Os jogos e brincadeiras são atividades essenciais no dia
a dia da Educação Infantil. Entretanto, alguns estudos
mostram que as brincadeiras infantis são mais do que
meros passatempos da infância; são, sobretudo, meios
de a criança se desenvolver e construir significações
culturais e sociais importantes.
A respeito da utilização da ludicidade nas práticas
pedagógicas da Educação Infantil, analise os itens a
seguir:
I. A dimensão lúdica é própria da humanidade;
acontece voluntariamente dialogando com a cultura,
que impulsiona e contribui para a evolução social,
como aponta Huizinga (1993) quando diz que a
sociedade humana sempre contou com o jogo em seu
processo de evolução.
II. A utilização do termo ludicidade na Educação
Infantil tem origem da palavra latina “ludus”, que
significa jogo. Nessa perspectiva, hipoteticamente,
considera-se que na educação, “ludicidade” tem um
sentido mais amplo e está associado ao modo de
aprender e se desenvolver na infância.
III. Para Vygotsky (1998), compreender os meandros que
perpassam as brincadeiras infantis é fundamental
para compreender o próprio desenvolvimento da
criança. Portanto, faz-se necessário elucidar a
importância de contemplar as atividades lúdicas nas
escolas, visando estabelecer um vínculo entre o
brincar, o desenvolvimento infantil e a
aprendizagem.
IV. Kishimoto (1993), baseada em ideias de Claparéde
(1873-1940), aponta que todos os jogos são
essencialmente educativos, na medida em que,
através de atividades lúdicas, é possível promover
aprendizagens - não só relacionadas a fins cognitivos,
mas também relativos a aspectos motores, sociais,
emocionais, proporcionando desenvolvimento sadio e
integral.
A prática de análise linguística, ancorada em fatos
reais da língua, na sua funcionalidade, tendo em vista o
propósito de interlocução, se baseia nos seguintes
passos:
I. A análise linguística partirá não do texto “bem
escritinho”, do bom autor selecionado pelo
“fazedor de livros didáticos”. Ao contrário, o
ensino gramatical somente tem sentido se for para
auxiliar o aluno e por isso partirá do texto do
aluno.
II. A preparação das aulas de prática de análise
linguística será a própria leitura dos textos
produzidos pelos alunos nas aulas de produção de
textos.
III. Para cada aula de prática de análise linguística, o
professor deverá selecionar apenas um problema;
de nada adianta querermos enfrentar todos os
problemas que podem acontecer num texto
produzido por nosso aluno.
IV. Fundamentalmente, a prática de análise
linguística deve se caracterizar pela retomada do
texto produzido na aula de produção (segunda-feira, no horário proposta) para reescrevê-lo no
aspecto tomado como tema na aula de análise.
V. O material necessário para as aulas de prática de
análise linguística: os Cadernos de Redações dos
alunos; um caderno para anotações; dicionários e
gramáticas.
A BNCC considera a interação e a brincadeira eixos
estruturantes do currículo na Educação Infantil e estão
intimamente ligados à forma como a criança aprende.
Considerando as funções educativas e de
aprendizagem nos tipos de brincadeiras na educação
infantil, leia os textos a seguir, e atribua:
1. Faz de conta.
2. Brinquedos ou objetos estruturados.
3. Jogos com regras e brincadeiras sociais.
4. Cantigas de roda e parlendas.
5. Brincadeiras funcionais.
( )São o primeiro estágio do brincar. Elas envolvem o
próprio corpo da criança e a produção de sons e
estão presentes na vida desde o começo,
especialmente até os 18 meses. “Os pequenos na
creche, por exemplo, brincam ao estender e
encolher os braços, balançar as pernas, fazer ruídos
e mesmo com o choro, que é um tipo de brincadeirapor ser um modo que permite à criança ver como o
outro irá reagir e como essas ações interferem no
mundo ao seu redor.
( )Envolve níveis mais complexos do desenvolvimento
das atividades cognitivas das crianças. “Essa
brincadeira traz possibilidades infinitas de
ampliação de interpretação do mundo, pois, onde
qualquer coisa é possível. A criança pode testar
suas hipóteses e, inclusive, experimentar aquilo que
não é factível no mundo real.
( )São aqueles que possuem função definida enquanto
objeto de brincar. Apesar de contribuírem para um
ambiente escolar convidativo ao brincar e serem
interessantes para o desenvolvimento infantil, esses
materiais não são essenciais para as brincadeiras.
Isso ocorre principalmente porque as próprias
crianças mostram que é possível brincar com outros
tipos de objetos.
( )São brincadeiras que podem abranger tanto o faz de
conta quanto atividades do campo da aquisição, que
são aquelas que trabalham atenção, percepção e
construção de vocabulário. “A brincadeira da dança
das cadeiras, [aquela que] quando se canta uma
música, as crianças rodam e as cadeiras são
retiradas até sobrar só uma, é um tipo de atividade
que trabalha aspectos de aquisição.
( )Pega-pega, queimada/baleado e esconde-esconde
são alguns exemplos de brincadeiras que trabalham
funções de sociabilidade, por exemplo. Essas
brincadeiras são importantes, porque mostram para
a criança variados conceitos, como “respeitar o
outro, esperar a minha vez, entender regras de
convivência e dividir materiais.
Reconhecendo as especificidades dos diferentes grupos
etários que constituem a etapa da Educação Infantil, os
objetivos de aprendizagem e desenvolvimento estão
sequencialmente organizados em grupos por faixa
etária, que correspondem, aproximadamente, às
possibilidades de aprendizagem e às características do
desenvolvimento das crianças(BNCC).
Considerando as faixas etárias da Educação Infantil
especificadas na BNCC, analise os itens a seguir,
atribua:
1. Creche
2. Pré-escola
( ) Bebês (zero a 1 ano e 6 meses).
( ) Crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos
e 11 meses).
( ) Crianças pequenas (4 anos a 5 anos e 11 meses).
De acordo com o Art. 70-A da Lei nº 8.069/90 – ECA,
A União, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios deverão atuar de forma articulada na
elaboração de políticas públicas e na execução de
ações destinadas a coibir o uso de castigo físico ou de
tratamento cruel ou degradante e difundir formas não
violentas de educação de crianças e de adolescentes,
tendo como principais ações, entre outras:
Sobre diversidade e aprendizagem, analise os itens a
seguir:
I. A inclusão percorre caminhos cheios de desafios
para atender às diferenças na educação. Investigo
quais são esses caminhos, aponto os desafios e
apresento sugestões. Assumir e enfrentar as
diferenças das pessoas: físicas, mentais, afetivas,
socioculturais, o preconceito, as dificuldades,
suporte pedagógico especializado e diferenciado.
II. Reconhecer que as crianças podem aprender juntas,
mesmo com objetivos e processos diferentes leva os
professores a estabelecer formas criativas de atuação
com as crianças com necessidades especiais e
incentiva o atendimento integrado ao professor de
classe comum.
III. A diversidade é uma condição inerente a toda
situação de ensino e aprendizagem, onde os alunos
compartilham sua história pessoal e experiências
anteriores. Isso permite construir conhecimento numa
dinâmica de interação única e particular.
IV. Entre as principais fontes da motivação, são
interesses pessoais, atribuição interna ou externa de
sucessos e fracassos, a relevância dos conteúdos para
a vida e identidade pessoal, autoeficácia diante das
tarefas, objetivos de aprendizagem e teorias de
inteligência. Este seria um fator importante que
evidencia uma diversidade de disposições de
participação por parte dos alunos.
De acordo com as Diretrizes Nacionais da Educação
Infantil, As instituições de Educação Infantil devem
criar procedimentos para acompanhamento do
trabalho pedagógico e para avaliação do
desenvolvimento das crianças, sem objetivo de seleção,
promoção ou classificação, garantindo: