A participação da criança na vida social recebeu, a partir do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei no 8.069/1990), um grau de proteção inédito.

De acordo com Castro e Regattieri (2009), a escola ocupa um lugar importante na garantia dos direitos abrangidos nessa proteção porque
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Roupa em fase de crescimento


Não me impressiona tanto a notícia de que uns alemães puseram para andar no mercado um sapato capaz de acompanhar, até o limite de dois centímetros, o crescimento dos pés da garotada. Se me permitem, minha mãe fez melhor, ou fez antes, sem a pretensão de revolucionar o que quer que fosse.

Naquele tempo, a década de 50 (do século 20, por favor), não se usava comprar roupa pronta. Não que não existissem lojas de roupa. Era mais econômico mandar fazer.

Havia sempre na cidade uma pessoa jeitosa que costurava “para fora” e à qual se podia encomendar quase todo o guarda-roupa familiar a ser acondicionado, aliás, num guarda-roupa, trambolho que provinha, esse sim, de alguma loja, pois não se disseminara ainda a prática de embutir armários. Acontecia também de se convocar a tal pessoa para se instalar, de mala, cuia, tesoura e agulha, na residência da família, e ali pedalar, dias a fio, uma máquina de costura.

Em nossa casa costumava pousar a bem-humorada Noésia, exímia na arte de produzir himalaias de roupa. Foi Noésia quem confeccionou as prodigiosas calças que não paravam de espichar. Mas foi mamãe quem garimpou, sabe Deus em que atacadista, a peça de linho cinzento com que elas foram feitas. Deixa que eu dou jeito, dona Wanda, dizia Noésia a cada nova temporada em casa e, pela enésima vez, tome encurtar as barras.


(Humberto Werneck,
O espalhador de passarinhos & outras crônicas. Adaptado)
No contexto em que foi empregada, a palavra destacada em “… a bem-humorada Noésia, exímia na arte de produzir himalaias de roupa.” (4o parágrafo) é um sinônimo de
Falkembach (em Veiga, 1996) defende a ideia de um planejamento participativo com base na escola.
Assinale a alternativa que contém uma afirmação verdadeira acerca da perspectiva apresentada pela autora.
Os níveis de desenvolvimento da compreensão estética propostos por Michael Parsons organizam-se pelas seguintes etapas:
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A leitura nos convida a conhecer a experiência de homens e mulheres, de nossa época ou de épocas passadas, de diferentes lugares, transcrita em palavras que podem nos ensinar muito sobre nós mesmos. E os textos que alguém nos passa, e que também passamos a outros, representam uma abertura para círculos de pertencimento mais amplos, que se estendem para além do parentesco e da localidade.

Vou citar Albert Camus, um escritor que conhecia bem a pobreza e que escreveu: “A pobreza e a ignorância tornavam a vida mais difícil, mais insípida, fechada em si mesma; a miséria é uma fortaleza sem ponte levadiça”. A imagem de uma fortaleza sem ponte levadiça nos lembra o quanto a reclusão e o isolamento são, em geral, o destino que cabe aos pobres. Pois o que também distingue as categorias sociais, não esqueçamos isso, é o horizonte, o espaço de referência daqueles que as compõem. Alguns podem ver mais longe que outros, pensar suas vidas em uma outra escala. E o horizonte de muitos habitantes da zona rural, de condição modesta, como também o horizonte popular urbano, foi, por muito tempo, e ainda o é com frequência, a família, os vizinhos, “nós”. Enquanto o resto do mundo é visto como “eles”, com traços bem mal definidos.

Mas, às vezes, existem pontes levadiças. Camus, assim como outros escritores nascidos em famílias pobres, expressou sua gratidão por um professor e por uma biblioteca municipal que o haviam ajudado a descobrir que existia algo além do espaço familiar. Para ele as pontes levadiças foram esse professor e essa biblioteca. Cito-o novamente: “No fundo, o conteúdo dos livros pouco importava. O importante era o que sentiam ao entrar na biblioteca, onde não viam a parede de livros negros mas sim um espaço e horizontes múltiplos que, desde a entrada, lhes tiravam da vida estreita do bairro”.


(Michèle Petit, Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Adaptado)
No trecho “… não viam a parede de livros negros mas sim um espaço e horizontes múltiplos…” (3o parágrafo), a palavra destacada foi empregada para
Seus alunos estudavam a gramática visual, sua sintaxe e seu vocabulário, dominando elementos formais como ponto, linha, forma, espaço positivo e negativo, divisão de área, cor, percepção e ilusão, signo e simulação, tranformação e projeção, e não só a imagem produzida por artistas, mas também a imagem da propaganda, como a embalagem de suco de laranja, eram assunto de suas aulas.

(Barbosa, 2014. Adaptado)

Ao apresentar as bases da Abordagem Triangular, Barbosa (2014) indica o procedimento em sala de aula de um(a) professor(a) e artista. Trata-se de

O período reviveu a abundância alegórica do fim da Idade Média e a enriqueceu com o mundanismo sensual da Renascença. Mas, ao fundo da cena, a areia do tempo estava correndo, e o memento mori da Dança da Morte soava de novo. Os prazeres do mundo e a sombra da morte, coisas terrenas e coisas celestiais, fluíam juntas, teatral e espiritualmente, num grande crescendo. Uma era estava encenando a si mesma.

(Berthold, 2000. Adaptado)

O excerto descreve, do ponto de vista da história do teatro, o período

Assinale a alternativa que apresenta um artista da Missão Francesa, que chegou ao Brasil em 1816, chefiada por Joachin Lebreton.
Larissa é professora especialista de uma escola municipal, sendo responsável pelo ensino de Artes para crianças nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Em uma de suas turmas, frequenta as aulas um menino com deficiência auditiva chamado Luiz. Certo dia, Larissa percebeu Luiz um tanto prostrado, mantendo-se longe de seu grupo de amigos mais próximos. A professora, então, aproximou-se de Luiz, levando um caderno no qual trocavam mensagens escritas. De início hesitante, Luiz acabou relatando ameaças repetidas de violência física por parte de seu padrasto. Larissa levou o caso à diretora, e juntas encaminharam denúncia ao Conselho Tutelar, visando à segurança de Luiz.

De acordo com o art. 7o da Lei no 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), a atitude de Larissa foi
Galvão (em Arantes, 2003) discute elementos para uma reflexão sobre a prática pedagógica a partir da perspectiva de Wallon sobre a expressividade e as emoções.

De acordo com a autora,
No que diz respeito ao Currículo Ensino Fundamental II – Itatiba, 1o bimestre do 1o ano, a habilidade “estabelecer relações entre as partes do corpo e destas com o todo corporal na construção do movimento dançado” refere-se a qual dos objetos de conhecimento presentes nas alternativas?
Aguiar et al. (2006), refletindo sobre a importância da educação no combate à exclusão, afirmam haver diversas concepções do que seja o desenvolvimento sustentável. Uma dessas concepções é assim descrita: “supõe uma mudança na orientação do desenvolvimento econômico, contemplando a justiça social e a superação da desigualdade socioeconômica. [...] Nesta perspectiva, o mercado e a visão economicista deixam de ter a centralidade” e cedem lugar a um desenvolvimento que “se realiza na partição da riqueza social e na distribuição do controle sobre os recursos, inclusive os provenientes da natureza”.

Trata-se, especificamente, da perspectiva
Para Proença (1994), o interesse da Pop-art refere-se a
Nos anos 1970, não tinhamos cursos de arte-educação nas universidades, apenas cursos para preparar professores de desenho, principalmente desenho geométrico. Fora das universidades, um movimento bastante ativo foi o das Escolinhas de Arte.

(Barbosa, 2014. Adaptado)

Segundo Barbosa (2014), o que o Movimento das Escolinhas de Arte tentava desenvolver, desde 1948, era a
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Roupa em fase de crescimento


Não me impressiona tanto a notícia de que uns alemães puseram para andar no mercado um sapato capaz de acompanhar, até o limite de dois centímetros, o crescimento dos pés da garotada. Se me permitem, minha mãe fez melhor, ou fez antes, sem a pretensão de revolucionar o que quer que fosse.

Naquele tempo, a década de 50 (do século 20, por favor), não se usava comprar roupa pronta. Não que não existissem lojas de roupa. Era mais econômico mandar fazer.

Havia sempre na cidade uma pessoa jeitosa que costurava “para fora” e à qual se podia encomendar quase todo o guarda-roupa familiar a ser acondicionado, aliás, num guarda-roupa, trambolho que provinha, esse sim, de alguma loja, pois não se disseminara ainda a prática de embutir armários. Acontecia também de se convocar a tal pessoa para se instalar, de mala, cuia, tesoura e agulha, na residência da família, e ali pedalar, dias a fio, uma máquina de costura.

Em nossa casa costumava pousar a bem-humorada Noésia, exímia na arte de produzir himalaias de roupa. Foi Noésia quem confeccionou as prodigiosas calças que não paravam de espichar. Mas foi mamãe quem garimpou, sabe Deus em que atacadista, a peça de linho cinzento com que elas foram feitas. Deixa que eu dou jeito, dona Wanda, dizia Noésia a cada nova temporada em casa e, pela enésima vez, tome encurtar as barras.


(Humberto Werneck,
O espalhador de passarinhos & outras crônicas. Adaptado)
Assinale a alternativa em que uma vírgula foi corretamente acrescentada a um trecho do texto, sem alteração do sentido original.
Onrubia (em Coll, 1999) explica que, seguindo as premissas do construtivismo, a prática dos processos de codificação e decodificação que intervêm na leitura e na escrita deve
O artigo 6o da Resolução CNE/CEB no 7/2010 (Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 anos) afirma: “Os sistemas de ensino e as escolas adotarão, como norteadores das políticas educativas e das ações pedagógicas, os seguintes princípios”.

Quais princípios são elencados e descritos em seus incisos?
Para Barbosa (2015), a primeira tentativa de se estudar a arte da criança na universidade se deu em curso da Universidade do Distrito Federal, entre os anos 1935 e 1948, ministrado por
A palavra é usada para descrever os diferentes modos pelos quais um compositor agrupa os sons musicais, principalmente do ponto de vista da duração dos sons e de sua acentuação.

Para Bennet (1989), o descritivo define
Segundo Fonterrada (2008), a forma de arte em que a música, poesia e as outras artes se juntam, colaborando umas com as outras na composição da unidade, foi chamada por Richard Wagner de
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