Questões de Concursos
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Nesta avaliação, será considerado aprovado o candidato que tiver uma média igual ou superior a 6. Com base nas informações apresentadas, o candidato quer calcular, nessa planilha, seus resultados da seguinte forma: na célula E2, ele quer que seja calculada a somatória geral de seus pontos; na célula E3, ele quer que seja calculada a Média de seus pontos e, na célula E4, ele quer que seja mostrado o resultado de seu teste APROVADO ou REPROVADO.
Assinale a alternativa que apresenta os passos corretos para calcular a Soma, a Média e o Resultado da prova desse candidato.
(Obs.: Considere as planilhas eletrônicas Microsoft Excel 2010 (instalação padrão Português – Brasil)).
Os Planos de Saneamento Básico abrangem, no mínimo:
I. O diagnóstico da situação e seus impactos nas condições de vida, utilizando sistema de indicadores sanitários, epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos e apontando as causas das deficiências detectadas.
II. Não devem ser construídos a partir da realidade local.
III. Os objetivos e metas são de longo prazo para a universalização, admitidas soluções graduais e progressivas, observando a compatibilidade com os demais planos setoriais.
IV. Os programas, projetos e ações necessárias para atingir os objetivos e as metas, de modo compatível com os respectivos planos plurianuais e com outros planos governamentais correlatos, identificando possíveis fontes de financiamento.
V. Ações para emergências e contingências.
Analise as assertivas acima e assinale a alternativa CORRETA:
Quanto ao manuseio do extintor de incêndio portátil, é INCORRETO afirmar que:
( ) Os microrganismos vegetativos são destruídos por tratamento térmico, porém esporos bacterianos podem sobreviver e, então, germinar em alimentos que não são mantidos sob frio ou calor adequados. ( ) Os coliformes são bactérias gram-positivas, aeróbias em forma de bastonetes. Microrganismos indicadores para servir como medida de contaminação fecal. ( ) São considerados microrganismos infecciosos: Salmonella, Campylobacter e E. coli patogênicas. ( ) São considerados microrganimos intoxicantes: B. cereus, Sr. Aureus, Salmonella. ( ) O Staphylococcus Aureus faz parte da flora normal de mucosas e pele e pode ser transmitido aos alimentos por contato direto ou indireto (através de fragmentos de pele e secreções do trato respiratório).
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência CORRETA:
O humor é um constante trabalho de reinvenção, todos os dias é preciso pensar fora da caixa. Construir uma boa piada é tentar distrair a mente do público para causar uma surpresa, para que o desfecho não seja previsível e cause no espectador o espasmo da risada em sua face. Acredito que o processo para se fazer graça em tempos que a profissão está cada vez mais concorrida continua o mesmo. Sempre precisamos buscar outros caminhos e aplicar o mesmo processo de criação nas escolhas e formas de fazer piada. Também acho importante estar sempre conectado com as notícias e ter agilidade para não perder o "timing".
Só que a gente que faz comédia está cada dia mais perseguido, e isso é muito ruim para o comediante. Esses dias fiz piadas sobre a manifestação e acabei sendo perseguido. Outro dia a piada falava do frio de Curitiba e acabei sendo ameaçado por feministas, ou seja, uma cutucada dispara outra e é preciso ficar atento. Só que ficar atento não é bom para o humor, o humor tem que ser verdadeiro e ácido quando necessário.
Se você pensar duas vezes se vai ou não vai ofender alguém é melhor nem fazer piada, porque a piada sempre vai ter um alvo. Acredito que é possível fazer piadas com qualquer assunto, depende só de como você trata esse assunto e da dose de exagero que você coloca para que fique engraçada. Não devemos, enquanto humoristas, focar somente em um estilo de comédia para não cansar e saturar o público. Claro que sempre devemos ser honestos com a plateia, o consumidor de humor saca quando o comediante está forçando uma barra.
O processo criativo deve ser provocado, não adianta esperar que as ideias apareçam, é preciso exercício. Criar é uma aeróbica mental e, na maioria das vezes, as ideias estão lá só esperando para serem resgatadas. O humorista não pode ter medo de tentar, até porque esse é o nosso trabalho. Nunca saberei se a piada funciona ou não até a hora que subo no palco e me arrisco. Já cansei de sair com três páginas de texto escrito e conseguir salvar só três piadas que realmente funcionaram, e olhe lá.
Fazer televisão também é sempre muito importante porque divulga e populariza, mas hoje em dia veículos como as redes sociais, Facebook, YouTube e Twitter, além de ajudarem a divulgar o seu trabalho, servem como um mailing pessoal para levar público ao teatro e isso reflete em bilheteria. Claro que televisão ainda é muito importante, mas existe, por exemplo, um mercado enorme e rentável para comediantes no meio corporativo. O cinema nacional está se abrindo cada vez mais para a comédia, sitcoms, web séries, vlogs, uma infinidade de opções para o comediante se destacar. Quando comecei a fazer comédia não existiam tantas possibilidades para mostrar meu trabalho como existem hoje. Por isso hoje procuro usar tudo isso ao meu favor, no meio de várias tentativas, algumas sempre acabam virando e dando certo, mas é preciso insistir e fazer o seu, e de preferência não ligar muito para concorrência.
Disponível em: http://noticias.uol.com.br/opiniao
Considere os seguintes dados dos saldos contábeis da Empresa Hipotecária S.A.:
Disponibilidades: R$ 100.000,00
Recebimentos a curto prazo: R$ 100.000,00
Recebimento a longo prazo: R$ 800.000,00
Imobilizado: R$ 1.000.000,00
Salários a pagar: R$ 200.000,00
Dívidas a curto prazo: R$ 300.000,00
Dívidas a longo prazo R$ 500.000,00
Considerando os dados acima, qual o valor do ativo total?
O início das manifestações populares no Brasil, desde o meio de junho, deixou perplexas as autoridades da União, estados e municípios. De um protesto contra o aumento da passagem dos ônibus, a população incorporou temas pouco discutidos. Em que cenário surgiram os questionamentos por parte da população? São vários, mas alguns desses assuntos refletem diretamente na vida das pessoas.
O cenário econômico internacional revela que nossos problemas internos não são causados por fatores vindos de fora; o cenário interno revela aumento da inflação, baixo crescimento da economia sem perspectivas de melhora no curto e médio prazo, perda de poder aquisitivo face a reajustes automáticos de serviços públicos privatizados (pedágio, transporte coletivo, telecomunicações, energia) e serviços prestados ao povo sem o padrão Fifa; para a Copa de 2014, houve gastos questionáveis para construir estádios particulares sem a transparência adequada e necessária. A Fifa, uma entidade privada internacional, impõe (e o governo aceita) exigências que ignoram nossa soberania.
Além disso, há uma sensação de que os condenados pelo mensalão não irão ficar atrás das grades. Aumenta a corrupção porque a impunidade assegura meios de os políticos corruptos escaparem da prisão. A PEC 37, já derrubada, defendia que o Ministério Público não tivesse mais o poder investigativo (contra corrupção, desvio de recursos, obras superfaturadas etc.), e pergunta-se: quem se beneficiaria com a exclusão do MP das investigações?
Há um silêncio sepulcral por parte dos governantes (nas três esferas) quando a população questiona algum gasto público não esclarecido quanto ao seu objetivo ou necessidade. Nenhuma discussão sobre a adoção de medidas econômicas que podem afetar a política fiscal, em que mais gastos são autorizados sem contrapartida de receita. Não se propõe uma reforma tributária com menos impostos, gastos com maior retorno econômico e social, com um substancial corte de despesas da União, estados e municípios.
No dia 21, a presidente da República falou para a nação em cadeia nacional de rádio e televisão, buscando dar respostas aos anseios da população. Atitude louvável, mas o que o povo questiona já não deveria ser de conhecimento de todas as autoridades? A presidente pode dar as respostas junto com os demais poderes. Que cada poder assuma suas atribuições de fato, cortando os próprios privilégios. Hoje, o político cassado volta para sua casa legislativa, o condenado pelo Supremo não está na cadeia e à população cabe somente a tarefa de pagar impostos.
O Brasil precisa mudar, e muito. E que comece pelo poder político, que é a reforma mais urgente de que a nação precisa. A reforma política de verdade deve contemplar fidelidade partidária, voto distrital, mandato do partido e não do político, fim da reeleição para todos os níveis, vereador como trabalho voluntário e não remunerado, cargos comissionados representando no máximo 2% do total de servidores, e fim do aparelhamento do Estado com indicações políticas. O que é necessário para mudar o país de agora e do futuro não são medidas pontuais para baixar o preço da passagem, mas medidas profundas, estruturais, de curto, médio e longo prazo.
Moisés Farah Jr., economista, é professor do mestrado profissional de Planejamento e Governança Pública da
Cargo: SECRETÁRIO EXECUTIVO
UTFPR. Disponível
em:
http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao