Sobre essa percepção dos Tupis acerca dos povos Macro-Jê, pode-se afirmar que:
1) o agronegócio corresponde ao conjunto de atividades ligadas à agropecuária, que inclui, também, fornecedores de equipamentos e serviços à zona rural e à industrialização de seus produtos. 2) a ocupação do território nacional foi, em grande parte, consequência da expansão da área utilizada por diferentes atividades agropecuárias, como, por exemplo, a pecuária bovina, no Nordeste brasileiro. 3) a cadeia da carne bovina destaca-se no contexto da economia rural brasileira, ocupando vasta área do território nacional e respondendo pela geração de emprego e renda de milhões de trabalhadores brasileiros. 4) as atividades de gerenciamento na pecuária de corte se relacionam diretamente com os processos de planejamento, organização, direção, mas não há necessidade do controle das atividades de manejo reprodutivo e, sim, dos aspectos nutricional e sanitário dos rebanhos. 5) as grandes transformações socioeconômicas, políticas, culturais e tecnológicas decorrentes da globalização aumentaram a complexidade da atividade agropecuária, mas, paradoxalmente, não interferiram nos processos de tomada de decisão nesse setor.
Estão corretas:
Dentre os desdobramentos dessa ocupação, é possível salientar:
(MINC, Carlos. Ecologia e Cidadania. São Paulo, Editora Moderna, 200
Sobre o tema abordado acima, é correto dizer que:
1) o asbesto é um tipo de pó, oriundo da trituração do granito e do gnaisse, muito empregado na construção civil, mas provoca a moléstia asbestose, que consiste numa fibrose hepática, com repercussões nos pulmões daqueles que o aspiram. 2) muitos trabalhadores do setor secundário são expostos a processos intensivos de produção, sobre os quais, muitas vezes, não detêm qualquer controle, e cuja intensidade e duração são determinadas pela maximização dos lucros. 3) com o acúmulo de gases, como o CO2, o óxido nitroso, o metano e o nitrato de prata, maior quantidade de calor é retida na atmosfera, acarretando o aumento da temperatura na baixa troposfera. 4) os efeitos principais da radiação ultravioleta, em face da redução ou destruição do O3 estratosférico, recaem sobre a saúde dos seres humanos, a vida marinha e a vegetação, posto que o ozônio atua como um filtro para essa radiação. 5) numa região intensamente industrializada, a poluição atmosférica aumenta exponencialmente, atingindo a saúde humana, quando sistemas atmosféricos convectivos se instalam sobre ambientes urbanos.
Está(ão) correto(s)
Esse fenômeno referido no texto é corretamente denominado de:
Profissão de fé
“Torce, aprimora, alteia, lima A frase; e enfim, No verso de ouro engasta a rima, Como um rubim. Quero que a estrofe cristalina Dobrada ao jeito Do ourives, saia da oficina Sem um defeito”.
Olavo Bilac
Os versos de Olavo Bilac, transcritos acima, representam o ideal literário do:
Como uma onda
1. Toda língua muda com o tempo. Por mais que isso pareça óbvio, vale a pena repetir. Basta comparar um texto escrito em português na Idade Média, ou em 1600, ou mesmo há cem anos com qualquer coisa publicada nos dias de hoje.
2. As diferenças saltam aos olhos, e as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo.
3. Lendo as gramáticas, a gente tem a impressão de que a língua está pronta e acabada, que ela pode até ter sofrido transformações no passado, mas que, agora, as regras estão fixadas para sempre. Mas isso é uma ilusão. 4. Enquanto tiver gente falando uma língua, ela vai sofrervariação e mudança, incessantemente. Os mesmos processos que fizeram a língua mudar no passado continuam em ação, fazendo a língua mudar neste exato momento em que você me lê. 5. Apesar dessa obviedade, a mudança linguística sempre foi encarada como um problema, uma coisa negativa, um sinal de ruína, decadência e corrupção da língua. 6. No entanto, a mudança é inevitável: tudo no universo, na natureza, na sociedade passa incessantemente por processos de mudança, de obsolescência, de reinvenção, de evolução... Por que só a língua teria de ficar parada no tempo e no espaço?
7. Todas as demais instituições humanas sofrem mudança; por que a língua não sofreria? Na verdade, o melhor seria dizer: os falantes mudam a língua o tempo todo!
(Marcos Bagno. Nada na língua é por acaso. São Paulo: Parábola, 2007, p 163-164).
“A ficção distingue-se de história e da biografia, por estas serem narrativas de fatos reais. A ficção é produto da imaginação criadora, embora, como toda arte, suas raízes mergulhem na experiência humana. Mas o que a distingue das outras formas de narrativa é que ela é uma transfiguração ou transmutação da realidade, feita pelo espírito do artista, este imprevisível e inesgotável laboratório. A ficção não pretende fornecer um simples retrato da realidade, mas antes criar uma imagem da realidade, uma reinterpretação, uma revisão. É o espetáculo da vida através do olhar interpretativo do artista, a interpretação artística da realidade”.
(Afrânio Coutinho. Notas de Teoria Literária).
O fragmento apresentado acima confirma a concepção de que a narrativa de ficção, embora tenha origem na experiência real, seja uma transfiguração da realidade, a exemplo das seguintes criações do Romance brasileiro:
1) Machado de Assis, em Memórias póstumas de Brás Cubas, que dá voz a um defunto, que narra, logo no primeiro capítulo, os pormenores de sua morte. 2) Graciliano Ramos, em Vidas Secas, que pretendendo manter indícios do Simbolismo, afastou-se dos princípios literários românticos. 3) Guimarães Rosa, em Grande Sertão Veredas, que optou por transfigurar não apenas traços da realidade, mas entrou pela área linguística e a reinterpretou também. 4) Clarice Lispector, em A hora da Estrela, que, fiel à ficção, questiona sua própria habilidade para compor uma narração no gênero ‘romance’.
Estão corretas