Leia atentamente o texto a seguir:
“Existem hoje, sobre a Terra, dois grandes povos que, tendo partido de pontos diferentes, parecem adiantar-se para o mesmo fim: são os americanos e os russos (...) Para atingir a sua meta, o primeiro apoia-se no interesse pessoal e deixa agir, sem dirigi-las, à força e à razão dos indivíduos. O segundo concentra num homem, de certa forma, todo o poder da sociedade. Um tem por principal meio a liberdade; o outro, a servidão. O seu ponto de partida é diferente, os seus caminhos são diversos; não obstante, cada um deles parece convocado, por um desígnio secreto da Providência, a deter nas mãos, um dia, os destinos da metade do mundo.”
(Tocqueville, Alexis de. A democracia na América, 1835)
A partir deste trecho, publicado por Tocqueville em 1835, é correto afirmar que o autor:
O leproso é visto dentro de uma prática da rejeição do exílio-cerca; deixa-se que se percalá dentro como numa massa que não tem muita importância diferenciar; os pestilentos são considerados num policiamento tático meticuloso onde as diferenciações individuais são os efeitos limitantes de um poder que se multiplica, se articula e se subdivide. O grande fechamento por um lado; o bom treinamento por outro. A lepra e sua divisão; a peste e seus recortes. Uma é marcada; a outra, analisada e repartida. O exílio do leproso e a prisão da peste não trazem consigo o mesmo sonho politico.
FOUCAULT, M. Vigiar e punir; nascimento da prisão. Petrópolis: Vozes, 1987.
Os modelos autoritários descritos no texto apontam para
um sistema de controle que se baseia no(a):
O avanço das empresas e a expansão do capital sobre a Amazônia atingem principalmente as populações indígenas. A destruição da floresta implica a destruição da cultura indígena, isto é, do próprio indígena. A relação do índio com seu território é uma relação vital. Sua cultura milenar está diretamente associada e dependente de tudo aquilo que compõe seu território: o clima, as plantas, os animais, os minerais, os rios. Introduzir modificações neste território é o mesmo que destruir sua cultura, fazer com que o índio desapareça com a própria floresta.
MARTINS, J. S. O poder do atraso: ensaios de sociologia da história lenta. São Paulo: Hucitec, 1994 (adaptado).
A violência não é fato inédito em nossa cinematografia. Na fase silenciosa de nosso cinema, crimes e criminosos famosos foram retratados nas telas brasileiras em realizações como: Os estranguladores do Rio (1906), Rocca, Carleto e Pegatto na casa de detenção (1906), A mala sinistra (1908), O crime da mala (1908), O crime da Paula Matos (1913), O crime de Banhados (1913), Dioguinho (1916), O crime de Cravinhos (1920).
RAMOS, P. R. A imagem, o som e a fúria: a representação da violência no documentário brasileiro. Estud. Av., n. 61, set./dez. 2007.
1. A energia hidrelétrica é a principal fonte de energia renovável no Brasil, respondendo por mais de 87% da geração de eletricidade no país.
2. O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de energia eólica, com destaque para os parques eólicos no Nordeste do país.
3. A energia solar fotovoltaica tem crescido rapidamente no Brasil, especialmente em regiões com alta incidência solar, como no Nordeste e Norte.
4. A biomassa, proveniente principalmente da cana-de-açúcar, é outra importante fonte de energia renovável no Brasil, usada na produção de etanol e bioeletricidade.
5. O Brasil possui uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, com mais de 79% da energia proveniente de fontes renováveis na matriz elétrica.
Alternativas:
diversas posições acerca da sua eficácia e eficiência ante o
quadro de recursos financeiros que são normalmente
designados ao setor. A respeito desse assunto e de temas
correlatos, julgue os itens subseqüentes.
Aguardente: bebida extraída da canade-açúcar, de alto teor alcoólico, produzida no Brasil desde o século XVI, quando então era denominada “aguardente da terra”, para diferenciá-la da bagaceira fabricada na Metrópole.
BOTELHO, A. V.; REIS, L. M. Dicionário histórico do Brasil: Colônia e Império.
Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
No cerne da ideologia Bannon há uma série de contrastes extraordinariamente simplificadores entre bom e mau, sagrado e profano. Essa série semiótica cria perigosos outros, cuja existência contínua ameaça a boa gente que constitui o que Bannon descreve como a “verdadeira América”(...). Numa ordem social democrática, o conflito entre oponentes partidários é agonístico, não antagonístico. Bannon vê de outra forma. Não há espaço para a cortesia em seu universo (...).
Jeffrey Alexander. “Vociferando contra o iluminismo: A ideologia de Steve Bannon”. Sociologia & Antropologia, vol. 08, n. 3, set-dez, 2018.
O antagonismo é a luta entre inimigos, enquanto o agonismo representa a luta entre adversários. (...) o propósito da política democrática é transformar antagonismo em agonismo. Isso demanda oferecer canais por meio dos quais às paixões coletivas serão dados mecanismos de expressarem-se sobre questões que, ainda que permitindo possibilidade suficiente de identificação, não construirão o opositor como inimigo, mas como adversário.
Chantal Mouffe. “Por um modelo agonístico de democracia”. Revista de Sociologia e Política, Curitiba, n. 25, nov. 2005, p. 11-23.
A primeira citação foi retirada de um texto em que o sociólogo
Jeffrey Alexander desenvolve o que compreende ser a
ideologia de Steve Bannon, assessor do ex-presidente norte-americano Donald Trump. A segunda citação foi extraída de
um artigo em que a cientista política Chantal Mouffe
desenvolve a noção de “pluralismo agonístico”. A partir da
perspectiva apresentada nas citações, é correto afirmar que a
ideologia de Steve Bannon
No mesmo ano, Chico Buarque gravou a música Meu caro amigo, que apresenta em seu refrão: “Aqui na terra 'tão jogando futebol / Tem muito samba, muito choro e rock'n'roll / Uns dias chove, noutros dias bate sol / Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta”.
Os dois compositores são conhecidos por fazerem, em suas obras, uma crônica social. Nessas estrofes, os autores fazem referência à
Cidadania (do latim, civitas, "cidade") é o conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive. O conceito de cidadania sempre esteve fortemente atrelado à noção de direitos, no entanto, dentro de uma democracia, a própria definição de Direito pressupõe a contrapartida de deveres, uma vez que em uma coletividade os direitos de um indivíduo são garantidos a partir do cumprimento dos deveres dos demais componentes da sociedade.
Disponível em: www.temmaisbauru.com.br. Acesso em: 10 ago. 2014.
Na década de 1980, antes do Plano Real - implementado no governo Itamar Franco -, vários outros planos foram aplicados à economia brasileira para acabar com a inflação
Esses planos são:
Os elementos característicos da cultura brasileira são a música _____________, a literatura, a culinária, as __________________ tradicionais nacionais. Na religião, o ____________reúne elementos do candomblé, do cristianismo e das religiões indígenas.
As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são:
Atente para o seguinte excerto sobre a reorganização da economia brasileira no período da ditadura cívico-militar:
“O governo militar instituído em 1964 reorganizou a economia do país impondo um modelo em que preponderava o capitalismo selvagem e concentrador de renda, sem os mecanismos da democracia dos países desenvolvidos”.
Antonio Pedro; Lizânias de Souza Lima. História sempre presente, 1. ed. São Paulo: FTD, 2010, p.285. v. 3.
Essa reorganização da economia brasileira ocorreu por meio do