienante
das consciências imposto pela lógica capitalista no âmbito da
cultura, a difundir padrões culturais hegemônicos. Outros frisam
o aspecto da recepção do espectador, que poderia interpretar
criativamente - e não de modo resignado - as mensagens que
lhe seriam passadas, ademais, de modo não unívoco, mas com
multiplicidades possíveis de sentido.
(RIDENTI, Marcelo. Indústria cultural: da era do rádio à era
da informática no Brasil. In: Agenda brasileira. São Paulo: Cia
das Letras, 2011, p. 292 a 301)
Uma redação alternativa para um segmento do texto, em que se mantêm a correção e a lógica, está em:
Considere:
I. Método clássico de dimensionamento de rede de captores de raios, em que os ângulos de proteção variam com a altura do elemento captor, onde a construção é envolvida por um cone cujo ângulo da geratriz com a vertical é estabelecido em função do nível de proteção necessário e da altura da construção.
II. Método que utiliza malha de condutores acima da edificação a ser protegida, cujo reticulado é definido de acordo com quatro níveis possíveis.
III. Método que tem sua origem relacionada aos critérios de projeto de proteção contra descargas atmosféricas em linhas de transmissão e subestações.
Os métodos de projeto da proteção contra descargas atmosféricas I, II e III denominam-se, respectivamente,
Considere a hipótese de recebimento de uma mensagem não solicitada de um site popular que induza o recebedor a acessar uma página fraudulenta projetada para o furto dos dados pessoais e financeiros dele. Trata-se de

Considerando-se a correção da frase e o contexto, o termo sublinhado pode ser substituído pelo que vem entre parênteses em:
Quando os recursos disponíveis para a realização de projetos em uma organização são escassos,
I. a priorização deve ocorrer a partir da realização de cálculos específicos dos projetos, tais como o retorno sobre investimento, valor presente líquido ou taxa interna de retorno, de modo a realizar os ajustes necessários e selecionar aqueles que agregam maior valor.
II. realiza-se uma classificação a partir de métodos relacionados ao planejamento estratégico, em que os projetos são classificados como ofensivos, quando se busca ampliar o mercado, ou defensivos, em que a postura é de manutenção dos clientes.
III. é preciso realizar uma avaliação preliminar de cada projeto de forma a analisar sua exequibilidade e, em caso afirmativo, proceder à análise de custo/benefício para avaliar se a organização deve realizá-lo.
IV. deve-se realizar uma seleção estratégica, após a avaliação preliminar, que inclui determinar a adequação e a prioridade estratégicas, análise que deve ser realizada pelos gerentes de projetos, sem o envolvimento da alta administração.
V. após a seleção estratégica deve-se realizar a programação estratégica, quando é considerado o nível de tolerância da organização para o risco no conjunto dos projetos selecionados.
Está correto o que se afirma APENAS em