Pode-se dividir as regiões marinhas de acordo com a capacidade de penetração da luz. Em relação a esta divisão é possível afirmar que:
Lima Barreto
O carteiro Joaquim dos Anjos não era homem de serestas
e serenatas, mas gostava de violão e de modinhas. Ele
mesmo tocava flauta, instrumento que já foi muito estimado,
não o sendo tanto atualmente como outrora. Acreditava-se
até músico, pois compunha valsas, tangos e
acompanhamentos para modinhas.
Aprendera a “artinha” musical na terra de seu nascimento,
nos arredores de Diamantina, e a sabia de cor e salteado; mas
não saíra daí.
Pouco ambicioso em música, ele o era também nas
demais manifestações de sua vida. Empregado de um
advogado famoso, sempre quisera obter um modesto
emprego público que lhe desse direito à aposentadoria e ao
montepio, para a mulher e a filha. Conseguira aquele de
carteiro, havia quinze para vinte anos, com o qual estava
muito contente, apesar de ser trabalhoso e o ordenado ser
exíguo.
Logo que foi nomeado, tratou de vender as terras que
tinha no local de seu nascimento e adquirir aquela casita de
subúrbio, por preço módico, mas, mesmo assim, o dinheiro
não chegara e o resto pagou ele em prestações. Agora, e
mesmo há vários anos, estava de plena posse dela. Era
simples a casa. Tinha dois quartos, um que dava para a sala
de visitas e outro, para a de jantar. Correspondendo a um
terço da largura total da casa, havia, nos fundos, um puxadito
que era a cozinha. Fora do corpo da casa, um barracão para
banheiro, tanque, etc; e o quintal era de superfície razoável,
onde cresciam goiabeiras maltratadas e um grande
tamarindeiro copado.
A rua desenvolvia-se no plano, e, quando chovia,
encharcava que nem um pântano; entretanto, era povoada e
dela se descortinava um lindo panorama de montanhas que
pareciam cercá-la de todos os lados, embora a grande
distância. Tinha boas casas a rua. Havia até uma grande
chácara de outros tempos com aquela casa característica de
velhas chácaras de longa fachada, de teto acaçapado,
forrada de azulejos até a metade do pé-direito, um tanto feia, é
fato, sem garridice¹, mas casando-se perfeitamente com as
anosas² mangueiras, com as robustas jaqueiras e com todas
aquelas grandes e velhas árvores que, talvez, os que as
plantaram não tivessem visto frutificar.
1- Brilho, elegância.
2- Velhas.
( COUTINHO, Afrânio., 4ª ed. vol. I RJ: EDLE, 1970, págs. 248/249.) Clara dos Anjos. In Antologia Brasileira de Literatura.
O Conselho de Classe é um dos campos privilegiados de atuação da supervisão educacional. Pode-se afirmar que é um espaço de grande relevância, visto que se tem aí o encontro de vários segmentos reunidos em torno da temática da avaliação. Contudo, muitas vezes, este espaço tem sido utilizado para outros fins. Numa escola que busque um trabalho crítico e transformador, podemos afirmar que o Conselho de Classe deve ser:
Uma das grandes contribuições do pensamento de Vygotsky à Educação é:
Lima Barreto
O carteiro Joaquim dos Anjos não era homem de serestas
e serenatas, mas gostava de violão e de modinhas. Ele
mesmo tocava flauta, instrumento que já foi muito estimado,
não o sendo tanto atualmente como outrora. Acreditava-se
até músico, pois compunha valsas, tangos e
acompanhamentos para modinhas.
Aprendera a “artinha” musical na terra de seu nascimento,
nos arredores de Diamantina, e a sabia de cor e salteado; mas
não saíra daí.
Pouco ambicioso em música, ele o era também nas
demais manifestações de sua vida. Empregado de um
advogado famoso, sempre quisera obter um modesto
emprego público que lhe desse direito à aposentadoria e ao
montepio, para a mulher e a filha. Conseguira aquele de
carteiro, havia quinze para vinte anos, com o qual estava
muito contente, apesar de ser trabalhoso e o ordenado ser
exíguo.
Logo que foi nomeado, tratou de vender as terras que
tinha no local de seu nascimento e adquirir aquela casita de
subúrbio, por preço módico, mas, mesmo assim, o dinheiro
não chegara e o resto pagou ele em prestações. Agora, e
mesmo há vários anos, estava de plena posse dela. Era
simples a casa. Tinha dois quartos, um que dava para a sala
de visitas e outro, para a de jantar. Correspondendo a um
terço da largura total da casa, havia, nos fundos, um puxadito
que era a cozinha. Fora do corpo da casa, um barracão para
banheiro, tanque, etc; e o quintal era de superfície razoável,
onde cresciam goiabeiras maltratadas e um grande
tamarindeiro copado.
A rua desenvolvia-se no plano, e, quando chovia,
encharcava que nem um pântano; entretanto, era povoada e
dela se descortinava um lindo panorama de montanhas que
pareciam cercá-la de todos os lados, embora a grande
distância. Tinha boas casas a rua. Havia até uma grande
chácara de outros tempos com aquela casa característica de
velhas chácaras de longa fachada, de teto acaçapado,
forrada de azulejos até a metade do pé-direito, um tanto feia, é
fato, sem garridice¹, mas casando-se perfeitamente com as
anosas² mangueiras, com as robustas jaqueiras e com todas
aquelas grandes e velhas árvores que, talvez, os que as
plantaram não tivessem visto frutificar.
1- Brilho, elegância.
2- Velhas.
( COUTINHO, Afrânio., 4ª ed. vol. I RJ: EDLE, 1970, págs. 248/249.) Clara dos Anjos. In Antologia Brasileira de Literatura.
Tendo proposto aos seus alunos exercícios relativos ao fundamento saque-tênis, o professor de educação física escolar estimulava-os, citando declarações de técnicos de alto nível em voleibol, que cobram dos atletas a execução daquele fundamento com mais violência e precisão. A tendência pedagógica da educação física escolar, cuja abordagem privilegia o movimento como o seu principal meio e fim, é:
Lima Barreto
O carteiro Joaquim dos Anjos não era homem de serestas
e serenatas, mas gostava de violão e de modinhas. Ele
mesmo tocava flauta, instrumento que já foi muito estimado,
não o sendo tanto atualmente como outrora. Acreditava-se
até músico, pois compunha valsas, tangos e
acompanhamentos para modinhas.
Aprendera a “artinha” musical na terra de seu nascimento,
nos arredores de Diamantina, e a sabia de cor e salteado; mas
não saíra daí.
Pouco ambicioso em música, ele o era também nas
demais manifestações de sua vida. Empregado de um
advogado famoso, sempre quisera obter um modesto
emprego público que lhe desse direito à aposentadoria e ao
montepio, para a mulher e a filha. Conseguira aquele de
carteiro, havia quinze para vinte anos, com o qual estava
muito contente, apesar de ser trabalhoso e o ordenado ser
exíguo.
Logo que foi nomeado, tratou de vender as terras que
tinha no local de seu nascimento e adquirir aquela casita de
subúrbio, por preço módico, mas, mesmo assim, o dinheiro
não chegara e o resto pagou ele em prestações. Agora, e
mesmo há vários anos, estava de plena posse dela. Era
simples a casa. Tinha dois quartos, um que dava para a sala
de visitas e outro, para a de jantar. Correspondendo a um
terço da largura total da casa, havia, nos fundos, um puxadito
que era a cozinha. Fora do corpo da casa, um barracão para
banheiro, tanque, etc; e o quintal era de superfície razoável,
onde cresciam goiabeiras maltratadas e um grande
tamarindeiro copado.
A rua desenvolvia-se no plano, e, quando chovia,
encharcava que nem um pântano; entretanto, era povoada e
dela se descortinava um lindo panorama de montanhas que
pareciam cercá-la de todos os lados, embora a grande
distância. Tinha boas casas a rua. Havia até uma grande
chácara de outros tempos com aquela casa característica de
velhas chácaras de longa fachada, de teto acaçapado,
forrada de azulejos até a metade do pé-direito, um tanto feia, é
fato, sem garridice¹, mas casando-se perfeitamente com as
anosas² mangueiras, com as robustas jaqueiras e com todas
aquelas grandes e velhas árvores que, talvez, os que as
plantaram não tivessem visto frutificar.
1- Brilho, elegância.
2- Velhas.
( COUTINHO, Afrânio., 4ª ed. vol. I RJ: EDLE, 1970, págs. 248/249.) Clara dos Anjos. In Antologia Brasileira de Literatura.
Lima Barreto
O carteiro Joaquim dos Anjos não era homem de serestas
e serenatas, mas gostava de violão e de modinhas. Ele
mesmo tocava flauta, instrumento que já foi muito estimado,
não o sendo tanto atualmente como outrora. Acreditava-se
até músico, pois compunha valsas, tangos e
acompanhamentos para modinhas.
Aprendera a “artinha” musical na terra de seu nascimento,
nos arredores de Diamantina, e a sabia de cor e salteado; mas
não saíra daí.
Pouco ambicioso em música, ele o era também nas
demais manifestações de sua vida. Empregado de um
advogado famoso, sempre quisera obter um modesto
emprego público que lhe desse direito à aposentadoria e ao
montepio, para a mulher e a filha. Conseguira aquele de
carteiro, havia quinze para vinte anos, com o qual estava
muito contente, apesar de ser trabalhoso e o ordenado ser
exíguo.
Logo que foi nomeado, tratou de vender as terras que
tinha no local de seu nascimento e adquirir aquela casita de
subúrbio, por preço módico, mas, mesmo assim, o dinheiro
não chegara e o resto pagou ele em prestações. Agora, e
mesmo há vários anos, estava de plena posse dela. Era
simples a casa. Tinha dois quartos, um que dava para a sala
de visitas e outro, para a de jantar. Correspondendo a um
terço da largura total da casa, havia, nos fundos, um puxadito
que era a cozinha. Fora do corpo da casa, um barracão para
banheiro, tanque, etc; e o quintal era de superfície razoável,
onde cresciam goiabeiras maltratadas e um grande
tamarindeiro copado.
A rua desenvolvia-se no plano, e, quando chovia,
encharcava que nem um pântano; entretanto, era povoada e
dela se descortinava um lindo panorama de montanhas que
pareciam cercá-la de todos os lados, embora a grande
distância. Tinha boas casas a rua. Havia até uma grande
chácara de outros tempos com aquela casa característica de
velhas chácaras de longa fachada, de teto acaçapado,
forrada de azulejos até a metade do pé-direito, um tanto feia, é
fato, sem garridice¹, mas casando-se perfeitamente com as
anosas² mangueiras, com as robustas jaqueiras e com todas
aquelas grandes e velhas árvores que, talvez, os que as
plantaram não tivessem visto frutificar.
1- Brilho, elegância.
2- Velhas.
( COUTINHO, Afrânio., 4ª ed. vol. I RJ: EDLE, 1970, págs. 248/249.) Clara dos Anjos. In Antologia Brasileira de Literatura.
No que se refere à Execução Fiscal de que trata a Lei 6830/80, é correto afirmar que:
Uma merendeira recebeu como tarefa limpar as 23 mesas de um refeitório. Cada mesa é retangular e mede 1,20m por 0,80m. Ao final do serviço, a funcionária terá limpado:
Das alternativas abaixo, a que melhor caracteriza a sociedade grega, durante a Antigüidade, é:
Uma equipe de 12 operários levaria 20 dias para executar uma determinada obra. Ocorre que, após 4 dias de trabalho 4 operários foram dispensados. Se os operários restantes mantiveram o mesmo ritmo de trabalho, o número de dias que ainda levaram para concluir a obra foi de:
Carlos imprimiu as 200 páginas de sua monografia em 3 dias. No primeiro dia, imprimiu 3/4 do total de páginas e no segundo dia imprimiu 4/5 do restante das páginas. A quantidade de páginas impressas por Carlos no terceiro dia foi de:
No período denominado pré-histórico são encontrados desenhos, pinturas e relevos realizados em rochas: a chamada arte rupestre. Quanto a este tipo de manifestação artística, pode-se afirmar que:
Para ajudar nas despesas de viagem e participar de um campeonato, um aluno da 8ª série vendeu bilhetes de uma rifa na sua escola. Arrecadou R$660,00 com os bilhetes vendidos na escola e os 18 bilhetes restantes da rifa foram vendidos para sua família. Se com a venda de todos os bilhetes o aluno arrecadou R$750,00, o total de bilhetes vendidos dessa rifa foi de: