Segundo Malcolm Knowles, andragogia é a arte e a ciência destinada a auxiliar os adultos a aprenderem e compreenderem
o seu processo de aprendizagem dos adultos. O caráter voluntário da educação de adultos é um pressuposto fundamental da
andragogia. (Holmes; Abington-Cooper, 2000). O exposto, é possível afirmar que a andragogia é baseada nos seguintes princípios,
EXCETO:
Conforme Berg, a palavra conflito vem do latim conflictus, que significa “choque entre duas coisas”, embate de pessoas, ou
grupos opostos que lutam entre si, ou seja, é um embate entre duas forças contrárias. Aplicando à realidade, conflito é um
estado antagônico de ideias, pessoas ou interesses e não passa, basicamente, da existência de opiniões e de situações
divergentes ou incompatíveis. Afirma, ainda, que o conflito nos tempos atuais é inevitável e sempre evidente. Entretanto,
compreendê-lo e saber lidar com ele é fundamental para o seu sucesso pessoal e profissional. (Berg, 2012, p.18). Sobre o
exposto, os conflitos podem NÃO ser benéficos quando:
Para Behar (2009, p. 2), as concepções e os modelos pedagógicos implicam em “um sistema de premissas teóricas que
representam, explicam e orientam a forma como se aborda o currículo e que se concretizam nas práticas pedagógicas e nas
interações professor aluno-objeto de conhecimento”. Considere uma sala de aula, onde o professor é o principal agente do
processo de ensino-aprendizagem, sendo esse um desdobramento de suas capacidades técnicas e conceituais. O aluno é
compreendido como um destinatário passivo dos conteúdos e saberes. Nessa perspectiva, ele é considerado “sem luz”, isto
é, aquele que será iluminado pela ação docente. O professor estabelece uma tarefa fundamental: operacionalizar o currículo
de forma organizada e sistêmica, a fim de ensinar os conteúdos e valores que serão legados às gerações mais novas. O
relacionamento, as tendências e as abordagens pedagógicas entre o professor e o aluno ocorre de forma autoritária, haja
vista que somente o docente é o detentor do conhecimento, hierarquizando não apenas as relações sociais, mas a própria
lógica de construção do conhecimento. O saber prévio do aluno é desconsiderado nesse processo, pois a condução da
aprendizagem está centrada na autoridade do professor. Logo, a avaliação é um mecanismo externo ao aluno, que deve ser
capaz de reproduzir os ensinamentos do professor de forma fidedigna, o que implica em uma perspectiva de avaliação
classificatória, seletiva e excludente, pois ela também é um instrumento do exercício da autoridade do professor em relação
ao aluno. Considerando o exposto, é possível afirmar que se trata da abordagem de ensino na concepção:
Catarina é professora de uma turma do quinto ano do ensino fundamental em uma escola pública que adotou uma política
de educação inclusiva. Sua turma é composta por 25 crianças, entre elas estão matriculados: Fábio, diagnosticado com
Transtorno do Espectro Autista (TEA), que tem dificuldades de comunicação e interação social e se sente facilmente
sobrecarregado por estímulos sensoriais; Maria, com dislexia, que enfrenta desafios significativos na leitura e na escrita; e
João com baixa visão, que precisa de abordagens próprias para que o aprendizado possa transcorrer da melhor maneira
possível. Catarina está determinada a criar um ambiente de aprendizagem; no entanto, ela enfrenta vários desafios em
relação à adaptação do currículo, desenvolvimento de atividades acessíveis e gestão do tempo para atender às necessidades
de cada aluno. Sobre a situação hipotética apresentada e, ainda, considerando a promoção de um ambiente inclusivo e
colaborativo de aprendizagem na sala de aula, analise as ações apresentadas a seguir.
I. A professora separa os alunos Fábio, Maria e João do restante da turma durante as atividades principais, fornecendo-lhes atividades alternativas em uma sala separada, pois assim eles realizarão atividades mais adequadas às suas dificuldades de aprendizagem. Portanto, Maria é enviada para uma sala de recursos para trabalhar individualmente, enquanto Fábio e João receberão tarefas simplificadas longe de seus colegas.
II. A professora adapta o ambiente da sala de aula para ser sensorialmente amigável e acessível para todos os alunos, quando cria uma área tranquila na sala de aula onde Fábio pode se retirar quando se sentir sobrecarregado. Também organiza a disposição dos móveis e materiais para garantir que João possa se mover facilmente pela sala. Para Maria, a professora fornece um ambiente de leitura com iluminação adequada e sem distrações.
III. A professora assegura a acessibilidade dos conteúdos pedagógicos e das tecnologias assistivas necessárias ao aprendizado dos alunos com deficiência. Portanto, a Fábio devem ser garantidos cronogramas estruturados para ajudar na comunicação e na organização do dia e ferramentas visuais; para Maria, textos em formatos acessíveis, utilização de tecnologias assistivas que facilitem a leitura; e para João, materiais disponíveis em formatos acessíveis, como textos com fontes grandes e em Braile, além de utilizar recursos de áudio.
Está correto o que se afirma em
I. A professora separa os alunos Fábio, Maria e João do restante da turma durante as atividades principais, fornecendo-lhes atividades alternativas em uma sala separada, pois assim eles realizarão atividades mais adequadas às suas dificuldades de aprendizagem. Portanto, Maria é enviada para uma sala de recursos para trabalhar individualmente, enquanto Fábio e João receberão tarefas simplificadas longe de seus colegas.
II. A professora adapta o ambiente da sala de aula para ser sensorialmente amigável e acessível para todos os alunos, quando cria uma área tranquila na sala de aula onde Fábio pode se retirar quando se sentir sobrecarregado. Também organiza a disposição dos móveis e materiais para garantir que João possa se mover facilmente pela sala. Para Maria, a professora fornece um ambiente de leitura com iluminação adequada e sem distrações.
III. A professora assegura a acessibilidade dos conteúdos pedagógicos e das tecnologias assistivas necessárias ao aprendizado dos alunos com deficiência. Portanto, a Fábio devem ser garantidos cronogramas estruturados para ajudar na comunicação e na organização do dia e ferramentas visuais; para Maria, textos em formatos acessíveis, utilização de tecnologias assistivas que facilitem a leitura; e para João, materiais disponíveis em formatos acessíveis, como textos com fontes grandes e em Braile, além de utilizar recursos de áudio.
Está correto o que se afirma em
A presença do supervisor escolar é importante no ambiente escolar devido seu olhar criterioso sobre a realidade de seu
ambiente de ensino, com objetivo de realizar mudanças, transformando-se numa via de acesso para o sucesso da educação
escolar. Assim, o supervisor escolar é o profissional responsável pela coordenação do trabalho pedagógico, assumindo um papel
de liderança envolvido no processo de ensino-aprendizagem, rumo à educação de qualidade para todos.
(Medina, 1995.)
Sobre o exposto e, ainda, considerando o supervisor na contemporaneidade como instrumento de execução das políticas pedagógicas da escola, assinale a afirmativa INCORRETA.
(Medina, 1995.)
Sobre o exposto e, ainda, considerando o supervisor na contemporaneidade como instrumento de execução das políticas pedagógicas da escola, assinale a afirmativa INCORRETA.
A ideia de planejamento está associada ao que se deseja realizar, transformar ou manter, pois as “concepções sobre planejamento tanto podem estar ligadas às ideias de transformação como às de manutenção de realidades ou situações existentes”
(Turra et al, 1995, p. 273.)
O planejamento de ensino é um processo contínuo de reflexão, previsão e decisão acerca da organização do trabalho pedagógico, com a finalidade de orientar a prática docente e aproximar o discente, dialeticamente, do que é concreto, ou seja, da realidade, buscando transformá-lo. Sobre o planejamento de ensino em uma perspectiva crítica e transformadora, analise as afirmativas a seguir.
I. Trata-se de uma forma do professor ter seu trabalho valorizado e compartilhado, contribuindo para a sua profissionalização docente.
II. É um meio para o professor visualizar o percurso do trabalho desenvolvido, identificar as fragilidades e replanejar as ações, bem como os avanços e a continuidade do concebido.
III. Refere-se à organização no âmbito escolar com base na realidade e especificidades de cada escola, devendo-se considerar as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Estadual de Educação (CEE).
IV. Apresenta transparência ao trabalho docente e discente, favorecendo o acompanhamento e a avaliação desse trabalho pelos profissionais da escola, pelos estudantes e pela comunidade.
Está correto o que se afirma apenas em
(Turra et al, 1995, p. 273.)
O planejamento de ensino é um processo contínuo de reflexão, previsão e decisão acerca da organização do trabalho pedagógico, com a finalidade de orientar a prática docente e aproximar o discente, dialeticamente, do que é concreto, ou seja, da realidade, buscando transformá-lo. Sobre o planejamento de ensino em uma perspectiva crítica e transformadora, analise as afirmativas a seguir.
I. Trata-se de uma forma do professor ter seu trabalho valorizado e compartilhado, contribuindo para a sua profissionalização docente.
II. É um meio para o professor visualizar o percurso do trabalho desenvolvido, identificar as fragilidades e replanejar as ações, bem como os avanços e a continuidade do concebido.
III. Refere-se à organização no âmbito escolar com base na realidade e especificidades de cada escola, devendo-se considerar as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Estadual de Educação (CEE).
IV. Apresenta transparência ao trabalho docente e discente, favorecendo o acompanhamento e a avaliação desse trabalho pelos profissionais da escola, pelos estudantes e pela comunidade.
Está correto o que se afirma apenas em
A aula é constituída de um sistema complexo de significados, de relações e intercâmbios que ocorrem num cenário social que
define demandas da aprendizagem.
(Veiga, 2008, p. 269.)
A aula é um projeto que busca aproximar a escola da realidade social por meio de um processo de colaboração entre os docentes e os discentes. Para tanto, a realidade é o ponto de partida e de chegada que se desenvolve com base nos seguintes questionamentos: para quê? O quê? Como? Com quê? Como avaliar? Para quem? Quem? Quando? Onde? Essas indagações incluem saberes, culturas, experiências e conhecimentos organizados em uma estruturação didática composta por objetivos, conteúdos, metodologias, recursos e avaliações. Considerando os elementos estruturantes na construção do plano de aula, Analise as afirmativas a seguir.
I. “______________ são os meios utilizados pelo docente para criar condições que favoreçam as aprendizagens dos discentes, contribuindo para o alcance dos fins da educação.”
II. “______________ compreende dispositivos que visam favorecer a construção de aprendizagens mais significativas, com abertura da cultura curricular às culturas locais.”
III. “_______________ representam o conjunto rico e variado de conhecimentos, que possibilitam ao aluno desenvolver suas capacidades, ao mesmo tempo que esclarece suas relações com os outros e com o meio onde vive.”
IV. “______________ são formulações que advêm das intencionalidades; guia que orienta o processo didático e devem incluir a capacidade humana cognitiva, afetiva, psicomotora de relações interpessoais e de inserção social.”
V. “________________, como orientadora de toda prática que acompanha o trabalho pedagógico, deve estar presente em todos os momentos da sala de aula; ela inicia, acompanha e finaliza o trabalho pedagógico.”
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas anteriores.
(Veiga, 2008, p. 269.)
A aula é um projeto que busca aproximar a escola da realidade social por meio de um processo de colaboração entre os docentes e os discentes. Para tanto, a realidade é o ponto de partida e de chegada que se desenvolve com base nos seguintes questionamentos: para quê? O quê? Como? Com quê? Como avaliar? Para quem? Quem? Quando? Onde? Essas indagações incluem saberes, culturas, experiências e conhecimentos organizados em uma estruturação didática composta por objetivos, conteúdos, metodologias, recursos e avaliações. Considerando os elementos estruturantes na construção do plano de aula, Analise as afirmativas a seguir.
I. “______________ são os meios utilizados pelo docente para criar condições que favoreçam as aprendizagens dos discentes, contribuindo para o alcance dos fins da educação.”
II. “______________ compreende dispositivos que visam favorecer a construção de aprendizagens mais significativas, com abertura da cultura curricular às culturas locais.”
III. “_______________ representam o conjunto rico e variado de conhecimentos, que possibilitam ao aluno desenvolver suas capacidades, ao mesmo tempo que esclarece suas relações com os outros e com o meio onde vive.”
IV. “______________ são formulações que advêm das intencionalidades; guia que orienta o processo didático e devem incluir a capacidade humana cognitiva, afetiva, psicomotora de relações interpessoais e de inserção social.”
V. “________________, como orientadora de toda prática que acompanha o trabalho pedagógico, deve estar presente em todos os momentos da sala de aula; ela inicia, acompanha e finaliza o trabalho pedagógico.”
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas anteriores.
[...] ai daqueles e daquelas, entre nós, que pararem com sua capacidade de sonhar, de inventar a sua coragem de denunciar e
de anunciar. Ai daqueles e daquelas que em lugar de visitar de vez em quando o amanhã, o futuro, pelo profundo engajamento
com o hoje, com o aqui e com o agora. Ai daqueles que em lugar desta viagem constante ao amanhã, se atrelam a um passado
de exploração e de rotina.
(Paulo Freire.)
Sobre a história, o perfil e a atuação do supervisor pedagógico no Brasil, sabe-se que foi cercada de diferentes nuances e, muitas vezes, de polêmicas, acerca dos marcos evolutivos da história desse profissional. Considerando um desses marcos evolutivos quando a ação dos supervisores coincide com o final da década de 1970 e início dos anos 1980, tendo a escola sofrido a influência dos trabalhos de autores nacionais e estrangeiros, que representaram um novo movimento a respeito da escola e de sua função na sociedade. Surgiram indagações a respeito do papel da escola como um todo e da ação de seu especialista, principalmente do supervisor – profissional criticado por alguns professores, que delegavam a ele as ações de “impedimento” e de “fiscalização” do seu trabalho. Dessa forma, o supervisor não consegue enfrentar o conflito, pelo fato de estar acostumado ao pensamento linear e doutrinário, e tentava justificar sua permanência na escola refugiando-se em atividades burocráticas. Sobre a informação dada, trata-se da ação supervisora:
(Paulo Freire.)
Sobre a história, o perfil e a atuação do supervisor pedagógico no Brasil, sabe-se que foi cercada de diferentes nuances e, muitas vezes, de polêmicas, acerca dos marcos evolutivos da história desse profissional. Considerando um desses marcos evolutivos quando a ação dos supervisores coincide com o final da década de 1970 e início dos anos 1980, tendo a escola sofrido a influência dos trabalhos de autores nacionais e estrangeiros, que representaram um novo movimento a respeito da escola e de sua função na sociedade. Surgiram indagações a respeito do papel da escola como um todo e da ação de seu especialista, principalmente do supervisor – profissional criticado por alguns professores, que delegavam a ele as ações de “impedimento” e de “fiscalização” do seu trabalho. Dessa forma, o supervisor não consegue enfrentar o conflito, pelo fato de estar acostumado ao pensamento linear e doutrinário, e tentava justificar sua permanência na escola refugiando-se em atividades burocráticas. Sobre a informação dada, trata-se da ação supervisora:
Treinamento e desenvolvimento de pessoas são assuntos distintos, porém com algumas semelhanças e possuem técnicas em
comum com objetivos diferentes. Treinamento é o processo de desenvolver qualidade nos recursos humanos para habilitá-los a serem mais produtivos e contribuir melhor para o alcance dos objetivos organizacionais. É o processo de ensinar
aos novos empregados as habilidades básicas que eles necessitam para desempenhar seus cargos.
(Chiavenato 1999, p. 20.)
José é supervisor pedagógico de determinada escola pública e deseja desenvolver um treinamento com o propósito de aumentar a produtividade de sua equipe de professores influenciando suas condutas. Tem, ainda, a intenção de solucionar alguns problemas de relacionamentos no ambiente de trabalho, desejando capacitar seus docentes a observarem os aspectos como experiências, sentimentos e motivação pessoal. José não deseja padronizar o modo de agir de seus professores, mas disseminar os valores da organização e suas normas de conduta. O principal objetivo do treinamento é exercitar habilidades interpessoais, comunicativas e de empatia, facilitando o trabalho em equipe e melhorando o clima organizacional. Sobre as informações apresentadas na situação hipotética, é possível inferir que o Supervisor Pedagógico irá realizar um treinamento:
(Chiavenato 1999, p. 20.)
José é supervisor pedagógico de determinada escola pública e deseja desenvolver um treinamento com o propósito de aumentar a produtividade de sua equipe de professores influenciando suas condutas. Tem, ainda, a intenção de solucionar alguns problemas de relacionamentos no ambiente de trabalho, desejando capacitar seus docentes a observarem os aspectos como experiências, sentimentos e motivação pessoal. José não deseja padronizar o modo de agir de seus professores, mas disseminar os valores da organização e suas normas de conduta. O principal objetivo do treinamento é exercitar habilidades interpessoais, comunicativas e de empatia, facilitando o trabalho em equipe e melhorando o clima organizacional. Sobre as informações apresentadas na situação hipotética, é possível inferir que o Supervisor Pedagógico irá realizar um treinamento:
Para Candau (2012, p. 14), “o objeto de estudo da didática é o processo de ensino aprendizagem. Toda proposta didática está
impregnada, implícita ou explicitamente, de uma concepção de ensino-aprendizagem”. A multidimensionalidade da didática,
ocorre porque para pensarmos em um processo efetivo é necessária a articulação dos três elementos: o humano, o técnico,
e o político-social. Imagine o Supervisor Pedagógico de determinada escola. Em seu cotidiano, observa que um professor
mais antigo tem tido problemas de relacionamento com os alunos, pois sua única estratégia de ensino são aulas expositivas
dentro de um modelo tradicional. Esse problema de relacionamento está prejudicando a construção do conhecimento e os
alunos, em sua maioria, estão apresentando baixo rendimento. Os pais procuraram a escola e reclamaram que os filhos se
sentem desmotivados e que as atividades propostas são cansativas e repetitivas, bem como não estimulam a reflexão e a
criatividade, dificultando a aprendizagem. Em conversa com o professor para exposição do ocorrido, também são
apresentadas discussões sobre aprendizagem, estratégias de ensino e novas metodologias; entretanto, observa-se que ele se
mostra resistente e permanece alheio às reflexões e atividades propostas. O professor sinaliza que os alunos estão com baixo
rendimento e que sabe os motivos: são dispersos, apáticos, não gostam de estudar e não realizam as atividades propostas
de fixação do conteúdo. E, ainda, afirma que realiza um trabalho comprometido, pois segue o planejamento, não atrasa o
conteúdo planejado, entrega todas as avaliações e atividades solicitadas com pontualidade, é assíduo e, por fim, indica que
já está na escola há muitos anos, é um profissional sério e disciplinado e entende que os alunos devem se esforçar mais, pois
isso significa que ele exige o melhor de cada um deles. Sobre a situação hipotética descrita, pode-se afirmar que o professor,
no processo efetivo do ensino-aprendizagem, considera necessária(s) a(s) dimensão(ões):