Assinale a afirmativa que corresponde à Lei de Ação das
Massas.
O trecho a seguir contextualiza a questão. Leia-o
atentamente.
Considerando a reação entre o gás carbônico e a água dentro dos vegetais tem-se a produção de glicose e gás oxigênio.
Indique a quantidade do volume molar, em L, de glicose ao ser produzido 6 mols de gás oxigênio, tendo o volume molar igual a 22,4 L.
Considerando a reação entre o gás carbônico e a água dentro dos vegetais tem-se a produção de glicose e gás oxigênio.
Indique a quantidade do volume molar, em L, de glicose ao ser produzido 6 mols de gás oxigênio, tendo o volume molar igual a 22,4 L.
“O Rio de Janeiro, no começo do século XX, era a porta de
entrada dos navios estrangeiros que se estabeleciam e
afligiam a cidade, contatos econômicos com o Brasil. Capital
da República, a cidade também era marcada pela desordem
urbana, oriunda da ausência de planejamento na ocupação
e pelos perigos oferecidos dos viajantes em relação às várias
problemáticas sociais que afligiam a cidade. As principais
capitais europeias passavam pelos mesmos problemas, bem
como por tentativas de redefinição do espaço urbano.”
(ZALUAR, Alba e ALVITO, Marcos, 1998. Com adaptações.)
Nesse contexto, permeado também por discrepâncias sociais e insatisfação política, eclodiram inúmeros movimentos sociais entre os quais podemos destacar:
(ZALUAR, Alba e ALVITO, Marcos, 1998. Com adaptações.)
Nesse contexto, permeado também por discrepâncias sociais e insatisfação política, eclodiram inúmeros movimentos sociais entre os quais podemos destacar:
Certo professor misturou 5,6 g de metano e 0,4 g de hélio.
Pediu, então, que os seus alunos fizessem os cálculos das
porcentagens em massa e em mols de hélio na mistura.
Assinale a alternativa que corresponde correta e
respectivamente, em %, ao pedido realizado:
Capítulo XXXVIII: Que Susto, Meu Deus!
Quando Pádua, vindo pelo interior, entrou na sala de visitas, Capitu, em pé, de costas para mim, inclinada sobre a costura, como a recolhê-la, perguntava em voz alta: — Mas, Bentinho, que é protonotário apostólico? — Ora, vivam! exclamou o pai. — Que susto, meu Deus! Agora é que o lance é o mesmo; mas se conto aqui, tais quais, ou dois lances de há quarenta anos, é para mostrar que Capitu não se dominava só em presença da mãe; o pai não lhe meteu mais medo. No meio de uma situação que me atava a língua, usava da palavra com a maior ingenuidade deste mundo. A minha persuasão é que o coração não lhe batia mais nem menos. Alegou susto, e deu à cara um ar meio enfiado; mas eu, que sabia tudo, vi que era mentira e fiquei com inveja. Foi logo falar ao pai, que apertou a minha mão, e quis saber por que a filha falava em protonotário apostólico. Capitu repetiu-lhe o que ouvira de mim, e opinou logo que o pai devia ir cumprimentar o padre em casa dele; ela iria à minha. E coligindo os petrechos da costura, enfiou pelo corredor, bradando infantilmente: — Mamãe, jantar, papai chegou!
(Machado de Assis – Dom Casmurro.)
O romance realista machadiano alcançou grande destaque na literatura, sendo Machado de Assis reconhecido como o autor que marcou o início do Realismo no Brasil, em 1881.
De acordo com o trecho, é possível reconhecer em sua obra:
Quando Pádua, vindo pelo interior, entrou na sala de visitas, Capitu, em pé, de costas para mim, inclinada sobre a costura, como a recolhê-la, perguntava em voz alta: — Mas, Bentinho, que é protonotário apostólico? — Ora, vivam! exclamou o pai. — Que susto, meu Deus! Agora é que o lance é o mesmo; mas se conto aqui, tais quais, ou dois lances de há quarenta anos, é para mostrar que Capitu não se dominava só em presença da mãe; o pai não lhe meteu mais medo. No meio de uma situação que me atava a língua, usava da palavra com a maior ingenuidade deste mundo. A minha persuasão é que o coração não lhe batia mais nem menos. Alegou susto, e deu à cara um ar meio enfiado; mas eu, que sabia tudo, vi que era mentira e fiquei com inveja. Foi logo falar ao pai, que apertou a minha mão, e quis saber por que a filha falava em protonotário apostólico. Capitu repetiu-lhe o que ouvira de mim, e opinou logo que o pai devia ir cumprimentar o padre em casa dele; ela iria à minha. E coligindo os petrechos da costura, enfiou pelo corredor, bradando infantilmente: — Mamãe, jantar, papai chegou!
(Machado de Assis – Dom Casmurro.)
O romance realista machadiano alcançou grande destaque na literatura, sendo Machado de Assis reconhecido como o autor que marcou o início do Realismo no Brasil, em 1881.
De acordo com o trecho, é possível reconhecer em sua obra:
Descobrimento
Abancado à escrivaninha em São Paulo Na minha casa da rua Lopes Chaves De supetão senti um friúme por dentro. Fiquei trêmulo, muito comovido Com o livro palerma olhando pra mim.
Não vê que me lembrei que lá no Norte, meu Deus! muito longe de mim, Na escuridão ativa da noite que caiu Um homem pálido magro de cabelo escorrendo nos olhos Depois de fazer uma pele com a borracha do dia, Faz pouco se deitou, está dormindo. Esse homem é brasileiro que nem eu...
(ANDRADE, Mário de. Poesias completas. Belo Horizonte – São Paulo: Itatiaia – Edusp, 1987.)
Mário de Andrade, autor do poema anterior, fez parte do grupo que idealizou a Semana de Arte Moderna. Acerca da linguagem empregada pelo poeta em “Descobrimento”, pode-se afirmar que:
Abancado à escrivaninha em São Paulo Na minha casa da rua Lopes Chaves De supetão senti um friúme por dentro. Fiquei trêmulo, muito comovido Com o livro palerma olhando pra mim.
Não vê que me lembrei que lá no Norte, meu Deus! muito longe de mim, Na escuridão ativa da noite que caiu Um homem pálido magro de cabelo escorrendo nos olhos Depois de fazer uma pele com a borracha do dia, Faz pouco se deitou, está dormindo. Esse homem é brasileiro que nem eu...
(ANDRADE, Mário de. Poesias completas. Belo Horizonte – São Paulo: Itatiaia – Edusp, 1987.)
Mário de Andrade, autor do poema anterior, fez parte do grupo que idealizou a Semana de Arte Moderna. Acerca da linguagem empregada pelo poeta em “Descobrimento”, pode-se afirmar que:
Numa savana africana há vários seres vivos que compartilham o mesmo habitat. O capim, que é fotossintetizante, alimenta as zebras, os búfalos, as formigas, dentre outros. A zebra e o búfalo, por sua vez, servem de alimento para os leões e abutres. Os abutres, ao morrerem, serão devorados por bactérias e fungos. A partir destas informações, assinale a afirmativa correta.
O que é prevenção de suicídio, afinal?
Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmotempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.
(Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
Quanto à linguagem empregada no texto, assinale a
afirmativa correta.
Uma pesquisa sobre preferência de frutas foi realizada com
200 pessoas, sendo que cada pessoa poderia somente
escolher uma única fruta como resposta. A tabela a seguir
mostra o resultado desta pesquisa.
Fruta preferida Frequência absoluta Banana 48 Maçã 42 Uva 37 Laranja 28 Morango 23 Outras 22 Total 200
Escolhendo-se, ao acaso, uma das pessoas pesquisadas, a probabilidade da sua fruta preferida ser laranja é de:
Fruta preferida Frequência absoluta Banana 48 Maçã 42 Uva 37 Laranja 28 Morango 23 Outras 22 Total 200
Escolhendo-se, ao acaso, uma das pessoas pesquisadas, a probabilidade da sua fruta preferida ser laranja é de:
Por que as chuvas torrenciais estão
ocorrendo na Grande São Paulo?
As fortes chuvas no início dessa semana, na grande São Paulo, causaram inúmeros prejuízos físicos e o óbito de 12 pessoas, quer seja por escorregamentos, soterramentos e afogamentos. Segundo a professora Débora Rodrigues Barbosa, docente do curso de Geografia da Estácio, as intempéries foram provocadas por uma interação de fatores meteorológicos. Um gradual aumento da temperatura da água oceânica (uma anomalia térmica) promoveu a baixa pressão atmosférica e um amplo processo de evaporação da superfície líquida do Atlântico. [...] Essa anomalia térmica está relacionada, na verdade, a uma ilha de calor, que provoca o aumento da temperatura no centro das cidades, sobretudo nas grandes metrópoles, como é o caso da Região Metropolitana de São Paulo, explica a professora Débora.
(Disponível em: https://www.otaboanense.com.br/por-que-as-chuvastorrenciais-estao-ocorrendo-na-grande-sao-paulo. Acesso em: 14/09/2019.)
Tendo em vista as causas e características da formação dessas “ilhas de calor”, analise as afirmativas a seguir.
I. Uma característica que contribui para o aparecimento das “ilhas” seria o grande contraste térmico entre as áreas mais urbanizadas e os locais periféricos ou agrícolas. II. A redução drástica da temperatura e a elevação súbita da umidade relativa do ar é uma das causas mais frequentes dessas ilhas de calor urbano. III. A principal causa das ilhas de calor é a total incapacidade de absorção de água pelo solo nas cidades, uma vez que a área urbana é coberta por concreto e asfalto. IV. A ausência de árvores, responsáveis por regular a temperatura por meio do aumento da umidade do ar e diminuição da temperatura, é um agravante na formação destas ilhas térmicas.
Estão corretas as afirmativas
As fortes chuvas no início dessa semana, na grande São Paulo, causaram inúmeros prejuízos físicos e o óbito de 12 pessoas, quer seja por escorregamentos, soterramentos e afogamentos. Segundo a professora Débora Rodrigues Barbosa, docente do curso de Geografia da Estácio, as intempéries foram provocadas por uma interação de fatores meteorológicos. Um gradual aumento da temperatura da água oceânica (uma anomalia térmica) promoveu a baixa pressão atmosférica e um amplo processo de evaporação da superfície líquida do Atlântico. [...] Essa anomalia térmica está relacionada, na verdade, a uma ilha de calor, que provoca o aumento da temperatura no centro das cidades, sobretudo nas grandes metrópoles, como é o caso da Região Metropolitana de São Paulo, explica a professora Débora.
(Disponível em: https://www.otaboanense.com.br/por-que-as-chuvastorrenciais-estao-ocorrendo-na-grande-sao-paulo. Acesso em: 14/09/2019.)
Tendo em vista as causas e características da formação dessas “ilhas de calor”, analise as afirmativas a seguir.
I. Uma característica que contribui para o aparecimento das “ilhas” seria o grande contraste térmico entre as áreas mais urbanizadas e os locais periféricos ou agrícolas. II. A redução drástica da temperatura e a elevação súbita da umidade relativa do ar é uma das causas mais frequentes dessas ilhas de calor urbano. III. A principal causa das ilhas de calor é a total incapacidade de absorção de água pelo solo nas cidades, uma vez que a área urbana é coberta por concreto e asfalto. IV. A ausência de árvores, responsáveis por regular a temperatura por meio do aumento da umidade do ar e diminuição da temperatura, é um agravante na formação destas ilhas térmicas.
Estão corretas as afirmativas
A agricultura representa o maior setor da economia mundial,
e ela foi (e é) essencial para o desenvolvimento da sociedade.
Há diversas modalidades na agricultura, mas a que mais se
destaca é a familiar. Esse tipo de agricultura vem ganhando
destaque pela maneira sustentável que relaciona o agronegócio
ao meio ambiente.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/dino/agriculturafamiliar-a-chave-da-sustentabilidade.)
Sobre a agricultura familiar e suas relações como o agronegócio, especificamente no Brasil, é correto afirmar que:
(Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/dino/agriculturafamiliar-a-chave-da-sustentabilidade.)
Sobre a agricultura familiar e suas relações como o agronegócio, especificamente no Brasil, é correto afirmar que:
É predominantemente no duodeno e nas primeiras porções
do jejuno, que ocorre a digestão do quimo, massa acidificada
e semilíquida transformada no estômago a partir do alimento
ingerido. Há uma secreção, que contém diversas enzimas
responsáveis por completarem a digestão no intestino
delgado, produzida por milhares de pequenas glândulas
presentes na mucosa intestinal conhecida por:
Considerando os estilos literários e as informações
correspondentes, relacione adequadamente as colunas a
seguir.
I. Barroco. II. Realismo. III. Classicismo. IV. Romantismo. V. Modernismo.
( ) Predomina o determinismo: o indivíduo de nada vale, existem leis universais que regem a história, a sociedade e o homem. ( ) Tem como características, dentre outras, a defesa da pátria e da liberdade, o mal do século e o sentimentalismo. ( ) Termina junto com a 2ª Guerra; tem como características o ataque à arte tradicional, o desejo de renovar e nacionalizar a arte brasileira.
A sequência está correta em
I. Barroco. II. Realismo. III. Classicismo. IV. Romantismo. V. Modernismo.
( ) Predomina o determinismo: o indivíduo de nada vale, existem leis universais que regem a história, a sociedade e o homem. ( ) Tem como características, dentre outras, a defesa da pátria e da liberdade, o mal do século e o sentimentalismo. ( ) Termina junto com a 2ª Guerra; tem como características o ataque à arte tradicional, o desejo de renovar e nacionalizar a arte brasileira.
A sequência está correta em
Science Education in the United States of America
(Audrey B. Champagne.)
Science education in the United States of America is in the midst of an unprecedented reform movement-unprecedented because the movement is driven by national standards developed with support from the federal government. The standards for science education are redefining the character of science education from kindergarten to the postgraduate education of scientists and science teachers. Unlike the education in most countries of the world, education of students in kindergarten through grade twelve in the United States is not the responsibility of the federal government but is controlled by the individual states. States have the right toregulate all elements of the curriculum-the content all students are expected to learn, the structural organization of programs across all grades, the structural organization of the yearly curriculum in each subject, teaching methods, and textbooks. Historically, and even now, the states jealously guard all their rights and resist efforts by the federal government to exercise control over matters that are the responsibility of the states. The federal government's involvement in education has been to identify matters of national priority and to provide funds and other resources to the states to meet the national priorities. So, for instance, in the late 1960s and early 1970s, when the United States felt that its perceived preeminence in scientific research and its national safety were threatened, science education was identified as a national priority. The primary purpose of the federal government's initiatives was to encourage and upgrade the science education of young people who would become practicing scientists. This effort was not perceived by the states as an erosion of their rights because it was a response to a threat to the nation and was targeted on the science education of a relatively few students. The current situation is quite different.
The federal government's underwriting of the development of national standards for education has the potential for shifting the control of the curriculum from the states to the federal government. This initiative, supported by the National Association of Governors, is the result of the concern of political, business and industrial leaders with the poor quality of education across the nation and with the effect this poor quality has on the U.S. position in the world economy. The goal of the standards movement from the prospective of political, business, and industrial leaders is to strengthen education so that the schools will produce graduates with the knowledge and skills required of them to be productive in the workplace.
The pedagogy and attitudes of many teachers and professors alike has been that science is for the few. So little concern or effort was applied to make science interesting or to make learning it easy. Consequently, only highly motivated and highly intelligent students survived science courses. Thus it appears education in the natural sciences develops individuals who reason well, are critical thinkers, are creative problem solvers-in short, are intelligent. But, we must ask, does education in the natural sciences produce smarter people or do smart people survive science as it is taught? While historically the answer to the question may well have been survival, the national standards are based on the beliefs that science is for all and can produce smarter people.
(Available: https://files.eric.ed.gov/fulltext/EJ608194.pdf. Adapted.)
For Instance (L22) sets:
O que é prevenção de suicídio, afinal?
Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmotempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.
(Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
Na organização das ideias do texto, pode-se afirmar que
está correto o que se afirma em:
O que é prevenção de suicídio, afinal?
Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmotempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.
(Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
De acordo com o contexto, o elemento destacado em “Mas
inócuo para prevenção de fato.” (2º§) tem o seu significado
corretamente expresso em:
Uma fábrica produz azulejos em formato retangular, sendo
que a medida do comprimento tem sempre 7 cm a mais do
que a medida da largura. As dimensões, em centímetro, de
um azulejo produzido por tal fábrica que possui 120 cm2 de
área são:
Science Education in the United States of America
(Audrey B. Champagne.)
Science education in the United States of America is in the midst of an unprecedented reform movement-unprecedented because the movement is driven by national standards developed with support from the federal government. The standards for science education are redefining the character of science education from kindergarten to the postgraduate education of scientists and science teachers. Unlike the education in most countries of the world, education of students in kindergarten through grade twelve in the United States is not the responsibility of the federal government but is controlled by the individual states. States have the right toregulate all elements of the curriculum-the content all students are expected to learn, the structural organization of programs across all grades, the structural organization of the yearly curriculum in each subject, teaching methods, and textbooks. Historically, and even now, the states jealously guard all their rights and resist efforts by the federal government to exercise control over matters that are the responsibility of the states. The federal government's involvement in education has been to identify matters of national priority and to provide funds and other resources to the states to meet the national priorities. So, for instance, in the late 1960s and early 1970s, when the United States felt that its perceived preeminence in scientific research and its national safety were threatened, science education was identified as a national priority. The primary purpose of the federal government's initiatives was to encourage and upgrade the science education of young people who would become practicing scientists. This effort was not perceived by the states as an erosion of their rights because it was a response to a threat to the nation and was targeted on the science education of a relatively few students. The current situation is quite different.
