Em relação às colestases genéticas, assinale a alternativa correta.
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Para responder as questões 46 e 47, analise o caso abaixo.
Paciente F.R.T, 54 anos, é um paciente cirrótico de etiologia alcoólica. Encontra-se abstêmio há 1 ano. Evoluiu com ascite intratável pela piora de função renal após introdução de diuréticos. Foi listado para o transplante hepático e convocado para a cirurgia.
Em relação ao seguimento do paciente após o transplante hepático:
Mulher, 58 anos, com diagnóstico de cirrose de etiologia alcoólica, encontra-se internada por descompesação clínica há 3 dias. Ela apresenta piora da ascite, oligúria e início de encefalopatia hepática. Em uso diário de espironolactona 200mg, furosemida 40mg e complexo vitamínico. Creatinina 1,7 mg/dL (0,8 mg/dL na entrada); Líquido ascítico: hemácias= 1.300/mm³, leucócitos= 420/mm³ (62% de linfócitos, 31% neutrófilos e 7% de monócitos); proteína= 1,4 g/dL, albumina= 0,7 g/dL.
O diagnóstico e a conduta são:
Paciente, sexo masculino, 68 anos, chega no pronto-atendimento acompanhado da família por ter sido encontrado no chão “desmaiado em casa” (sic). A família nega hepatopatia conhecida. O paciente é hipertenso e diabético de longa data, negam demais comorbidades. Relatam uso esporádico de bebida alcoólica. Negam conhecimento de uso de substâncias ilícitas e tabagismo. O hepatologista de sobreaviso foi convocado ao hospital no dia seguinte para uma interconsulta pois os níveis de transaminases estavam mais de 10x o limite superior da normalidade. Sorologias e marcadores de autoimunidade negativos. Ceruloplasmina e perfil de ferro normais.
O paciente encontra-se em unidade de terapia intensiva, instável hemodinamicamente, em uso de 2 drogas vasoativas. Sobre o caso descrito acima, é incorreto afirmar que:
Em relação ao caso acima, o diagnóstico e a classificação correta são, respectivamente:
Assinale a alternativa que apresenta qual das seguintes causas virais de hepatite aguda tem mais probabilidade de provocar hepatite fulminante em uma mulher grávida.
Dessa maneira, o antibiótico de primeira escolha, indicado pelo Ministério da Saúde, para tratamento da cólera é:
Para responder as questões 46 e 47, analise o caso abaixo.
Paciente F.R.T, 54 anos, é um paciente cirrótico de etiologia alcoólica. Encontra-se abstêmio há 1 ano. Evoluiu com ascite intratável pela piora de função renal após introdução de diuréticos. Foi listado para o transplante hepático e convocado para a cirurgia.
Em relação às possíveis complicações que envolvem o transplante hepático:
Três indivíduos dessa família, idosos, evoluíram com febre alta prolongada, fadiga, cefaleia, tosse seca, náusea, perda de apetite, dor abdominal, constipação, dissociação pulsotemperatura, hepatoesplenomegalia e roséolas cutâneas.
Dois pacientes se recuperaram; entretanto, um deles, na segunda semana de doença, persistiu com febre, astenia intensa, alteração do nível de consciência com delírios e indiferença ao ambiente. Houve dissociação pulsotemperatura (frequência de pulso normal em presença de febre elevada), hepatoesplenomegalia, dor abdominal difusa com persistência da constipação intestinal. Foi observado surgimento de exantemas em ombros, tórax e abdômen caracterizados por máculas pápuloeritematosas, com aproximadamente 1 mm a 5 mm de diâmetro, que desapareciam à vitropressão. Evoluiu com hipotensão, enterorragia e perfuração intestinal. Após tratamento cirúrgico, foi internado em CTI, onde recebeu tratamento adequado com antibióticos, e, após 25 dias, recebeu alta melhorado para enfermaria.
O diagnóstico clínico mais compatível com a descrição acima é:
Sobre a Doença de Wilson, é incorreto afirmar:
Sobre a insuficiência hepática crônica agudizada (do inglês, acute-on-chronic liver failure - ACLF), assinale a alternativa incorreta.
Sobre hepatite alcoólica é correto afirmar:
Em um ambulatório de hepatites, comparecem os pacientes abaixo, numerados de 1 a 5.
De acordo com o atual PCDT 2023 para o tratamento de hepatite B no Brasil, analise a seguir os pacientes que deverão receber o tratamento para esta doença e qual seria a melhor conduta, respectivamente:
1. 7 anos, com HBV-DNA > 20.000. HBeAg positivo. ALT= 20. Elastografia < 6 kPa. Não é necessário iniciar o tratamento neste momento.
2. 18 anos, com HBV-DNA < 2.000. Não-cirrótico. ALT= 20. Elastografia < 6 kPa. Mãe tem carcinoma hepatocelular em decorrência da hepatite B. O paciente deve ser tratado e uma opção viável para o tratamento é o tenofovir desoproxila (TDF).
3. 67 anos, cirrótico, hipertenso e com doença renal crônica estágio IV. Já usou lamivudina previamente. O paciente deve ser tratado com tenofovir alafenamida (TAF).
4. 20 anos, não-cirrótico, apresenta Anti-HBc IgG positivo, HBsAg negativo e Anti-HBs positivo. Diagnosticado com Linfoma Hodgkin e receberá terapia com Rituximabe. Deve-se iniciar profilaxia de reativação da hepatite B com entecavir (ETV).
5. 47 anos, cirrótico, com osteoporose. No momento, apresenta-se com ascite grau 2. Nunca recebeu tratamento para hepatite B. O paciente deve ser tratado com entecavir (ETV) em dose dobrada.
Assinale a alternativa correta.
A causa mais frequente de lesão hepática nos pacientes com aids é:
A melhor conduta nesse momento é:
Homem, 35 anos, procura atendimento médico por notar esclera amarelada há dois dias. Nega dor abdominal, febre, colúria ou acolia fecal e prurido. Relata uso recente de antibióticos para amigdalite. Nega ingesta alcoólica, viagens recentes, uso de drogas ilícitas ou histórico de hepatite na família. Refere ser HSH (homem que faz sexo com homem). Ultrassonografia (USG) de abdome normal. Exames laboratoriais: hemograma normal; TGO = 50 U/L; TGP = 60 U/L; fosfatase alcalina (FA) = 300 U/L; Gama–GT = 800 U/L; bilirrubinas totais = 10 mg/dL; bilirrubinas diretas = 5 mg/dL; bilirrubinas indiretas = 5 mg/dL; TAP = 100%; albumina = 4 g/dL;
Assinale a alternativa correta diante do caso:
A melhor conduta terapêutica é:
Sobre o vírus da Hepatite B:
O antígeno leucocitário humano (HLA) presente em mais de 95% dos casos de pacientes com DC é o:
Os sintomas iniciais costumam ser relacionados com a dificuldade de abrir a boca e de deambular, devido à hipertonia muscular correspondente. Com a progressão da doença, outros grupos musculares são acometidos. Pode haver dificuldade de deglutição (disfagia), rigidez de nuca, rigidez paravertebral, hipertonia da musculatura torácica, de músculos abdominais e de membros inferiores. As contraturas paroxísticas ou os espasmos acontecem sob a forma de abalos tonicoclônicos, que variam em intensidade e intervalos, de acordo com a gravidade do quadro. A hipertonia torácica, a contração da glote e as crises espásticas podem determinar insuficiência respiratória, causa frequente de morte nesses enfermos. Nas formas mais graves, também pode ocorrer hiperatividade do sistema autônomo simpático (disautonomia), com taquicardia, sudorese profusa, hipertensão arterial, bexiga neurogênica e febre. Tais manifestações agravam o prognóstico da doença. Entretanto, devido às ações do Programa Nacional de Imunizações, essa doença, felizmente, não é mais tão comum como no passado.
A descrição acima se refere ao(à):