Questões de Concursos

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Os três anos iniciais do Ensino Fundamental devem assegurar:

a a alfabetização e o letramento.
b o desenvolvimento das diversas formas de expressão, incluindo o aprendizado da Língua Portuguesa, da Literatura, da Música e demais Artes, da Educação Física, assim como o aprendizado da Matemática, de Ciências, de História e de Geografia.
c a continuidade da aprendizagem, tendo em conta a complexidade do processo de alfabetização e os prejuízos que a repetência pode causar no Ensino Fundamental como um todo e, particularmente, na passagem do primeiro para o segundo ano de escolaridade e deste para o terceiro.

(Parecer CNE/CEB 11/2010)

Para tanto, é necessário considerar os três anos iniciais do Ensino Fundamental voltados para ampliar as oportunidades de sistematização e aprofundamento das aprendizagens básicas, imprescindíveis para o prosseguimento dos estudos, a todos os alunos. E, ainda, devem ser considerados como: 
A urna I contém 9 bolas: 3 pretas, 2 brancas e 4 vermelhas. A urna II contém 8 bolas: 4 pretas, 1 branca e 3 vermelhas. A urna III contém 9 bolas: 1 preta, 3 brancas e 5 vermelhas. Escolhe-se uma urna ao acaso e dela extrai-se uma bola também ao acaso, sabendo que a bola sorteada foi branca, a probabilidade de ter vindo da urna II é de:
Sobre listas encadeadas, é INCORRETO afirmar que:

Um dos campos de atuação do serviço social que merece destaque na contemporaneidade é o trabalho na área sociojurídica. A família, nesse contexto, deve ser considerada nas suas diversas configurações. Nesse sentido, a chamada “judicialização de conflitos familiares” é expressa por meio:
Segundo a análise de Marconsin, apud Forti & Guerra (2013), a documentação tem a importante tarefa de oferecer subsídios para a análise e intervenção do serviço social na realidade. De acordo com a autora, essa tarefa faz parte:
A salinização do solo é um problema crescente devido à intensificação da agricultura e ao manejo incorreto da água de irrigação, em especial nas regiões áridas e semiáridas. Dados da FAO estimam que, dos aproximadamente 230 milhões de hectares de terras irrigadas no mundo, 44 milhões são afetados por excesso de sais. Diversos estudos vêm testando a participação de espécies halófitas na dessalinização desses solos. Tal estratégia de restauração do ambiente recebe o nome de:
Sobre o TRIAC, analise as afirmativas abaixo.
I Pode ser utilizado para controle de fase de tensão alternada.
II Conduz corrente em ambos os sentidos.
III Em cada semiciclo deve ser aplicada tensão no gatilho no instante em que o disparo for desejado.
Das afirmativas acima:
Há diferença entre a atividade de traduzir e a de interpretar. Dentre as peculiaridades elencadas abaixo, aquela que NÃO caracteriza o trabalho de interpretes, mas de tradutores, é:
MINHA CALÇADA

   
  Morreu na semana passada, atropelado pela multidão que vinha na direção oposta, o último cronista andarilho. Ele insistia em fazer como seus antepassados, João do Rio, Lima Barreto, Benjamim Costallat, Antônio Maria, Carlinhos Oliveira, e flanava em busca de assuntos. Descanse em paz, pobre coitado.
      O cronista andarilho estava na calçada par da Avenida Rio Branco, em frente à Galeria dos Empregados no Comércio, às 13h15m de quarta-feira, quando foi abalroado por um pelotão de transeuntes que marchava apressado no contrafluxo. Caiu, bateu com a cabeça num fradinho. Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.
      A perícia encontrou em seu bolso um caderno com a anotação “escrever sobre as mulheres executivas que caminham de salto alto sobre as pedras portuguesas do Centro, o que lhes aumenta ainda mais a sensualidade do rebolado”. O documento, entregue ao museu da Associação Brasileira de Imprensa, já está numa vitrine de relíquias cariocas.
      O cronista que ora se pranteia era um nostálgico das calçadas e tinha como livro de cabeceira “Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro”. Nele, Joaquim Manuel de Macedo descreve uma caminhada pela Rua do Ouvidor como um dos grandes prazeres da vida. No apartamento do cronista, de quem no momento se faz este funéreo, foi encontrada também a gravura de J. Carlos em que um grupo de almofadinhas observa, deslumbrado, a passagem de uma melindrosa de vestido curto e perna grossa pela Avenida Central dos anos 1920.
      As calçadas inspiravam o morto. Fez dezenas de crônicas sobre a poesia do flanar sem rumo, às vezes lambendo uma casquinha de sorvete. Numa delas chegou a falar da perda de tempo que era subir até o Corcovado para admirar o Rio. O cronista andarilho, agora de saudosa memória, dizia não haver melhor jeito e lugar para se entender a cidade do que bater perna descompromissadamente, mas em passos mais curtos do que essa palavra imensa, pelas calçadas.
      Ele ia assim como quem não quer nada, na terapia gratuita de atravessar de um lado para o outro e não estar focado em nada — enfim, na exata contramão do que recomenda o odioso estresse moderno que o atropelou próximo ao turbilhão da Galeria.
      O cronista andarilho gostava de ouvir os torcedores discutindo futebol na banca do botafoguense Tolito, na esquina com a Sete de Setembro. Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza no Largo da Carioca, ou dar uma parada no Cineac Trianon, na Rio Branco 181, e avaliar as fotos das strippers que naquele momento estariam tirando a roupa lá dentro, na tela do cinema.
      A vida era o que lhe ia pelas calçadas do Rio, um espaço historicamente sem entraves para se analisar como caminhava a Humanidade. O cronista andarilho, desde já saudoso como o frapê de coco do Bar Simpatia, não percebeu o fim das calçadas — e, na distração habitual, foi vítima da confusão que se estabeleceu sobre elas, uma combinação criminosa das novas multidões apressadas com fradinho, anotador do jogo do bicho, bicicleta, burro sem rabo, mesa de botequim, gola de árvore acimentada, esgoto, banca de jornal, segurança de loja sentado no meio do caminho e o escambau a quatro.
      Calçadas não há mais. Eram passarelas onde os vizinhos se encontravam, perpetuavam os hábitos do bairro e tocavam a vida em frente com certa intimidade pública — no subúrbio chegava-se a colocar as cadeiras para curtir com mais conforto o mundo que passava. O cronista andarilho acreditava que na calçada pulsava a alma carioca. Com o caderno sempre à mão, anotava os modismos, os pequenos acontecimentos. No dia seguinte publicava o que achava ser a história afetiva da cidade, aquela em que as pessoas se reconhecem, pois são as obreiras.
      O homem gastava sola de sapato. Uma outra inspiração para o seu ofício era o livro “A arte de caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro”, escrito pelo contista e pedestre Rubem Fonseca nos anos 1990. Ainda havia calçada suficiente para o protagonista descer andando das ladeiras do Morro da Conceição, se esgueirar pelos becos nos fundos da Rua Larga e, sem GPS, chegar à Rua Senador Dantas. Não há mais.
      O cronista peripatético costumava cruzar na vida real com Rubem Fonseca, os dois flanando pelas calçadas do Leblon. As meninas do Leblon não olhavam para eles, não tinha importância. O mestre seguia em aparente calma, enquanto a mente elucubrava cenas cruéis de sexo e violência para um próximo conto. Mas, como sabem todos os que têm passado por ali, as calçadas do Leblon também desapareceram embaixo de tapume do metrô e da multidão trazida pelo shopping center. O engarrafamento agora é de gente — e foi aí que se deu o passamento do último cronista andarilho, vítima da absoluta impossibilidade de se caminhar pelas agressivas calçadas da sua cidade.

