Questões de Concursos
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Diante de um ato infracional de grave violência cometido por um adolescente a um outro adolescente, a autoridade judicial determinou, inicialmente, a medida privativa de liberdade do infrator durante 3 anos.
Em face da situação hipotética acima descrita, julgue os itens a seguir.
Com base na gravidade do fato, a autoridade judicial agiu acertadamente ao definir, inicialmente, o prazo do cumprimento da medida pelo adolescente.Uma adolescente com 16 anos de idade sai pouco de seu bairro, onde freqüenta um salão de baile, um lugar “respeitado”, e vai a pizzarias. Fora isso, vai aos shoppings. Atualmente, ela cursa a 5.ª série do ensino fundamental e já foi reprovada três vezes, pois não alcança média suficiente em matemática. “O professor dá tanta coisa que não entendo, o ano vai passano, quando vejo não deu. Mais uma reprovação. Acho que não dou prá matemática”, diz ela.
Diante da situação acima relatada, julgue os itens que se seguem.
A afirmação de que “o ano vai passano, quando vejo, não deu. Mais uma reprovação. Acho que não dou prá matemática” denota certa passividade da adolescente em relação ao seu processo de aprendizagem de matemática, assumindo para si a culpa pelo fracasso escolar.Uma adolescente com 16 anos de idade sai pouco de seu bairro, onde freqüenta um salão de baile, um lugar “respeitado”, e vai a pizzarias. Fora isso, vai aos shoppings. Atualmente, ela cursa a 5.ª série do ensino fundamental e já foi reprovada três vezes, pois não alcança média suficiente em matemática. “O professor dá tanta coisa que não entendo, o ano vai passano, quando vejo não deu. Mais uma reprovação. Acho que não dou prá matemática”, diz ela.
Diante da situação acima relatada, julgue os itens que se seguem.
Com base na fala da adolescente,“o professor dá tanta coisa que não entendo”, subentende-se que o conteúdo trabalhado nas aulas de matemática é visto como um amontoado de informações. Sem referência cultural, a aluna consegue fazer pouca ou nenhuma relação com a sua vida prática.Uma adolescente com 16 anos de idade sai pouco de seu bairro, onde freqüenta um salão de baile, um lugar “respeitado”, e vai a pizzarias. Fora isso, vai aos shoppings. Atualmente, ela cursa a 5.ª série do ensino fundamental e já foi reprovada três vezes, pois não alcança média suficiente em matemática. “O professor dá tanta coisa que não entendo, o ano vai passano, quando vejo não deu. Mais uma reprovação. Acho que não dou prá matemática”, diz ela.
Diante da situação acima relatada, julgue os itens que se seguem.
A aluna em questão e grande parte dos adolescentes das classes populares no Brasil são marcados por uma trajetória escolar com inúmeras reprovações. Essas reprovações acarretam grandes prejuízos para o sistema de ensino e para o aluno. Analisando-se os prejuízos em uma escala, o mais prejudicado ainda é o aluno. Os freqüentes insucessos contribuem para gerar, no aluno, um sentimento de insegurança, desinteresse, baixa auto-estima, além de um estímulo para o abandono da escola antes de completar seus estudos.Planejo a avaliação depois. Geralmente as atividades que constam da avaliação são quase idênticas às que são trabalhadas durante as aulas. A coordenadora me dá os modelos de provas. Dou uma olhada no conteúdo. Caso tenha alguma coisa que ainda não dei, vou trabalhando e reforçando até o dia da avaliação e dou um questionário parecido com o que será cobrado na prova.
Diante da situação hipotética acima, que apresenta o depoimento de um professor, julgue os itens seguintes.
De acordo com a teoria socioconstrutivista, o aluno é concebido como o construtor de sua aprendizagem. A avaliação, na verdade, explicita as aprendizagens e dificuldades dos alunos. De acordo com essa teoria, os erros devem ser vistos como objetos de estudo, uma vez que eles revelam as representações e as estratégias dos alunos.Em uma escola que trabalha com a modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA), foi organizada uma classe para atender adolescentes, jovens e adultos na faixa etária entre 15 e 30 anos em fase de alfabetização. Alguns desses alunos já estão integrados ao mercado de trabalho, principalmente o de natureza informal, e outros estão desempregados, especialmente os mais novos. Todos tiveram uma passagem pela escola e não conseguiram aprender a ler e a escrever. Neste ano, retomaram seus estudos com vontade de recuperar o que não foi aprendido. Em uma das aulas, o professor distribuiu um texto para a turma fazer uma leitura silenciosa individualmente. Ao perceber que uma das alunas, que está desempregada, não estava lendo o texto proposto, o professor então disse: “Você, fulana, fica aí sem querer ler e escrever, vai trabalhar de quê? Faxineira? Olha lá, se alguém quer faxineira que não saiba ler nem escrever!
Diante da situação hipotética acima descrita, julgue os itens a seguir.
Quando o professor em questão disse “Você (...) vai trabalhar de quê? Faxineira? Olha lá, se alguém quer faxineira que não saiba ler nem escrever”, ele valorizou a adolescente, uma vez que, para ser faxineira, é preciso saber ler e escrever.Diante de um ato infracional de grave violência cometido por um adolescente a um outro adolescente, a autoridade judicial determinou, inicialmente, a medida privativa de liberdade do infrator durante 3 anos.
Em face da situação hipotética acima descrita, julgue os itens a seguir.
Como o adolescente cometeu um ato infracional grave de violência a um outro adolescente, a equipe de disciplina da instituição responsável pelo cumprimento da medida privativa de liberdade deve definir, inicialmente, que o adolescente-infrator não ingresse em atividades pedagógicas junto a outros adolescentes sem prévia autorização da autoridade judicial.O dirigente de uma creche acolheu em sua instituição um adolescente, com 16 anos de idade, que cursa a 6.ª série do ensino fundamental, no turno vespertino, com um exímio domínio de informática, a fim de cumprir a medida de prestação de serviço à comunidade. Para o cumprimento da medida, foi definido que o adolescente ajudasse a organizar os prontuários das crianças, de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas, com duas horas de almoço livre.
Em relação a medidas socioeducativas, limites e possibilidades e considerando a situação hipotética acima exposta, julgue os itens que se seguem.
O horário de trabalho estipulado para o adolescente é condizente com o que dispõe o Estatuto da Criança e do Adolescente quanto à medida socioeducativa de prestação de serviço à comunidade.Os educadores de uma entidade que trabalha com adolescentes com privação de liberdade, em uma reunião, discutiram a prática pedagógica desenvolvida nessa instituição. O professor de matemática começou a discussão, dizendo que não via crescimento dos alunos, uma vez que eles aparentavam uma certa apatia. O professor afirmou que “na hora da explicação, os alunos não fazem perguntas relacionadas ao conteúdo. Não lêem os comandos dos exercícios e fazem tudo errado, e, quando peço para refazê-los, dizem que não vão fazer e fica por isso mesmo. Dou as aulas, exponho todo o assunto no quadro de giz. Depois, distribuo uma lista de exercício para fixar a matéria. A maioria não faz a atividade, alegando que não entendeu a explicação”.
A professora de português teve a mesma visão do professor de matemática. Segundo ela, “os alunos não sabem nada. Não querem ler os textos solicitados. São agressivos e, quando peço para fazerem a dramatização de um texto, a fim de mudar a rotina da aula, tenho de ficar no pé deles. Se não, não sai nada”. A coordenadora pedagógica disse que as declarações dos professores indicavam diversos problemas na prática pedagógica, mas considerou a relação entre professor e aluno como um dos mais sérios. Os professores discordaram.
Diante da situação hipotética acima, julgue os itens a seguir.
O seguinte trecho da fala do professor de matemática “quando peço para refazê-los, dizem que não vão fazer e fica por isso mesmo” reflete uma prática pedagógica flexível na instituição.