As tomadas de palavras representam uma maneira de
atualizar o vocabulário. Isso envolve uma palavra nova não
devido à criação original, mas devido à sua adoção. A palavra
emprestada pode ou não passar por modificações materiais,
semânticas e expressivas durante sua transição para outra
língua. Os marcadores gráficos de pontuação (como vírgula,
ponto de interrogação etc.) são geralmente reproduzidos no
ar, a partir de um ponto fixo no espaço neutro, usando o dedo
indicador da mão não dominante. Estudos linguísticos nas
línguas de sinais indicam que esse tipo de tomada de palavra
pode ser classificado como empréstimo linguístico:
Questões de Concursos
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Os Surdos gradualmente desenvolvem seu pensamento e
adquirem compreensão de mundo exclusivamente por meio de
suas percepções visuais. A identidade surda se forja no contexto
de uma cultura eminentemente visual. No entanto, essa distinção
não deve ser percebida como uma edificação isolada, mas sim
como um processo de construção:
De acordo com Almeida (2015), os surdos são atores e
protagonistas de sua comunicabilidade, não havendo motivo
para a sociedade ainda considerá-los sujeitos incapazes
ou dependentes linguisticamente. Segundo o autor, esse
entendimento a respeito do surdo ainda se mantém devido:
Entre os dias 06 e 11 de setembro de 1880, em Milão,
ocorreu o Congresso Internacional de Educadores de Surdos, no
qual os reformadores votaram uma metodologia que passasse a
servir como referência mundial que pudesse nortear a educação
de surdos. Trata-se da primeira conferência internacional com
o propósito de discutir a respeito da educação de surdos,
reunindo mais de 160 educadores e especialistas da área.
Como resultado do Congresso, surgiram oito resoluções que
garantiam a hegemonia da filosofia educacional que corroborou
para a instituição:
O primeiro fato histórico que contribuiu para a
sistematização e organização da Língua Brasileira de
Sinais foi:
A Libras formou-se historicamente da:
Conforme estudos desenvolvidos por pesquisadores no
Brasil, pode-se afirmar que o desenvolvimento linguístico-cognitivo do surdo:
Uma grande conquista da comunidade surda brasileira e considerada como um marco histórico, a Lei nº 10436, de 24 de abril de 2002, que reconhece como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados, dispõe, em seu Parágrafo único, que a Língua Brasileira de Sinais:
A educação e a formação dos professores visa
formar profissionais conscientes das demandas
específicas e diversificadas do corpo discente. Uma
dessas demandas é a acessibilidade aos conteúdos
ensinados. Nos cursos de formação de professores
na modalidade à distância, o Decreto nº 5626, de
2005, estabelece que a programação visual:
Os atributos de um educador/tutor em uma instituição
escolar bilingue destinada a estudantes surdos, conforme
delineado por Davie, diz que o professor/ instrutor surdo deve:
O decreto 5626/2005, em seu Capítulo III, no Art. 13, diz
que o ensino da modalidade escrita da Língua Portuguesa, como
segunda língua para pessoas surdas, deve ser incluído como
disciplina curricular nos cursos de formação de professores para
a educação infantil e para os anos iniciais do ensino fundamental,
de nível médio e superior, bem como:
De acordo com Pereira e Freitas-Reis (2023), a inclusão de
um estudante surdo pode ocorrer por meio de:
A cultura surda exprime crenças e valores
originados e transmitidos pelas gerações passadas
de sujeitos surdos ou por seus líderes também
surdos. É uma cultura rica e diversificada. Sobre essa
cultura, é correto afirmar que, no mundo:
O Bilinguismo é uma metodologia muito
defendida para as escolas que recebem alunos
surdos. Segundo essa metodologia, em tal escola o
aluno surdo:
A história dos intérpretes educacionais registra
que, muitos deles, inicialmente, vinham de ambientes
religiosos variados, o que exigia um processo de
desconstrução, que consistia em:
Para BASSO, STROBEL e MASSUTI (2009), o
docente, quando for preparar a proposta curricular
para o ensino de Libras como L1 – primeira língua,
deve organizá-la com base nos diferentes níveis de
ensino, que correspondem:
Segundo a Lei nº 13.146, os tradutores e
intérpretes de Libras atuantes na educação básica
devem ter, no mínimo, a seguinte formação: