Uma propriedade recebida como herança foi dividida entre os membros da família do seguinte modo:

  - 1/2 da propriedade foi dividida entre três irmãos.
  - 1/3 da propriedade foi dividida entre duas irmãs.
  - A mãe recebeu 3/4 do restante da propriedade.
  - Retiradas todas as partes dos membros da família, o restante foi doado para uma escola.

A parte doada foi avaliada em R$ 60.000,00.

Assinale a alternativa que indica a avaliação de toda a propriedade:

Leia o texto a seguir:

“Racismo leva 11 pessoas à prisão: grupo acusado de colar adesivos incentivando o ódio contra negros e homossexuais é detido em Curitiba. [...] Na casa dos acusados, o Cope apreendeu farto material de apologia ao nazismo, como bandeiras, livros – entre eles o Mein Kampf de Adolf Hitler – camisetas, fitas de vídeo, fotos do casal com outros skinheads e até de crianças fazendo a saudação nazista.”

Fonte: Gazeta do Povo, 27/10/2005.

Baseado no texto e em seus conhecimentos, assinale a alternativa correta:

Leia o texto a seguir e responda às questões de 01 a 05.

O Primo das Selvas

Patrocinada com uma verba de 25 milhões de dólares do governo americano, uma equipe de 67 pessoas de
várias nacionalidades dedicou os últimos anos a uma tarefa complexa: analisar e decifrar o código genético do
chimpanzé, o parente mais próximo do ser humano na árvore evolucionária. O resultado, divulgado na semana
passada, representa um importante passo para responder a uma das questões cruciais da biologia: o que nos faz
humanos? Depois de mapeado, o DNA do chimpanzé foi comparado, gene por gene, com o genoma humano. A
conclusão foi que as duas espécies compartilham 96% de seu código genético. Como boa parcela dos 4%
restantes se encontra em partes do genoma aparentemente sem função, os cientistas acreditam que a diferença
se concentra em apenas 1% do material genético – uma diferença dez vezes maior que a existente entre dois
seres humanos.
Ainda não é possível dizer com exatidão a missão de cada um desses genes. Mas a comparação entre os dois
genomas permite avançar na direção desse conhecimento. Pela lógica, os genes que aparecem apenas no
homem podem ser os responsáveis pelo desenvolvimento do cérebro, e pelo menos um já identificado parece ter
importância crucial no desenvolvimento da linguagem. De acordo com os estudos, as principais distinções entre as
duas espécies devem ser atribuídas não tanto aos genes propriamente ditos, mas à forma e ao ritmo com que
atuam. Por exemplo, as células do cérebro humano dividem-se muitas vezes mais que as do chimpanzé durante o
desenvolvimento fetal. O resultado é que o homem adulto tem um cérebro três vezes maior que o do chimpanzé.
O chimpanzé é o quarto mamífero a ter o genoma decifrado, depois do homem, do camundongo e do rato
(diferença de 10% em relação ao homem). “O desafio é decifrar agora o que significam as semelhanças e as
diferenças entre os códigos genéticos do chimpanzé e do homem em termos de características físicas, como o
tamanho do cérebro, e de comportamento, como a capacidade de aprendizado e organização social”, disse a
VEJA a geneticista Bárbara Trask, da Universidade de Washington.

Fonte: VENTUROLLI, Thereza. O primo das selvas: Revista Veja. São Paulo: edição 1921, ano 38, 07 de set de 2005, p. 113.
Considere as afirmativas a seguir, cujas palavras sublinhadas estão interpretadas entre parênteses:

I. “[...] dedicou os últimos anos a uma tarefa complexa: analisar e decifrar o código genético do chimpanzé [...].”
(escriturar)
II. “A conclusão foi que as duas espécies compartilham 96% de seu código genético.” (partilham)
III. “[...] pelo menos um já identificado parece ter importância crucial no desenvolvimento da linguagem.”
(essencial)
IV. “[...] as principais distinções entre as duas espécies devem ser atribuídas não tanto aos genes, propriamente
ditos [...]”. (semelhanças)

Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas corretas:
Leia o texto a seguir e responda às questões de 01 a 05.

O Primo das Selvas

Patrocinada com uma verba de 25 milhões de dólares do governo americano, uma equipe de 67 pessoas de
várias nacionalidades dedicou os últimos anos a uma tarefa complexa: analisar e decifrar o código genético do
chimpanzé, o parente mais próximo do ser humano na árvore evolucionária. O resultado, divulgado na semana
passada, representa um importante passo para responder a uma das questões cruciais da biologia: o que nos faz
humanos? Depois de mapeado, o DNA do chimpanzé foi comparado, gene por gene, com o genoma humano. A
conclusão foi que as duas espécies compartilham 96% de seu código genético. Como boa parcela dos 4%
restantes se encontra em partes do genoma aparentemente sem função, os cientistas acreditam que a diferença
se concentra em apenas 1% do material genético – uma diferença dez vezes maior que a existente entre dois
seres humanos.
Ainda não é possível dizer com exatidão a missão de cada um desses genes. Mas a comparação entre os dois
genomas permite avançar na direção desse conhecimento. Pela lógica, os genes que aparecem apenas no
homem podem ser os responsáveis pelo desenvolvimento do cérebro, e pelo menos um já identificado parece ter
importância crucial no desenvolvimento da linguagem. De acordo com os estudos, as principais distinções entre as
duas espécies devem ser atribuídas não tanto aos genes propriamente ditos, mas à forma e ao ritmo com que
atuam. Por exemplo, as células do cérebro humano dividem-se muitas vezes mais que as do chimpanzé durante o
desenvolvimento fetal. O resultado é que o homem adulto tem um cérebro três vezes maior que o do chimpanzé.
O chimpanzé é o quarto mamífero a ter o genoma decifrado, depois do homem, do camundongo e do rato
(diferença de 10% em relação ao homem). “O desafio é decifrar agora o que significam as semelhanças e as
diferenças entre os códigos genéticos do chimpanzé e do homem em termos de características físicas, como o
tamanho do cérebro, e de comportamento, como a capacidade de aprendizado e organização social”, disse a
VEJA a geneticista Bárbara Trask, da Universidade de Washington.

Fonte: VENTUROLLI, Thereza. O primo das selvas: Revista Veja. São Paulo: edição 1921, ano 38, 07 de set de 2005, p. 113.
Com base no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. A análise do genoma do chimpanzé mostra onde está seu parentesco com o homem.
II. 96% do DNA do chimpanzé é idêntico ao do homem. Dos 4% restantes, apenas 1% é responsável pela
diferença entre as duas espécies.
III. Os genes propriamente ditos são os únicos responsáveis pelas distinções entre o homem e o
chimpanzé.
IV. Os genes que aparecem no homem são os mesmos que aparecem nos chimpanzés, sem nenhuma
diferença.

Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas corretas:
Leia o texto a seguir e responda às questões de 01 a 05.

O Primo das Selvas

Patrocinada com uma verba de 25 milhões de dólares do governo americano, uma equipe de 67 pessoas de
várias nacionalidades dedicou os últimos anos a uma tarefa complexa: analisar e decifrar o código genético do
chimpanzé, o parente mais próximo do ser humano na árvore evolucionária. O resultado, divulgado na semana
passada, representa um importante passo para responder a uma das questões cruciais da biologia: o que nos faz
humanos? Depois de mapeado, o DNA do chimpanzé foi comparado, gene por gene, com o genoma humano. A
conclusão foi que as duas espécies compartilham 96% de seu código genético. Como boa parcela dos 4%
restantes se encontra em partes do genoma aparentemente sem função, os cientistas acreditam que a diferença
se concentra em apenas 1% do material genético – uma diferença dez vezes maior que a existente entre dois
seres humanos.
Ainda não é possível dizer com exatidão a missão de cada um desses genes. Mas a comparação entre os dois
genomas permite avançar na direção desse conhecimento. Pela lógica, os genes que aparecem apenas no
homem podem ser os responsáveis pelo desenvolvimento do cérebro, e pelo menos um já identificado parece ter
importância crucial no desenvolvimento da linguagem. De acordo com os estudos, as principais distinções entre as
duas espécies devem ser atribuídas não tanto aos genes propriamente ditos, mas à forma e ao ritmo com que
atuam. Por exemplo, as células do cérebro humano dividem-se muitas vezes mais que as do chimpanzé durante o
desenvolvimento fetal. O resultado é que o homem adulto tem um cérebro três vezes maior que o do chimpanzé.
O chimpanzé é o quarto mamífero a ter o genoma decifrado, depois do homem, do camundongo e do rato
(diferença de 10% em relação ao homem). “O desafio é decifrar agora o que significam as semelhanças e as
diferenças entre os códigos genéticos do chimpanzé e do homem em termos de características físicas, como o
tamanho do cérebro, e de comportamento, como a capacidade de aprendizado e organização social”, disse a
VEJA a geneticista Bárbara Trask, da Universidade de Washington.

Fonte: VENTUROLLI, Thereza. O primo das selvas: Revista Veja. São Paulo: edição 1921, ano 38, 07 de set de 2005, p. 113.
De acordo com o texto, é correto afirmar:
Ao preceituar que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”, o inciso II do art. 5º da Constituição Federal, consagra o princípio da:
O exame criminológico para a obtenção dos elementos necessários a uma adequada classificação e com vistas à individualização da execução é obrigatório para:
Constituem deveres do condenado, exceto:
Leia a letra da música “Notícias do Brasil” de Milton Nascimento e responda à questão 11.

