Pensei em um número, multipliquei-o por 3, dividi-o por 2, subtrai 7 e tive como resultado o número 11. O número que eu pensei é:
Um ventilador, cujo preço normal é R$ 96,00, será vendido em uma liquidação que dará 30% de desconto sobre o preço normal.
Dessa forma, o preço promocional desse ventilador será:
Dessa forma, o preço promocional desse ventilador será:
Uma árvore foi plantada bem em frente à casa de Artur. Outras árvores serão plantadas a cada 50 metros ao longo dos 750 metros que vão de sua casa até a escola.
Ao todo serão plantadas:
Ao todo serão plantadas:
Sobre hiperlink em planilha do Excel, podemos afirmar.
1 - Para selecionar uma célula onde existe um hiperlink sem ir para o destino do hiperlink, clique na célula e mantenha o botão do mouse pressionado até o cursor se transformar em uma cruz e depois, solte o botão do mouse.
2 - Para remover um hiperlink e o texto que o representa, clique com o botão direito do mouse na célula que contém o hiperlink e clique em Limpar conteúdo no menu de atalho.
3 - Para remover um hiperlink e o elemento gráfico que o representa, mantenha a tecla CTRL pressionada e clique no elemento gráfico. Em seguida, pressione ENTER.
Estão corretas as afirmações:
1 - Para selecionar uma célula onde existe um hiperlink sem ir para o destino do hiperlink, clique na célula e mantenha o botão do mouse pressionado até o cursor se transformar em uma cruz e depois, solte o botão do mouse.
2 - Para remover um hiperlink e o texto que o representa, clique com o botão direito do mouse na célula que contém o hiperlink e clique em Limpar conteúdo no menu de atalho.
3 - Para remover um hiperlink e o elemento gráfico que o representa, mantenha a tecla CTRL pressionada e clique no elemento gráfico. Em seguida, pressione ENTER.
Estão corretas as afirmações:
Um relógio teve seu preço reduzido em 36%, passando para R$ 96,00.
Dessa forma, conclui-se que o preço normal desse relógio é:
Dessa forma, conclui-se que o preço normal desse relógio é:
Clues to How an Electric Treatment for Parkinson’s Work
In 1998, Dr. Philip A. Starr started putting electrodes in people’s brains. A neurosurgeon at the University of California, San Francisco, Dr. Starr was treating people with Parkinson’s disease, which slowly destroys essential bits of brain tissue, robbing people of control of their bodies. At first, drugs had given his patients some relief, but now they needed more help. After the surgery, Dr. Starr closed up his patients’ skulls and switched on the electrodes, releasing a steady buzz of electric pulses in their brains. For many patients, the effect was immediate. “We have people who, when they’re not taking their meds, can be frozen,” said Dr. Starr. “When we turn on the stimulator, they start walking.” First developed in the early 1990s, deep brain stimulation, or D.B.S., was approved by the Food and Drug Administration for treating Parkinson’s disease in 2002. Since its invention, about 100,000 people have received implants. While D.B.S. doesn’t halt Parkinson’s, it can turn back the clock a few years for many patients. Yet despite its clear effectiveness, scientists like Dr. Starr have struggled to understand what D.B.S. actually does to the brain. “We do D.B.S. because it works,” said Dr. Starr, “but we don’t really know how.” In a recent experiment, Dr. Starr and his colleagues believe they found a clue. D.B.S. may counter Parkinson’s disease by liberating the brain from a devastating electrical lock-step.
http://www.nytimes.com/2015/04/16/science/ (adapted)
In 1998, Dr. Philip A. Starr started putting electrodes in people’s brains. A neurosurgeon at the University of California, San Francisco, Dr. Starr was treating people with Parkinson’s disease, which slowly destroys essential bits of brain tissue, robbing people of control of their bodies. At first, drugs had given his patients some relief, but now they needed more help. After the surgery, Dr. Starr closed up his patients’ skulls and switched on the electrodes, releasing a steady buzz of electric pulses in their brains. For many patients, the effect was immediate. “We have people who, when they’re not taking their meds, can be frozen,” said Dr. Starr. “When we turn on the stimulator, they start walking.” First developed in the early 1990s, deep brain stimulation, or D.B.S., was approved by the Food and Drug Administration for treating Parkinson’s disease in 2002. Since its invention, about 100,000 people have received implants. While D.B.S. doesn’t halt Parkinson’s, it can turn back the clock a few years for many patients. Yet despite its clear effectiveness, scientists like Dr. Starr have struggled to understand what D.B.S. actually does to the brain. “We do D.B.S. because it works,” said Dr. Starr, “but we don’t really know how.” In a recent experiment, Dr. Starr and his colleagues believe they found a clue. D.B.S. may counter Parkinson’s disease by liberating the brain from a devastating electrical lock-step.
http://www.nytimes.com/2015/04/16/science/ (adapted)
According to the text, choose the correct alternative to answer the following question: “Who is Philip A. Starr?”
