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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Racismo em tempos modernos
Democracia racial costuma ser um termo utilizado no Brasil por quem, infelizmente, acredita na inexistência de preconceito de cor. Atualmente, as redes sociais são, por excelência, uma amostragem da presença dessa crença muito debatida no século anterior. Dentro da lenda da democracia racial, seus adeptos, consciente ou inconscientemente, reclamam que a ausência de preconceito é justificada pela atmosfera pacífica da convivência social, sem guerras civis, onde quem diz ter um “amigo negro” é absolvido automaticamente após qualquer piada racista ou comentário degradante. E assim foi argumentada por homens como Florestan Fernandes, décadas atrás, ao responder a muitas das questões postas hoje, mas que aparentemente são ignoradas pelos paladinos da negação do racismo sob os interesses dos mais obscuros.
No habitat virtual emerge um antigo modelo de discurso que, se antes estava reservado a lugares próprios e passíveis de camuflagens, agora está despido para quem quiser ver. Basta uma notícia de constatação de preconceito racial, que uma burricada surge para reafirmar que o racismo é uma ilusão confeccionada por elementos X ou Y. Isso, é claro, quando não sentenciam os próprios negros por sofrerem racismo. É como acusar os judeus pelo holocausto ou grupos indígenas pelo seu próprio extermínio. Mas há quem faça.
Em suas mastodônticas moralidades, acham que cotas raciais, por exemplo, legitimam o preconceito. Ignoram a estrutura das relações do pós-Abolição, que fortificou uma sociedade desigual não apenas socioeconômica, mas pela cor, como subterfúgio da manutenção das divisões sociais. Divisões que sobrevivem.
Em uma sociedade em que, segundo o IBGE (2014), mais de 53% se declaram negros ou pardos, as tentativas de destacar as exceções confirmam o grau de disparidade. Enquanto o acesso profissional e universitário não representar o cotidiano, qualquer discurso de meritocracia é vazio. Não tão distante, ainda sobrevive a frase de George Bernard Shaw: “Faz-se o negro passar a vida a engraxar sapatos e depois prova-se a inferioridade do negro pelo fato de ele ser engraxate”.
(Adaptado de: <https://oglobo.globo.com/opiniao/racismo-em-tempos-modernos-18605034. Acesso em: 22 jun. 2018.)
A partir da leitura do texto, considere as afirmativas a seguir. I. O objetivo principal do texto é denunciar o preconceito, bem como a falta de democracia racial no Brasil. II. O autor do texto critica os órgãos governamentais e cobra políticas públicas para o combate ao racismo. III. Segundo o autor, as divisões sociais não têm relação com o preconceito de cor. IV. Ao dizer “Mas há quem faça”, o autor demonstra indignação com aquilo que expõe em seu texto.
Assinale a alternativa correta.
No século XVI, as pessoas acreditavam que a Terra não se movia. Todavia, atualmente sabemos que ela se move, e um conceito físico que sustenta e auxilia na justificativa dessa ideia é o da
Com base nos conhecimentos sobre população e sua distribuição no mundo e no Brasil, é correto afirmar:
Leia o texto a seguir e responda à questão.

’Hitting women isn’t normal’: tackling male violence in Brazil
A rehabilitation programme for violent men in Espírito Santo is cutting reoffending rates In the state of Espírito Santo, violence against women is rampant. From 2005 to 2012, the state had the highest rate of murders of women in the country. In the years since, it has been in the top five. Nationwide, almost a third of girls and women said in a 2017 survey that they had suffered violence -– ranging from threats and beatings to attempted murder – during the previous year.
The problem permeates all levels of society and it is a huge challenge, says Gracimeri Gaviorno, chief officer of the civil police in Espírito Santo. Gaviorno saw many men reoffend while they waited -– in some cases for years — for their trial, so she decided to do something about it. “You can’t just wait with your arms folded while the justice system takes its time to do something,” she says. In 2016, she worked with psychologists, social workers and other police departments to develop the Homem que é Homem programme to rehabilitate aggressive men.
The programme is voluntary and offered to all men who come into contact with the police for violence against women. For those who complete it, there is no reduction in sentencing, but it can be presented to the judge as a kind of character witness. There are seven courses a year, with four 90-minute sessions a week for five weeks. Everyone arrested for violence against women must attend an introductory lecture.
Ana Paula Milani, a police psychologist involved in running the programme, says: “I start off explaining that hitting a woman isn’t normal and is a crime, and that there is a programme to help them. The majority of men don’t know why they are there, and even after my lecture, some still think it was the woman’s fault.” For every course, around 60 men will come to the first lecture; around 20 agree to participate in the programme and 15 complete it.
Group sessions are run like an AA group. Participants sit in a circle and discussions revolve around gender roles in society. They examine the concept of masculinity -– machismo is rife in Brazil -– and talk about why men are more likely to take drugs and why the male suicide rate is higher. They then discuss how to manage and resolve conflict without resorting to violence. The last meeting is about how to return to having a relationship and how to regain trust. The programme, run by police professionals, has been successful. In its first year, 6% of attendees reoffended; the number fell to 3% in its second year and in 2017, when 73 men completed the course, 2% reoffended. The project has been replicated in three other areas of the state, and there are plans to launch it in two other municipalities.
Gaviorno, who was a finalist in the first awards in Brazil to recognise outstanding contributions to the public sector, is aware that the project plays only a small part in tackling violence against women, which she says continues to be “a huge challenge”. “From the female lawyer who asks for something from the judge and gets it because she is pretty, to the woman who is murdered by her husband, there are a lot of layers of sexism in Brazil,” she says. Until this changes, Gaviorno and her colleagues will have their work cut out.
(Adaptado de: https://www.theguardian.com/society/2018/aug/23/hitting-women-isnt-normal-tackling-male-violence-brazil. Acesso em: 19 jul. 2018.)
Sobre o texto, assinale a alternativa correta.

A Sociologia constitui-se como uma ciência que busca estudar os aspectos sociais da relação dos indivíduos por meio de um estudo crítico, distante e sistemático dos fenômenos sociais.

Com base em alguns autores da Sociologia que se propõem a interpretar o mundo, assinale a alternativa correta.

Leia a seguinte definição.
O mapa é a construção mais lógica e rigorosa do mundo das imagens. Há, contudo, quem pense que ele é obra, apenas, de especialistas e de acesso restrito a poucas pessoas. Por isso, ao longo da história, tem sido objeto de usos dos mais diversos, sobretudo, no campo político e militar. Não é, portanto, de estranhar que o mapa, também, serve para fazer a guerra. Porém, sua maior utilidade é para promover a paz, diminuir a discórdia e informar a todos os cidadãos indistintamente sobre a especificidade do território em que eles habitam. O mapa tem, portanto, várias dimensões e, entre elas, a que mais inibe as pessoas quanto ao seu uso e a sua leitura, é a sua dimensão técnica.
TEIXEIRA NETO, A. Cartografia, território e poder: dimensão técnica e política na utilização de mapas Boletim Goiano de Geografia, v. 26, n. 2, jul./dez., 2006.
A correta relação entre tipo de mapa, sua característica e sua utilização está, respectivamente, indicada em
Um ciclista estabeleceu a meta de percorrer a distância entre duas cidades durante três dias. No primeiro dia, percorreu um terço da distância. No dia seguinte, mais um terço do que faltava. Que fração da distância ele necessita percorrer no terceiro dia para atingir sua meta?
Diante da crise que o país atravessa, uma financeira oferece empréstimos a servidores públicos cobrando apenas juro simples. Se uma pessoa retirar R$ 8 000,00 nessa financeira, à taxa de juro de 16% ao ano, quanto tempo levará para pagar um montante de R$ 8 320?

Vulcão Shinmoedake entra em erupção no Japão

Fumaça é lançada a até 3 mil metros de altura.

O vulcão Shinmoedake, localizado na ilha japonesa de Kyushu, está ativo e lança fumaça a até 3 mil metros de altura. A Agência Meteorológica do Japão está alertando as pessoas a ficarem longe da montanha de 1.421 metros e advertindo que grandes rochas podem ser cuspidas até uma distância de 3 quilômetros.

Disponível em:<https://g1.globo.com/mundo/noticia/vulcao-shinmoedake-entra-em-erupcao-no-japao.ghtml> Acesso em: 14 de mar, 2017.

A ocorrência no Japão do fenômeno geológico apresentado está relacionada principalmente à

O ácido fosfórico (H3PO4) é um ácido fraco e oxigenado que pode ser encontrado na composição química de qualquer refrigerante. Esse ácido é utilizado devido a sua capacidade de não vaporizar e é responsável pelas bolhas que se formam ao abrir uma garrafa ou lata. O ácido fosfórico é composto pelo elemento químico fósforo (P).
A partir dos conhecimentos sobre o estudo da matéria, a atomicidade desse ácido é igual a

Leia o texto a seguir e responda às questões de 6 a 11.

Mais que farinha, água e sal

De ajudante de padaria ao título de melhor chef do Paraná. Uma história de determinação e simplicidade de quem viu no primeiro ofício sua maior paixão. Do trabalho na pouca idade, o acordar de madrugada para colocar o pão fresco na mesa de muitos londrinenses à experiência e estudo. Foi preciso colocar muito a mão na massa para que Rodrigo Bernardes, 36, chegasse a ser embaixador da gastronomia paranaense trabalhando no ramo da panificação.

“Eu acordava às 3h30 da manhã, adiantava o trabalho na padaria, saía por volta das 11h30 e 12h00. De lá eu ia dar aula e à tarde e à noite fazia faculdade”, conta Bernardes. Dormia pouco, trabalhava e estudava muito. Com formação em gastronomia e tecnologia de alimentos e pós-graduação em gastronomia fina, continuou na área de panificação e confeitaria, paixão inexplicável.

O trabalho veio aos 10 anos. Filho mais velho de três irmãos, família humilde, era preciso que o menino aprendesse alguma função. Varrer o chão, lavar formas, carregar sacos, um olho no próprio trabalho e outro no padeiro. “Eu queria aprender, mas naquela época era difícil passarem as receitas até por medo de perder o emprego”, recorda.

Até que um padeiro, vendo os desejos do garoto, foi mostrando o que era feito no processo. Observando, Bernardes foi guardando tudo na memória. “Um dia faltou o padeiro e o proprietário não tinha ninguém para substituí-lo, só aí meu chefe me deu a chance de tentar fazer o pão. Ali eu agarrei a oportunidade com as duas mãos e deu certo. Aquele dia eu percebi que tinha futuro. Eu saí da padaria e não sabia se eu chorava, se eu ria”, enfatiza. A partir de então, Bernardes se tornou assistente de padeiro, trabalhando junto com o mestre.

Casado e com uma filha de 4 anos, conta que na casa quem faz a comida é a mulher. “Em casa de ferreiro, espeto é de pau”, revela. Observador, Bernardes sabe mesmo sobre as padarias londrinenses. “Você já comeu pão na padaria X ?”, ele pergunta. Também sabe onde há padarias modernizadas, administradas por fulano, que fez história no segmento na cidade e que agora está com loja nova. Sabe sobre os padeiros, aqueles que o ensinaram e aqueles a quem ensinou.

(Adaptado de: TAINE, L. Mais que farinha, água e sal. Londrina: Folha de Londrina. Folha Gente. 21 e 22 abr. 2018, p. 1.)

Em relação aos recursos linguístico-semânticos presentes no texto, considere as afirmativas a seguir. I. Em “trabalhando no ramo da panificação” e “continuou na área de panificação e confeitaria”, os termos “ramo” e “área” estão empregados como sinônimos. II. Em “Do trabalho na pouca idade, o acordar de madrugada para colocar o pão fresco na mesa”, temos um caso de derivação imprópria em “o acordar”. III. Em “paixão inexplicável”, o prefixo in-, na palavra “inexplicável”, indica negação. IV. Em “quem viu no ofício sua maior paixão” e “era preciso que o menino aprendesse alguma função” as palavras “ofício” e “função” estão sendo empregadas em sentido diverso.
Assinale a alternativa correta.
Eclipses são fenômenos naturais, nos quais um corpo extenso como a Lua ou a Terra bloqueia a passagem dos raios solares quando Sol, Terra e Lua se encontram alinhados espacialmente. No exato momento de um eclipse total da Lua, uma pessoa que estivesse em nosso satélite natural, justamente na face voltada para nosso planeta, presenciaria de lá, o que, na Terra, seria
A ressonância magnética é um equipamento utilizado na medicina para fazer imagem não invasiva. A obtenção da imagem é a partir do hidrogênio que se encontra amplamente distribuído nos tecidos biológicos e por suas características em responder a campos magnéticos externos como se fosse um pequeno ímã. Esse campo magnético é produzido por um tubo que, no seu interior, possui um enrolamento de fios, colocado em um dispositivo isolado, formando um solenoide em cujo centro o paciente é colocado.
Para um exame do tórax, o campo magnético necessário é 1,5 T produzido por uma corrente elétrica de 20 A. Qual é o número de espira, por centímetro, nesse tubo para a realização desse exame? Considere µ = 1,25.10 -6 T.m/A
A urbanização acelerada dos países subdesenvolvidos, articulando o êxodo rural e a metropolização, caracteriza o fenômeno denominado

Acerca do papel dos elementos verbais e não verbais na leitura e interpretação do Texto 2, analise as afirmativas a seguir.

I. A citação do famoso verso de Carlos Drummond de Andrade serve para sustentar o ponto de vista de que o analfabetismo constitui, de fato, um empecilho na vida das pessoas.

II. Após a citação totalmente legível do verso de Drummond, a reunião aleatória de letras (BCEPE) bem como o uso de letras desconhecidas tornam o citado verso parcialmente – e depois, totalmente – ilegível, um recurso que alude aos diferentes graus de (an)alfabetismo.

III. A figura humana segura uma folha na mão direita, abaixo da linha de visão, indicando que não lê o texto; na mão esquerda, a folha está erguida na altura da linha de visão e o olhar se volta para ela, numa evidente atitude de busca. A montagem da cena procura contrastar visualmente os termos "analfabeto absoluto", à direita da figura humana, e "analfabeto funcional", à sua esquerda.

IV. Recursos multimodais como mapas, contrastes de cor, destaques por meio do tipo e tamanho da fonte, etc. poderiam ser dispensados em favor de um texto verbal em que predominassem os recursos da coesão referencial, mais adequados aos textos de teor informativo.

Estão CORRETAS:

O modelo de Niels Böhr foi eficiente ao estabelecer a ideia da existência de níveis de energia no átomo. Entretanto, o estudo mais detalhado dos espectros levou os cientistas a perceberem que cada raia estudada por Böhr era formada por um conjunto de raias finas. Como Böhr havia associado cada raia a um nível de energia, os cientistas concluíram que um dado nível de energia era constituído por
Aeletrólise é muito empregada na indústria com o objetivo de reaproveitar parte dos metais sucateados. O cobre, por exemplo, é um dos metais com maior rendimento no processo de eletrólise, com uma recuperação de aproximadamente 99,9%. Por ser um metal de alto valor comercial e de múltiplas aplicações, sua recuperação torna-se viável economicamente.

Suponha que, em um processo de recuperação de cobre puro, tenha-se eletrolisado uma solução de sulfato de cobre (II) (CuS04) durante 3 h, empregando-se uma corrente elétrica de intensidade igual a 10 A. A massa de cobre puro recuperada é de aproximadamente

Dados: Constante de Faraday F= molar96 500 C/mol;Massa molar em g/mol: Cu= 63,5.

Diversos comportamentos efunções fisiológicas do nosso corpo são periódicos, sendo assim, são classificados como ritmo biológico. Quando o ritmo biológico responde a um período aproximado de 24 horas, ele é denominado ritmo circadiano. Esse ritmo diário é mantido pelas pistas ambientais de claro-escuro e determina comportamentos como o ciclo do sono-vigília e o da alimentação. Uma pessoa, em condições normais, acorda às 8 h e vai
dormir às 21 h, mantendo seu ciclo de sono dentro do ritmo dia e noite. Imagine que essa mesma pessoa tenha sido mantida numa sala totalmente escura por mais de quinze dias. Ao sair de lá, ela dormia às 18 h e acordava às 3 h da manhã. Além disso, dormia mais vezes durante o dia, por curtos períodos de tempo, e havia perdido a noção da contagem dos dias, pois, quando saiu, achou que havia passado muito mais tempo no escuro.
BRANDÃO, M. L. Psicofisiologia. São Paulo: Atheneu, 2000 (adaptado).

Em função das características observadas, conclui-se que a pessoa

Leia o texto a seguir e responda às questões de 6 a 11.

Mais que farinha, água e sal

De ajudante de padaria ao título de melhor chef do Paraná. Uma história de determinação e simplicidade de quem viu no primeiro ofício sua maior paixão. Do trabalho na pouca idade, o acordar de madrugada para colocar o pão fresco na mesa de muitos londrinenses à experiência e estudo. Foi preciso colocar muito a mão na massa para que Rodrigo Bernardes, 36, chegasse a ser embaixador da gastronomia paranaense trabalhando no ramo da panificação.

“Eu acordava às 3h30 da manhã, adiantava o trabalho na padaria, saía por volta das 11h30 e 12h00. De lá eu ia dar aula e à tarde e à noite fazia faculdade”, conta Bernardes. Dormia pouco, trabalhava e estudava muito. Com formação em gastronomia e tecnologia de alimentos e pós-graduação em gastronomia fina, continuou na área de panificação e confeitaria, paixão inexplicável.

O trabalho veio aos 10 anos. Filho mais velho de três irmãos, família humilde, era preciso que o menino aprendesse alguma função. Varrer o chão, lavar formas, carregar sacos, um olho no próprio trabalho e outro no padeiro. “Eu queria aprender, mas naquela época era difícil passarem as receitas até por medo de perder o emprego”, recorda.

Até que um padeiro, vendo os desejos do garoto, foi mostrando o que era feito no processo. Observando, Bernardes foi guardando tudo na memória. “Um dia faltou o padeiro e o proprietário não tinha ninguém para substituí-lo, só aí meu chefe me deu a chance de tentar fazer o pão. Ali eu agarrei a oportunidade com as duas mãos e deu certo. Aquele dia eu percebi que tinha futuro. Eu saí da padaria e não sabia se eu chorava, se eu ria”, enfatiza. A partir de então, Bernardes se tornou assistente de padeiro, trabalhando junto com o mestre.

Casado e com uma filha de 4 anos, conta que na casa quem faz a comida é a mulher. “Em casa de ferreiro, espeto é de pau”, revela. Observador, Bernardes sabe mesmo sobre as padarias londrinenses. “Você já comeu pão na padaria X ?”, ele pergunta. Também sabe onde há padarias modernizadas, administradas por fulano, que fez história no segmento na cidade e que agora está com loja nova. Sabe sobre os padeiros, aqueles que o ensinaram e aqueles a quem ensinou.

(Adaptado de: TAINE, L. Mais que farinha, água e sal. Londrina: Folha de Londrina. Folha Gente. 21 e 22 abr. 2018, p. 1.)

Em relação aos recursos linguístico-semânticos presentes no texto, considere as afirmativas a seguir. I. Em “Dormia pouco, trabalhava e estudava muito”, as palavras sublinhadas denotam uma circunstância de modo. II. Em “De lá eu ia dar aula e à tarde e à noite fazia faculdade”, o emprego da crase é obrigatório por se tratar de locuções adverbiais femininas. III. Em “Até que um padeiro, vendo os desejos do garoto, foi mostrando o que era feito”, a expressão grifada indica um limite de tempo. IV. Em “Observador, Bernardes sabe mesmo sobre as padarias londrinenses”, a expressão grifada pode ser substituída por realmente, sem prejuízo de significação.
Assinale a alternativa correta.
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