As reações químicas podem ocorrer por diversos motivos, um exemplo é o que ocorre quando se introduz uma pastilha
efervescente em um copo com água, que imediatamente observam-se a liberação de bolhas e a diminuição do tamanho da
pastilha. Esta transformação química ocorre por qual meio?
O trecho a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Uma reação de metátese é aquela em que há troca de íons ou radicais que constituem os reagentes. Exemplos deste tipo de reação são: “Sulfeto de sódio reagindo com ácido clorídrico e cloreto de sódio reagindo com ácido sulfúrico concentrado”.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente à massa, em %, de calcogênio no produto da reação II.
Leia, a seguir, um trecho retirado de “Os sertões” de Euclides da Cunha.
“[...] É um solavanco único, assombroso, atirando, de pancada, por diante, revoltos, misturando-os embolados, em vertiginosos disparos, aqueles maciços corpos tão normalmente tardos e morosos.
E lá se vão: não há mais contê-los ou alcançá-los. Acamam-se as caatingas, árvores dobradas, partidas, estalando em lascas e gravetos; desbordam de repente as baixadas num marulho de chifres; estrepitam, britando e esfarelando as pedras, torrentes de cascos pelos tombadores; rola surdamente pelos tabuleiros ruído soturno e longo de trovão longínquo...”
CUNHA, Euclides da. Os sertões: campanha de Canudos. 2.ed. São Paulo: Ateliê Editorial/Imprensa Oficial do Estado, Arquivo do Estado, 2001.
Sabendo-se que a obra “Os sertões” retrata a campanha do Exército brasileiro contra o arraial de Canudos, ou seja, a “Guerra de Canudos”; o que a torna – a princípio de caráter documental – uma obra literária?
“[...] É um solavanco único, assombroso, atirando, de pancada, por diante, revoltos, misturando-os embolados, em vertiginosos disparos, aqueles maciços corpos tão normalmente tardos e morosos.
E lá se vão: não há mais contê-los ou alcançá-los. Acamam-se as caatingas, árvores dobradas, partidas, estalando em lascas e gravetos; desbordam de repente as baixadas num marulho de chifres; estrepitam, britando e esfarelando as pedras, torrentes de cascos pelos tombadores; rola surdamente pelos tabuleiros ruído soturno e longo de trovão longínquo...”
CUNHA, Euclides da. Os sertões: campanha de Canudos. 2.ed. São Paulo: Ateliê Editorial/Imprensa Oficial do Estado, Arquivo do Estado, 2001.
Sabendo-se que a obra “Os sertões” retrata a campanha do Exército brasileiro contra o arraial de Canudos, ou seja, a “Guerra de Canudos”; o que a torna – a princípio de caráter documental – uma obra literária?
Relacione adequadamente a primeira coluna de acordo com a segunda, com relação às características de alguns grupos de
invertebrados:
1. Anelídeo.
2. Moluscos. 3. Artrópodes.
( ) Respiração traqueal em determinadas espécies. ( ) Na reprodução a maioria produz larva trocófora. ( ) Presença de manto carnoso. ( ) Trocas gasosas realizadas através da pele, brânquias ou parapódios. ( ) Corpo metamerizado dividido em tagmas bem pronunciado.
A sequência está correta em:
1. Anelídeo.
2. Moluscos. 3. Artrópodes.
( ) Respiração traqueal em determinadas espécies. ( ) Na reprodução a maioria produz larva trocófora. ( ) Presença de manto carnoso. ( ) Trocas gasosas realizadas através da pele, brânquias ou parapódios. ( ) Corpo metamerizado dividido em tagmas bem pronunciado.
A sequência está correta em:
A placenta é uma região do córion com grande irrigação sanguínea e rica em vilosidades, que aumentam a superfície para a
troca de substâncias entre o sangue da mãe e o embrião. Além disso, ela tem outras funções essenciais no
desenvolvimento do embrião dos mamíferos onde realiza:
I. Trocas metabólicas entre o feto e a mãe.
II. Produção de progesterona.
III. Imunização passiva contra certas doenças.
IV. Passagem de medicamentos ingeridos pela mãe.
Estão corretas as afirmativas
I. Trocas metabólicas entre o feto e a mãe.
II. Produção de progesterona.
III. Imunização passiva contra certas doenças.
IV. Passagem de medicamentos ingeridos pela mãe.
Estão corretas as afirmativas
As afirmativas a seguir, extraídas de um manual didático de Geografia editado em 1966, ainda condizem com a atual
realidade do Brasil, EXCETO:
Analise a seguinte reação para responder à questão.
“7,05 kg de perclorato de amônio sólido reage com 3,0 kg de alumínio sólido formando os produtos na forma gasosa óxido de alumínio, gás nitrogênio, ácido clorídrico e água.”
De acordo com o exposto, assinale o reagente que limita a reação.
“Os olhos no teto, a nudez dentro do quarto; róseo, azul, violáceo, o quarto é inviolável; o quarto é individual, é um mundo, o quarto catedral, onde nos intervalos da angústia, se colhe, de um áspero caule, na palma da mão, a rosa branca do desespero, pois entre os objetos que o quarto consagra estão primeiros os objetos do corpo [...]” (NASSAR, 1989, p. 9).
Considerando o trecho e a leitura integral do livro Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, assinale a alternativa correta.
Em 1º de outubro de 2017, o governo da Catalunha convocou um referendo sobre a independência dessa região
autônoma da Espanha. Aproximadamente 90% dos eleitores que compareceram às urnas votaram pela separação.
Feita à revelia do governo central, a consulta foi vigiada de perto pela Guarda Civil, mobilizada pelo governo espanhol
para coibir a manifestação, resultando em cenas de violência e centenas de feridos. A respeito da Catalunha, considere
as seguintes afirmativas:
1. A Catalunha é uma das regiões mais prósperas e produtivas da Espanha, abrigando cerca de 15% da população espanhola e respondendo por quase 20% do PIB do país. 2. A Espanha é um dos Estados mais antigos da Europa e também aquele cuja unidade é das mais estáveis, embora o caso da Catalunha aponte o inverso. 3. Durante a ditadura de Francisco Franco (1939-1975), o movimento separatista catalão foi reprimido pelo uso da força e a região permaneceu isolada política e economicamente. 4. A União Europeia tem manifestado apoio a manifestações separatistas como a da Catalunha, em respeito aos princípios de pluralidade cultural e étnica perseguidos pela União.
Assinale a alternativa correta.
1. A Catalunha é uma das regiões mais prósperas e produtivas da Espanha, abrigando cerca de 15% da população espanhola e respondendo por quase 20% do PIB do país. 2. A Espanha é um dos Estados mais antigos da Europa e também aquele cuja unidade é das mais estáveis, embora o caso da Catalunha aponte o inverso. 3. Durante a ditadura de Francisco Franco (1939-1975), o movimento separatista catalão foi reprimido pelo uso da força e a região permaneceu isolada política e economicamente. 4. A União Europeia tem manifestado apoio a manifestações separatistas como a da Catalunha, em respeito aos princípios de pluralidade cultural e étnica perseguidos pela União.
Assinale a alternativa correta.
UFPR•
Do movimento iluminista à Revolução Francesa, a pedagogia sai do campo filosófico para entrar no campo político, rompe com
a vertente elitista de alguns enciclopedistas e deixa de ser concebida como privilégio do indivíduo, passando a ser entendida
como direito do ser humano.
(Sonia Marrach. Outras histórias da educação. São Paulo: UNESP, 2009. p. 39. Adaptado.)
A mudança de perspectiva mencionada no texto fundamentou a concepção que associa:
A mudança de perspectiva mencionada no texto fundamentou a concepção que associa:
Read the dialogue to answer 16.
A: Leah has been overly amiable to me these days. B: I know ____________________________, the school finals are just around the corner and she needs help.
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A: Leah has been overly amiable to me these days. B: I know ____________________________, the school finals are just around the corner and she needs help.
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Uma lente é utilizada para projetar, em uma parede, a imagem de um slide ampliada 6 vezes em relação ao tamanho
original do slide. A distância entre a lente e a parede é de 1,5 m. Qual é a sua distância focal?
UFPR•
Onde quer que prospere e assente em bases muito sólidas a ideia de família, tende a ser precária e a lutar contra fortes
restrições a formação e evolução da sociedade segundo conceitos atuais.
(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. 26. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 141 - ADAPTADO)
Escrevendo na década de 1930, o autor argumenta sobre o caráter cordial do brasileiro e salienta como traço da formação social do país a:
Escrevendo na década de 1930, o autor argumenta sobre o caráter cordial do brasileiro e salienta como traço da formação social do país a:
Obrigado, Doutor
Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:
— Minha Santa Efigênia! Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa da sua perturbação:
— É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.
Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:
— Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.
Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.
— Não adiantou nada — queixa-se ele: — Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.
Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:
— Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã. No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatas, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.
— É lápis mesmo, aí no seu bolso.
— Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.
Vive lendo bulas de remédio: “Este é dos bons” — e seus olhos se iluminam: “justamente o que eu preciso. Dá licença de tomar um, para experimentar?” Quando visita alguém e lhe oferecem alguma coisa para tomar, aceita logo um comprimido. Passa todas as noites na farmácia: “Alguma novidade da Squibb?”
Acabou num psicanalista: “Doutor, para ser sincero eu nem sei por onde começar — dizem que eu estou doido? O que eu estou é podre”. Desistiu logo: “Minha alma não tem segredos para ninguém arrancar. Estou com vontade é de arrancar todos os dentes”.
E cada vez mais forte, corado, gordo e saudável. “Saudável, eu?” — reage, como a um insulto: “Minha Santa Efigênia! Passei a noite que só você vendo: foi aquele bife que comi ontem, não posso comer gordura nenhuma, tem de ser tudo na água e sal”. No restaurante, é o espantalho dos garçons: “Me traga um filé aberto e batido, bem passado na chapa em três gotas de azeite português, lave bem a faca que não posso nem sentir o cheiro de alho, e duas batatinhas cozidas até começarem a desmanchar, só com uma pitadinha de sal, modesta porém sincera”.
De vez em quando um amigo procura agradá-lo: “Você está pálido, o que é que há?” Ele sorri, satisfeito: “Menino, chega aqui que eu vou lhe contar, você é o único que me compreende”. E começa a enumerar suas mazelas — doenças de toda espécie, da mais requintada patogenia, que conhece na ponta da língua. Da última vez enumerou cento e três. E por falar em língua, vive a mostrá-la como um troféu: “Olha como está grossa, saburrosa. Estou com uma caverna no pulmão, não tem dúvida: essa tosse, essa excitação toda, uma febre capaz de arrebentar o termômetro. Meu pulmão deve estar esburacado como um queijo suíço. Tuberculoso em último grau”. E cospe de lado: “Se um mosquito pousar nesse cuspe, morre envenenado”.
Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” — e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?”. Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.
(SABINO, Fernando. O homem nu. 43ª ed. Rio de Janeiro: Distribuidora Record de Serviços SA, 2005.)
Em “Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa da
sua perturbação:” (3º §) a informação introduzida pela expressão sublinhada apresenta
Analise a seguinte reação para responder à questão.
“7,05 kg de perclorato de amônio sólido reage com 3,0 kg de alumínio sólido formando os produtos na forma gasosa óxido de alumínio, gás nitrogênio, ácido clorídrico e água.”
Conforme a reação analisada, a quantidade de nitrogênio, em mol, produzida é:
Obrigado, Doutor
Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:
— Minha Santa Efigênia! Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa da sua perturbação:
— É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.
Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:
— Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.
Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.
— Não adiantou nada — queixa-se ele: — Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.
Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:
— Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã. No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatas, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.
— É lápis mesmo, aí no seu bolso.
— Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.
Vive lendo bulas de remédio: “Este é dos bons” — e seus olhos se iluminam: “justamente o que eu preciso. Dá licença de tomar um, para experimentar?” Quando visita alguém e lhe oferecem alguma coisa para tomar, aceita logo um comprimido. Passa todas as noites na farmácia: “Alguma novidade da Squibb?”
Acabou num psicanalista: “Doutor, para ser sincero eu nem sei por onde começar — dizem que eu estou doido? O que eu estou é podre”. Desistiu logo: “Minha alma não tem segredos para ninguém arrancar. Estou com vontade é de arrancar todos os dentes”.
E cada vez mais forte, corado, gordo e saudável. “Saudável, eu?” — reage, como a um insulto: “Minha Santa Efigênia! Passei a noite que só você vendo: foi aquele bife que comi ontem, não posso comer gordura nenhuma, tem de ser tudo na água e sal”. No restaurante, é o espantalho dos garçons: “Me traga um filé aberto e batido, bem passado na chapa em três gotas de azeite português, lave bem a faca que não posso nem sentir o cheiro de alho, e duas batatinhas cozidas até começarem a desmanchar, só com uma pitadinha de sal, modesta porém sincera”.
De vez em quando um amigo procura agradá-lo: “Você está pálido, o que é que há?” Ele sorri, satisfeito: “Menino, chega aqui que eu vou lhe contar, você é o único que me compreende”. E começa a enumerar suas mazelas — doenças de toda espécie, da mais requintada patogenia, que conhece na ponta da língua. Da última vez enumerou cento e três. E por falar em língua, vive a mostrá-la como um troféu: “Olha como está grossa, saburrosa. Estou com uma caverna no pulmão, não tem dúvida: essa tosse, essa excitação toda, uma febre capaz de arrebentar o termômetro. Meu pulmão deve estar esburacado como um queijo suíço. Tuberculoso em último grau”. E cospe de lado: “Se um mosquito pousar nesse cuspe, morre envenenado”.
Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” — e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?”. Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.
(SABINO, Fernando. O homem nu. 43ª ed. Rio de Janeiro: Distribuidora Record de Serviços SA, 2005.)
“Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias
contados.” (5º §) Em relação ao trecho destacado, é correto afirmar que
Os foraminíferos são um pequeno grupo de micro-organismos, abundantes nos mares de todo o mundo. Suas células são
protegidas por carapaça calcária que pode ter várias pequenas cavidades, todas perfuradas, por onde saem longos e finos
pseudópodes (reticulópodes) que capturam seu alimento. Lançam amplamente suas extensas redes de reticulópodes sobre
superfícies, tanto na água como nos grãos de areia a procura de alimento. Uma vez que uma diatomácea, bactéria ou outra
presa pequena é capturada, esta é transportada ao longo da rede como se fosse uma pessoa transportada em uma escada
rolante, seguindo na direção do corpo da célula que espreita como se fosse uma aranha no centro de sua teia à espera do tão
suculento alimento. Ao atingir o corpo da célula, a presa é finalmente ingerida por fagocitose.
(Fonte: Infoescola; Petró, Pivel e Coimbra, 2016.)
Os foraminíferos descritos no texto são classificados e caracterizados como:
(Fonte: Infoescola; Petró, Pivel e Coimbra, 2016.)
Os foraminíferos descritos no texto são classificados e caracterizados como:
Para as situações ambientais descritas a seguir, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) No comensalismo, a associação harmônica ocorre entre duas espécies, na qual um obtém vantagens sem prejuízo para o outro.
( ) O peixe-piloto, Echeneis remora, com o auxílio de uma ventosa, se adere ao tubarão acompanhando-o nas suas caçadas e, frequentemente, se alimentando das sobras. Esse é um caso de comensalismo do tipo Forésia.
( ) Associações desarmônicas entre as espécies influem sobre a dinâmica das populações auxiliando muitas vezes na regulação da densidade a níveis mais satisfatórios.
( ) As formigas saúvas, que representam um dos grandes problemas da agricultura brasileira, cortam folhas e podem devastar plantações. Seu sucesso está na complexa relação estre os seus indivíduos numa relação harmônica tipo colônia.
( ) Uma relação ecológica evidenciada no princípio de Gause é o predatismo.
A sequência está correta em
( ) No comensalismo, a associação harmônica ocorre entre duas espécies, na qual um obtém vantagens sem prejuízo para o outro.
( ) O peixe-piloto, Echeneis remora, com o auxílio de uma ventosa, se adere ao tubarão acompanhando-o nas suas caçadas e, frequentemente, se alimentando das sobras. Esse é um caso de comensalismo do tipo Forésia.
( ) Associações desarmônicas entre as espécies influem sobre a dinâmica das populações auxiliando muitas vezes na regulação da densidade a níveis mais satisfatórios.
( ) As formigas saúvas, que representam um dos grandes problemas da agricultura brasileira, cortam folhas e podem devastar plantações. Seu sucesso está na complexa relação estre os seus indivíduos numa relação harmônica tipo colônia.
( ) Uma relação ecológica evidenciada no princípio de Gause é o predatismo.
A sequência está correta em
Considere as afirmativas a seguir sobre os gêneros literários e assinale a INCORRETA.
O trecho a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Uma reação de metátese é aquela em que há troca de íons ou radicais que constituem os reagentes. Exemplos deste tipo de reação são: “Sulfeto de sódio reagindo com ácido clorídrico e cloreto de sódio reagindo com ácido sulfúrico concentrado”.
De acordo com o exposto, para a reação ocorrer devemos perceber a troca dos íons. Sendo assim, assinale a alternativa
que corresponde, corretamente, à soma dos menores coeficientes inteiros das duas reações mencionadas.