Publicidade|Remover

Desde que a História consolidou-se como uma área do conhecimento específica, no século XIX, a concepção de tempo se alterou inúmeras vezes. Hoje, os historiadores compreendem o tempo histórico como

Em Apologia da história, depois de afirmar que o modelo das ciências da natureza não se aplica à história, Marc Bloch discorre sobre a especificidade da ciência dos homens no tempo e defende a ideia de que cabe ao historiador

A partir do final dos anos 1970 a historiografia brasileira passou por intensa renovação, sob a influência de vários estudos, como os realizados pela chamada história social inglesa. Essa produção brasileira caracterizou-se

Em história, tudo começa com o gesto de separar e reunir, transformando-os em documentos, determinados objetos antes dispostos de outra maneira. A frase utilizada por Michel de Certeau no livro A escrita da história (Paris, 1975) significa que
No processo de afirmação da História como disciplina científica, no século XIX,

Durante as primeiras décadas da colonização portuguesa na América, as iniciativas de explorar economicamente o território se concentraram na formação de grandes propriedades rurais. Para o sucesso desse empreendimento foi importante

Em seu conhecido artigo publicado em 1992 sobre a relação entre história e memória (A história, cativa da memória?), Ulpiano Toledo Bezerra de Meneses rejeita o senso comum que associa a memória a mecanismo de registro e retenção de informações.

Para o autor,

No debate historiográfico, vários autores sustentam a tese de que, apesar de autoritário e repressivo, o Estado Novo brasileiro não pode ser considerado tipicamente fascista, pois lhe faltava
Costuma-se fazer a distinção entre arquivos, bibliotecas e museus a partir das diferenças observadas em suas funções primárias, nos mecanismos que adotam para a constituição dos respectivos acervos, na natureza e características predominantes dos documentos que possuem e no tipo de abordagem a que os submetem. Nesse processo comparativo, é correto afirmar:
Apesar do pioneirismo de Alcântara Machado na utilização de inventários como fonte para a história (Vida e morte do bandeirante foi publicado em 1929), é nas décadas de 1960 e 1970, em razão das novas tendências da historiografia, que os pesquisadores brasileiros passam a utilizar os arquivos judiciais de modo mais sistemático. Tal fenômeno está relacionado com

Considere as afirmativas dos referenciais historiográficos que Marc Ferro utiliza em seu livro A Manipulação da História no ensino e nos meios de comunicação.

I. As sociedades do hemisfério "Sul" devem descolonizar suas histórias utilizando os mesmos instrumentos que os colonizadores utilizaram para construir sua história.
II. São os poderes dominantes – Estados, Igrejas, partidos políticos ou interesses privados que possuem ou financiam livros didáticos e programas de televisão.
III. A verdadeira história universal é aquela que resgata os valores tradicionais, combatendo os efeitos danosos dos meios de comunicação.
IV. O professor de História, por ser especializado nesse saber, deve evitar trabalhar temáticas que dependem do conhecimento produzido por outras áreas.
V. Controlar o passado ajuda a dominar o presente e a legitimar tanto as dominações como as rebeldias.

É correto o que se afirma APENAS em

Publicidade|Remover