                                                                                        (SANTOS, J. Ferreira dos. O Globo, 17/03/2014.)
“Descanse em paz, pobre coitado.” (§ 1)

A frase imperativa acima foi reescrita de formas distintas e em distinto tratamento. Entre elas está INCORRETA a seguinte:
No Menu Exibir do Windows Explorer, a opção que faz com que o modo exibição dos arquivos e pastas forneça informações tais como nome, tipo, tamanho e data de modificação é:
O idoso, em geral, faz uso de diversos medicamentos concomitantemente e merece ampla atenção farmacêutica, no que diz respeito às possíveis interações. O potencial para interações é de ordem de 100% quando o número de medicamentos prescrito é de, no mínimo, oito. Anti-inflamatórios não esteróides com anti-hipertesivos costumam se consumidos por idosos e o farmacêutico deve alertá-los porque
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

Existe no Oceano Pacífico uma ilha feita de duas montanhas. É como se alguém tivesse colado dois grandes montes de terra no meio do mar. A maior chama-se Tristeza e a menor, Alegria.

Dizem que há muitos anos atrás a Alegria era maior e mais alta que a Tristeza. Dizem também que, por causa de um terremoto, parte da Alegria caiu no mar e afundou, deixando a montanha do jeito que está hoje.

Ninguém sabe se isso é mesmo verdade. Verdade é que ao pé desses dois cumes, exatamente onde eles se encontram, moram uma menina chamada Aleteia e sua avó.

Aleteia e a avó são como as montanhas: duas pessoas que estão sempre juntas.

Hoje Aleteia é menor, mais baixa que sua avó; acontece que daqui a algum tempo, ninguém sabe quando, Aleteia vai acordar e estará mais alta que a avó. Aleteia vai crescer e eu acho que, quando esse dia chegar, elas ainda estarão juntas. Igual às montanhas da ilha.

Um dia Aleteia perguntou: “Vovó, quem fez o mundo?”, e sua avó respondeu: “Deus”.

- Todo ele?
- Sim, todo.
- Sozinho?
- Sim, sozinho.

Aleteia saiu da sala com aquela conversa na cabeça. Não estava convencida. Pensou muito a respeito do assunto. Para raciocinar melhor, saiu para caminhar e caminhou muito pela ilha. Pensava sozinha, pensava em voz alta e começou a dividir seus pensamentos com as coisas que lhe apareciam pelo caminho: folhas, árvores, pedras, formigas, grilos, etc. Deus tinha criado o mundo sozinho?

(KOMATSU, Henrique. A menina que viu Deus. p.3-6, formato eletrônico, fragmento.)
Das frases abaixo, a que NÃO apresenta uma comparação é:
De acordo com o Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais de Niterói, o servidor, em cada período de cinco anos, pode tirar licença para tratamento de doença em pessoa da família por, no máximo: 
Sobre a deterioração de pescados, observe as afirmativas a seguir. I O desenvolvimento bacteriano apresenta-se como um dos principais fatores responsáveis pela deterioração de pescados. II Visando aumentar o tempo de conservação dos pescados, o peixe deve ser eviscerado logo após a captura. III A deterioração enzimática é importante em peixes eviscerados e limpos dos conteúdos digestivos. 
Das afirmativas acima, apenas:
O arquivo de nome “arquivo.cfg.txt.zip.exe”, do ponto de vista do sistema (Microsoft Windows XP), é um:
“Vamos considerar algumas características adaptativas das plantas que crescem em ambientes desérticos — caules suculentos e colunares (os quais garantem a capacidade de armazenar água), espinhos protetores e folhas reduzidas. Três famílias fundamentalmente diferentes de plantas floríferas — Euphorbiaceae, Cactaceae e Asclepiadaceae — têm membros que evoluíram nesta direção. (...) Os cactos nativos (com uma exceção) ocorrem exclusivamente no Novo Mundo. Os representantes suculentos comparáveis das famílias das euforbiáceas e asclepiadáceas ocorrem principalmente nas regiões desérticas da Ásia e especialmente da África, onde eles desempenham um papel ecológico similar aos dos cactos do Novo Mundo.”

(RAVENP.H.; EVERT R. F.; EICHHORN S. E. Biologia Vegetal. 7a ed. Editora Guanabara Koogan S. A., Rio de Janeiro. 2011).

O texto descreve um exemplo de:
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