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No processo de respiração, o ar flui para dentro e para fora dos pulmões devido às diferenças de pressão, de modo que, quando não há fluxo de ar, a pressão no interior dos alvéolos é igual à pressão atmosférica. Na inspiração, o volume da cavidade torácica aumenta, reduzindo a pressão alveolar de um valor próximo ao de uma coluna de 2,0 cm de H2O (água). Considerando a aceleração gravitacional igual a 10 m/s2 e a massa específica da água igual a 1,0 × 103 kg/m3 , a variação da pressão hidrostática correspondente a uma coluna de 2,0 cm de H2O é

PORTUGUÊS

TEXTO I

Depois, chegou o Natal, o Ano-Novo que passaram juntos, recusando convites dos colegas de repartição. Raul deu a Saul uma reprodução do Nascimento de Vênus, de Botticelli, que ele colocou na parede exatamente onde estivera o quadro de Van Gogh. Saul deu a Raul um disco chamado Os grandes sucessos de Dalva de Oliveira. A faixa que mais ouviram foi Nossas Vidas, prestando atenção naquele trechinho que dizia “até nossos beijos parecem beijos de quem nunca amou”.

Foi na noite de trinta e um, aberta a champanhe na quitinete de Raul, que Saul ergueu a taça e brindou à nossa amizade que nunca vai terminar. Beberam até quase cair. Na hora de deitar, trocando a roupa no banheiro, muito bêbado, Saul falou que ia dormir nu. Raul olhou para ele e disse você tem um corpo bonito. Você também, disse Saul, e baixou os olhos. Deitaram ambos nus, um na cama atrás do guarda-roupa, outro no sofá. Quase a noite inteira, um conseguia ver a brasa acesa do cigarro do outro, furando o escuro feito um demônio de olhos incendiados. Pela manhã, Saul foi embora sem se despedir para que Raul não percebesse suas fundas olheiras.

Quando janeiro começou, quase na época de tirarem férias — e tinham planejado, juntos, quem sabe Parati, Ouro Preto, Porto Seguro — ficaram surpresos naquela manhã em que o chefe de seção os chamou, perto do meio-dia. Fazia muito calor. Suarento, o chefe foi direto ao assunto. Tinha recebido algumas cartas anônimas. Recusou-se a mostrá-las. Pálidos, os dois ouviram expressões como "relação anormal e ostensiva", "desavergonhada aberração", "comportamento doentio", "psicologia deformada", sempre assinadas por Um Atento Guardião da Moral. Saul baixou os olhos desmaiados, mas Raul colocou-se em pé. Parecia muito alto quando, com uma das mãos apoiadas no ombro do amigo e a outra erguendo-se atrevida no ar, conseguiu ainda dizer a palavra nunca, antes que o chefe, entre coisas como a-reputação-de-nossa-firma ou tenho-que-zelar-pela-moral-dos-meus-funcionários, declarasse frio: os senhores estão despedidos.

Esvaziaram lentamente cada um a sua gaveta, a sala deserta na hora do almoço, sem se olharem nos olhos.O sol de verão escaldava o tampo de metal das mesas. Raul guardou no grande envelope pardo um par de olhos enormes, sem íris nem pupilas, presente de Saul, que guardou no seu grande envelope pardo, com algumas manchas de café, a letra de Tú Me Acostumbraste, escrita à mão por Raul numa tarde qualquer de agosto e com algumas manchas de café. Desceram juntos pelo elevador, em silêncio.

Mas quando saíram pela porta daquele prédio grande e antigo, parecido com uma clínica ou uma penitenciária, vistos de cima pelos colegas todos postos na janela, a camisa branca de um, a azul do outro, estavam ainda mais altos e mais altivos. Demoraram alguns minutos na frente do edifício. Depois apanharam o mesmo táxi, Raul abrindo a porta para que Saul entrasse. Ai-ai! alguém gritou da janela. Mas eles não ouviram. O táxi já tinha dobrado a esquina.

Pelas tardes poeirentas daquele resto de janeiro, quando o sol parecia a gema de um enorme ovo frito no azul sem nuvens no céu, ninguém mais conseguiu trabalhar em paz na repartição. Quase todos ali dentro tinham a nítida sensação de que seriam infelizes para sempre.E foram.


ABREU, Caio Fernando. Morangos mofados. Rio de Janeiro: Agir, 2005.


A estrutura sintática é uma importante ferramenta na organização e na progressão do texto. Considerando a organização sintática do segundo parágrafo do Texto I, é INCORRETO o que se afirma em:

Big Tech made the social media mess. It has to fix it

Analysis by David Goldman, CNN Business


Social media has given people a platform to spew hate speech and radical beliefs to other people, amplifying what are otherwise fringe opinions. A few have turned that hate into violence.

Silicon Valley has built the biggest, most powerful companies in the world. Now, tech leaders have a responsibility to rein in the creations that have grown too unwieldy for them to control.

These are businesses, and their leaders will have to And out how to do that without destroying their companies. So far, balancing Big Tech's responsibilities to society and its duties to investors has proven difficult.

A difficult balance

Facebook (FB) announced in July it would invest billions of dollars a year to improve safety and security on the platform. The company said the effort would come at the expense of user growth and profitability. The company's stock lost about a third of its value because investors were concerned about Facebook's growth stalling.

Twitter has largely rid ISIS recruiters from the social network. Facebook and YouTube have labeled fake news stories as such. Yet, the work isn't close to done. Google has also made significant changes to YouTube's advertising policies after ads from 300 companies and organizations ran on channels promoting hate groups.

"YouTube has strict policies that prohibit content which incites others to violence or promotes hatred," a YouTube spokesperson said. "We quickly remove videos violating our policies when flagged by our users."

What seemed to cross no one's mind a decade ago was the potential downside to building a platform with billions of customers. So many posts can't possibly be monitored in real time. The networks gave the dregs of society the ability to reach like-minded people and poison the minds of others.

Without that foresight, Silicon Valley allowed their creations to break down. They're not beyond repair, but fixing them will be costly and difficult. Whether Big Tech is up to the task will determine the fates of their platforms.

Available: https://edition.cnn.com/2018/10/29/tech/social-media- -hate-speech/index.html. Access: 30 may 2019. Adapted.


Glossary: spew: lançar; fringe: periféricas; to rein in: controlar; unwieldy: desordenado; duties: deveres; profitability, lucro; stock: ação (no mercado); stalling: interrupção; flagged: sinalizados; dregs of society: pessoas inescrupulosas; like-minded: pessoas que compartilham ideias semelhantes; poison: envenenar; foresight: visão; beyond repair: sem conserto; up to the task: à altura da tarefa.

The consequence of Facebook’s initiative to invest billions of dollars a year to improve safety and security on the platform was
Células eucarióticas de origem animal apresentam DNA nuclear e mitocondrial. Ao compararmos as sequências de nucleotídeos desses dois tipos de genoma podemos deduzir que a sequência de DNA mitocondrial de uma célula é igual

Numa perspectiva comparada, chamam atenção as questões internacionais atuais em torno das ações de Estados Unidos e Rússia, porque remetem, de certo modo, ao período da Guerra Fria.

Atualmente, a principal região de conflito entre Estados Unidos e Rússia, vinculada ao problema das armas químicas é

A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício
Márcio Seligmann-Silva

[...] Aparentemente, a marcha incontornável da humanidade em direção ao precipício (em regimes capitalistas puros, nos de capitalismo de Estado e nos que tentaram, de modo infeliz, a ditadura dos partidos comunistas) não pode ser alterada sem um levante de uma população que, lamentavelmente, parece cada vez mais fascinada pelo mundo da técnica dos gadgets.

Como no mito dos lemingues que se suicidam no mar, nossa espécie supostamente racional faria algo semelhante por meios mais “sofisticados”. [...]

A chamada “força do mercado”, esse “quarto poder” que efetivamente manda e desmanda no mundo, está calcada nesse modelo de técnica predadora sem o qual as indústrias (e suas ações no mercado) não existiriam. O capitalismo se alimenta da Terra, mas desconsidera que esta mesma Terra é finita e está sendo exaurida.

O filósofo Hans Jonas dedicou os últimos anos de sua longa vida (1903- 1993) à construção de uma nova ética da responsabilidade à altura desses desafios contemporâneos. Ele afirmava que “não temos o direito de hipotecar a existência das gerações futuras por conta de nosso comodismo” e propôs uma virada.

Ao invés de construir um modelo calcado no presente, com o objetivo do viver bem e da felicidade conectados ao aqui e agora, estabeleceu o desafio de construir uma ética do futuro: da destruição da casa-Terra, ele deduz o imperativo de salvar essa morada para garantir a possibilidade de vida futura.

Em vez de apostar no modelo liberal do progresso infinito a qualquer custo ou de acreditar na promessa revolucionária que traria de um golpe o “paraíso sobre a Terra?” ele aposta em um “summum bonum” moderado, modesto, o único possível para a nossa sobrevivência. Fala de um “princípio de moderação”, reconhecendo que a conta deveria ser paga pelos que mais possuem.

Hoje, podemos dizer que esse futuro que ele desenhava, ou seja, esse tempo já sem muito tempo de sobrevida, tornou-se o nosso tempo. Sua “heurística do medo” — a saber, uma pedagogia da humanidade que se transformaria a partir do confronto com a visão medonha de seu fim muito próximo — soa ainda poderosa, mas um tanto inocente, mesmo reconhecendo que suas ideias influenciaram protocolos como o Acordo de Paris, de 2015.

Observando a sequência de crimes socioambientais, parece que essa heurística não está rendendo frutos. Não aprendemos com as catástrofes, e isso nos levará, caso não alteremos nosso curso, à catástrofe final. Ou seja, a emoção do medo do Armagedom está sendo vencida pela razão instrumental e sua promessa (distópica) de transformar a natureza em mercadoria.

[...] Um lamentável e terrível exemplo da situação em que nos encontramos em termos dessa submissão a um determinado modelo liberal associado a uma técnica espoliadora e destrutiva é justamente o que acaba de ocorrer com o rompimento da barragem da empresa Vale em Brumadinho (MG).

Apenas a arrogância fáustica, a hybris que cega, o sentimento de onipotência podem justificar que essa barragem (como tantas outras) tenha sido construída logo acima de uma área urbana e das instalações dos funcionários da empresa. Novamente a situação de risco associada a esse tipo de tecnologia ficou exposta. Os alarmes que não soaram reproduzem o silêncio da humanidade diante das repetidas manifestações da violência da técnica.
O cerne do capitalismo é o lucro e isso explica, nesse caso e em outros, tudo de modo simples e direto. O crime de Brumadinho deve ultrapassar 300 vítimas fatais diretas, fora a destruição de toda uma região habitada também por pescadores, ribeirinhos e indígenas pataxó que dependiam diretamente do rio Paraopeba para a sua sobrevivência. Se pensarmos nos inúmeros atingidos, apenas no Brasil, por barragens (de mineradoras e de hidroelétricas), fica claro que não se trata apenas de uma questão de “barragem a montante”.

(Adaptado de “A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício”, publicado na FOLHA DE S.PAULO, em 17/02/19, pelo Prof. Dr Márcio Seligmann-Silva, titular de teoria literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.)

Releia o trecho a seguir pra a questão:

“Sua “heurística do medo” — a saber, uma pedagogia da humanidade que se transformaria a partir do confronto com a visão medonha de seu fim muito próximo — soa ainda poderosa, mas um tanto inocente, mesmo reconhecendo que suas ideias influenciaram protocolos como o Acordo de Paris, de 2015.”


A construção do sentido do texto ganha mais força retórica no trabalho entre as expressões “poderosa” e “inocente”. A esta figura de linguagem denominamos

Leia o trecho do soneto “Como eu te amo”, de Gonçalves Dias, para responder a questão.

Como se ama o silêncio, a luz, o aroma, | 1 O orvalho numa flor, nos céus a estrela, | 2 No largo mar a sombra de uma vela, | 3 Que lá na extrema do horizonte assoma; | 4 Como se ama o clarão da branca lua, | 5 Da noite na mudez os sons da flauta, | 6 As canções saudosíssimas do nauta, | 7 Quando em mole vaivém a nau flutua. | 8

<https://tinyurl.com/y6uoquu5>Acesso em: 17.03.2018. Adaptado.

A condensação, passagem de uma substância do estado gasoso para o estado líquido, pode ocorrer quando vapores de um material entram em contato com uma superfície fria.

O verso que cita um fenômeno resultante da condensação do vapor de água é o

Observe o texto abaixo:

A vida de aprendiz era dura. [...] Dormiam num quarto sujo e gelado, levantavam-se antes do amanhecer, saíam para executar tarefas o dia inteiro, tentando furtar-se aos insultos do patrão (mestre) e nada recebiam para comer, a não ser sobras. Achavam a comida especificamente mortificante. Em vez de jantar à mesa do patrão, tinham de comer os restos de seu prato na cozinha. Pior ainda, o cozinheiro vendia, secretamente, as sobras, e dava aos rapazes comida de gato – velhos pedaços de carne podre que não conseguiam tragar e, então, passavam para os gatos, que os recusavam”.

DARNTON, R. O grande massacre de gatos e outros episódios da história cultural francesa”. Rio de Janeiro, 1986. p. 103-104.

Desde o final da Idade Média, o artesanato passou a conviver com outro modelo de produção, o sistema doméstico. Neste sistema surge a figura do intermediário entre o artesão e o mercado. Considerando a leitura do texto de Darnton e seus conhecimentos sobre o processo de transição do trabalho doméstico para a fábrica, é CORRETO afirmar que:

Big Tech made the social media mess. It has to fix it

Analysis by David Goldman, CNN Business


Social media has given people a platform to spew hate speech and radical beliefs to other people, amplifying what are otherwise fringe opinions. A few have turned that hate into violence.

Silicon Valley has built the biggest, most powerful companies in the world. Now, tech leaders have a responsibility to rein in the creations that have grown too unwieldy for them to control.

These are businesses, and their leaders will have to And out how to do that without destroying their companies. So far, balancing Big Tech's responsibilities to society and its duties to investors has proven difficult.

A difficult balance

Facebook (FB) announced in July it would invest billions of dollars a year to improve safety and security on the platform. The company said the effort would come at the expense of user growth and profitability. The company's stock lost about a third of its value because investors were concerned about Facebook's growth stalling.

Twitter has largely rid ISIS recruiters from the social network. Facebook and YouTube have labeled fake news stories as such. Yet, the work isn't close to done. Google has also made significant changes to YouTube's advertising policies after ads from 300 companies and organizations ran on channels promoting hate groups.

"YouTube has strict policies that prohibit content which incites others to violence or promotes hatred," a YouTube spokesperson said. "We quickly remove videos violating our policies when flagged by our users."

What seemed to cross no one's mind a decade ago was the potential downside to building a platform with billions of customers. So many posts can't possibly be monitored in real time. The networks gave the dregs of society the ability to reach like-minded people and poison the minds of others.

Without that foresight, Silicon Valley allowed their creations to break down. They're not beyond repair, but fixing them will be costly and difficult. Whether Big Tech is up to the task will determine the fates of their platforms.

Available: https://edition.cnn.com/2018/10/29/tech/social-media- -hate-speech/index.html. Access: 30 may 2019. Adapted.


Glossary: spew: lançar; fringe: periféricas; to rein in: controlar; unwieldy: desordenado; duties: deveres; profitability, lucro; stock: ação (no mercado); stalling: interrupção; flagged: sinalizados; dregs of society: pessoas inescrupulosas; like-minded: pessoas que compartilham ideias semelhantes; poison: envenenar; foresight: visão; beyond repair: sem conserto; up to the task: à altura da tarefa.

YouTube’s action to restrict content which promotes violence and/or hatred was to
Leia o excerto do documento a seguir:
E, portanto, os ditos lordes espirituais e temporais, e os comuns, respeitando suas respectivas cartas e eleições, estando agora reunidos como plenos e livres representantes desta nação [...] para reivindicar e garantir seus antigos direitos e liberdades:
1) Que é ilegal o pretendido poder de suspender leis, ou a execução de leis, pela autoridade real, sem o consentimento do Parlamento. 2) Que é ilegal o pretendido poder de revogar leis, ou a execução de leis, por autoridade real, como foi assumido e praticado em tempos passados. 3) Que a comissão para criar o recente Tribunal de comissários para as causas eclesiásticas, e todas as outras comissões e tribunais de igual natureza, são ilegais e perniciosos.
(Declaração Inglesa de Direitos - 1689. Disponível em: http://www.direitoshumanos.usp.br/ index.php/Documentos-anteriores-%C3%A0-cria%C3%A7%C3%A3o-da-Sociedade-dasNa%C3%A7%C3%B5es-at%C3%A9-1919/a-declaracao-inglesa-de-direitos-1689.html. Acesso em: 10 mar. 2019, às 14h10)
Estabelecida em 1689, a Declaração de Direitos concretizou a chamada Revolução Gloriosa. De acordo com o texto e as características do movimento, é correto afirmar:

DIFFERENCE BETWEEN AMERICAN AND BRITISH

VERSIONS OF HARRY POTTER SERIES


Philosopher’s vs. Sorcerer


When Scholastic was publishing Harry Potter and the Philosopher’s Stone in America, they decided to rename the book Harry Potter and the Sorcerer’s Stone. They claimed that the American and British uses of the word philosopher were a bit different, so therefore sorcerer was a more appropriate word. Any true HarryPotter fan, American or British, Australian or Hungarian, I’m sure will agree with MuggleMix when we say that decision should not have been made the reasons are:

1) J.K. Rowling said so therefore it must be true. She says that if she was in a better position, she would have disagreed at the time.

2) It belittles Americans, making it seem as if they do not understand what the word “philosopher” means. Americans are smarter than that.

3) Sorcerer is unspecific. The stone could have belonged to anybody with magical powers in the book. But the British name defines who the stone belongs to and gives the name an entirely different meaning. Sorcerer is a very different word to philosopher.

4) The stone is referred to as the “Philosopher’s Stone” throughout J.K. Rowling’s original version, never the “Sorcerer’s Stone”, so why should the most central object of the book be labeled something completely different in the book title, even if its just being published in a different place?

5) How is the word “philosopher” in Britain different from the word “sorcerer” in America?

6) Philosopher’s Stone is actually a historical object that people used to search for, while the Sorcerer’s Stone has no factual background in real life.

Ah well…

Other terminology

There are some other minor changes that occurred in case Americans got confused. Some ones, such as turning “mum” into “mom” and “trainers” into “sneakers”, J.K. Rowling refused to let happen. However, she allowed some changes to be made that, if they were not made, would befuddle the readers:

UK: Skip – US: Dumpster

UK: Minister for Magic – US: Minister of Magic

[…]

UK: Car park – US: Parking lot

[…]

Disponível em http://w w w .fanpop.com/clubs/harry-potter/articles/4309/title/difference-between-american-british-versions-harry-potter-series. Acesso em nov. 2015.

Comparando o que aborda o poema O tempo é, da poetisa Lucinda Nogueira Persona, e os sentidos presentes na tela A persistência da memória, do artista plástico Salvador Dali, assinale a alternativa correta.

Read the article “The Olympic Games”, to answer question.


The Olympic Games

The ancient Olympic Games were originally a festival, or celebration of and for Zeus; later, events such as a footrace, a javelin contest, and wrestling matches were added. The Olympic Games were a series of athletic competitions among representatives of city-states and one of the Panhellenic Games of ancient Greece. They were held in honor of Zeus, and the Greeks gave them a mythological origin. The first Olympics is traditionally dated to 776 BC. They continued to be celebrated when Greece came under Roman rule, until the emperor Theodosius I suppressed them in AD 393 as part of the campaign to impose Christianity as the State religion of Rome. The games were held every four years, or olympiad, which became a unit of time in historical chronologies.

During the celebration of the games, an Olympic Truce was enacted so that athletes could travel from their cities to the games in safety. The prizes for the victors were olive leaf wreaths or crowns. The games became a political tool used by city-states to assert dominance over their rivals. Politicians would announce political alliances at the games, and in times of war, priests would offer sacrifices to the gods for victory. The games were also used to help spread Hellenistic culture throughout the Mediterranean. The Olympics also featured religious celebrations. The statue of Zeus at Olympia was counted as one of the seven wonders of the ancient world. Sculptors and poets would congregate each olympiad to display their works of art to would-be patrons.

The ancient Olympics had fewer events than the modern games, and only freeborn Greek men were allowed to participate, although there were victorious women chariot owners. As long as they met the entrance criteria, athletes from any Greek citystate and kingdom were allowed to participate, although the Hellanodikai, the officials in charge, allowed king Alexander I of Macedon to participate in the games only after he had proven his Greek ancestry. The games were always held at Olympia rather than moving between different locations as is the practice with the modern Olympic Games. Victors at the Olympics were honored, and their feats chronicled for future generations.

Available at:<https://en.wikipedia.org/wiki/Ancient_Olympic_Games> . Access on: 23 mar. 2018.


The previous text does not contain information to answer the following question:

To answer question, read the following text.


The movies that rose from the gave

It may disappear for a while, stay out of sight, out of mind, but sooner or later it will rise again, and no matter what we do, or how hard we try, it will never, ever die. A zombie? Hardly, rather our own fascination with what popular culture now refers to as “the living dead”.

Zombies have dominated mainstream horror for more than half a decade. They’re everywhere: movies, books, videogames, comics, even a new Broadway musical adaptation of Sam Raimi’s The Evil Dead. Not only have they replaced previous alpha-monsters such as vampires and werewolves, (1) ___________ are continuing to generate more interest (and revenue) than almost all other creatures put together. Given that several years ago the living dead were considered an obscure and largely underground sub-genre, it would not be an exaggeration to state that they have enjoyed a spectacular rebirth (2) ___________ anything in the history of modern horror.

Where did these creatures come from? Why are they so popular now? And when, if ever, will their reign of terror cease?

(3) ___________ many cultures have their own myths concerning the raising of the dead (one going as far back as the epic of Gilgamesh), the word “zombie” can trace its origins back to west Africa. The legend involves a “houngan” (wizard) using a magical elixir to transform a living human into a mobile, docile and obedient corpse. The fact that this legend is deeply rooted in reality (Haitian zombie powder was discovered to contain a powerful neuro-toxin that caused a live victim to behave like a resurrected corpse) may explain why, when African slaves were brought to the Americas, European colonists also embraced the notion of the living dead.

For several centuries the voodoo zombie remained the staple of tall tales, stage productions, and even early Hollywood movies (4) ___________White Zombie (1932) and I Walked With a Zombie (1943). It wasn’t until 1968 that up-and-coming film maker George A Romero gave us a whole new reason to be afraid. Night of the Living Dead replaced the image of a harmless voodoo-created zombie with a hostile, flesh-eating ghoul that swelled its numbers to pandemic proportions. This new ghoul was the result of science, not magic, specifically radiation from a returning space probe. This new ghoul could, likewise, only be dispatched by a scientific solution: destroying the brain or severing it from the rest of the body. This new ghoul obeyed no one, (5) ___________its own insatiable craving for living, human flesh. In fact, this new ghoul was only referred to throughout the movie as a ghoul. The word zombie was never mentioned.

Available at :< https://www.theguardian.com/film/2006/nov/10/1>. Acess on: 23 mar. 2018.


Check the alternative that shows the sequence of words that CORRECTLY fill in the spaces 1-5.

O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4
No segundo parágrafo, a autora menciona a opinião de um grupo de cientistas com o objetivo principal de:
Uma prova com conteúdos de matemática e de português foi aplicada a 610 candidatos de um concurso. Dentre os candidatos, 377 estudaram conteúdos de matemática, 233 estudaram conteúdos de português e 144 estudaram ambos os conteúdos. O número de candidatos que não estudaram nenhum dos conteúdos é:

Leia o soneto “Nasce o Sol, e não dura mais que um dia”, do poeta Gregório de Matos (1636-1696), para responder à questão.


Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,

Depois da Luz se segue a noite escura,

Em tristes sombras morre a formosura,

Em contínuas tristezas a alegria.


Porém, se acaba o Sol, por que nascia?

Se é tão formosa a Luz, por que não dura?

Como a beleza assim se transfigura?

Como o gosto da pena assim se fia?


Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza,

Na formosura não se dê constância,

E na alegria sinta-se tristeza.


Começa o mundo enfim pela ignorância,

E tem qualquer dos bens por natureza

A firmeza somente na inconstância.

(Poemas escolhidos, 2010.)

A exemplo do verso “A firmeza somente na inconstância.” (4ª estrofe), verifica-se a quebra da lógica em:
Uma força de intensidade F aplicada horizontalmente em um corpo apoiado numa superfície perfeitamente lisa, imprime a este uma aceleração de 2 m/s2. Se aplicarmos esta mesma força em um corpo com o dobro da massa do primeiro nas mesmas condições, qual será a aceleração adquirida por este novo corpo?

Análise preliminar confirma contaminação por açaí em

pacientes com doença de chagas no AM

Os sete casos confirmados de doença de chagas no Amazonas ocorreram por contaminação do açaí. A informação é da Secretaria de Saúde do estado (Susam). Segundo a pasta, todas as pessoas infectadas são da mesma família e ingeriram o alimento.

Os casos foram registrados em Lábrea, a 702 km de Manaus. A Susam afirma que outro ponto que leva as autoridades a afirmarem que a contaminação se deu pelo açaí é que as pessoas da família que não ingeriram o alimento não apresentaram nenhum sintoma da doença.

A Secretaria de Estado de Saúde (Susam), por meio da FVS, reforçou o pedido para que a população tome os cuidados necessários na hora de preparar e consumir os produtos. Bernardino ressalta que o açaí não pode ser visto como vilão. Não é o produto que está suscetível à contaminação, e sim, o modo como ele é preparado.

Disponível em: https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/analise-preliminar-confirma-contaminacao-por-acaiem-pacientes-com-doenca-de-chagas-no-am.ghtml. Acesso em: 10 abr. 2018 (adaptado).

O texto se refere ao Mal de Chagas, doença que continua fazendo vítimas no Brasil e em outros países pobres do mundo, e que está sendo dissipada por meio do açaí. Dentre as alternativas apresentadas a seguir, a única inteiramente CORRETA quanto às formas de contágio e prevenção dessa doença é

A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas - URSS-modernizaram as suas estruturas, a partir de 1985, com as mudanças implementadas por Mikhail Gorbachev.

Algumas dessas ações de mudanças são:

No início da Gramática Pedagógica, seu autor, Marcos Bagno, cita alguns pressupostos que a fundamentam. Entre eles, o fato de que ela “é pedagógica, porque foi pensada para colaborar com a formação docente que, no Brasil, é reconhecidamente falha e precária. Nossos cursos de Letras (a começar pelo nome) se vinculam a um ideário cultural obsoleto, enraizado na sociedade burguesa do século XIX. Por isso, eles deixam de oferecer aos estudantes uma série de conhecimentos fundamentais enquanto, por outro lado, desperdiçam tempo com a transmissão de conteúdos irrelevantes para quem vai exercer a profissão docente. Basta perguntar a professoras e professores na ativa ou em formação se sabem, por exemplo, o que é gramaticalização ou se ao menos já ouviram falar disso.” (Marcos Bagno, Gramática Pedagógica do Português Brasileiro, 2011).
Com as informações apresentadas, o autor tem o propósito de
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