Para que se efetive o direito à educação, não basta apenas investir no acesso à escola. A LDB (Lei n° 9.394/1996) estabelece que o ensino deverá ser ministrado com base no princípio da igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. Para que isto se efetive, a escola deve se pautar em um ensino que
I. considere seus educandos como sujeitos de seu processo de aprendizagem e não meros receptores de conhecimentos.
II. promova a participação, estimulando “a voz" de todos educandos.
III. reconheça os educandos com capacidade intelectual, promovendo-os a tutores do alunos com déficit cultural.
IV. estimule o respeito à diversidade e rejeite qualquer forma de discriminação.
V. auxilie o educando na busca de sua autoconstrução e de seu modo de estar na vida mediante aprendizagens bem-sucedidas.
A professora que acredita saber como melhor ensinar, já que domina o método, se limitando a planejar e executar o que planeja, sem buscar explicações para o sucesso de uns e o fracasso de outros, se limitando a aprovar os que revelam ter aprendido o que ela ensinou, e reprovar os que não mostram ter aprendido o ensinado, decididamente nada aprendeu ao ensinar.
Baseando-se nesta concepção de ensino aprendizagem, depreende-se que a prática docente crítica
Na questão do analfabetismo no Brasil, para além de um descaso de políticas públicas de educação, há que se considerar a importância do papel da mídia no senso comum, especialmente nos últimos anos, no sentido de associar, aos índices divulgados de analfabetismo, a marginalidade, a criminalidade e a miséria.
Em uma escola que ainda tem como perfil um acesso relativamente restrito e uma permanência por vezes precária, estes fatos
O educador preocupado em reconhecer e respeitar a cultura e as diferenças do outro precisa
I. refletir sobre o papel social da escola na formação dos indivíduos.
II. pensar seu educando como indivíduo portador de conhecimentos, códigos, valores, tradições, costumes e a cultura de seu contexto.
III. dominar o conteúdo e a forma de ensinar os conhecimentos propostos pelo currículo escolar.
IV. questionar conteúdos apresentados nos livros didáticos que, muitas vezes, reforçam preconceitos ou situações preconceituosas.
V. reconhecer as aptidões de seus diversos educandos para democraticamente escolher os conhecimentos a serem ensinados de acordo com a capacidade de cada um.
Em uma proposta metodológica emancipadora, o mapeamento de quem são os alunos, como vivem, quais suas experiências, é essencial para que os educadores possam identificar seus conhecimentos prévios e, desta forma, estabelecer estratégias de confronto entre estes e o conhecimento escolar de forma a problematizá-los e ampliá-los.
Igualmente importante é que o planejamento do trabalho do professor possa considerar
Qual infância existe para os meninos-trabalhadores das olarias, das carvoarias e tantos outros trabalhos desumanos quando estamos vivendo em plena revolução tecnológica?
Uma saída importante no enfrentamento desta questão é a escola; a criança que frequenta uma escola
A escola é um dos grandes agentes formadores e transformadores de mentalidades. O preconceito de gênero, que gera discriminação e violência contra as mulheres, se expressa no ambiente educacional de várias maneiras, como conteúdos discriminatórios e imagens estereotipadas da mulher que são ainda reproduzidos em materiais didáticos e paradidáticos, em diferentes espaços e contextos educacionais.
Para a inversão desse quadro, é preciso
I. ampliar e melhorar a qualidade do atendimento educacional, incluindo a valorização profissional dessa parcela da população.
II. aumentar as taxas de matrícula feminina em todos os níveis e modalidades de ensino.
III. definir as profissões tipicamente femininas e as tipicamente masculinas na organização da educação superior.
IV. promover ações afirmativas.
Na sua origem a avaliação serviu como instrumento de poder e de ameaça (...), a avaliação foi e ainda é, na maioria das vezes, considerada como atividade final de processo e não como uma atividade a ser desenvolvida durante o processo.
O Ato Normativo DPG nº 55 de 2011 dispõe sobre diversas competências e direitos aos usuários dos recursos da Tecnologia da Informação e Comunicação disponibilizados pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo, EXCETO:
Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo.
Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.
A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.
(Cássio da Silveira, inédito)
A valorização da dúvida se deve ao fato de que ela
Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo.
Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.
A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.
(Cássio da Silveira, inédito)
Admite transposição para a voz passiva a forma verbal da frase:
Para fazer um backup seguro de seus arquivos um internauta usou um serviço da Google que se baseia no conceito de computação em nuvem, pois poderá armazenar arquivos através deste serviço e acessá-los a partir de qualquer computador ou outros dispositivos compatíveis, desde que ligados à internet, com toda garantia de guarda dos dados, segurança e sigilo, por contrato de uso. Além disso, tal serviço disponibiliza vários aplicativos via on-line, sem que esses programas estejam instalados no computador da pessoa que os utiliza. Trata-se do Google
A presença do preconceito em relação às pessoas com deficiência, muitas vezes existente na escola, só faz aumentar sua situação de desvantagem criada por essa atitude, assim como, acentuar seu sentimento de incapacidade. No entanto, muitas vezes não é uma situação de preconceito somente, mas a falta de convívio com os diferentes.
Uma das medidas necessárias para que se minimize esta situação é a concretização das determinações contidas na LDB, como