BONFÁ, Douglas Cerdeira. “Antiguidade, identidade e os usos do passado”. In: Revista Estudos Filosóficos e Históricos da Antiguidade. Campinas, nº 30, p. 13, jan-dez 2016.
Com base na afirmação acima, assinale a alternativa INCORRETA.
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Por trás do ressurgimento da indústria e do comércio, que se verificou entre os séculos XI e XIII, achava-se um fato de importância econômica fundamental: a imensa ampliação das terras aráveis por toda a Europa e a aplicação de métodos mais adequados de cultivo.
(LEWIS, Munford, A Cidade na História. Ed. Itatiaia Limitada, Belo Horizonte, 1965, vol I, p.336).
Com base no texto, é correto afirmar que
A respeito do Renascimento Comercial e Urbano na Europa dos séculos XII e XIII, considere as afirmações a seguir.
I. As cidades situavam-se no cruzamento de rotas comerciais ou à beira de rios, eram cercadas por muralhas, e o crescimento populacional provocava a ocupação de terrenos extramuros.
II. O processo de expansão urbana estava ligado ao crescimento da produção agrícola e ao fortalecimento de rotas comerciais terrestres entre as cidades portuárias italianas, as feiras francesas e as cidades da região de Flandres.
III. “O ar das cidades torna os homens livres” era um ditado do período, referindo-se ao costume de considerar livre o servo que trabalhasse por determinado período de tempo no burgo.
IV. A autonomia administrativa e jurídica das cidades era conquistada através do pagamento de franquias aos senhores feudais ou da compra de cartas de privilégios.
Estão corretas as afirmativas
Sempre que se evoca o tema do Renascimento, a imagem que imediatamente nos vem à mente é a dos grandes artistas plásticos e de suas obras mais famosas, amplamente reproduzidas e difundidas até os nossos dias, como a Monalisa e a Última ceia, de Leonardo da Vinci, o Juízo final, a Pietá e o Moisés, de Michelangelo, assim como as inúmeras e suaves Madonas, de Rafael, que permanecem ainda como modelo mais frequente de representação da mãe de Cristo. Como veremos, de fato, as artes plásticas acabaram se convertendo num centro de convergência de todas as principais tendências da cultura renascentista.
SEVCENKO, N. O Renascimento. Campinas: Atual, 1988 (adaptado).
Esse movimento cultural, inserido no processo de transição da modernidade europeia,
caracterizou-se pela
Na colônia, a justiça era exercida por toda uma gama de funcionários a serviço do rei. A violência, a coerção e a arbitrariedade foram suas principais características. [...]
Nas regiões em que a presença da Coroa era mais distante, os grandes proprietários de terras exerciam considerável autoridade administrativa e judicial. No sertão, os potentados impunham seus interesses à população livre.
(Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota. História do Brasil: uma interpretação, 2008.)
Ao analisar o aparato judiciário no Brasil Colonial, o texto
O movimento humanista contribuiu não somente para a renovação cultural ocorrida a partir do século XIV, mas também influenciou na modificação dos aspectos políticos, sociais e econômicos no início do Período Moderno. São fatores que contribuíram para a difusão do Humanismo:
I. O aperfeiçoamento da imprensa, possibilitando a impressão e a popularização dos clássicos gregos e romanos, bem como de obras da época, pois até então os livros eram manuscritos e caros.
II. A decadência de Constantinopla com as Cruzadas, acarretando o êxodo de intelectuais bizantinos e grande afluxo de textos antigos para a Itália, berço do Humanismo.
III. As grandes navegações, que proporcionaram o contato europeu com povos de culturas distintas, contribuindo para derrubar muitas ideias tidas então como verdades absolutas.
IV. O mecenato praticado por burgueses ricos, príncipes e até papas que, interessados em projetar suas cortes ou ações pessoais, financiavam as atividades culturais e econômicas desse período.
Quais estão corretos?
Eu juro, por Apolo médico, por Esculápio, Hígia e Panacea, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue:
Estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes.
Os conhecimentos sobre o desenvolvimento do saber, ao longo do tempo histórico, e a análise do trecho do Juramento de Hipócrates, acima descrito, permitem afirmar:
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