Questões de Concursos
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De acordo com a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), marque D para diretrizes e P para princípios, levando em consideração as diretrizes nas quais a organização da Assistência Social é baseada e os princípios pelos quais a Assistência Social é regida e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Supremacia do atendimento às necessidades sociais sobre as exigências de rentabilidade econômica.
( ) Participação da população, por meio de organizações representativas, na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis.
( ) Primazia da responsabilidade do Estado na condução da política de Assistência Social em cada esfera de governo.
( ) Igualdade de direitos no acesso ao atendimento, sem discriminação de qualquer natureza, garantindo-se equivalência às populações urbanas e rurais.
Em relação ao gênero do substantivo, analisar os itens abaixo:
I - O feminino de “patrão” é “patroa”.
II - O feminino de “sultão” é “sultoa”.
Sobre as resoluções do Conselho Federal de Psicologia quanto ao tratamento da homoafetividade como doença, analise as assertivas abaixo.
I. Os Psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.
II. Os Psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
III. Os Psicólogos não se pronunciarão nem participarão de pronunciamentos públicos nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.
É correto o que se afirma em
Sobre desenvolvimento, marque V para verdadeiro ou F para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Um fenômeno que aparece dentro do próprio indivíduo como consequência dos esforços do mesmo, caracterizando-se pela mudança de comportamento que ocorre cotidianamente em todas as pessoas.
( ) Processo de longo prazo que intervém positivamente nas capacidades dos empregados, bem como em sua motivação, tornando-os figuras valiosas para a empresa. Neste contexto, o desenvolvimento inclui o treinamento, a carreira e outras experiências.
( ) Uma linha de crescimento com diversos estágios; dessa forma, sempre que um indivíduo conclui um estágio, ele já está preparado para começar um novo desafio para o seu desenvolvimento pessoal.
Com relação à sexualidade e à velhice, marque V para verdadeiro ou F para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) À medida que a idade avança, os preconceitos e mitos também se encontram presentes, particularmente os sexuais. São as pessoas idosas quem, na nossa sociedade, mais sofrem e são alvo desses mitos e ideias errôneas, a maior parte deles infundados e assentes em um mero desconhecimento sobre o próprio processo de envelhecimento.
( ) Diz-se que o idoso não tem interesse sexual, que não precisa de sexo e, além de tudo, é feio pensar e/ou fazer sexo quando se está em uma idade mais avançada. Noções errôneas sobre sexualidade avolumam-se. O idoso que tem uma atividade sexual em demasia reduz a potência, os idosos deixam de sentir prazer. Exatamente o contrário é verdadeiro. Uma atividade sexual regular funciona como estímulo a novas relações sexuais. Dessa forma, a sexualidade (não apenas a genitalidade) desenvolve-se à medida que o sujeito a vivencia.
Considerando-se as afirmativas abaixo, concernentes à elaboração de um projeto social, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O projeto é o documento que sistematiza e estabelece um traçado prévio da operação de um conjunto de ações; é, portanto, o instrumental mais próximo da execução, devendo detalhar as atividades a serem desenvolvidas, estabelecer prazos, especificar os recursos humanos e materiais e também estruturar receitas e custos.
( ) O projeto deve ter relação explícita entre as operações previstas e o alcance dos resultados desejados que estão expressos nos seus objetivos.
( ) O projeto não precisa ser compatível nem coerente em suas relações entre as partes e em suas relações com os outros níveis de programação.
Quando confrontados pelos aspectos mais obscuros ou espinhosos da existência, os antigos gregos costumavam consultar os deuses (naquela época, não havia psicanalistas). Para isso, existiam os oráculos – locais sagrados onde os seres imortais se manifestavam, devidamente encarnados em suas sacerdotisas. Certa vez, talvez por brincadeira, um ateniense perguntou ao conceituado oráculo de Delfos se haveria na Grécia alguém mais sábio que o esquisitão Sócrates. A resposta foi sumária: “não”.
O inesperado elogio divino chegou aos ouvidos de Sócrates, causando-lhe uma profunda sensação de estranheza. Afinal de contas, ele jamais havia se considerado um grande sábio. Pelo contrário: considerava-se tão ignorante quanto o resto da humanidade. Após muito meditar sobre as palavras do oráculo, Sócrates chegou à conclusão de que mudaria sua vida (e a história do pensamento). Se ele era o homem mais sábio da Grécia, então o verdadeiro sábio é aquele que tem consciência da própria ignorância. Para colocar à prova sua descoberta, ele foi ter com um dos figurões intelectuais da época. Após algumas horas de conversa, percebeu que a autoproclamada sabedoria do sujeito era uma casca vazia. E concluiu: “Mais sábio que esse homem eu sou. É provável que nenhum de nós saiba nada de bom, mas ele supõe saber alguma coisa e não sabe, enquanto eu, se não sei, tampouco suponho saber. Parece que sou um tantinho mais sábio que ele exatamente por não supor saber o que não sei”. A partir daí, Sócrates começou uma cruzada pessoal contra a falsa sabedoria humana – e não havia melhor palco para essa empreitada que a vaidosíssima Atenas. Em suas próprias palavras, ele se tornou um “vagabundo loquaz” – uma usina ambulante de insolência iluminadora, movida pelo célebre bordão que Sócrates legou à posteridade: “Só sei que nada sei”.
Para sua tarefa audaz, Sócrates empregou o método aprendido com os professores sofistas. Mas havia grandes diferenças entre a dialética de Sócrates e a de seus antigos mestres. Em primeiro lugar, Sócrates não cobrava dinheiro por suas “lições” – aceitava conversar com qualquer pessoa, desde escravos até políticos poderosos,sem ganhar um tostão. Além disso, os diálogos de Sócrates não serviam para defender essa ou aquela posição ideológica, mas para questionar a tudo e a todos sem distinção. Ele geralmente começava seus debates com perguntas diretas sobre temas elementares: “O que é o amor?” “O que é a virtude?” “O que é a mentira?” Em seguida, destrinchava as respostas que lhe eram dadas, questionando o significado de cada palavra. E continuava fazendo perguntas em cima de perguntas, até levar os exaustos interlocutores a conclusões opostas às que haviam dado inicialmente – e tudo isso num tom perfeitamente amigável. Assim, o pensador demonstrava uma verdade que até hoje continua universal: na maior parte do tempo, a grande maioria das pessoas (especialmente as que se consideram mais sabichonas) não sabe do que está falando.
(José Francisco Botelho. Revista Vida Simples. Edição 91. Com adaptações.)
Maria, uma criança caridosa, resolveu doar parte de seus brinquedos para crianças carentes. Sendo assim, Maria agiu da seguinte maneira:
• no primeiro dia ela doou 1/5 de seus brinquedos;
• no segundo dia ela doou 1/4 dos brinquedos que ainda possuía;
• no terceiro dia ela doou 1/3 do que havia lhe sobrado do segundo dia, ficando com um total de 6 brinquedos.
Quantos brinquedos Maria possuía antes de iniciar seus três dias de doação?