The federal government's underwriting of the development of national standards for education has the potential for shifting the control of the curriculum from the states to the federal government. This initiative, supported by the National Association of Governors, is the result of the concern of political, business and industrial leaders with the poor quality of education across the nation and with the effect this poor quality has on the U.S. position in the world economy. The goal of the standards movement from the prospective of political, business, and industrial leaders is to strengthen education so that the schools will produce graduates with the knowledge and skills required of them to be productive in the workplace.
The pedagogy and attitudes of many teachers and professors alike has been that science is for the few. So little concern or effort was applied to make science interesting or to make learning it easy. Consequently, only highly motivated and highly intelligent students survived science courses. Thus it appears education in the natural sciences develops individuals who reason well, are critical thinkers, are creative problem solvers-in short, are intelligent. But, we must ask, does education in the natural sciences produce smarter people or do smart people survive science as it is taught? While historically the answer to the question may well have been survival, the national standards are based on the beliefs that science is for all and can produce smarter people.
(Available: https://files.eric.ed.gov/fulltext/EJ608194.pdf. Adapted.)
Analyse the items usage in the text. Mark the one which is
a modifier.
Nos anos de 1980, a luta dos indígenas e seus aliados por
direitos trouxe importantes conquistas incorporadas à
Constituição Brasileira. Uma delas está no artigo 231,
segundo o qual: “são reconhecidos aos índios [...] os direitos
sobre as terras, competindo à União demarcá-las, proteger
e fazer respeitar os seus bens. O artigo anteriormente
citado refere-se especificamente à Constituição de 1988.
Uma outra peculiaridade em relação à situação indígena preconizada na Constituição de 1988 é:
Uma outra peculiaridade em relação à situação indígena preconizada na Constituição de 1988 é:
A travessia do Atlântico durava mais de dois meses.
Espremidos nos porões dos navios negreiros, milhares de
homens, mulheres e crianças suportavam calor, sede, fome,
sujeira, ataques de ratos e piolhos, e surtos de sarampo e
escorbuto. Muitos não resistiam e acabavam jogados ao mar.
(FLORENTINO, Manolo. 1997.)
O tráfico de escravos foi uma prática prevalente por vários séculos no Brasil. Sobre essa prática, analise as afirmativas a seguir.
I. O tráfico ultramarino de africanos, com o objetivo de escravizá-los, teve relação direta com a necessidade permanente de trabalhadores nos engenhos do Brasil. II. O Brasil foi o lugar onde houve um dos mais desenvolvidos comércios de escravos, perdendo em quantidade apenas para a Inglaterra e para a França. III. Os escravos eram conseguidos por traficantes que obtinham os prisioneiros comprando-os na África, caso fossem prisioneiros de guerra, ou por meio de emboscadas realizadas pelos próprios traficantes. IV. Os navios negreiros, ou tumbeiros eram, de uma maneira geral, subvencionados pelo Estado e raramente ligados à iniciativa de comerciantes particulares. V. No sistema colonial escravista, a existência do tráfico negreiro atendia a uma demanda por escravos das colônias e, por ser uma atividade altamente lucrativa, atendia aos interesses da metrópole e da colônia.
Estão corretas as afirmativas
(FLORENTINO, Manolo. 1997.)
O tráfico de escravos foi uma prática prevalente por vários séculos no Brasil. Sobre essa prática, analise as afirmativas a seguir.
I. O tráfico ultramarino de africanos, com o objetivo de escravizá-los, teve relação direta com a necessidade permanente de trabalhadores nos engenhos do Brasil. II. O Brasil foi o lugar onde houve um dos mais desenvolvidos comércios de escravos, perdendo em quantidade apenas para a Inglaterra e para a França. III. Os escravos eram conseguidos por traficantes que obtinham os prisioneiros comprando-os na África, caso fossem prisioneiros de guerra, ou por meio de emboscadas realizadas pelos próprios traficantes. IV. Os navios negreiros, ou tumbeiros eram, de uma maneira geral, subvencionados pelo Estado e raramente ligados à iniciativa de comerciantes particulares. V. No sistema colonial escravista, a existência do tráfico negreiro atendia a uma demanda por escravos das colônias e, por ser uma atividade altamente lucrativa, atendia aos interesses da metrópole e da colônia.
Estão corretas as afirmativas