Questões de Concursos
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Nada por aqui
No que diz respeito à Padaria Espiritual, considere as seguintes afirmações:
I. A Padaria Espiritual foi uma agremiação literária que surgiu no Ceará por volta de 1892. II. Antônio Sales foi o inspirador e principal animador dessa original agremiação Literária, sendo o Primeiro Padeiro-mor (Presidente).
III. As reuniões ou sessões, quase sempre marcadas a partir das dezenove horas, eram as Fornadas; os sócios, os amassadores ou padeiros; o Presidente, o Padeiro-mor; os Secretários, Primeiro e Segundo Forneiros; o Tesoureiro, Gaveta; o Bibliotecário, Guarda-livros e o Investigador das coisas e das gentes, o Olho da Providência.
IV. O Forno foi um dos principais órgãos de divulgação em três fases: a primeira no ano de 1892, com a publicação de seis exemplares; a segundo em 1895, com a publicação de vinte e quatro exemplares; e a terceira 1896, com a publicação de seis números.
V. A importância do movimento se deu pelo fato de ele haver proporcionado a consolidação do Realismo e o nascimento do Simbolismo no Ceará.
É correto o que se afirma somente em
Assinale a alternativa em que as palavras MAL e MAU estão aplicadas corretamente.
Atenção: As questões de números 11 a 20 referem–se ao texto
seguinte.
Falamos o idioma de Cabral?
Se é que Cabral gritou alguma coisa quando avistou o
monte Pascoal, certamente não foi "terra ã vishta", assim, com
o "a" abafado e o "s" chiado que associamos ao sotaque
português. No século XVI, nossos primos lusos não engoliam
vogais nem chiavam nas consoantes – essas modas surgiram
no século XVII. Cabral teria berrado um "a" bem aberto e dito
"vista" com o "s" sibilante igual ao dos paulistas de hoje. Na
verdade, nós, brasileiros, mantivemos sons que viraram arcaísmos
empoeirados para os portugueses.
Mas, se há semelhanças entre a língua do Brasil de hoje
e o português antigo, há ainda mais diferenças. Boa parte delas
é devida ao tráfico de escravos, que trouxe ao Brasil um número
imenso de negros que não falavam português. "Já no século
XVI, a maioria da população da Bahia era africana", diz Rosa
Virgínia Matos, lingüista da Universidade Federal da Bahia.
"Toda essa gente aprendeu a língua de ouvido, sem escola",
afirma. Na ausência da educação formal, a mistura de idiomas
torna–se comum e traços de um impregnam o outro. "Assim os
negros deixaram marcas definitivas", diz Rosa.
Também no século XVI, começaram a surgir diferenças
regionais no português do Brasil. Num pólo estavam as áreas
costeiras, onde os índios foram dizimados e se multiplicaram os
escravos africanos. No outro, o interior, persistiam as raízes
indígenas. À mistura dessas influências vieram se somar as
imigrações, que geraram diferentes sotaques.
Mas o grande momento de constituição de uma língua
"brasileira" foi o século XVIII, quando se explorou ouro em
Minas Gerais. "Lá surgiu a primeira célula do português brasileiro",
diz Marlos Pessoa, da Universidade Federal de Pernambuco.
A riqueza atraiu gente de toda parte – portugueses,
bandeirantes paulistas, escravos que saíam de moinhos de
cana e nordestinos. Ali, a língua começou a uniformizar–se e a
exportar traços comuns para o Brasil inteiro pelas rotas
comerciais que a exploração do ouro criou.
(Super Interessante. Almanaque de férias 2003 . São
Paulo, Abril, 2003, pp. 50–51)
Considere as seguintes afirmações:
I. Atualmente, alguns sons que produzimos ao falar o português do Brasil não mais se produzem na língua falada pelos portugueses.
II. Escravos africanos e índios influenciaram, na mesma proporção e nas mesmas regiões, o falar do português brasileiro.
III. Apenas com a educação formal é que se constituiu o que se pode chamar de língua "brasileira".
Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em
Pode-se caracterizar empiricamente a sociedade de
consumo por diferentes traços: elevação do nível de vida,
abundância das mercadorias e dos serviços, culto dos objetos e
dos lazeres, moral hedonista e materialista, etc. Mas,
estruturalmente, é a generalização do processo de moda que a
define propriamente. A sociedade centrada na expressão das
necessidades é, antes de tudo, aquela que reordena a produção
e o consumo de massa sob a lei da obsolescência, da sedução e
da diversificação, aquela que faz passar o econômico para a
órbita da forma moda (LIPOVETSKY, Gilles. O império do
efêmero. São Paulo: Companhia das Letras, 1989, p. 159).
Considerando-se o contexto, o sentido de uma expressão do texto está corretamente traduzido em:
Sobre o tema “O jogo no Brasil”, uma leitora do jornal O Globo escreveu o seguinte: “Não entendo por que não se legaliza o jogo no Brasil. Todos os países que têm o jogo reconhecido, além de arrecadarem uma fortuna em impostos, dão emprego a muita gente. Quem quer jogar, o faz livremente pela Internet e nos bingos ilegais, onde quem arrecada é o contraventor. Os mais abastados deixam dólares lá fora, que poderiam ajudar a educação e saúde, aqui dentro”.
As opções a seguir apresentam argumentos para a defesa do ponto de vista da autora, à exceção de uma. Assinale-a.
Das frases abaixo só NÃO há erros de ortografia em: