TEXTO III

                                                              ESPADAS
                          NENHUMA OUTRA ARMA TINHA O MESMO GLAMOUR

        Séculos depois de terem se tornado obsoletas, espadas ainda decoram brasões, bandeiras e insígnias militares por todo o mundo. "A história da espada é a história da Humanidade", afirmou o aventureiro, esgrimista e escritor britânico Richard Burton no século 19.
        Uma espada é inteira letal. Com a ponta, o inimigo podia ser trespassado, como uma lança. Com os lados, retalhado, como um machado - com a vantagem de a lâmina ser muito maior, e haver duas delas, nos modelos com dois gumes. Até a empunhadura servia para atacar, batendo-a contra a cabeça do inimigo - uma tática particularmente eficiente contra um oponente usando um elmo, que acabava desnorteado e vulnerável para ser finalizado. A espada também pode bloquear eficientemente ataques inimigos, dando origem à arte da esgrima, a complexa dança mortal entre movimentos defensivos e ofensivos. Ainda que raramente fosse a arma principal de uma unidade lutando em formação, não havia nada mais eficiente para combate próximo e pessoal - por isso, mesmo guerreiros equipados com lanças ou outras armas longas, como os hoplitas espartanos, carregavam-na consigo como arma reserva, para um ataque final ou como último recurso, quando a situação se degenerava num salve-se quem puder.
        (...)

                          (Revista Superinteressante, Editora Abril, Edição 329-A, Edição especial Armas, fevereiro-2014, p. 14)


Em: Ainda que raramente fosse a arma principal de uma unidade lutando em formação, não havia nada mais eficiente para combate próximo e pessoal, a relação sintático- semântica que se estabelece entre a oração principal e a oração subordinada em destaque é de
Quanto às Licitações Públicas, é correto afirmar que:
Ordem ou Barbárie

O fenômeno da violência é tão antigo quanto o ser humano. Desde sua criação (ou surgimento, dependendo do ponto de vista), o homem sempre esteve dividido entre razão e instinto, paz e guerra, bem e mal. O fenômeno da violência é tão antigo quanto o ser humano. Desde sua criação (ou surgimento, dependendo do ponto de vista), o homem sempre esteve dividido entre razão e instinto, paz e guerra, bem e mal.

Há quem tente explicar a violência, a opção pela criminalidade, como consequência da pobreza, da falta de oportunidades: o homem fruto de seu meio. Sem poder fazer as próprias escolhas, destituído de livre-arbítrio, o indivíduo seria condenado por sua origem humilde à condição de bandido. Mas acaso a virtude é monopólio de ricos e remediados? Creio que não. 

Na propaganda institucional, a pobreza no Brasil diminuiu, o poder de compra está em alta, o desemprego praticamente desapareceu... Mas, se a violência tem relação direta com a pobreza, como explicar que a criminalidade tenha crescido em igual ou maior proporção que a renda do brasileiro? Criminalidade e pobreza não andam necessariamente de mãos dadas.

Na semana passada, a violência (ou a falta de segurança) voltou ao centro dos debates. O flagrante de um jovem criminoso nu, preso a um poste por um grupo de justiceiros deu início a um turbilhão de comentários polêmicos. Em meu espaço de opinião no jornal "SBT Brasil", afirmei compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos justiceiros do Rio. (...)

Não é de hoje que o cidadão se sente desassistido pelo Estado e vulnerável à ação de bandidos. (...) Estamos entre os 20 países mais violentos do planeta. E, apesar das estatísticas, em matéria de ações de segurança pública, estamos praticamente inertes e, pior: na contramão do bom senso! (...)

No Brasil de valores esquizofrênicos, pode-se matar um cidadão e sair impune. Mas a lei não perdoa quem destrói um ninho de papagaio. É cadeia na certa! (...) 

Quando falta sensatez ao Estado é que ganham força outros paradoxos. Como jovens acuados pela violência que tomam para si o papel da polícia e o dever da Justiça. Um péssimo sinal de descontrole social. É na ausência de ordem que a barbárie se torna lei.

(Rachel Sheherazade - jornal Folha de São Paulo, 11 de fevereiro de 2014) 

Em: Criminalidade e pobreza não andam necessariamente de mãos dadas., a palavra necessariamente poderia ser substituída, sem prejuízo para o sentido do que é dito por
Sobre os princípios básicos da Administração, é correto afirmar que:
Qual das alternativas apresenta a formatação do texto abaixo, em relação ao seu alinhamento e estilo da fonte? 

Conceitos básicos de operação de microcomputadores; noções básicas de operação de microcomputadores em rede local e Internet.
Para participar de um evento, cada um dos primeiros 10 inscritos de um grupo paga uma taxa de R$ 30,00, e cada um dos demais paga taxa de R$ 40,00. A média aritmética das taxas pagas por um grupo foi de R$ 36,00. Quantos eram os membros do grupo?
Durante a suspensão temporária do Paraguai das atividades ligadas ao Mercosul (suspenso em decorrência da deposição do ex-presidente Fernando Lugo, em 2012), Brasil, Argentina e Uruguai aprovaram a entrada de um novo país no bloco econômico. Que país passou a fazer parte do Mercosul durante a suspensão do Paraguai?
Com relação ao Microsoft Word 2007, correlacione a segunda coluna de acordo com a primeira.

1)   Barra de status.

2)   Régua horizontal.

3)   Botão do office.

4)   Faixa de opções.

5)   Barra de título.

(   )   Reúne os comandos básicos, tais como: Novo, Abrir, Salvar, Imprimir e Opções do Word.
(   )   Organiza os comandos em grupos lógicos, reunidos em guias que ajudam a localizar rapidamente os comandos necessários para executar uma tarefa.
(   )   Exibe o nome do documento que está aberto no momento.
(   )   É a área horizontal na parte inferior da janela do documento que fornece informações, tais como: Número da página, Seção número, Linha número, Coluna número.
(   )   É normalmente usada para alinhar texto, gráficos, tabelas e outros elementos em um documento.

A sequência correta, de cima para baixo, é:
No período de consolidação da República no Brasil, diversos aspectos sociais, políticos e econômicos estruturaram as bases da política republicana. Sobre a Primeira República, analise as afirmativas abaixo.

1) Nesse período, o voto era aberto (não secreto) e facultativo (não obrigatório).
2) Apesar de haver uma abertura maior no direito ao voto, boa parte da sociedade estava excluída do sistema eleitoral, a exemplo das mulheres, dos analfabetos, dos mendigos, dos padres e dos soldados.
3) Uma prática comum nesse período é a influência do poder político local exercido geralmente por grandes fazendeiros. Essa prática ficou conhecida como coronelismo.

Está(ão) correta(s) :
O Microsoft PowerPoint é um software de criação e edição de apresentações de slides que permite a personalização do slide mestre, personalização de animação de texto ou objetos e o teste de intervalos entre os slides da apresentação. Sobre o Microsoft PowerPoint 2010, analise as proposições abaixo. 

1) Um slide mestre é um elemento do modelo que armazena informações sobre o posicionamento de texto e objetos, tamanhos de espaços reservados de texto e objeto, estilos de texto, planos de fundo, temas de cor, efeitos e animação. 
2) Os tipos mais comuns de efeitos de animação incluem entradas e saídas. Contudo, também é possível adicionar som para aumentar a intensidade dos efeitos de animação. 
3) O Botão Testar Intervalos permite um registro de tempo de, no máximo, 1 minuto para os slides da apresentação. 

Está(ão) correta(s):
Leia, a seguir, trechos de uma entrevista concedida pelo Presidente do Tribunal Superior Eleitoral e ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, à Revista Veja, para responder às questões de 11 a 15. 

Veja: Nos últimos meses, houve uma série de manifestações no Brasil. Agora, há rolezinhos em shopping centers. A sociedade e as autoridades estão sabendo lidar com essas situações?

Ministro: Aquela crença de que o brasileiro é pacífico é falsa. O brasileiro protesta, sim. A situação chegou a um limite extremo, os serviços prestados são tão ruins que há um inconformismo generalizado. Mas a sociedade não é vítima quando a situação política chega a esse ponto, ela é culpada. Reclama do governo e se esquece de que quem colocou os políticos lá foi ela própria. A manifestação é uma maneira legítima de mostrar sua insatisfação com a vida nacional. Razões para protestar não faltam. Ainda mais com a carga tributária que temos, que mais parece um confisco. Mas todos precisam perceber que são culpados pela situação. (...)

Veja: A situação das prisões brasileiras é medieval. A falta de ação dos governos para melhorá-las contribui para o aumento da criminalidade?

Ministro: Exatamente. A população carcerária provisória chegou ao mesmo número da população definitiva, quando se prega na Constituição que só se pode prender depois de assentada a culpa. Mas, no afã de dar uma satisfação vã à sociedade, transformou-se a regra - o cidadão responder ao processo em liberdade - em exceção. Com isso, o Estado não respeita a integridade do preso. As condições são desumanas e não há ressocialização dos presos. Por isso os índices de reincidência são altíssimos. O preso não sai reeducado para a vida em sociedade. Ele sai embrutecido.

(Revista VEJA. Editora ABRIL. Edição 2360 - ano 47 - nº 7 - 12 de fevereiro de 2014 - p. 16. Por Otávio Cabral) 

Ao considerar que a sociedade não é vítima quando a situação política chega a esse ponto, ela é culpada. Reclama do governo e se esquece de que quem colocou os políticos lá foi ela própria. o Ministro recorre, argumentativamente, na sua fala,
No que se refere aos crimes contra a fé pública, assinale a alternativa INCORRETA.

Júnior vendeu dois carros, ao preço unitário de R$19.800,00. Em relação aos preços de custo dos carros, Júnior teve um lucro de 10% na venda do primeiro carro e, na venda do segundo, Júnior teve um prejuízo de 10%. Consideradas as duas vendas, podemos concluir que Júnior

No que se refere à “Extradição”, a Constituição Federal de 1988 prevê que:
TEXTO II

                        Realização profissional - fazer o que gosta ou gostar do que faz?

        Escrevo esse post não com base em estudos e pesquisas empíricas, mas por minha percepção e por conversas que tive com diversos empreendedores. Costumamos avaliar o sucesso de alguém utilizando duas métricas que, como na maioria das métricas atualmente, tornaram-se mais importantes que os objetivos buscados. Costumamos correlacionar a renda e a posição ocupada da pessoa com sua realização profissional e pessoal, mas será mesmo verdade?
        Tenho visto muitas pessoas com boas rendas e bons cargos que não se sentem realizadas. Também tenho visto gente em busca de dinheiro e poder que não consegue se realizar não importa quão ricos e poderosos estejam. Talvez a realização profissional esteja mais ligada ao que queremos do que o que a sociedade acha que é sinônimo de sucesso. Talvez fazermos o que gostamos seja mais realizador do que fazermos o que nossos pais, nossos amigos e nossos colegas julgam que devêssemos fazer. Mas será possível conciliar a necessidade com o desejo?
        Temos necessidade de auferir uma renda, maior ou menor, dentro do que cada um julga ser preciso para manter um padrão de vida compatível com seus desejos e com suas necessidades, mas será possível conciliar isso com alguma atividade que realmente gostamos? O século XXI está ai derrubando paradigmas e nos mostrando caminhos nunca antes trilhados que podem garantir o sustento das pessoas capacitadas. Toda vez que ligo o Canal Off sinto uma mistura de inveja e alegria com a vida que aquele pessoal vive: viajando pelo mundo, surfando, mergulhando, escalando, etc e ainda ganhando para isso. Não tenho ideia de quanto ganham, mas imagino os custos dos projetos e imagino o quanto são focados e determinados para conseguirem fazer o que fazem - sei que treinaram e treinam duro para chegar àquele nível de excelência em suas áreas. Meu pai jamais me apoiaria num projeto de surfe, mas os pais desses meninos o fazem. Isso em si é uma grande mudança e acreditamos que aquelas pessoas sejam realizadas, ou não?

                                                                       (blog.soulsocial.com.br - Por Thiago Ribeiro. Acesso em 12.05.14)


Ao elaborarmos um texto, levamos em conta as condições de produção que envolvem todas as especificidades contextuais. Assim, pelas características particulares do gênero textual e dos potenciais interlocutores do texto acima, o autor
Qual das alternativas apresenta o procedimento correto quanto à criação de senhas?
Em relação ao Poder de Polícia, assinale a alternativa incorreta.
Igreja Católica influenciou em larga medida o imaginário durante o período denominado “Idade Média”. Boa parte das produções no campo da Filosofia e das Artes, como a literatura, a pintura e a arquitetura, possui relações com o universo religioso do mundo medieval. Sobre as contribuições culturais desse período, analise as afirmativas abaixo.

1) Durante a Idade Média, pode-se destacar o surgimento de dois grandes estilos arquitetônicos: o românico e o gótico.
2) O romance A Divina Comédia, do italiano Dante Alighieri, é o maior exemplo do estilo “novelas de cavalaria”. O livro é uma exaltação à comédia e aos autores da Antiguidade clássica.
3) O legado do teólogo Santo Agostinho faz referências à Filosofia clássica e à doutrina cristã. Entre suas obras, destacam-se os livros Confissões e A cidade de Deus.

Está(ão) correta(s):
Segundo a Constituição Federal de 1988, são condições de elegibilidade, na forma da lei, a idade mínima de:
TEXTO II

                        Realização profissional - fazer o que gosta ou gostar do que faz?

        Escrevo esse post não com base em estudos e pesquisas empíricas, mas por minha percepção e por conversas que tive com diversos empreendedores. Costumamos avaliar o sucesso de alguém utilizando duas métricas que, como na maioria das métricas atualmente, tornaram-se mais importantes que os objetivos buscados. Costumamos correlacionar a renda e a posição ocupada da pessoa com sua realização profissional e pessoal, mas será mesmo verdade?
        Tenho visto muitas pessoas com boas rendas e bons cargos que não se sentem realizadas. Também tenho visto gente em busca de dinheiro e poder que não consegue se realizar não importa quão ricos e poderosos estejam. Talvez a realização profissional esteja mais ligada ao que queremos do que o que a sociedade acha que é sinônimo de sucesso. Talvez fazermos o que gostamos seja mais realizador do que fazermos o que nossos pais, nossos amigos e nossos colegas julgam que devêssemos fazer. Mas será possível conciliar a necessidade com o desejo?
        Temos necessidade de auferir uma renda, maior ou menor, dentro do que cada um julga ser preciso para manter um padrão de vida compatível com seus desejos e com suas necessidades, mas será possível conciliar isso com alguma atividade que realmente gostamos? O século XXI está ai derrubando paradigmas e nos mostrando caminhos nunca antes trilhados que podem garantir o sustento das pessoas capacitadas. Toda vez que ligo o Canal Off sinto uma mistura de inveja e alegria com a vida que aquele pessoal vive: viajando pelo mundo, surfando, mergulhando, escalando, etc e ainda ganhando para isso. Não tenho ideia de quanto ganham, mas imagino os custos dos projetos e imagino o quanto são focados e determinados para conseguirem fazer o que fazem - sei que treinaram e treinam duro para chegar àquele nível de excelência em suas áreas. Meu pai jamais me apoiaria num projeto de surfe, mas os pais desses meninos o fazem. Isso em si é uma grande mudança e acreditamos que aquelas pessoas sejam realizadas, ou não?

                                                                       (blog.soulsocial.com.br - Por Thiago Ribeiro. Acesso em 12.05.14)


A frase que marca de forma mais adequada e completa o ponto de vista do autor diante do tema em discussão é
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