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O pedagogo, como articulador de ações educativas, deve auxiliar à comunidade escolar a redefinir a sua prática, no sentido de desmistificar as relações que se configuram no seu interior, buscando compreendê-las a partir dos pressupostos teóricos que apontem para a democratização do espaço escolar.
Pensar alternativas, criar espaços e tempos de reflexão implica corresponsabilizar-se na efetiva aprendizagem dos alunos. E não perder de vista a perspectiva de que o trabalho pedagógico requer uma capacidade contínua de análise, reflexão e ação contextualizadas. (adaptado: Lucia Cavichioli Pereira e Eliane Cleide da Silva Czernisz)
É fundamental que este profissional supere práticas cotidianas isoladas, sem reflexão e planejamento, que muitas vezes ficam circunscritas a atividades de reorganização de horários, atendimento de salas que estão sem professores etc., deixando em último plano o que seria o foco principal do seu trabalho, que é ser:
A Educação Integral é uma concepção de ensino apoiada em um tripé: ampliação do tempo, reflexão sobre as aprendizagens oferecidas e extensão dos espaços onde elas acontecem.
Marta Scarpato, professora (PUC-SP), destaca que, desde o século 18, já se acreditava e defendia que o ser humano deveria ser formado integralmente. "Nessa perspectiva, a escola teria o papel de propiciar um processo de ensino e aprendizagem visando não apenas o desenvolvimento cognitivo, mas também o social, o físico e o afetivo do aluno e de todos os envolvidos na Educação".
Na prática, conceber uma instituição de ensino integral é ir além da ideia de que os estudantes podem aprender e desenvolver, durante mais tempo, habilidades e competências em disciplinas como Língua Portuguesa, História, Ciências etc.
Esse tipo de escola vem para aumentar as diferentes possibilidades de aprendizagens, reafirmar o direito de todas as crianças e todos os adolescentes à Educação e ao acesso aos diversos conhecimentos.
Nesse sentido, podemos afirmar que a Educação Integral contribui para:
Leia o texto a seguir:
“Bactrocera carambolae (mosca-da-carambola) é uma espécie de grande relevância à fruticultura devido ao ataque a diversas plantas de importância agrícola (carambola, manga, tomate, laranja, limão, acerola, caju, goiaba, jambo, pimenta, entre outras). Sua origem é asiática e em 1975 foi introduzida no continente americano através do Suriname.
No Brasil, sua primeira detecção ocorreu em 1996 no município de Oiapoque (Amapá). Atualmente há confirmação de sua presença em três estados – Amapá (AP), Pará (PA) e Roraima (RR). Por ser considerada uma das maiores ameaças fitossanitárias à fruticultura brasileira (mesmo sob controle constitui risco à economia agrícola), ter distribuição restrita e estar sob controle oficial, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) categoriza essa espécie como praga quarentenária presente (PQP) para o país. [...]
O maior risco de introdução da praga é através de partes vegetais contaminados, principalmente frutos. A presença da praga afeta diretamente na economia, pois os produtores da região que tenha registrado foco da praga são impedidos de comercializar para que a praga não seja levada de uma região para a outra.
Anteriormente, foram definidos pelo MAPA os procedimentos oficiais de vigilância que devem ser adotados em todo o país para as ações de prevenção, contenção, supressão e erradicação da B. carambolae. Nesta legislação consta o detalhamento das medidas a serem aplicadas no caso de constatação da praga, assim como a orientação sobre o trânsito de frutos de espécies hospedeiras da praga provenientes de áreas sob quarentena, protegidas ou onde a praga já se encontra erradicada, além do trânsito interestadual. ”
Revista Brasileira de Fruticultura. Atualização sobre a situação de Bactrocera carambolae em Roraima, 2019. Disponível em: