Um erro interpretativo do antigo calendário Maia levou milhares de pessoas a ficarem apreensivas quanto à possibilidade de uma série de eventos cataclísmicos durante o mês de dezembro de 2012, obrigando a NASA (Agência Espacial Norte Americana) a responder inúmeras cartas e até a divulgar uma nota oficial esclarecedora de que o mundo não iria acabar.
(http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/11/nasa­desmente­fim­do­mundo.html)

Os eventos referidos seriam
Se Carlos é executivo público, então Cláudio é eletricista e André médico. Se Márcia é enfermeira ou Carolina é nutricionista, então André não é médico. Constata-se que Márcia é enfermeira ou que Ana é advogada. Sabe-se, ainda, que Carlos é executivo público. Logo, é verdade que
Um órgão público está constituindo um sistema de orçamentação composto de três módulos separados, a serem montados em softwares adquiridos no mercado. O primeiro módulo reunirá informações de preços de insumos, consumo por item de serviço e índices de reajuste, que devem ser cadastrados e constantemente atualizados. O segundo módulo processará as informações do primeiro, compondo preços de itens de serviços de obra e permitindo calcular os preços dos serviços e obras, parciais e total. O terceiro permitirá determinar duração de atividades e precedência entre elas, para fins de planejamento e gestão da execução da obra. Se forem adquiridos softwares Microsoft, esses módulos corresponderão, respectivamente, aos programas
Para a realização de uma atividade física, três turmas, A, B e C, de um colégio, respectivamente com 45, 39 e 42 alunos, serão divididas em grupos, todos com o mesmo número de alunos e no maior número possível, de modo que cada grupo tenha apenas alunos de uma mesma turma. O número total de grupos que poderão ser formados é
Leia a notícia.

“Crise na zona do euro pode causar recessão global”, diz diretor do BC

O diretor de Assuntos Internacionais e Regulação Financeira
do Banco Central (BC), Luiz Awazu Pereira da Silva, afirmou
hoje que os líderes políticos globais precisam adotar “medidas
fortes” para superar a crise da dívida na zona do euro e evitar
uma recessão mundial. “Nós precisamos de ações políticas
fortes para conter a volatilidade dos mercados”, comentou em
uma conferência em Frankfurt, acrescentando que a crise é
“séria e pode causar uma recessão global.”

(http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2011/11/18/internas_economia,262681/crise-na-zona-do-euro-pode-causarrecessao-global-diz-diretor-do-bc.shtml. Adaptado)

O desemprego é uma das consequências mais graves da atual recessão europeia. Assinale a alternativa que indica corretamente o país da Europa que, em 2011, apresentou a maior taxa de desemprego.
Seu Firmino e o STF

     Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola
passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,
um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar
na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria
de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos)
levando a meninada para a escola.
     O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias,
batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava
com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia
estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior
estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que
a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que
passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o
dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de
volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho,
mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado,
justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou
uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.
Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.
Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui
detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses
antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do
que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”
     Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre
à mão um guarda-chuva.
     Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato
por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo
chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo,
sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades
à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,
autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante
leva à convicção.
     O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir
embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas
que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”,
programa que apresento na TV.

(Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)
Em –… só repetindo verdades à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! (4.º parágrafo) – substituindo-se a expressão a gente pelo pronome nós, e mantendo-se o mesmo tempo verbal, tem-se o seguinte trecho:
No programa Microsoft PowerPoint 2003, em sua configuração padrão, o menu em que está localizada a opção Transição de Slides é
Assinale a alternativa correta sobre as responsabilidades do funcionário público.
Selecione a alternativa que contém a correta afirmação sobre os serviços e recursos utilizados pelos usuários da Internet.
Leia a manchete.

Senadores estendem a lei antifumo para todo o país

(http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1011254-senadores-estendem-a-lei-antifumo-para-todo-o-pais.shtml)

Segundo a lei aprovada pelo Senado,
De acordo com a Lei n.º 10.261/68, ao funcionário público é permitido
A Lei Federal no 12.527/11 dispõe sobre os procedimentos a serem observados pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, com o fim de garantir o acesso a informações previsto na Constituição Federal. Nesse sentido, o órgão ou entidade pública deverá autorizar ou conceder o acesso à informação disponível
Seu Firmino e o STF

     Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola
passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,
um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar
na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria
de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos)
levando a meninada para a escola.
     O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias,
batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava
com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia
estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior
estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que
a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que
passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o
dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de
volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho,
mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado,
justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou
uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.
Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.
Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui
detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses
antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do
que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”
     Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre
à mão um guarda-chuva.
     Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato
por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo
chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo,
sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades
à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,
autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante
leva à convicção.
     O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir
embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas
que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”,
programa que apresento na TV.

(Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)
Com a informação contida entre parênteses, no 1.º parágrafo, –… (eram outros tempos)… – o autor refere-se à época em que
No primeiro dia dos ataques foram 4 ocorrências. No se­ gundo dia, 16. No terceiro, 14. Desde a tarde de segunda-­ ­feira (12.11), Santa Catarina registra ataques a ônibus, bases da Polícia Militar e Civil e veículos particulares em pelo menos 16 cidades. Até esta segunda (19.11), 58 ocorrências desse tipo foram registradas.
(http://g1.globo.com/sc/santa­catarina/noticia/2012/11/ cronologia­dos­ataques.html. Adaptado)

Autoridades do estado investigam a hipótese de que as ações criminosas estejam relacionadas
Segundo a Lei n.o 12.527, de 18.11.2011, dados processados ou não, que podem ser utilizados para produção e transmissão de conhecimento, contidos em qualquer meio, suporte ou formato, constituem a
Escolha praticamente pessoal do ex­presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o prefeito eleito de São Paulo repete parte razoável da trajetória eleitoral da presidente Dilma Rousseff (PT). O estreante Haddad foi uma escolha do partido em lugar de outros membros, mais conhecidos e com trajetória eleitoral já experimentada.

(http://noticias.terra.com.br/retrospectiva/noticias/0,,OI6258568­EI19298,00­ Petista+Fernando+Haddad+e+o+novo+prefeito+de+Sao+Paulo.html. Adaptado)

Antes de sua candidatura a prefeito, Haddad ocupava o cargo de
Extingue-se a punibilidade pela prescrição da falta sujeita à pena
Leia as afirmações sobre a calamidade natural que atingiu o
Japão em março de 2011.

I. A tragédia teve início com o mais violento terremoto já
registrado no país.
II. O país atravessou a mais grave crise nuclear desde o desastre
de Chernobyl, há 25 anos, na extinta União Soviética.
III. Mesmo sendo um país rico, organizado e com espaços
estruturados para suportar abalos, os efeitos foram devastadores,
com destroços amontoados em várias cidades
da região.
IV. O terremoto gerou muitos incêndios e o tsunami deixou
em alerta outros países da costa do oceano Pacífico.

Estão corretas as afirmações
De acordo com a Lei n.º 8.142, de 28 de dezembro de 1990, é correto afirmar que
Em uma edificação, a planta de cobertura especifica
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