A novidade é que o Brasil não é só litoral
É muito mais, é muito mais que qualquer zona sul
Tem gente boa espalhada por esse Brasil
Que vai fazer desse lugar um bom país
Uma notícia está chegando lá do interior
Não deu no rádio, no jornal ou na televisão
Ficar de frente para o mar, de costas pro Brasil
Não vai fazer desse lugar um bom país.

Fonte: Livro didático público. Geografia / vários autores. Curitiba: SEED-PR, 2006.

Este texto remete à idéia de uma organização territorial de áreas isoladas ou “arquipélago” que teve o Brasil durante a sua colonização, característica que ainda retrata o Brasil atualmente. Estão relacionadas com o texto as seguintes afirmativas:

I. Por ter sido formado histórica e economicamente por áreas produtivas isoladas, voltadas à exportação e com contatos muito tênues com o interior.
II. Que pelas dimensões continentais de nosso país, a pluralidade e a diversidade das culturas regionais deva ser valorizada e reconhecida pelos governantes e brasileiros.
III. Que toda a produção econômica do Brasil sempre esteve organizada para a exportação.
IV. Esta preocupação em enviar a produção para o exterior vai caracterizar o Brasil apenas no período colonial.

A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
Leia o texto a seguir e responda às questões de 01 a 05.

O Primo das Selvas

Patrocinada com uma verba de 25 milhões de dólares do governo americano, uma equipe de 67 pessoas de
várias nacionalidades dedicou os últimos anos a uma tarefa complexa: analisar e decifrar o código genético do
chimpanzé, o parente mais próximo do ser humano na árvore evolucionária. O resultado, divulgado na semana
passada, representa um importante passo para responder a uma das questões cruciais da biologia: o que nos faz
humanos? Depois de mapeado, o DNA do chimpanzé foi comparado, gene por gene, com o genoma humano. A
conclusão foi que as duas espécies compartilham 96% de seu código genético. Como boa parcela dos 4%
restantes se encontra em partes do genoma aparentemente sem função, os cientistas acreditam que a diferença
se concentra em apenas 1% do material genético – uma diferença dez vezes maior que a existente entre dois
seres humanos.
Ainda não é possível dizer com exatidão a missão de cada um desses genes. Mas a comparação entre os dois
genomas permite avançar na direção desse conhecimento. Pela lógica, os genes que aparecem apenas no
homem podem ser os responsáveis pelo desenvolvimento do cérebro, e pelo menos um já identificado parece ter
importância crucial no desenvolvimento da linguagem. De acordo com os estudos, as principais distinções entre as
duas espécies devem ser atribuídas não tanto aos genes propriamente ditos, mas à forma e ao ritmo com que
atuam. Por exemplo, as células do cérebro humano dividem-se muitas vezes mais que as do chimpanzé durante o
desenvolvimento fetal. O resultado é que o homem adulto tem um cérebro três vezes maior que o do chimpanzé.
O chimpanzé é o quarto mamífero a ter o genoma decifrado, depois do homem, do camundongo e do rato
(diferença de 10% em relação ao homem). “O desafio é decifrar agora o que significam as semelhanças e as
diferenças entre os códigos genéticos do chimpanzé e do homem em termos de características físicas, como o
tamanho do cérebro, e de comportamento, como a capacidade de aprendizado e organização social”, disse a
VEJA a geneticista Bárbara Trask, da Universidade de Washington.

Fonte: VENTUROLLI, Thereza. O primo das selvas: Revista Veja. São Paulo: edição 1921, ano 38, 07 de set de 2005, p. 113.
Com base no texto, é correto afirmar:

a) Em “[...] os cientistas acreditam que a diferença se concentra em apenas 1% do material genético [...]”, a
partícula se retoma a palavra cientistas, indicada anteriormente.
b) Em “Pela lógica, os genes que aparecem apenas no homem [...]”, o pronome relativo que poderia ser
substituído por cujo, sem alteração de sentido.
c) Em “Mas a comparação entre os dois genomas permite avançar na direção desse conhecimento”, o conectivo
mas corrobora a idéia exposta anteriormente.
d) Em “[...] as principais distinções entre as duas espécies devem ser atribuídas não tanto aos genes
propriamente ditos, mas à forma e ao ritmo com que atuam”, o conectivo mas estabelece uma relação de
oposição.
e) Em “[...] as células do cérebro humano dividem-se muitas vezes mais que as do chimpanzé [...]”, a partícula
em destaque remete ao termo chimpanzé.
Comete falta grave o condenado à pena restritiva de direitos que:
“A ditadura da magreza dita que o índice de massa corporal (IMC) aponta a relação entre o peso e altura de uma
pessoa. Quanto mais magra ela é, menor é o índice. Desde o fim dos anos 80, o IMC das modelos vem caindo por
exigência do mercado da moda”.

Fonte: Revista Veja de 22/11/2006.

Baseado nessa afirmação, é correto afirmar que:

I. Os adolescentes, atualmente, formam um enorme grupo mundial e seguem um comportamento em que
valorizam o mesmo tipo de lazer, de alimentos, de roupas de beleza e de trabalho.
II. Segundo a ONU, a produção de cereais no planeta não é suficiente para proporcionar a todas as
pessoas uma dieta adequada, daí o número crescente de modelos com anorexia.
III. As propagandas veiculadas nos meios de comunicação mostram o glamour da vida das modelos e o
esteriótipo de pessoas magras e felizes.
IV. A rede de informações produz um padrão de beleza muito difícil de ser alcançado. Esta pressão social
pode influenciar no aparecimento de doenças relacionadas aos distúrbios de alimentação.

A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é
Sobre o disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente (lei 8069/90), considere as afirmativas a seguir.

I. A criança e o adolescente necessitam de autorização judicial para viajar desacompanhados para fora
da comarca onde residem.
II. As entidades de atendimento a crianças e adolescentes, governamentais e não-governamentais, são
fiscalizadas pelo Poder Judiciário, pelo Ministério Público e pelos Conselhos Tutelares.
III. É proibida a venda, a crianças e adolescentes, de armas, munições, explosivos, fogos de artifício,
bebidas alcoólicas, produtos causadores de dependência física ou psíquica, bilhetes lotéricos e
revistas e publicações impressas contendo material impróprio.
IV. São penalmente inimputáveis os menores de 18 anos, inexistindo medidas aplicáveis aos praticantes
de ato infracional, quando na infância ou adolescência.

A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
Os condenados que cumprem pena em regime semi-aberto poderão obter autorização para saída temporária do estabelecimento, sem vigilância direta, nos seguintes casos, exceto:
Leia o texto a seguir e responda às questões de 01 a 05.

O Primo das Selvas

Patrocinada com uma verba de 25 milhões de dólares do governo americano, uma equipe de 67 pessoas de
várias nacionalidades dedicou os últimos anos a uma tarefa complexa: analisar e decifrar o código genético do
chimpanzé, o parente mais próximo do ser humano na árvore evolucionária. O resultado, divulgado na semana
passada, representa um importante passo para responder a uma das questões cruciais da biologia: o que nos faz
humanos? Depois de mapeado, o DNA do chimpanzé foi comparado, gene por gene, com o genoma humano. A
conclusão foi que as duas espécies compartilham 96% de seu código genético. Como boa parcela dos 4%
restantes se encontra em partes do genoma aparentemente sem função, os cientistas acreditam que a diferença
se concentra em apenas 1% do material genético – uma diferença dez vezes maior que a existente entre dois
seres humanos.
Ainda não é possível dizer com exatidão a missão de cada um desses genes. Mas a comparação entre os dois
genomas permite avançar na direção desse conhecimento. Pela lógica, os genes que aparecem apenas no
homem podem ser os responsáveis pelo desenvolvimento do cérebro, e pelo menos um já identificado parece ter
importância crucial no desenvolvimento da linguagem. De acordo com os estudos, as principais distinções entre as
duas espécies devem ser atribuídas não tanto aos genes propriamente ditos, mas à forma e ao ritmo com que
atuam. Por exemplo, as células do cérebro humano dividem-se muitas vezes mais que as do chimpanzé durante o
desenvolvimento fetal. O resultado é que o homem adulto tem um cérebro três vezes maior que o do chimpanzé.
O chimpanzé é o quarto mamífero a ter o genoma decifrado, depois do homem, do camundongo e do rato
(diferença de 10% em relação ao homem). “O desafio é decifrar agora o que significam as semelhanças e as
diferenças entre os códigos genéticos do chimpanzé e do homem em termos de características físicas, como o
tamanho do cérebro, e de comportamento, como a capacidade de aprendizado e organização social”, disse a
VEJA a geneticista Bárbara Trask, da Universidade de Washington.

Fonte: VENTUROLLI, Thereza. O primo das selvas: Revista Veja. São Paulo: edição 1921, ano 38, 07 de set de 2005, p. 113.
No trecho: “Ainda não é possível dizer com exatidão a missão de cada um desses genes. Mas a comparação
entre os dois genomas permite avançar na direção desse conhecimento”, a autora mostra-se:
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