Um profissional foi irregularmente empossado no cargo público de advogado da ...

Um profissional foi irregularmente empossado no cargo público de advogado da Prefeitura de Cajazeiras, tendo praticado diversos atos em nome da administração e no interesse público. Após a constata...


Um profissional foi irregularmente empossado no cargo público de advogado da Prefeitura de Cajazeiras, tendo praticado diversos atos em nome da administração e no interesse público. Após a constatação da irregularidade, por processo administrativo regular, a Prefeitura Municipal afastou o servidor, mas reconheceu como válido todos os atos praticados por ele, tendo aplicado como justificativa para tal, o princípio da

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  • Camila Duarte
    Camila Duarte
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: c) presunção da veracidade dos atos.

    Quando um servidor público é empossado irregularmente, mas pratica atos administrativos, a administração pode reconhecer a validade desses atos para preservar a segurança jurídica e a confiança legítima dos administrados. Isso ocorre porque os atos administrativos gozam da presunção de legitimidade e veracidade, conforme o princípio da presunção da veracidade dos atos.

    Esse princípio significa que os atos praticados pela administração pública são considerados verdadeiros e válidos até que se prove o contrário, evitando que terceiros sejam prejudicados por atos que, embora praticados por agente irregular, foram realizados no interesse público e com aparência de legalidade.

    Assim, mesmo afastando o servidor irregularmente empossado, a Prefeitura reconheceu a validade dos atos para garantir a estabilidade das relações jurídicas e a continuidade da administração pública, o que está em consonância com o princípio da presunção da veracidade dos atos.

    As outras alternativas não se aplicam diretamente ao caso: a celeridade e eficiência são princípios administrativos gerais, mas não justificam a validade dos atos; a moralidade e impessoalidade são princípios que regem a conduta administrativa, mas não tratam da validade dos atos praticados por agente irregular.
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