O Teste Gestáltico Visomotor de Bender, criado por Lauretta Bender em 1938, possui como pressuposto que
Considere uma aplicação de telefonia a 1Mbps e uma aplicação FTP compartilhando um enlace de 1.5 Mbps. Esta aplicação está sujeita às seguintes restrições:
1. Rajadas de tráfego FTP podem congestionar o roteador e fazer com que pacotes de áudio sejam perdidos. Deseja-se dar prioridade ao áudio sobre o FTP.
2. Pode acontecer áudio enviando pacotes em uma taxa superior a 1Mbps e isso deve ser coibido.
3. Deve-se alocar uma porção da taxa de transmissão a cada fluxo de aplicação. Pode-se produzir um uso ineficiente da banda se um dos fluxos não usa toda a sua alocação e isso deve ser evitado.
Para permitir que as 4 restrições acima sejam respeitadas na aplicação, as seguintes técnicas ou princípios associados à QoS devem ser:
a. Aplicar um processo de controle de admissão de chamada; assim, a aplicação declara a necessidade do seu fluxo e a rede pode bloquear a chamada se a necessidade não puder ser satisfeita.
b. Fornecer proteção (isolação) para uma classe em relação às demais. Exige mecanismos de policiamento para assegurar que as fontes aderem aos seus requisitos de banda passante. Marcação e policiamento precisam ser feitos nas bordas da rede.
c. Fazer a marcação dos pacotes para permitir ao roteador distinguir entre diferentes classes de fluxos, assim como novas regras de roteamento permitem tratar os pacotes de forma diferenciada.
d. Realizar a otimização de recursos, pois, embora se forneça isolação, é necessário usá-los da forma mais eficiente possível.
As soluções para as restrições de 1 a 4 são corretamente apresentadas em
FCC•
Em relação à disposição numérica seguinte, assinale a alternativa que preenche a vaga assinalada pela interrogação:
2 8 5 6 8 ? 11
FCC•
Algum A é B. Todo A é C. Logo
FCC•
Se Rodolfo é mais alto que Guilherme, então Heloisa e Flávia têm a mesma altura. Se Heloisa e Flávia têm a mesma altura, então Alexandre é mais baixo que Guilherme. Se Alexandre é mais baixo que Guilherme, então Rodolfo é mais alto que Heloisa. Ora, Rodolfo não é mais alto que Heloisa. Logo:
FCC•
Cidades inteligentes, até demais
O conceito de “cidade inteligente” se popularizou como estratégia de solução e gerenciamento de problemas urbanos. Diz respeito à confluência de informação que circula em grandes cidades e ao uso da tecnologia para automatizar a gestão de setores urbanos, desde bases de dados de saúde e educação públicas, por exemplo, até os dados pessoais que circulam em redes sociais e aplicativos móveis. O advogado Cristiano Therrien, pesquisador em Direito da Tecnologia na Universidade de Montreal, no Canadá, conversou com o Observatório da Privacidade e Vigilância sobre o tema.
Observatório da Privacidade e Vigilância: O que é uma cidade inteligente?
Cristiano Therrien: Cidades inteligentes, cidades conectadas, cibercidades, cidades responsivas, são muitas as nomenclaturas usadas para destacar a dimensão informativa da cidade. Quando usamos essa terminologia, falamos da cidade enquanto um espaço de fluxos. A maioria das tecnologias necessárias para as cidades inteligentes já são viáveis economicamente em todo o mundo − fácil acessibilidade da computação em nuvem, dispositivos baratos de internet, sistemas de TI cada vez mais flexíveis. As duas cidades mais destacadas nos estudos de cidades inteligentes são Londres e Barcelona. Há experiências importantes em cidades brasileiras também.
OPV: A ideia de cidade inteligente sempre aparece relacionada à abertura de bases de dados por parte dos órgãos públicos. Você pode falar sobre isso?
CT: Encontramos muitas experiências diferentes em andamento nas cidades: uma parte prioriza a transparência como meio de prestação de contas e responsabilidade política frente à sociedade civil, como a ideia de governo aberto; outra parte prioriza a participação popular através da interatividade, bem como a cooperação técnica para o reuso de dados abertos por entidades e empresas.
Mas, se pensarmos na alternativa de projetos de cidades inteligentes que não envolvam políticas públicas de dados abertos, que não prestem conta detalhada de suas atividades, ao mesmo tempo em que disponham dos sofisticados sistemas para o gerenciamento de dados de cidadãos em larga escala, encontraremos condições para o surgimento de um estado de vigilância e controle, pondo em risco as liberdades individuais.
Em nome da eficiência administrativa, podem-se armazenar, por exemplo, enormes massas de dados de mobilidade urbana (placas e identificação por radiofrequência em veículos, passes e GPS em ônibus), cujos bancos de dados podem ou não intencionalmente identificar seus usuários. Dados de mobilidade são de grande utilidade pública e podem ser “anonimizados” (ter os seus identificadores pessoais eliminados) e abertos. Contudo, existem estudos que apontam que bastariam meros quatro pontos de dados para identificar os movimentos de uma pessoa na cidade.
(Adaptado de: “Observatório da Privacidade e Vigilância”. Disponível em: www.cartacapital.com.br/sociedade/cidades-inteligentes-atedemais. Acesso em: 18.01.2016.)
Em matéria de embargos de terceiro, é correto afirmar que