(AEVSF/Facape) Sobre as navegações ultramarinas e seus desdobramentos, assinale a alternativa CORRETA:
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(AEVSF/Facape) Sobre as navegações ultramarinas e seus desdobramentos, assinale a alternativa CORRETA:
(FUVEST) Em certos aspectos, os gregos da Antiguidade foram sempre um povo disperso. Penetraram em pequenos grupos no mundo mediterrânico e, mesmo quando se instalaram e acabaram por dominá-lo, permaneceram desunidos na sua organização política. No tempo de Heródoto, e muito antes dele, encontravam-se colônias gregas não somente em toda a extensão da Grécia atual, como também no litoral do Mar Negro, nas costas da atual Turquia, na Itália do sul e na Sicília oriental, na costa setentrional da África e no litoral mediterrânico da França. No interior desta elipse de uns 2500 km de comprimento, encontravam-se centenas e centenas de comunidades que amiúde diferiam na sua estrutura política e que afirmaram sempre a sua soberania. Nem então nem em nenhuma outra altura, no mundo antigo, houve uma nação, um território nacional único regido por uma lei soberana, que se tenha chamado Grécia (ou um sinônimo de Grécia).
(I. Finley. O mundo de Ulisses. Lisboa: Editorial Presença, 1972. Adaptado.)
Com base no texto, pode-se apontar corretamente
Quando os Holandeses passaram à ofensiva na sua Guerra dos Oitenta Anos pela independência contra a Espanha, no fim do século XVI, foi contra as possessões coloniais portuguesas, mais do que contra as espanholas, que os seus ataques mais fortes e mais persistentes se dirigiram. Uma vez que as possessões ibéricas estavam espalhadas por todo o mundo, a luta subsequente foi travada em quatro continentes e em sete mares e esta luta seiscentista merece muito mais ser chamada a Primeira Guerra Mundial do que o holocausto de 1914-1918, a que geralmente se atribui essa honra duvidosa. Como é evidente, as baixas provocadas pelo conflito ibero-holandês foram em muito menor escala, mas a população mundial era muito menor nessa altura e a luta indubitavelmente mundial.
Charles Boxer, O império marítimo português, 1415-1825. Lisboa: Edições 70, s.d., p.115.
Podem-se citar, como episódios centrais dessa •luta seiscentista?, a
(PUC-PR) – Nos começos do século XVI teve início a Reforma Religiosa, com a atuação de Martinho Lutero, monge agostiniano, então em Wittenberg. Sobre as causas desse movimento, é correto afirmar:
I – Os reformados tiveram apoio da burguesia, desejosa de firmar sua atividade capitalista de obter lucros, limitados pela Igreja e indicativos de pecado.
II – Um sentimento nacionalista surgira na Alemanha e Norte da Europa, passando o papa a ser visto como um estrangeiro a interferir em assuntos internos.
III – Em matéria de religião ocorreu o abuso de setores do clero, com a exploração das “relíquias sagradas” e venda de indulgências.
IV – O documento inicial que desencadeou a Reforma Luterana foi a Declaração de Augsburgo, redigida por Felipe Melanchton.
V – Ao tempo do início da Reforma Luterana era papa Júlio II, mecenas do Renascimento e que interpretou o ato de rebeldia de Lutero como uma simples querela de agostinianos contra dominicanos.
Estão corretas:
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), NÃO é uma competência específica de História para o Ensino Fundamental:
“Consciente da necessidade de clareza frente à postura pedagógica e às particularidades da disciplina que ministro, elejo o que acredito serem as habilidades e competências a desenvolver junto aos alunos [...]. No eleger dessas habilidades e competências [...], estão implícitas concepções de História e do ensino de História. Vejamos: 1) a aceitação de que a História, mesmo se pretendendo uma ciência, não está imune à falibilidade; 2) a submissão do conhecimento historiográfico a um regime de historicidade, ou seja, pensar o próprio conhecimento como algo relacionado a uma dada configuração que o torna possível; 3) a necessidade de pôr à prova a própria ideia de verdade sem, contudo, confundir esse questionamento com o niilismo que nega a possibilidade de reflexões coerentes num campo de saber; 4) construir uma cultura que faça perceber que a escrita da história, como bem explicou Certeau, está circunscrita a uma operação historiográfica e que, por isso, deve reconhecer seus sujeitos, suas questões, seus métodos e suas fontes.
(SILVA, José Luís de Oliveira e. Pensando o ofício do historiador no ambiente escolar: práticas pedagógicas e a incorporação do xadrez nas aulas de Idade Média. In: Anais do V Simpósio Nacional de História Cultural. Brasília: UNB, 2010).
Segundo o texto, o ensino de História deve:
No "Manifesto Antropófago", lançado em São Paulo, em 1928, lê-se: "Queremos a Revolução Caraíba (...). A unificação de todas as revoltas eficazes na direção do homem (...). Sem nós, a Europa não teria sequer a sua pobre declaração dos direitos do homem."
Essas passagens expressam a
“ Ninguém mais segura este país”.
“ Brasil: Ame-o ou Deixe-o”.
“ Ontem, hoje, sempre, Brasil”.
“Até 1964 o Brasil era apenas o país do futuro. E então o futuro chegou”.
As frases anteriores tornaram-se símbolo de uma fase da História do Brasil e estão relacionadas com o:
A formação de coleções privadas de objetos, prática conhecida como colecionismo, foi uma característica da Alta Idade Média européia, quando os grandes senhores feudais reuniam preciosas coleções de livros, mapas, porcelanas, instrumentos musicais, moedas, armas etc. A exibição pública de tais tesouros era praticada habitualmente a fim de reafirmar o poder e a riqueza daqueles senhores.
Texto para as questões 60 e 61
Os projetos de Bretton Woods se mostraram irrelevantes perto do objetivo urgente de reconstruir as economias das nações que estiveram em guerra. O pior conflito do mundo foi mais destrutivo para economias e sociedades do que o previsto. No pósguerra, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos aliados europeus URSS, França, Bélgica, Holanda e outros correspondia a menos de 4/5 do que valia em 1939; na maioria desses países, os índices de 1946 estavam bem menores que os do início da década de 20. As condições nos países derrotados eram muito piores.
A mudança de posição da Europa ocidental na economia internacional dificultaria a recuperação. Para se reconstruir, o continente precisava importar alimentos, matérias-primas e equipamentos tecnológicos. No entanto, boa parte da capacidade europeia de ganhar dinheiro para financiar as importações havia se esgotado. Com a Guerra Fria, a Europa Ocidental passou a não ter mais acesso aos mercados das partes oriental e central do continente. Enquanto isso, os EUA e o restante do hemisfério ocidental desfrutavam de prosperidade.
Jeffry A. Frieden. Capitalismo global: história econômica e política do século XX. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2008, p. 283-4 (com adaptações).
Tendo ainda o texto de J.A. Frieden acima como referência, julgue (C ou E) os itens subsequentes, relativos ao quadro histórico europeu e mundial do pós-Segunda Guerra.
Conquanto plenamente discutível, a tese defendida ou, pelo menos, sugerida pelo texto é a de que a bipolarização do poder mundial, surgida pouco depois de encerradas as hostilidades da Segunda Guerra, restringiu-se a aspectos fundamentalmente ideológicos.
Nas últimas décadas do século XVI, Portugal passou a ser dominado pela Espanha, formando a União Ibérica. Como inimiga da Espanha, a Holanda ficou proibida de comercializar o açúcar brasileiro e, como represália, invadiu o Brasil.
Sobre esse assunto, é correto afirmar:
Qual teoria de Aristóteles propõe que toda realidade é uma combinação de forma e substância?
(UFAM) A luta contra o apartheid na África do Sul foi um esforço coletivo, protagonizada por ampla e anônima maioria negra do país, orientada por vários dirigentes negros, apoiada por alguns líderes brancos e acompanhada pela indignação internacional. Contudo foi um único homem, recluso na prisão por quase três décadas, quem simbolizou a causa contra o regime segregacionista: Nelson Mandela ou, carinhosamente, Madiba para seus conterrâneos. Falecido em 5 de dezembro de 2013, aos 95 anos, há tempos ele lutava contra doenças recorrentes do período em que permaneceu preso por conta de sua luta pela abolição do apartheid. Prêmio Nobel da Paz em 1993, o homem considerado o herói do século XX deixou um legado de luta incomparável, tanto que ao anunciar sua morte, o atual presidente da África do Sul, emocionado, disse: “Ele descansou e agora está em paz. Nossa nação perdeu seu maior filho. Nosso povo perdeu seu pai.” No discurso proferido quando assumiu a presidência (1994), Mandela mais uma vez reforça o seu comprometimento na busca de “construir uma sociedade na qual todos os sul-africanos, brancos e negros fossem capazes de caminhar com a cabeça erguida sem medo em seus corações [...], uma nação arco-íris, em paz consigo mesma e com o mundo.”
Consoante aos seus conhecimentos sobre o tema exposto, você pode depreender que:
I. As primeiras manifestações contra o apartheid foram organizadas tanto pelo Congresso Nacional Africano (CNA), partido político fundado em 1912 para defender tanto o direito dos negros, quanto dos homens brancos de mentalidade liberal.
II. Já como membro ativo do CNA, após o Massacre de Sharpeville em 1961, Mandela passou a defender que o apartheid não deveria ser mais combatido com a não violência, mas por outros meios, como a sabotagem.
III. Em 1976 o Massacre de Soweto, com mais de 500 mortos, recorda ao mundo a brutalidade do regime racista sul-africano.
IV. Libertado após 27 anos de cárcere, Mandela negocia o fim do apartheid com o presidente Frederik De Klerc em 1993, sendo eleito o primeiro presidente negro da África do Sul no ano seguinte.
V. Tanto a insanidade do apartheid como a crucial capacidade de luta e atitude conciliadora de Nelson Mandela em muito contribuiu para o mundo repensar o racismo e a segregação.
Assinale a alternativa correta:
Qual foi o evento que marcou o fim do Segundo Reinado no Brasil?