Associe corretamente:
Na conduta do agente identificamos o (a):
I- dolo direto
II- dolo eventual
III- culpa consciente
IV- culpa inconsciente
( ) quando no tocante a consciência o autor da pratica do ato lesivo não prevê o resultado (muito embora fosse previsível objetivamente e subjetivamente) e, na esfera volitiva não o quer, e não o aceita.
( ) quando no tocante a consciência o autor da pratica do ato lesivo prevê o resultado e, na esfera volitiva não o almeja, não assume o risco de praticá-lo e, acredita poder evitá-lo (o resultado).
( ) quando no tocante a consciência o autor da pratica do ato lesivo prevê o resultado e, na esfera volitiva não o almeja, mas assume o risco.
( ) quando no tocante a consciência o autor da pratica do ato lesivo prevê o resultado e, na esfera volitiva o almeja.
Assinale a sequência correta:
Na conduta do agente identificamos o (a):
I- dolo direto
II- dolo eventual
III- culpa consciente
IV- culpa inconsciente
( ) quando no tocante a consciência o autor da pratica do ato lesivo não prevê o resultado (muito embora fosse previsível objetivamente e subjetivamente) e, na esfera volitiva não o quer, e não o aceita.
( ) quando no tocante a consciência o autor da pratica do ato lesivo prevê o resultado e, na esfera volitiva não o almeja, não assume o risco de praticá-lo e, acredita poder evitá-lo (o resultado).
( ) quando no tocante a consciência o autor da pratica do ato lesivo prevê o resultado e, na esfera volitiva não o almeja, mas assume o risco.
( ) quando no tocante a consciência o autor da pratica do ato lesivo prevê o resultado e, na esfera volitiva o almeja.
Assinale a sequência correta:
Classifique as vozes verbais das frases abaixo colocando:
(VA) para Voz Ativa.
(VP) para Voz Passiva.
(VR) para Voz Reflexiva.
( ) Os dois falaram-se rapidamente.
( ) As crianças correram no parque.
( ) Nunca se ouviram queixas dele.
Assinale a opção que apresenta a classificação correta.
(VA) para Voz Ativa.
(VP) para Voz Passiva.
(VR) para Voz Reflexiva.
( ) Os dois falaram-se rapidamente.
( ) As crianças correram no parque.
( ) Nunca se ouviram queixas dele.
Assinale a opção que apresenta a classificação correta.
SACOLA PLÁSTICA OU DE PAPEL?
Se levarmos em conta que um dos fatores decisivos para reduzir o impacto desses materiais no meio ambiente é a reutilização, então prefira as de plástico. A embalagem é reutilizada por 91% da população para embalar o lixo doméstico, por exemplo. Só aí, já são dois usos. “Sem as sacolinhas, teríamos que comprar os sacos, que também são feitos de plástico e não são reutilizados”, explica Miguel Bahiense (...). Um estudo da Agência Ambiental Britânica sobre o impacto das sacolas comprovou que as de plástico têm melhor desempenho no meio ambiente em oito das nove categorias avaliadas. A pesquisa revelou que a fabricação desse material é a que menos emite gás carbônico, responsável pelas mudanças climáticas. E a fabricação das de papel não está livre de produtos químicos tóxicos. Além disso, têm menos chances de serem reutilizadas. Segundo Valdir Schalch, coordenador do Núcleo de Estudo e Pesquisa de Resíduos Sólidos, o grande vilão para o meio ambiente é o consumo inconsciente e a falta de uma política adequada para o descarte. “O plástico pode ser reciclado e, quando descartado nos aterros, ocupa menos espaço. Seu impacto ambiental é sem dúvida menor que o de outros materiais.”
Luciana Florence – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.
Se levarmos em conta que um dos fatores decisivos para reduzir o impacto desses materiais no meio ambiente é a reutilização, então prefira as de plástico. A embalagem é reutilizada por 91% da população para embalar o lixo doméstico, por exemplo. Só aí, já são dois usos. “Sem as sacolinhas, teríamos que comprar os sacos, que também são feitos de plástico e não são reutilizados”, explica Miguel Bahiense (...). Um estudo da Agência Ambiental Britânica sobre o impacto das sacolas comprovou que as de plástico têm melhor desempenho no meio ambiente em oito das nove categorias avaliadas. A pesquisa revelou que a fabricação desse material é a que menos emite gás carbônico, responsável pelas mudanças climáticas. E a fabricação das de papel não está livre de produtos químicos tóxicos. Além disso, têm menos chances de serem reutilizadas. Segundo Valdir Schalch, coordenador do Núcleo de Estudo e Pesquisa de Resíduos Sólidos, o grande vilão para o meio ambiente é o consumo inconsciente e a falta de uma política adequada para o descarte. “O plástico pode ser reciclado e, quando descartado nos aterros, ocupa menos espaço. Seu impacto ambiental é sem dúvida menor que o de outros materiais.”
Luciana Florence – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.
Assinale a alternativa em que a palavra tem a mesma ortografia e pronúncia da palavra “tóxico”.
No Excel, o atalho do teclado Ctrl+B:
Um agente operacional reservou certa quantia em dinheiro para repartir entre seus 4 filhos. Deu 1/4 para um, 2/10 para outro, 2/8 para outro.
A porcentagem que coube ao seu 4º filho é de:
A porcentagem que coube ao seu 4º filho é de:
Clues to How an Electric Treatment for Parkinson’s Work
In 1998, Dr. Philip A. Starr started putting electrodes in people’s brains. A neurosurgeon at the University of California, San Francisco, Dr. Starr was treating people with Parkinson’s disease, which slowly destroys essential bits of brain tissue, robbing people of control of their bodies. At first, drugs had given his patients some relief, but now they needed more help. After the surgery, Dr. Starr closed up his patients’ skulls and switched on the electrodes, releasing a steady buzz of electric pulses in their brains. For many patients, the effect was immediate. “We have people who, when they’re not taking their meds, can be frozen,” said Dr. Starr. “When we turn on the stimulator, they start walking.” First developed in the early 1990s, deep brain stimulation, or D.B.S., was approved by the Food and Drug Administration for treating Parkinson’s disease in 2002. Since its invention, about 100,000 people have received implants. While D.B.S. doesn’t halt Parkinson’s, it can turn back the clock a few years for many patients. Yet despite its clear effectiveness, scientists like Dr. Starr have struggled to understand what D.B.S. actually does to the brain. “We do D.B.S. because it works,” said Dr. Starr, “but we don’t really know how.” In a recent experiment, Dr. Starr and his colleagues believe they found a clue. D.B.S. may counter Parkinson’s disease by liberating the brain from a devastating electrical lock-step.
http://www.nytimes.com/2015/04/16/science/ (adapted)
In 1998, Dr. Philip A. Starr started putting electrodes in people’s brains. A neurosurgeon at the University of California, San Francisco, Dr. Starr was treating people with Parkinson’s disease, which slowly destroys essential bits of brain tissue, robbing people of control of their bodies. At first, drugs had given his patients some relief, but now they needed more help. After the surgery, Dr. Starr closed up his patients’ skulls and switched on the electrodes, releasing a steady buzz of electric pulses in their brains. For many patients, the effect was immediate. “We have people who, when they’re not taking their meds, can be frozen,” said Dr. Starr. “When we turn on the stimulator, they start walking.” First developed in the early 1990s, deep brain stimulation, or D.B.S., was approved by the Food and Drug Administration for treating Parkinson’s disease in 2002. Since its invention, about 100,000 people have received implants. While D.B.S. doesn’t halt Parkinson’s, it can turn back the clock a few years for many patients. Yet despite its clear effectiveness, scientists like Dr. Starr have struggled to understand what D.B.S. actually does to the brain. “We do D.B.S. because it works,” said Dr. Starr, “but we don’t really know how.” In a recent experiment, Dr. Starr and his colleagues believe they found a clue. D.B.S. may counter Parkinson’s disease by liberating the brain from a devastating electrical lock-step.
http://www.nytimes.com/2015/04/16/science/ (adapted)
The simple past tense form of: “When we turn on the stimulator, they start walking.” is:
Considerando (V) para verdadeiro ou (F) para falso, analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa que apresenta a ordem correta.
( ) O objetivo da administração financeira é maximizar a riqueza dos acionistas da empresa. O administrador financeiro é o principal responsável pela criação de um valor e pela mitigação de riscos e, para isso, se envolve nos negócios como um todo.
( ) A função financeira, de modo geral está organizada em duas áreas: gerência financeira e controladoria.
( ) A controladoria abrange atividades de administração de caixa, crédito e cobrança, risco, câmbio, investimento, financiamento, planejamento e controle financeiro, relacionamento com acionistas e investidores e relacionamento com bancos.
( ) A gerência financeira engloba atividades de administração de custos e preços, auditoria interna, avaliação de desempenho, contabilidade, orçamento, controle patrimonial, planejamento tributário, relatórios gerenciais e sistemas de informação financeira.
( ) Para maximizar a riqueza dos acionistas, o administrador financeiro toma três decisões fundamentais: decisão de investimento, decisão de financiamento e decisão de resultados.
( ) O objetivo da administração financeira é maximizar a riqueza dos acionistas da empresa. O administrador financeiro é o principal responsável pela criação de um valor e pela mitigação de riscos e, para isso, se envolve nos negócios como um todo.
( ) A função financeira, de modo geral está organizada em duas áreas: gerência financeira e controladoria.
( ) A controladoria abrange atividades de administração de caixa, crédito e cobrança, risco, câmbio, investimento, financiamento, planejamento e controle financeiro, relacionamento com acionistas e investidores e relacionamento com bancos.
( ) A gerência financeira engloba atividades de administração de custos e preços, auditoria interna, avaliação de desempenho, contabilidade, orçamento, controle patrimonial, planejamento tributário, relatórios gerenciais e sistemas de informação financeira.
( ) Para maximizar a riqueza dos acionistas, o administrador financeiro toma três decisões fundamentais: decisão de investimento, decisão de financiamento e decisão de resultados.
O Poder da Comunicação
Nós seres humanos passamos tanto tempo preocupados em alcançar aquilo que não temos, que esquecemo-nos de olhar e valorizar o que temos.
Somos seres extremamente privilegiados, pois nascemos com a capacidade de comunicação.
Talvez as adversidades da vida, não nos permitiram até o momento perceber o quanto esta capacidade é importante para a nossa sobrevivência nesta terra.
O que seria de nós se porventura, não pudéssemos nos comunicar com outros seres humanos? Como expressaríamos todos os nossos desejos e necessidades? Como exprimiríamos os nosso pensamentos e ideias? Com certeza não sobreviveríamos muitos dias.
O que muitos de nós, seres humanos, ainda não entendemos é que essa capacidade além de nos ajudar a sobreviver nesta terra, tem bastante influência no alcance de nossos objetivos. Mas preste atenção, não basta apenas se comunicar, é preciso saber se comunicar.
Do que adianta saber falar, se não usamos as palavras certas, no momento certo? Já ouvi várias pessoas repetindo a tal famosa frase: “Eu só sou responsável pelo que eu falo, não pelo o que você entende".
Não só discordo desta frase como também acredito que a mesma é sempre utilizada como escape. Afinal de contas, é bem mais fácil para o emissor, colocar a responsabilidade da mensagem no receptor, não é mesmo?
Se quisermos ser, bem sucedidos em tudo o que fazemos é preciso aprender a responsabilizar-nos pelas mensagens por nós transmitidas. Quando realmente temos interesse em transmitir a mensagem de maneira correta, não só responsabilizamo-nos por aquilo que falamos, mas também por aquilo que o outro entende. A mensagem só é enviada corretamente, quando emissor e receptor encontram-se na mesma sintonia. Quando um fala e o outro entende.
Precisamos ter bastante cuidado com a mensagem que estamos transmitindo para a nossa liderança. Quando falamos a mesma língua que a nossa família, nossos colegas de trabalho, amigos e liderança teremos como resultado o nosso crescimento e o alcance de nossos objetivos. Mas é preciso jamais esquecer qual é a nossa posição. Todo bom líder almeja uma equipe motivada, unida e que fale a mesma língua, porém é importante deixar claro que o intuito é alcançar os objetivos da empresa e não destituir o líder.
Caso não aprendamos a passar a mensagem correta, nossos projetos correm grande risco de terminarem como a Torre de Babel. Inacabados.
...
Texto adaptado
Mônica Bastos
Disponível em: http://www.rhportal.com.br/
Nós seres humanos passamos tanto tempo preocupados em alcançar aquilo que não temos, que esquecemo-nos de olhar e valorizar o que temos.
Somos seres extremamente privilegiados, pois nascemos com a capacidade de comunicação.
Talvez as adversidades da vida, não nos permitiram até o momento perceber o quanto esta capacidade é importante para a nossa sobrevivência nesta terra.
