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Apesar da relevância da auto-regulação por parte das escolas, como mecanismo para romper com as práticas de avaliação centralizadas e burocráticas propostas pelos sistemas de ensino, para Mônica Thurler, as escolas apresentam dificuldades em efetivar uma auto-avaliação consistente. Segundo a autora, tais dificuldades existem porque

São atividades-meio atribuídas à escola, pela LDB,

Em relação à autonomia para a escola de educação básica, a LDB preconiza que:

Segundo Marlene Guirado, apoiando-se em Foucault, a autoria dos embates no ensino é atribuída

O Assistente de Direção deverá contribuir para que o estabelecimento de ensino no qual atua cumpra, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, com as incumbências previstas pela LDB, dentre as quais estão:

Segundo César Coll, a escola ativa tem como característica a atividade

Em conseqüência, Mônica Thurler defende que a avaliação das escolas deve partir do pressuposto de que

Vários autores identificam relações entre disciplina e moralidade. Um exemplo de tal relação pode ser encontrado na afirmação:

Daniel D. Sage defende que as estratégias para a promoção de práticas inclusivas nas escolas exigiriam um novo tipo de liderança por parte dos administradores: a liderança pró-ativa, a qual teria por tarefas:

Até a década de 1990, as políticas do Governo Federal para a educação especial, na opinião de Mazzota, refletiam

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