Questões de Concursos

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A escola tem que enfrentar os desafios para transformar o ensino da leitura e da escrita, de modo a formar praticantes da leitura e da escrita, segundo Lerner (2002). A autora refere-se à formação de leitores que
De acordo com Carvalho (2004), para promover a educação inclusiva, precisamos

Fonseca (2001), ao refletir sobre o Projeto Pedagógico das escolas, seu significado e sentido, com vistas ao sucesso escolar, defende, entre outras idéias, que

Segundo Perrenoud (1998), a avaliação formativa favorece a aprendizagem dos alunos e o ensino dos docentes. Na relação estabelecida entre essa avaliação e os programas e objetivos do ensino, o autor defende que
Segundo o Parecer CNE/CEB nº 22/98, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil
Para Candau (2002), vem crescendo a consciência da positividade do caráter multicultural de cada país do continente latino-americano. Daí decorre a importância da educação intercultural para a afirmação de sociedades democráticas e igualitárias. Todavia, a perspectiva de interculturalidade apresenta uma grande complexidade, não pode ser trivializada. Nessa direção, a autora defende que esse processo é
Martha Kohl, em Castorina, J. A. (2003), refletindo sobre as contribuições de Vygotsky para a educação e o ensino escolar, analisa a intervenção do outro social. De acordo com Vygotsky, pode-se entender essa intervenção como
A globalização atual adota formas brutais para impor mudanças que levam à necessidade urgente de rever o que fazer com as coisas, as idéias e também com as palavras. Trata-se de uma dupla tirania: do dinheiro e da informação. Esta imposição é externa aos países e movida por empresas mundiais que competem entre si, sobrevivendo as que têm mais-valia maior. Segundo Santos (2001), qual o efeito, nos países, dessa imposição por mudanças?
Fonseca (2001), ao refletir sobre o Projeto Pedagógico das escolas, seu significado e sentido, com vistas ao sucesso escolar, defende, entre outras idéias, que

Segundo Perrenoud (1998), a avaliação formativa favorece a aprendizagem dos alunos e o ensino dos docentes. Na relação estabelecida entre essa avaliação e os programas e objetivos do ensino, o autor defende que

Escreve Milton Santos (2001):

Não se pode dizer que a globalização seja semelhante às ondas anteriores, nem mesmo uma continuação do que havia antes, exatamente porque as condições de sua realização mudaram radicalmente. É somente agora que a humanidade está podendo contar com essa nova qualidade da técnica, providenciada pelo que se está chamando de técnica informacional. Chegamos a um outro século e o homem, por meio dos avanços da ciência, produz um sistema de técnicas presidido pelas técnicas da informação. Estas passam a exercer um papel de elo entre as demais, unindo-as e assegurando a presença planetária desse novo sistema técnico.

Diante dessa realidade, o autor vê a globalização

Segundo Santos (2001), a globalização é, de certa forma, o ápice do processo de internacionalização do mundo capitalista e, para entendê-la, há que considerar dois elementos fundamentais:
Um Diretor de estabelecimento de ensino indaga ao Supervisor, no dia de sua visita à escola, se deve comunicar a outras instâncias (e quais seriam estas) os casos de alunos com número elevado de ausências. O Supervisor, com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Federal 9.394/96), deveria informá-lo que
Cavalleiro (2001), ao tratar a presença de racismo, preconceito e discriminação, nas escolas brasileiras, afirma que

A classificação e a reclassificação são dispositivos introduzidos na Educação Básica, pela Lei Federal nº 9.394/96, os quais refletem os princípios de flexibilidade da LDB e da autonomia das escolas. É correto afirmar, segundo a referida Lei, que

Zabala (2002) afirma que "A resposta à função social que deve exercer o sistema educativo é o único meio para poder entender a pertinência e a relevância dos conteúdos disciplinares que devem ser objeto de aprendizagem e, como resultado dessa função, definir a melhor maneira de apresentar os conteúdos." Ainda, segundo o autor, a definição da função social do ensino se reveste de complexidade, pois
Escreve Milton Santos (2001):

Não se pode dizer que a globalização seja semelhante às ondas anteriores, nem mesmo uma continuação do que havia antes, exatamente porque as condições de sua realização mudaram radicalmente. É somente agora que a humanidade está podendo contar com essa nova qualidade da técnica, providenciada pelo que se está chamando de técnica informacional. Chegamos a um outro século e o homem, por meio dos avanços da ciência, produz um sistema de técnicas presidido pelas técnicas da informação. Estas passam a exercer um papel de elo entre as demais, unindo-as e assegurando a presença planetária desse novo sistema técnico.

Diante dessa realidade, o autor vê a globalização

Sacristán (2000), em seus estudos, aponta que o currículo é um dos conceitos mais potentes, estrategicamente falando, para analisar como a prática se sustenta e se expressa de forma peculiar dentro de um contexto escolar. O interesse pelo currículo segue paralelo com o interesse por conseguir um conhecimento mais penetrante sobre a realidade escolar. O autor define currículo como projeto seletivo de cultura, condicionado cultural, social, política e administrativamente, que preenche a atividade escolar e que se torna realidade dentro das condições da escola tal como se acha configurada.

Uma escola de Ciclo II do Ensino Fundamental apresenta alto índice de fracasso escolar e seus professores queixam-se constantemente do desinteresse dos alunos, da indisciplina na sala de aula, das agressões entre os alunos e da dificuldade de desenvolver seu trabalho nesse contexto.

O Supervisor de Ensino, considerando suas funções e competências (Jornal APASE, junho 2002) e tendo em vista as afirmações de Sacristán (2000), diante da situação da escola, deve

A escola tem que enfrentar os desafios para transformar o ensino da leitura e da escrita, de modo a formar praticantes da leitura e da escrita, segundo Lerner (2002). A autora refere-se à formação de leitores que

Martha Kohl, em Castorina, J. A. (2003), refletindo sobre as contribuições de Vygotsky para a educação e o ensino escolar, analisa a intervenção do outro social. De acordo com Vygotsky, pode-se entender essa intervenção como

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