O público de um show de rock foi alocado num campo de futebol retangular de dimensões x e y e que tem área A = x2 + 40x metros quadrados. Sabendo que foram vendidos 30.000 ingressos e que foi respeitada a norma das autoridades locais de 5 pessoas por metro quadrado, as dimensões x e y, em metros, desse campo de futebol são, respectivamente:
Free-Diving Family Saves Whale Shark Stuck in a
Fishing Net

BY JASON BITTEL
PUBLISHED AUGUST 8, 2018

While free-diving off the shore of Kaunolû on Hawaii’s island of Lanai, a Hawaiian family saw something they’d never seen before: A young whale shark.
Even for people who spend a lot of time in Hawaii’s crystalline waters, this endangered animal—the world’s largest fish—is a rare and joyous sight.
But the initial wonder faded as Kapua Kawelo and her husband Joby Rohrer, both of whom work on endangered species for the O‘ahu Army Natural Resources Program, noticed the creature had a thick, heavy rope wrapped around its neck.
“It looked really sore,” says Rohrer. “There were these three scars from where the rope rubbed into the ridges on her back. The rope had cut probably three inches into her pectoral fin.”
After filming the shark for a while, the family decided to try to cut the rope with a dive knife. Using only his experience as a free-diver and a small, serrated dive blade, Rohrer dove down again and again at depths of 50 to 60 feet for spans of up to two minutes at a time.
Finally, after about half an hour of careful work and a little bit of support from the couple’s son Kanehoalani and from Jon Sprague, a wildlife control manager for Pûlama Lâna»i, the shark was free.
Then the family’s 15-year-old daughter, Ho’ohila, swam the 150-pounds worth of rope to shore.
“It’s a family story,” says Kapua.

(Adaptado de <https://www.nationalgeographic.com/animals/2018/08/whale-shark-entangled-fishing-net-freed)
What was the family doing when they saw the whale shark?
A interpretação de índices estatísticos é fundamental para se compreender as características dos habitantes de uma cidade, região ou país. Dessa forma, se um país tem elevada expectativa de vida (mais de 80 anos) e baixa taxa de fecundidade, podemos afirmar que:
Um determinado veículo, locomovendo-se 4 horas diariamente, percorre 2880 km, em 6 dias. A quantidade de horas que esse mesmo veículo deverá se locomover por dia, para percorrer 8400 km em 10 dias, é igual a:
O principal desafio da política do desenvolvimento sustentável é encontrar um equilíbrio entre a exploração dos recursos naturais, importante fonte de geração de renda, e a conservação desses recursos. A partir dos anos 1990, surgiu a expressão desenvolvimento sustentável dentro desse processo. Essa forma de exploração da natureza refere-se:

TEXTO REFERÊNCIA PARA AS QUESTÃO.

O Curso "O Poder da Ação", ministrado pelo Master Coach Eduardo Volpato, se trata de uma imersão na mentalidade objetiva de pôr em prática os processos necessários para alcançar objetivos pessoais, profissionais e empresariais. São ferramentas e técnicas voltadas exclusivamente para organizar e acelerar os resultados desejados, agindo de maneira focada, conhecendo a si mesmo como pessoa e profissional e rompendo com os insucessos.

O Poder da Ação é um curso de 2 dias, com exercícios práticos e aplicação de técnicas e ferramentas de Coaching Integral Sistêmico desenvolvidas para que você consiga tomar decisões certas, obter respostas de sucesso e reprogramar seu mindset para ações rápidas e assertivas. Ao final, você descobrirá o que te impede de ter a vida que sempre sonhou (www.vencer.com.br, acesso em 12/07/2019).

Diz-se que um texto é coerente, quando ele se apresenta harmoniosamente estruturado, isto é, quando há nexo entre os fatos e ideias que o compõem. A coesão é, em grande medida, responsável por isso. Analisando-se a estruturação do texto acima, percebe-se que:

I) na segunda linha, a expressão "se trata" compromete a estruturação textual, devido ao significado do verbo e ao uso inadequado do pronome reflexivo "se".

II) a expressão "mentalidade objetiva de pôr em prática" compromete a coerência do texto, uma vez que não se pode atribuir-lhe sentido.

III) a expressão "são ferramentas e técnicas" relaciona-se a "resultados desejados" estando, portanto, garantido o entendimento do texto.

IV) os verbos "agindo", "conhecendo" e "rompendo" demonstram ações em continuidade, e estão corretamente empregados.

V) no final do texto, há uma correção que se faz necessária: "Ao final, você descobrirá o que o (a) impede...

Estão corretos apenas:

O adiado avô.

Mia Couto.
Nossa irmã Glória pariu e foi motivo de contentamentos familiares. Todos festejaram, exceto o nosso velho, Zedmundo Constantino Constante, que recusou ir ao hospital ver a criança. No isolamento de seu quarto hospitalar, Glória chorou babas e aranhas. Todo o dia seus olhos patrulharam a porta do quarto. A presença de nosso pai seria a bênção, tão esperada quanto o seu próprio recém-nascido. - Ele há-de vir, há-de vir. Não veio. Foi preciso trazerem o miúdo a nossa casa para que o avô lhe passasse os olhos. Mas foi como um olhar para nada. Ali no berço não estava ninguém. Glória reincidiu no choro. (...). Suplicou a sua mãe Dona Amadalena. Ela que falasse com o pai para que este não mais a castigasse. Falasse era fraqueza de expressão: a mãe era muda, a sua voz esquecera de nascer. O menino disse as primeiras palavras e, logo, o nosso pai Zedmundo desvalorizou: - Bahh! Contrariava a alegria geral. À mana Glória já não restava sombra de glória. (...) O homem sempre acinzentava a nuvem. Mas Zedmundo, no capítulo das falas, tinha a sua razão: nós, pobres, devíamos alargar a garganta não para falar, mas para melhorengolir sapos. - E é o que repito: falar é fácil. Custa é aprender a calar. E repetia a infinita e inacabada lembrança, esse episódio que já conhecíamos de salteado. Mas escutamos, em nosso respeitoso dever. Que uma certa vez, o patrão português, perante os restantes operários, lhe intimou: - Você, fulano, o que é que pensa? Ainda lhe veio à cabeça responder: preto não pensa, patrão. Mas preferiu ficar calado. - Não fala? Tem que falar, meu cabrão. Curioso: um regime inteiro para não deixar nunca o povo falar e a ele o ameaçavam para que não ficasse calado. E aquilo lhe dava um tal sabor de poder que ele se amarrou no silêncio. E foram insultos. Foram pancadas. E foi prisão. Ele entre os muitos cativos por falarem de mais: o único que pagava por não abrir a boca. - Eu tão calado que parecia a vossa mãe, Dona Amadalena, com o devido respeito... Meu velho acabou a história e só minha mãe arfou a mostrar saturação. Dona Amadalena sempre falara suspiros. Porém, em tons tão precisos que aquilo se convertera em língua. Amadalena suspirava direito por silêncios tortos. (...) A mulher puxou-o para o quarto. Ali, no côncavo de suas intimidades, o velho Zedmundo se explicou. (...). Eu não sou avô, eu sou eu, Zedmundo Constante. Agora, ele queria gozar o merecido direito: ser velho. A gente morre ainda com tanta vida! - Você não entende, mulher, mas os netos foram inventados para, mais uma vez, nos roubarem a regalia de sermos nós. E ainda mais se explicou: primeiro, não fomos nós porque éramos filhos. Depois, adiámos o ser porque fomos pais. Agora, querem-nos substituir pelo sermos avós. (...)
A linguagem do texto é marcada por uma profusão de recursos literários, entre os quais, a intertextualidade. Assinale a alternativa que registra esse recurso.
Um decorador de interiores utiliza peças de espelhos,que têm a forma de círculos com raios medindo 0,5 metro cada, para decorar uma parede. O custo do m2 do espelho é R$ 12,00. Se o decorador for utilizar 5 peças para atender um cliente, então seu custo total será de: (π = 3,14)
As pessoas com deficiência buscam sua integração social e comunitária e têm, nas garantias legais, uma maior atenção, especialmente nas instituições sociais. A Lei no 7853/1989, e demais derivações e adequações, dispõe sobre as normas gerais que asseguram o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas com deficiências (PCDs). Conforme estabelecido nesta lei, as medidas na área da educação correspondem às competências e finalidades para o tratamento prioritário e adequado das PCDs. Desta forma, assinale a alternativa correta.
Em texto publicado no New York Times, Neal Gabler, da Universidade do Sul da Califórnia, argumenta que vivemos em uma sociedade na qual ter informações tornou-se mais importante do que pensar: uma era pós-ideias(...). Seu ponto de partida é uma constatação desconcertante: vivemos em uma sociedade vazia de grandes ideias, leia-se, conceitos e teorias influentes, capazes de mudar nossa maneira de ver o mundo. (...) Não somos menos inteligentes do que nossos ancestrais. A razão para a esqualidez de nossas ideias, segundo o autor, é que vivemos em um mundo no qual ideias que não podem ser rapidamente transformadas em negócios, lucros, são relegadas às margens. Tal condição é acompanhada pelo declínio dos ideais iluministas – o primado da razão, da ciência e da lógica – e a ascensão da superstição, da fé e da ortodoxia. (...)

O autor aponta que a principal causa da debilidade das nossas ideias é o excesso de informações. Hoje, graças à internet, temos acesso facilitado a qualquer informação, de qualquer fonte, em qualquer parte do planeta. Colocamos a informação acima do conhecimento. Temos acesso a tantas informações que não temos tempo para processá-las. (...) Saber, ou possuir informação, tornou-se mais importante do que conhecer; mais importante porque tem mais valor, porque nos mantêm à tona, conectados em nossas infinitas redes de pseudorrelações.

As novas gerações estão adotando maciçamente as mídias sociais, fazendo delas sua forma primária de comunicação. Para Glaber, tais mídias fomentam hábitos mentais que são opostos àqueles necessários para gerar ideias. Elas substituem raciocínios lógicos e argumentos por fragmentos de comunicação e opiniões descompromissadas.

O mesmo fenômeno atinge as gerações mais velhas. Nas empresas, muitos executivos passam parte considerável de seu tempo captando fragmentos de notícias sobre mercados, concorrentes e clientes. (...) Vivem a colher informações e distribuí-las, sem vontade ou tempo para analisá-las. Tornam-se máquinas de captação e reprodução. À noite, em casa, repetem o comportamento nas mídias sociais. Seguem a vida dos amigos e dos amigos dos amigos; comunicam-se por uma orgia de imagens e frases curtas, signos cheios de significado e vazios de sentido. (Carta Capital, 16/10/2011)

Analise as assertivas dadas a seguir.

I) A sociedade atual não produz conhecimentos impactantes.

II) No mundo em que vivemos, a ciência tem pouco valor; predominam as ideias infundadas, e os dogmatismos.

III) Com tanta informação disponível, as novas gerações não precisam aprofundar seus conhecimentos: sabem de tudo um pouco.

IV) Os ideais iluministas são muito marcantes e a sociedade atual não consegue ultrapassá-los.

V) Na atualidade, as sociedades são regidas por interesses negociais que se traduzam em lucro.

Assinale aquelas que estão de acordo com as ideias do texto.

Podemos dizer que habitação é o lugar de moradia, onde as pessoas vão construir a sua história. Em relação a esse processo, podemos afirmar que, no Brasil:

Lucas conseguiu economizar R$12950,00, para gastar na sua tão sonhada viagem internacional. Um pouco antes da viagem, Lucas trocou reais por dólares e o câmbio do dia indicava que U$ 1,00 = R$ 3,70. Retornando ao país, Lucas trocou seus dólares restantes por R$ 187,50, com o câmbio do dia indicando U$ 1,00 = R$ 3,75. Podemos afirmar que Lucas gastou em sua viagem, em dólares, exatamente:

Um dos fatos mais ilustrativos da Ditadura Civil Militar do Brasil foi o caso do jornalista Vladimir Herzog. Em outubro de 1975, o jornalista foi intimado a comparecer ao DOI-CODI de São Paulo, sob a alegação de ter ligações com o PCB. Herzog apresentou-se ao DOI-CODI, voluntariamente, e não saiu vivo de lá. Ele foi torturado até a morte, mas o caso foi apresentado como suicídio por enforcamento. Sobre isso, é correto afirmar que:

A trajetória do tomate

“[...] DO CAMPO AO MERCADO: A história começa no campo de cultivo de um agricultor japonês em Belém Novo, bairro de Porto Alegre. O sr. Suzuki colhe e vende seus tomates para um supermercado. DO MERCADO À CASA DAS FAMÍLIAS: No supermercado, uma senhora compra porco e tomate para preparar o almoço de sua família. A sra. Anete faz a transação com o dinheiro obtido com a revenda de perfumes de uma fábrica - o dinheiro é o elemento constante na trajetória.

DA CASA DAS FAMÍLIAS AOS PORCOS: Ao cozinhar, a sra. Anete joga no lixo um dos tomates comprados no supermercado. O lixo é recolhido e levado até o aterro sanitário. Ali, o material orgânico é separado - e os itens em melhor estado são servidos a porcos de um terreno na Ilha das Flores. DOS PORCOS A OUTRAS FAMÍLIAS: O material orgânico restante é dado a famílias pobres, que têm 5 minutos para entrar no cercado dos porcos e recolher os alimentos. “Estas mulheres e crianças são seres humanos, com telencéfalo altamente desenvolvido, polegar opositor e nenhum dinheiro”, define o narrador [...]”.

(Fonte: O passo a passo de “ilhas das Flores”, o melhor curta nacional. Disponível em https://www.nexojornal.com.br/expresso/2019/05/06/Opasso-a-passo-de-%E2%80%98Ilha-das-Flores%E2%80%99-omelhor-curta-nacional. O texto Trajetória do tomate é o subtítulo da análise, de Juliana Sayuri, de 2019, intitulada: O passo a passo de ‘Ilha das Flores’, o melhor curta nacional. Acesso em 04/08/2019.

O fragmento do texto procura explanar a narrativa do documentário Ilha das Flores (1989), dirigido por Jorge Furtado, cujo objetivo é criticar a terrível condição de vida das pessoas que se alimentam de restos de comida dos porcos. Tanto o documentário quanto o fragmento, apontam um fato social comum como causa geradora dessa situação. Assinale a alternativa que aponta a causa da situação apresentada, a partir de uma condição social, segundo as obras aqui referidas.

O alimentar-se com os restos:

Leia o texto com atenção.

“O que os brasileiros testemunharam foi uma inversão: a política, que sempre foi algo do campo público, invadiu o campo privado, passando a ser um fator íntimo, um fator primeiro de identificação. Dias atrás uma amiga presenciou uma conversa em que duas garotas decidiam quais os critérios para dividir apartamento com uma outra. “Não suportaria dividir com uma petista”, disse uma delas. Essa conversa, exceto no caso de militantes mais radicais, dificilmente aconteceria anos atrás: ninguém costumava perguntar qual era a orientação política antes de dividir a casa com alguém.”

(BRUM, Eliane. Doente de Brasil. El país, 02 ago 2019. Acesso em 05 ago 2019. https:// brasil.elpais.com/brasil/2019/08/01/opinion/ 1564661044_448590.html)


Com relação ao texto, é possível afirmar que:

Podemos definir o atual processo de globalização como:

Na estrutura brasileira do Estado Democrático de Direito, o Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição Federal de 1988, valendo-se de seus princípios para decisões que impactam a sociedade brasileira. Vide a decisão da Ministra Rosa Weber:


A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século 19 e o cerceamento à liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa, e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violaçãointensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo”. [Inq 3.412, rel. p/ o ac. min. Rosa Weber, j. 29-3-2012, P, DJE de 12- 11-2012.]

Conforme estabelece o Art. 7º da Constituição Federal, NÃO é um direito dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

Sobre atendimento ao trauma, assinale a alternativa CORRETA:
“Odeio os indiferentes (...) Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão e partidário. (...) A indiferença é o peso morto da história. É a bola de chumbo para o inovador, é a matéria inerte na qual freqüentemente se afogam os entusiasmos mais esplendorosos. (...) A indiferença atua poderosamente na história. Atua passivamente, mas atua. (...) O que acontece, o mal que se abate sobre todos, o possível bem que um ato heróico (de valor universal) pode gerar, não se deve tanto à iniciativa dos poucos que atuam, quanto à indiferença de muitos. (...) Os fatos amadurecem na sombra porque mãos, sem qualquer controle a vigiá-las, tecem a teia da vida coletiva e a massa não sabe, porque não se preocupa com isso. Os destinos de uma época são manipulados de acordo com visões restritas, os objetivos imediatos, as ambições e paixões pessoais de pequenos grupos ativos, e a massa dos homens ignora, porque não se preocupa”. (GRAMSCI)
A partir do texto acima e da perspectiva de análise filosófica sobre política, participação e cidadania, podemos inferir que:
Sobre a Lei nº 8.142/1990, assinale a alternativa CORRETA.
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