O que seria de nós se porventura, não pudéssemos nos comunicar com outros seres humanos? Como expressaríamos todos os nossos desejos e necessidades? Como exprimiríamos os nosso pensamentos e ideias? Com certeza não sobreviveríamos muitos dias.
O que muitos de nós, seres humanos, ainda não entendemos é que essa capacidade além de nos ajudar a sobreviver nesta terra, tem bastante influência no alcance de nossos objetivos. Mas preste atenção, não basta apenas se comunicar, é preciso saber se comunicar.
Do que adianta saber falar, se não usamos as palavras certas, no momento certo? Já ouvi várias pessoas repetindo a tal famosa frase: “Eu só sou responsável pelo que eu falo, não pelo o que você entende".
Não só discordo desta frase como também acredito que a mesma é sempre utilizada como escape. Afinal de contas, é bem mais fácil para o emissor, colocar a responsabilidade da mensagem no receptor, não é mesmo?
Se quisermos ser, bem sucedidos em tudo o que fazemos é preciso aprender a responsabilizar-nos pelas mensagens por nós transmitidas. Quando realmente temos interesse em transmitir a mensagem de maneira correta, não só responsabilizamo-nos por aquilo que falamos, mas também por aquilo que o outro entende. A mensagem só é enviada corretamente, quando emissor e receptor encontram-se na mesma sintonia. Quando um fala e o outro entende.
Precisamos ter bastante cuidado com a mensagem que estamos transmitindo para a nossa liderança. Quando falamos a mesma língua que a nossa família, nossos colegas de trabalho, amigos e liderança teremos como resultado o nosso crescimento e o alcance de nossos objetivos. Mas é preciso jamais esquecer qual é a nossa posição. Todo bom líder almeja uma equipe motivada, unida e que fale a mesma língua, porém é importante deixar claro que o intuito é alcançar os objetivos da empresa e não destituir o líder.
Caso não aprendamos a passar a mensagem correta, nossos projetos correm grande risco de terminarem como a Torre de Babel. Inacabados.
...
Texto adaptado
Mônica Bastos
Disponível em: http://www.rhportal.com.br/
Assinale a alternativa que apresenta erro de ortografia.
Preencha a lacuna abaixo com a alternativa correta.
____________________________ tem por objetivo otimizar determinada área de resultados e não a empresa como um todo. É desenvolvido a níveis organizacionais inferiores, tendo como principal finalidade a utilização eficiente dos recursos disponíveis para a consecução de objetivos previamente fixados, segundo uma estratégia predeterminada bem como as políticas orientativas para o processo decisório da empresa.
____________________________ tem por objetivo otimizar determinada área de resultados e não a empresa como um todo. É desenvolvido a níveis organizacionais inferiores, tendo como principal finalidade a utilização eficiente dos recursos disponíveis para a consecução de objetivos previamente fixados, segundo uma estratégia predeterminada bem como as políticas orientativas para o processo decisório da empresa.
É conceituado como um processo gerencial que possibilita ao executivo estabelecer o rumo a ser seguido pela empresa, com vistas a obter um nível de otimização na relação da empresa com o seu ambiente. Normalmente é de responsabilidade dos níveis mais altos da empresa e diz respeito tanto a formulação de objetivos quanto a seleção dos cursos de ação a serem seguidos para a sua consecução, levando em conta as condições externas e internas à empresa sua evolução esperada. Trata-se do:
Complete corretamente as frases abaixo assinalando a alternativa correta.
I- Configura-se o crime _____________, quando nele se reúnem todos os elementos de sua definição legal.
II- Configura-se o crime _____________, quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo.
III- Configura o crime _____________, quando por ineficácia absoluta do meio ou por absoluta impropriedade do objeto, a finalização e consumação do ato típico, antijurídico e culpável é afetada.
IV- Configura – se o crime _____________, quando o agente deu causa ao resultado por imprudência, negligência ou imperícia
I- Configura-se o crime _____________, quando nele se reúnem todos os elementos de sua definição legal.
II- Configura-se o crime _____________, quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo.
III- Configura o crime _____________, quando por ineficácia absoluta do meio ou por absoluta impropriedade do objeto, a finalização e consumação do ato típico, antijurídico e culpável é afetada.
IV- Configura – se o crime _____________, quando o agente deu causa ao resultado por imprudência, negligência ou imperícia
Uma piscina tem dimensões de 25 m, 20 m e 2 m. Sabendo-se que em 1 metro cúbico cabem, no máximo, 1.000 litros de água, o volume total, em litros de água dessa piscina é:
SACOLA PLÁSTICA OU DE PAPEL?
