“Intensas erupções solares e tempestades
geomagnéticas ejetam grandes quantidades de íons –
partículas eletricamente carregadas – ao espaço.
Quando essas partículas atingem o campo magnético
da Terra, causam o belo espetáculo atmosférico das
auroras polares, mas derrubam a comunicação com
os satélites”.
Os mantenedores ______a creche, e os monitores voluntários ______ as crianças.
“Tinham visto a árvore crescer desde um diminuto broto até
seu atual esplendor de 18 metros de altura. Tinha crescido
depressa e, embora os dois não o dissessem, aquele
crescimento rápido os havia perturbado, pois sugeria
daquele modo a velocidade com que os anos passavam.”
(Revista Piauí 36)
As questões de 5 a 8 referem-se ao texto abaixo.
“A Organização Mundial da Saúde declarou em junho do
ano passado que o vírus estava causando a primeira
pandemia de gripe em mais de 40 anos, depois de ter se
espalhado do México e dos Estados Unidos para o mundo
em seis semanas. De acordo com a entidade, o vírus da nova
gripe matou 16 mil pessoas, mas esses números são
subestimados, já que poucos pacientes são testados e
diagnosticados.” (Folha de S. Paulo, fevereiro de 2010)
Como a tecnologia ameaça a democracia
“Foi mal, desculpa aí.” Mais ou menos assim, Mark Zuckerberg tentou explicar ao Congresso norte-americano o uso ilegal dos dados de 87 milhões de usuários do Facebook pela empresa de marketing político Cambridge Analytica (CA). Não convenceu ninguém. Foi, até agora, o momento mais dramático de uma batalha que se tornará mais intensa. A disputa latente entre política e tecnologia se tornou explícita. Da utopia digital do Vale do Silício, emergiu a realidade dos monopólios corporativos, da manipulação política e do tribalismo antidemocrático. O resultado do choque com as instituições é incerto. “Nos próximos anos, ou a tecnologia destruirá a democracia e a ordem social ou a política imprimirá sua autoridade sobre o mundo digital”, escreve o jornalista britânico Jamie Bartlett no recém-lançado The people vs. Tech (O povo contra a tecnologia).
(Hélio Gurovitz. https://epoca.globo.com. 14.04.2018. Adaptado)
“Intensas erupções solares e tempestades
geomagnéticas ejetam grandes quantidades de íons –
partículas eletricamente carregadas – ao espaço.
Quando essas partículas atingem o campo magnético
da Terra, causam o belo espetáculo atmosférico das
auroras polares, mas derrubam a comunicação com
os satélites”.