Quanto ao regime de política monetária no Brasil, assinale a opção correta.
Questões de Concursos
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Quanto ao regime de política monetária no Brasil, assinale a opção correta.
Assinale a opção correta a respeito das modalidades de contrato administrativo e suas formas de execução.
O novo Código Civil brasileiro estabelece que, para ter validade, o negócio requer: agente capaz, objeto lícito, possível, determinado ou determinável e forma prescrita ou não-defesa em lei. Por isso, para os bancos é muito importante ter informações acerca de seus clientes, suas capacidades, seus domicílios ou sedes. Considerando essas informações, julgue os itens a seguir.
O domicílio da pessoa natural é o lugar onde ela estabelece sua residência, independentemente do seu ânimo de permanecer ou não naquele lugar.
O crédito é um desses artifícios que atestam a inventividade humana. Inexistente na realidade física concreta, os seres humanos, ao longo de sua evolução histórica, estabeleceram o conceito de crédito e sua prática social, percebendo não apenas a necessidade de solucionar problemas relativos à circulação de recursos, mas, ainda, a oportunidade de otimizar essa circulação. Considerando o texto acima, julgue os seguintes itens, com relação aos títulos de crédito.
O cheque e a duplicata são documentos bastante semelhantes no que diz respeito às pessoas envolvidas, ou seja, em ambos, quem emite o título é o credor, contra um devedor. No cheque, o devedor é um banco e, na duplicata, o devedor é o adquirente do bem ou serviço.
A respeito dos orçamentos públicos, julgue os itens a seguir.
É inadimissível a ação direta de inconstitucionalidade contra disposições insertas na Lei de Diretrizes Orçamentárias, pois tal norma é individual ou de efeitos concretos, que se esgotam com a propositura e a votação do orçamento fiscal.
Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto seguinte.
A lua da língua
Existe uma língua para ser usada de dia, debaixo da luz forte do sentido. Língua suada, ensopada de precisão. Que nós fabricamos especialmente para levar ao escritório, e usar na feira ou ao telefone, e jogar fora no bar, sabendo o estoque longe de se acabar. Língua clara e chã, ocupada com as obrigações do expediente, onde trabalha sob a pressão exata e dicionária, cumprimentando pessoas, conferindo o troco, desfazendo enganos, sendo atenciosamente sem mais para o momento. É a língua que Cristina usou para explicar quem quebrou o cabo da escova, ou a língua das aeromoças em seus avisos mecanicamente fundamentais.
Mas no entardecer da linguagem, por volta das quatro e meia em nossa alma, começa a surgir um veio leve de angústia. As coisas puxam uma longa sombra na memória, e a própria palavra tarde fica mais triste e morna, contrastando com o azul fresco e branco da palavra manhã. À tarde, a luz da língua migalha. E, por ser já meio escuro, o mundo perde a nitidez. Calar, a tarde não se cala, mas diz menos do que veio a dizer. É a que frequenta os cartões de namoro, as confissões, as brigas e os gritos, ou a atenção desajeitada das palavras num velório, ou nos sussurros namorados ao pé dos muros dos subúrbios.
E tem a língua que em si mesma anoitece, quando o escuro espatifa o sentido. O sol, esfacelado, vira pó. E a linguagem se perde dos trilhos de por onde ir. Tateia, titubeia, tropeça, esbarra em regras, arrasta a mobília das normas. À noite, sonha a nossa língua. No céu da boca as palavras guardam um resíduo de pensamento, e têm a densidade vazia das ideias vagas, condensando-se como nuvens de um céu sem luz. No calor tempestuoso dessas noites de Manuel Bandeira, é possível a bailarina ser feita de borracha e pássaro. Enquanto o poeta Murilo Mendes solta os pianos na planície deserta, tudo é dito distante dos ruídos do dia. Tudo é possível nessa escuridão criativa, existe o verso, existe a canção.
Mais tarde, finda a noite, quando abrimos a boca, a língua amanhece, e de novo a levamos pelos corredores e pelas repartições, pelas galerias e escritórios, valendo-nos dela para o recado simples, a ordem necessária, o atendimento útil. Enquanto não chega a tarde, enquanto não anoitece.
(Adaptado de André Laurentino, Lições de gramática para quem gosta de literatura)
Atente para as seguintes afirmações:
I. Referindo-se à Língua suada, ensopada de precisão, no primeiro parágrafo, o autor está antecipando as características que reconhecerá nas linguagens poéticas de Manuel Bandeira e Murilo Mendes.
II. Na linguagem vinculada ao entardecer, por volta das quatro e meia, no segundo parágrafo, o autor identifica o aprimoramento da comunicação entre as pessoas, que passa a ser mais precisa e imediata.
III. A língua que em si mesma anoitece, qualificada no terceiro parágrafo, ganha atributos estéticos, fazendo- se mais criativa e surpreendente que nos outros estágios de sua utilização.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em
Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto seguinte.
A lua da língua
Existe uma língua para ser usada de dia, debaixo da luz forte do sentido. Língua suada, ensopada de precisão. Que nós fabricamos especialmente para levar ao escritório, e usar na feira ou ao telefone, e jogar fora no bar, sabendo o estoque longe de se acabar. Língua clara e chã, ocupada com as obrigações do expediente, onde trabalha sob a pressão exata e dicionária, cumprimentando pessoas, conferindo o troco, desfazendo enganos, sendo atenciosamente sem mais para o momento. É a língua que Cristina usou para explicar quem quebrou o cabo da escova, ou a língua das aeromoças em seus avisos mecanicamente fundamentais.
Mas no entardecer da linguagem, por volta das quatro e meia em nossa alma, começa a surgir um veio leve de angústia. As coisas puxam uma longa sombra na memória, e a própria palavra tarde fica mais triste e morna, contrastando com o azul fresco e branco da palavra manhã. À tarde, a luz da língua migalha. E, por ser já meio escuro, o mundo perde a nitidez. Calar, a tarde não se cala, mas diz menos do que veio a dizer. É a que frequenta os cartões de namoro, as confissões, as brigas e os gritos, ou a atenção desajeitada das palavras num velório, ou nos sussurros namorados ao pé dos muros dos subúrbios.
E tem a língua que em si mesma anoitece, quando o escuro espatifa o sentido. O sol, esfacelado, vira pó. E a linguagem se perde dos trilhos de por onde ir. Tateia, titubeia, tropeça, esbarra em regras, arrasta a mobília das normas. À noite, sonha a nossa língua. No céu da boca as palavras guardam um resíduo de pensamento, e têm a densidade vazia das ideias vagas, condensando-se como nuvens de um céu sem luz. No calor tempestuoso dessas noites de Manuel Bandeira, é possível a bailarina ser feita de borracha e pássaro. Enquanto o poeta Murilo Mendes solta os pianos na planície deserta, tudo é dito distante dos ruídos do dia. Tudo é possível nessa escuridão criativa, existe o verso, existe a canção.
Mais tarde, finda a noite, quando abrimos a boca, a língua amanhece, e de novo a levamos pelos corredores e pelas repartições, pelas galerias e escritórios, valendo-nos dela para o recado simples, a ordem necessária, o atendimento útil. Enquanto não chega a tarde, enquanto não anoitece.
(Adaptado de André Laurentino, Lições de gramática para quem gosta de literatura)
O autor refere-se no texto a três línguas, cuja variação se deve, sobretudo,
Considerando as commodities agrícolas e ambientais bem como suas formas de comercialização, julgue os próximos itens.
Uma commodity agrícola não pode ser negociada em bolsas de mercadorias e futuros.
Como solução para a climatização de um edifício de 10 pavimentos com carga térmica total de 1.500 TR foi proposta a adoção de um sistema com fluxo de refrigerante variável (VRF). Os equipamentos comercialmente disponíveis previamente selecionados para esse projeto utilizam compressores do tipo scroll e adotam o R410a como gás refrigerante.
Considerando essa situação, julgue os itens que se seguem.
Todos os sistemas VRF com compressores scroll comercialmente disponíveis utilizam a variação de frequência de rotação do compressor como técnica de modulação da capacidade de refrigeração.
Para a realização de um correto zoneamento ecológico, o técnico precisa conhecer a dinâmica climática do local a ser estudado.
Em relação à temperatura do ar, constata-se que
Com relação aos conceitos de mercado primário e de mercado secundário, julgue os itens que se seguem.
I O mercado primário é indiferente à existência do mercado secundário.
II No mercado primário, é negociado o ativo financeiro pela primeira vez, com a obtenção de recursos pelo emissor do título.
III No mercado secundário, há a negociação dos títulos existentes, emitidos anteriormente no mercado, que têm a sua propriedade transferida entre os participantes.
IV A principal função do mercado secundário é proporcionar liquidez aos ativos financeiros.
V A emissão de títulos ou valores mobiliários para se capitalizar ou para se financiar, com o objetivo de cobrir gastos ou realizar investimentos, é efetuada no mercado primário.
Estão certos apenas os itens
Julgue os seguintes itens, relativos à formulação e execução da política monetário no Brasil.
O Brasil adota, desde 1999, o sistema de metas para a inflação, em que o BCD define a meta para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), sobre a qual são aplicados intervalos de tolerância, definidos em lei, de mais ou menos 2%.
O sistema de distribuição de valores mobiliários, previsto na Lei n.º 6.385/1976, é composto por várias entidades, instituições, sociedades e agentes autônomos. Esse sistema inclui as
O Código de Conduta da Alta Administração Pública dispõe que a autoridade pública