Se levarmos em conta que um dos fatores decisivos para reduzir o impacto desses materiais no meio ambiente é a reutilização, então prefira as de plástico. A embalagem é reutilizada por 91% da população para embalar o lixo doméstico, por exemplo. Só aí, já são dois usos. “Sem as sacolinhas, teríamos que comprar os sacos, que também são feitos de plástico e não são reutilizados”, explica Miguel Bahiense (...). Um estudo da Agência Ambiental Britânica sobre o impacto das sacolas comprovou que as de plástico têm melhor desempenho no meio ambiente em oito das nove categorias avaliadas. A pesquisa revelou que a fabricação desse material é a que menos emite gás carbônico, responsável pelas mudanças climáticas. E a fabricação das de papel não está livre de produtos químicos tóxicos. Além disso, têm menos chances de serem reutilizadas. Segundo Valdir Schalch, coordenador do Núcleo de Estudo e Pesquisa de Resíduos Sólidos, o grande vilão para o meio ambiente é o consumo inconsciente e a falta de uma política adequada para o descarte. “O plástico pode ser reciclado e, quando descartado nos aterros, ocupa menos espaço. Seu impacto ambiental é sem dúvida menor que o de outros materiais.”
Luciana Florence – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.
Se levarmos em conta que um dos fatores decisivos para reduzir o impacto desses materiais no meio ambiente é a reutilização, então prefira as de plástico. A embalagem é reutilizada por 91% da população para embalar o lixo doméstico, por exemplo. Só aí, já são dois usos. “Sem as sacolinhas, teríamos que comprar os sacos, que também são feitos de plástico e não são reutilizados”, explica Miguel Bahiense (...). Um estudo da Agência Ambiental Britânica sobre o impacto das sacolas comprovou que as de plástico têm melhor desempenho no meio ambiente em oito das nove categorias avaliadas. A pesquisa revelou que a fabricação desse material é a que menos emite gás carbônico, responsável pelas mudanças climáticas. E a fabricação das de papel não está livre de produtos químicos tóxicos. Além disso, têm menos chances de serem reutilizadas. Segundo Valdir Schalch, coordenador do Núcleo de Estudo e Pesquisa de Resíduos Sólidos, o grande vilão para o meio ambiente é o consumo inconsciente e a falta de uma política adequada para o descarte. “O plástico pode ser reciclado e, quando descartado nos aterros, ocupa menos espaço. Seu impacto ambiental é sem dúvida menor que o de outros materiais.”
Luciana Florence – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.
Após a leitura do texto, analise os itens abaixo.
• A reutilização da sacola de plástico, mesmo que seja para embalar o lixo doméstico, é um dos fatores decisivos para a redução do impacto no meio ambiente.
• A fabricação das sacolas de papel emite menos gás carbônico.
• Tanto a sacola plástica quanto a de papel são sempre reutilizadas.
• Muitas sacolas acabam descartadas de forma irresponsável, portanto há necessidade que cada um tenha consciência, quanto ao uso das sacolas plásticas.
• Ainda falta uma política adequada para o descarte.
• O plástico pode ser reciclado e seu impacto com o meio ambiente é menor que o de outros materiais.
Assinale a alternativa correta.
• A reutilização da sacola de plástico, mesmo que seja para embalar o lixo doméstico, é um dos fatores decisivos para a redução do impacto no meio ambiente.
• A fabricação das sacolas de papel emite menos gás carbônico.
• Tanto a sacola plástica quanto a de papel são sempre reutilizadas.
• Muitas sacolas acabam descartadas de forma irresponsável, portanto há necessidade que cada um tenha consciência, quanto ao uso das sacolas plásticas.
• Ainda falta uma política adequada para o descarte.
• O plástico pode ser reciclado e seu impacto com o meio ambiente é menor que o de outros materiais.
Assinale a alternativa correta.
Uma empresa somou, durante um determinado mês, 2.680 horas entre atrasos ao trabalho, saídas antecipadas, faltas de meio período e período integral. O planejamento indicava que naquele período a expectativa era de cumprir 53.600 horas produtivas, a empresa conta com 335 funcionários que trabalham, todos sem exceção, oito horas por dia. Nesse determinado mês devido a 2 feriados o expediente foi de 20 dias. A empresa atingiu um índice de absenteísmo nesse mês de: