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A ascensão do fundamentalismo islâmico foi visivelmente um movimento não apenas contra a ideologia da modernização pela ocidentalização, mas contra o próprio Ocidente. Não por acaso os ativistas desses movimentos perseguem seus fins perturbando as visitas de turistas ocidentais, como no Egito [...]. Por outro lado, o grosso da xenofobia popular nos países ricos era dirigido contra estrangeiros vindos do Terceiro Mundo, e a União Europeia represou suas fronteiras contra a inundação de pobres do Terceiro Mundo em busca de trabalho.

(Eric J. Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995)

O historiador refere-se a uma situação conflituosa da história do final do século XX, que, no início do século seguinte,

Assinale a opção que apresenta corretamente as contribuições e potencialidades da Arqueologia para o estudo da História.

Atenção: o texto a seguir refere-se à próxima questão.

Sem o querer explicitamente, as ciências sociais impõem-se umas às outras, cada uma tende a abranger completamente o social, em sua "totalidade"; cada uma penetra nas suas vizinhas, acreditando, permanecer em seu próprio campo.


Falarei, longamente, da história, do tempo da história. Menos para os leitores desta revista, especialistas em nossos estudos, do que para nossos vizinhos das ciências do homem: economistas, etnógrafos, etnólogos (ou antropólogos), sociólogos, psicólogos, linguistas, demógrafos, Geógrafos, até mesmo matemáticos sociais ou estatísticos, — todos os vizinhos que, há muitos anos, temos seguido em suas experiências e pesquisas, porque nos parecia (e nos parece ainda) que, colocada em sua dependência ou em seu contacto, a história adquire uma nova luz. Talvez, de nossa parte, tenhamos qualquer coisa a lhes dar. Das experiências e tentativas recentes da história, desprende-se uma noção cada vez mais precisa da multiplicidade do tempo e do valor excepcional do tempo longo. Esta última noção, mais do que a própria história — a história de múltiplas faces — deveria interessar às ciências sociais, nossas vizinhas.


Adaptado de: BRAUDEL, Fernand. História e Ciências Sociais. A longa duração, Annales, n.4, 1958. Tradução de Ana Maria de Almeida Camargo na Revista de História, n.62, 1965.

A respeito da relação entre História e outras ciências, Fernand Braudel considera que esta pode fornecer
A União Ibérica foi um importante estímulo à expansão territorial portuguesa sobre o território que legalmente pertencia à Espanha, segundo o Tratado de Tordesilhas. Com isso, aconteceram vários conflitos entre os dois países e foram necessários alguns tratados de limites para que as novas fronteiras se definissem. Sobre os tratados de limites que definiram o território brasileiro, pode-se afirmar que:
Em meio às areias do Vale do Nilo, o Egito Antigo construiu uma civilização marcada por complexas relações políticas, sociais e religiosas, onde a crença na vida após a morte e no poder divino do faraó moldava as instituições e a cultura. Nesse contexto, assinale a alternativa correta sobre a religiosidade e a organização social do Egito Antigo:
Analise as afirmativas a seguir sobre a Independência da Índia em relação ao domínio colonial da Grã-Bretanha e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.

( ) Após a independência, o governo indiano decidiu pela unificação do território, promovendo a coexistência religiosa de hindus e muçulmanos.
( ) Uma das consequências da colonização britânica foi a permanência do sistema monárquico, que, mesmo após a independência, continuou sendo o sistema político adotado pela Índia até os dias atuais.
( ) O enfraquecimento da Grã-Bretanha durante a Segunda Guerra Mundial foi visto pelos indianos como uma oportunidade para pressionar as autoridades britânicas pela conquista da independência.

Assinale a opção que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
A “Política de Apaziguamento“ é um ponto que deve ser analisado com cuidado quando se discute a questão das origens da Segunda Guerra Mundial. Na medida em que a situação internacional tornava-se mais tensa, ao longo da década de 1930, e o militarismo fascista (japonês, italiano e alemão) se agudizava, as potências ocidentais democráticas, aparentemente para evitar um conflito de maiores proporções ou adiar uma confrontação inevitável, fecharam os olhos às agressões do nazifascismo contra regiões e países vizinhos. (Ricardo de Moura Faria, História – volume 3, p. 304. Adaptado)
A “Política de Apaziguamento“ esteve presente
É importante enfatizar que, durante a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria, o objetivo da política exterior norte-americana foi conter o comunismo internacional com políticas que não fosse só militares ou diplomáticas, mas também com programas de cooperação técnica social, educativa e de saúde pública. Isso ocorreu inclusive em zonas consideradas periféricas às superpotências como América Latina e o Caribe, onde existiam poucos partidos comunistas legais ou com uma militância numerosa, mas havia o temor que a pobreza e a doença fossem utilizadas para a propaganda e extensão dos demais. Depois da Segunda Guerra Mundial, os objetivos das políticas internacionais de saúde promovidas por instituições multilaterais e bilaterais, próximas ao poder norte-americano, eram de controlar mais que eliminar por completo algumas das principais doenças infecciosas epidêmicas. Como os ideólogos da Guerra Fria faziam com a contenção do comunismo.
Adaptado de: CUETO, Marcos. La “cultura de la sobrevivência” y la salud pública internacional en América Latina: la Guerra Fría y la erradicación de enfermedades a mediados del siglo XX. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, v.22, n.1, jan.-mar. 2015, p.257.

As afirmativas a seguir apresentam corretamente fatores da atuação sanitária dos Estados Unidos, à exceção de uma. Assinale-a.
Leia o trecho a seguir.

O nacionalismo liberal foi espelhado no mundo real pelas políticas liberais ou liberalizantes de imigração e cidadania que atingiram o pico na mesma época. Contudo, a ironia é que o nacionalismo liberal entrou em campo justamente quando a sociedade e o Estado foram radicalmente remodelados segundo as linhas neoliberais. Se aplicado às políticas de imigração e cidadania, o neoliberalismo partilha com o liberalismo a aversão à discriminação categórica a nível de grupo. Para o neoliberalismo, tal discriminação é particularmente odiosa porque entra em conflito com os seus fundamentos meritocráticos. Mas o neoliberalismo afasta-se do liberalismo ao repudiar a responsabilidade da sociedade e do Estado de corrigir resultados desiguais do mercado. Em vez disso, o neoliberalismo estipula uma autorresponsabilidade austera do indivíduo, seja ele cidadão ou imigrante. Na verdade, a distinção cidadão-imigrante torna-se irrelevante, uma vez que a unidade individual numa ordem neoliberal é o “cidadão trabalhador” etnicamente anônimo. Ao mesmo tempo, o nacionalismo neoliberal remodela a comunidade política de uma comunidade de destino para uma comunidade contratual e dependente da contribuição individual e de um sentido estrito de reciprocidade.

Adaptado de JOPPKE, Chirstian. Neoliberal nationalism and immigration policy, Journal of Ethic and Migration Studies, vol. 50, n. 7, 2024, p. 1658.

Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que o neoliberalismo

Relacione os intelectuais do Renascimento às suas respectivas descobertas científicas.

1. Francis Bacon.

2. Galileu Galilei.

3. Johannes Kepler.

( ) Utilizou o telescópio para observar satélites de Júpiter, comprovou que a Terra orbitava ao redor do Sol e realizou experimentos sobre a queda livre de objetos.

( ) Criou leis sobre os movimentos celestes, como a Lei das Órbitas, que afirmava que os planetas se movem em trajetórias elípticas ao redor do Sol.

( ) Organizou o pensamento humano com base em métodos racionais, adotando o empirismo, e introduziu a Teoria dos Ídolos, que se refere aos obstáculos para alcançar o conhecimento verdadeiro.

Assinale a afirmativa que apresenta a sequência correta, segundo a ordem apresentada.

Texto I

Primeiro cê sequestra eles, rouba eles, mente sobre eles
Nega o Deus deles, ofende, separa eles
Se algum sonho ousa correr, cê para ele
E manda eles debater com a bala que vara eles, mano
Infelizmente onde se sente o sol mais quente
O lacre ainda tá presente só no caixão dos adolescente

EMICIDA. Ismália. Amarelo. São Paulo: Laboratório Fantasma, 2019. Disponível em: https://g.co/kgs/P4m8kX1. Acesso em: 16 jul. 2024.

Texto II
No Brasil, ser negro significa ser mais pobre do que o branco, ter menos escolaridade, receber salário menor, ser mais rejeitado pelo mercado de trabalho, ter menos oportunidades de ascensão profissional e social, dificilmente chegar à cúpula do poder público e aos postos de comando da iniciativa privada [...] ser vítima preferencial da violência urbana, ter mais chances de ir para a prisão, morrer mais cedo.
WESTIN, Ricardo. Negro continuará sendo oprimido enquanto o Brasil não se assumir racista, dizem especialistas. Agência Senado, 22/06/2020. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2020/06/negro-continuarasendo-oprimido-enquanto-o-brasil-nao-se-assumir-racista-dizem-especialistas. Acesso em: 16 jul. 2024.

Sobre a problemática social discutida nos Texto I II, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.

I. O Texto I utiliza a linguagem poética para explicitar a experiência pessoal e coletiva, vivida por pessoas negras, da violência e da discriminação racial. O Texto II, em consonância com a discussão apresentada no Texto I, apresenta evidências que contextualizam as experiências descritas no primeiro texto.
PORTANTO
II. A obrigatoriedade do ensino sobre História e Cultura AfroBrasileira, disposto na legislação desde 2003, contribui para que a letra da música possa ser compreendida pelos estudantes do ensino básico do país, pois o entendimento de trechos como “sequestra eles” e “nega o Deus deles” só é possível a partir de uma análise da história do Brasil que reconhece as características do regime escravocrata e a diversidade religiosa das populações africanas que foram trazidas como escravizadas à colônia portuguesa.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

As exportações de algodão aumentaram de maneira vertiginosa de 1790 a 1860. Em 1820, os Estados Unidos já haviam se convertido no maior produtor mundial de algodão e uns dez estados e territórios dependiam em grande medida do sistema de plantações.

(Philip Jenkis. Breve história dos Estados Unidos, 2017. Adaptado)

O aumento da produção de algodão nos Estados Unidos foi condicionado por alguns fatores, entre os quais

Leia o trecho a seguir de uma carta escrita por um imigrante alemão recém-chegado na região fluminense do Rio de Janeiro, datada de 1852.

Deus esteja convosco! Queridos pais e cunhados. Nós todos nos encontramos ainda com saúde e bem, e desejamos de coração ouvir o mesmo de vocês. Depois de tudo que pudemos ver até agora, consideramos o nosso futuro mais assegurado do que aí em casa. Do porto, onde não pudemos permanecer devido à febre amarela, até a nossa fazenda são aproximadamente 20 milhas. As nossas casas ainda não estão todas prontas e, até lá, teremos que nos contentar com barracas. Agradecemos mil vezes à nossa comunidade por nos ter ajudado com a nossa emigração. Quisera Deus que todos os pobres estivessem aqui no Brasil! Depois de Pentecostes iniciaremos o nosso trabalho diário; é um trabalho fácil, durante o qual recebemos boa alimentação, por exemplo, arroz, pão de milho, feijão e, todos os dias, carne. Há também boa aguardente, até melhor do que a de vocês. Na cidade de Petrópolis, fundada há 7 anos, moram quase só alemães.

ALVES, Débora. Cartas de imigrantes como fonte para o historiador: Rio de Janeiro - Turíngia (1852-1853), Revista Brasileira de História, vol. 23, nº 45, 2003, p. 174. (Adaptado).

A respeito do uso desse material em sala de aula, assinale a afirmativa que descreve corretamente seu objetivo de acordo com os fundamentos do pensamento histórico.
No transcurso da República Romana, período caracterizado por um intricado mosaico de tensões sociais, disputas políticas e conquistas militares, os mecanismos institucionais e os embates entre patrícios e plebeus delinearam o ritmo das transformações que permitiram a Roma consolidar sua hegemonia no Mediterrâneo. Nesse contexto, leis como a Licínia e os esforços de tribunos plebeus para minorar desigualdades sociais se entrelaçaram aos interesses expansionistas que expandiram o domínio romano para além da Península Itálica, estabelecendo conexões entre poder, território e controle social. Considerando essas nuances, assinale a alternativa correta:

Leia o trecho a seguir.

Por milênios, o homem foi caçador. Durante inúmeras perseguições, ele aprendeu a reconstruir as formas e movimentos das presas invisíveis pelas pegadas na lama, ramos quebrados, bolotas de esterco, tufos de pelos, plumas emaranhadas, odores estagnados. Aprendeu a farejar, registrar, interpretar e classificar pistas infinitesimais como fios de barba. Aprendeu a fazer operações mentais complexas com rapidez fulminante, no interior de um denso bosque ou numa clareira cheia de ciladas. O que caracteriza esse saber é a capacidade de, a partir de dados aparentemente negligenciáveis, remontar a uma realidade complexa não experimentável diretamente.


GINZBURG, Carlo. Mitos, Emblemas, Sinais. Morfologia e História. São Paulo: Companhia das Letras, 1989, p. 151-152. (Adaptado).


Sobre o paradigma indiciário na História, com base na leitura do trecho acima, assinale a afirmativa correta.

Avalie as afirmativas a seguir sobre o período conhecido como Pax Romana, e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.

( ) Durante esse período, houve a isenção de tributos e a diminuição do controle militar romano nas províncias locais, o que favoreceu a harmonia social.
( ) Durante esse período, houve uma estagnação da expansão territorial e populacional, uma decisão deliberada com o objetivo de priorizar a prosperidade econômica das possessões já conquistadas.
( ) Durante esse período, houve consideráveis avanços na arquitetura, incluindo o desenvolvimento de estradas que facilitaram a conexão entre diversas localidades do Império.

As afirmativas são, respectivamente,
Leia o trecho a seguir.

Um grande manto de florestas e charnecas cortado por clareiras cultivadas, mais ou menos férteis, tal é o aspecto da Cristandade – algo diferente do Oriente muçulmano, mundo de oásis em meio a desertos. Num local a madeira é rara e as árvores indicam a civilização, noutro a madeira é abundante e sinaliza a barbárie. A religião, que no Oriente nasceu ao abrigo das palmeiras, cresceu no Ocidente em detrimento das árvores, refúgio dos gênios pagãos que monges, santos e missionários abatem impiedosamente. Aqui, o progresso liga-se ao arroteamento, à luta e vitória sobre a mata cerrada, sobre os arbustos ou, quando necessário e o equipamento técnico e a coragem o permitem, sobre os bosques, sobre a floresta virgem. Mas a realidade palpitante é marcada por um conjunto de clareiras mais ou menos vastas, que correspondem a células econômicas, sociais e culturais. Por muito tempo o Ocidente medieval foi um aglomerado, uma justaposição de domínios, de castelos e de cidades surgidos no meio de extensões incultas e desertas. O deserto, aliás, era então a floresta. La se refugiavam os adeptos voluntários ou involuntários da fuga mundi. Eremitas, amantes, cavaleiros errantes, malfeitores, foras da lei.
Adaptado de LE GOFF, Jacques. A civilização do Ocidente Medieval. Caxias do Sul: Edusc, 2005 pp. 123-124.

Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que o imaginário medieval ocidental entendia as florestas como espaços de
Leia o trecho a seguir.

O que entendemos por Época Moderna? Tentar responder a essa pergunta implica discutir uma operação central da historiografia: a periodização. Delimitar conceitual e cronologicamente uma época é um esforço necessário na busca pela compreensão do passado e de atribuição de sentido à ação dos agentes históricos, à força de sujeitos coletivos e ao peso das instituições. Nos termos de uma operação de valor discursivo, a periodização não é passível de ser operacionalizada fora do âmbito da sua enunciação; isto é, ao se nomear e, assim, conferir particularidade a uma porção da história da humanidade, expõe-se imediatamente a fragilidade da linguagem em dar conta do sentido latente do que é delimitado pelo conceito. Para tanto, é preciso inicialmente esclarecer que “Época Moderna” “História Moderna” “Primeira Modernidade” e “Período Moderno” são expressões utilizadas como sinônimos funcionais na historiografia e no ensino escolar e universitário em nosso país. Todavia, essas expressões advêm de tradições historiográficas distintas e, assim, refletem estratégias de periodização nem sempre coincidentes. Ao se analisar processos históricos identificados como particularmente europeus, verificase que os tempos assumem velocidades diferentes na constituição da modernidade e mesmo do que se entende por moderno.
Adaptado de: ARAÚJO, André; Doré, Andréa; Lima, Luís Filipe; Machel, Marília; Rodrigues, Rui. A Época Moderna. Petrópolis: Editora Vozes, 2024, pp. 13 – 23.

Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que o procedimento de nomear e periodizar a época moderna representa

O que implica o sistema da polis é primeiramente uma extraordinária preeminência da palavra sobre todos os outros instrumentos de poder. [...]

Era a palavra que formava, no quadro da cidade, o instrumento da vida política; é a escrita que vai fornecer, no plano propriamente intelectual, o meio de uma cultura comum e permitir uma completa divulgação de conhecimentos previamente reservados ou interditos. Tomada dos fenícios e modificada por uma transcrição mais precisa dos sons gregos, a escrita poderá satisfazer essa função de publicidade porque ela própria se tornou, quase com o mesmo direito da língua falada, o bem comum de todos os cidadãos.

VERNANT, Jean-Pierre. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2015.

A partir da discussão expressa no texto, o que um estudante do Ensino Fundamental II precisa saber para estabelecer conexões entre os modos de vida do passado e do presente?

A monarquia macedônia de Alejandro criou o que desde a Antiguidade foi considerado o primeiro império europeu. Sua sucessora em quase todos seus aspectos foi Roma, a qual tem sido fonte de inspiração, do imaginário e do léxico dos impérios da Europa, desde o espanhol, precursor da modernidade, até o britânico do final do século XIX.
Adaptado de: PADGEN, Anthony. Pueblos e imperios. Una breve historia de la migración, exploración y conquistas europeas, desde Grecia hasta hoy. Barcelona: Penguin Random House Grupo Editorial, 2015, p. 41.

Com base no trecho, assinale a afirmativa que menciona corretamente uma característica do Império Romano.
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