Questões de Concursos

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É denominado correto APENAS o argumento que

Acerca da fenomenologia, que é uma das importantes correntes de pensamento do século XX, desenvolvida sobretudo na França e na Alemanha, julgue os itens subseqüentes.

Husserl dedica-se ao estudo da consciência e da subjetividade de acordo com a tradição da modernidade, mas procede a uma suspensão das crenças habituais, procurando chegar ao dado da consciência. A redução fenomenológica leva, assim, à redução eidética.
O Existencialismo tem seus antecedentes no século XIX, por meio das ideias do filósofo dinamarquês Kierkegaard. Como vertente filosófica e literária, conheceu seu apogeu na década de 1950, no pós-guerra, principalmente com os trabalhos de Jean-Paul Sartre. Acerca do Existencialismo, julgue os próximos itens. No existencialismo sartreano, o devir fica marcado pela forma de existência do ?ser-para-si?.

As relações entre indivíduo e sociedade encontram-se entrelaçados em um conjunto amplo de tramas que se retroalimentam. Julgue os próximos itens, referentes a alguns aspectos dessas relações.

Ao contrário do desejo, a vontade exige discernimento e reflexão antes de agir.

Sócrates é chamado o pai da ética ao centrar os seus estudos no homem e no seu agir, diferentemente dos estudos anteriores mais cosmológicos. A sua ação dava-se na polis grega e tinha um objetivo. Julgue os itens de 76 a 81 com relação às questões de ética e política.

Para Schopenhauer, a verdade e a moral são os instrumentos que os fracos inventaram para submeter e controlar os fortes, os guerreiros. A tradição ocidental é o resultado desse processo.

No livro Confissões, Santo Agostinho, principal representante da Patrística medieval, trata do seguinte problema “É Deus o autor do mal?”. Desse problema advêm as seguintes indagações: “Onde está, portanto, o mal? De onde e por onde conseguiu penetrar? Qual é a sua raiz e a sua semente? Porventura não existe nenhuma? Por que recear muito, então, o que não existe?”
Fonte: (AGOSTINHO, S. Confissões. São Paulo: Nova Cultural, 1999, p. 177 (Col. Os pensadores)).
Com relação ao problema do mal em Confissões analise as afirmativas a seguir:
I. todas as coisas que existem são boas, e o mal não é uma substância, pois, se fosse substância seria um bem. II. todas as coisas que se corrompem não são boas, pois são privadas de todo bem. III. o mal se não é substância, é a perversão da vontade desviada da substância suprema. IV. o mal é a corrupção que afeta diretamente a substância divina que está sujeita a ela.
Com base nas afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.

A ciência é um conceito que diz respeito ao saber. A noção de saber evolui no decorrer dos tempos. Atualmente, existe uma convicção de que todas as coisas podem ser resolvidas por ela. Nesse sentido, julgue os itens que se seguem tendo em vista a correlação entre filosofia e ciência.

Observa-se na ciência atual uma tendência a eliminar dos objetos todas as qualidades sensíveis, reduzindo-as a relações quantitativas em uma clara matematização da natureza.

Em seu último escrito, Teses sobre o conceito de história (1940), Walter Benjamin propõe um método de análise da história, que, ao contrário do marxismo ortodoxo, não visa estabelecer, por meio da estrutura, as leis que dominam a história, mas antes a percorrer os seus desvios, a interrogar o que, sendo superestrutural, é também marginal, para ver nesses restos desfeitos a força explosiva que pode fazer que a história dê o salto da revolução, aquele salto que a livra dos vínculos de um continuum que tudo nivela, porque progride sem nunca poder salvar. Nessa perspectiva, ele afirma: “Marx diz que as revoluções são locomotivas da história. Talvez seja exatamente o contrário. Talvez as revoluções sejam o cabo do freio de emergência da humanidade que viaja nesse trem”.

Acerca das ideias expressas acima, assinale a opção correta.
Friedrich Nietzsche dedicou boa parte de sua obra ao tema da moral. Seu trabalho terminou por constituir-se, em grande medida, em uma contraposição às perspectivas kantianas acerca do tema. A respeito do pensamento moral desses dois grandes filósofos, julgue os itens a seguir. Kant, em sua obra Crítica da Razão Prática, realiza o mesmo tipo de investigação que Nietzsche realiza em sua Genealogia da Moral.

No que concerne ao texto acima, e considerando a ciência como produção social, julgue os itens a seguir.

Segundo Kuhn, as revoluções científicas não são meras adições ao universo de conhecimentos já existente; elas vão além dos conhecimentos já produzidos.

TEXTO
1 Em 2017, completam-se 500 anos desde que o alemão
Martinho Lutero (1483-1546) desencadeou uma revolução
religiosa. A jornalista Miriam Leitão, filha de um pastor
4 presbiteriano, escreveu: “Como em toda revolução, o ato inicial
da Reforma Protestante foi feito sem que o padre e professor
Martinho Lutero tivesse a noção da dimensão das
7 transformações das quais aquele momento seria o marco
inaugural. Ele queria o debate. E, por isso, afixou suas 95 teses
na porta da Igreja de Wittenberg, em um texto em que
10 convidava quem não pudesse estar presente a apresentar suas
ideias por escrito. Suas teses eram curtas, mas profundas.
Como a de número 76: ‘As indulgências papais não podem
13 anular sequer o menor dos pecados veniais’. Foi o começo do
fim de uma era.”.
O Globo, 1.o/1/2017, p. 13 (com adaptações).
Considerando o trecho de texto precedente, julgue os item.
A Reforma Protestante ocorreu em um contexto em que vários acontecimentos refletiam as transformações pelas quais passava a Europa na transição do medievo para a Idade Moderna. Esses fatos históricos incluem

O conhecimento filosófico é finalístico e procura as razões fundamentais de todas as coisas, ao passo que o conhecimento científico-tecnológico caracteriza-se por ser objetivo, preciso, seguro, e testável empiricamente. A respeito dessas duas modalidades de conhecimento, julgue os itens de 56 a 61.

Para Marx, os filósofos se limitaram a transformar o mundo de diferentes maneiras, mas o que importa é interpretar o mundo.

“Nosso método [...] Consiste no estabelecer os graus de certeza, determinar o alcance exato dos sentidos e rejeitar, na maior parte dos casos, o labor da mente, calcado muito de perto sobre aqueles, abrindo e promovendo, assim, a nova e certa via da mente, que, de resto, provém das próprias percepções sensíveis”.

Assinale o método ao qual o excerto acima faz menção:

O termo alienação é polêmico e possui diversas interpretações filosóficas e científicas. O filósofo Hegel foi um dos primeiros a oferecer relevância para esse termo. A concepção mais conhecida de alienação, no entanto, é a de Karl Marx, que desenvolveu uma discussão aprofundada sobre o trabalho alienado, que, segundo ele, é

Considere as afirmativas relacionadas aos dispositivos de entrada e saída de CLP.

I. Por questão de velocidade de resposta, deve-se evitar o uso de módulos de entrada que possuem acoplamento óptico para entrada de sinais digitais.

II. Os módulos de saída analógica com saída do tipo corrente geralmente fornecem correntes de 0 mA a 20 mA ou 4 mA a 20 mA.

III. Os módulos de saída que necessitam operar a velocidades maiores devem utilizar elementos de chaveamento do tipo relé.

IV. Existem módulos de saída especiais que podem fornecer sinais do tipo PWM.

Está correto o que se afirma APENAS em

Um dos desafios do professor ao ensinar filosofia política ao aluno do Ensino Médio é

“A autonomia das obras de arte, que, é verdade, quase nunca existiu de forma pura, vê-se no limite abolida pela indústria cultural”. A expressão “indústria cultural”, usada para denunciar a arte e a cultura produzidas para a mistificação ideológica das massas, foi cunhada pelos seguintes filósofos:

Em oposição aos racionalistas do séc. XVII, Hume argumentou que

TEXTO
As Jornadas de Junho de 2013 pareciam um enigma. Nem a alta do dólar ou o aumento da inflação podiam ser o motivo decisivo das revoltas. Ao contrário, a perplexidade adveio da manifestação puramente política, ainda que detonada pelos aumentos de tarifas de transporte público. De um lado, a pauta popular, organizada de baixo para cima nos primeiros dias, na qual era central a questão da tarifa de transporte. De outro, uma pauta que veio de cima para baixo. Esta era a pauta de massa. A questão aqui não é o conteúdo, mas a forma, ou seja, o que importa é como a “vanguarda” interpela os demais. A linguagem de cima é apelativa como a publicidade. A de baixo assemelha-se ao jogral. A pauta massificada nasce de baixo apenas aparentemente. Em um universo de simulacros desprendidos de suas bases, em que os indivíduos relacionam-se diretamente sem mediações visíveis, os manifestantes virtuais não canalizam seu descontentamento pela representação política. Assim, ela se reduz a uma crítica generalizada dos próprios políticos profissionais, mas não do modo de produção da política. Lincoln Secco. As jornadas de junho. In: VV. AA. Cidades rebeldes. Passe livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil. São Paulo: Boitempo/Carta Maior, 2013, p. 71-8 (com adaptações).
Acerca do tema do texto acima e de aspectos a ele correlacionados, julgue o próximo item.
Ao expressarem o descontentamento coletivo com a representação política, os manifestantes das Jornadas de Junho de 2013 criticaram as bases do denominado poder soberano, isto é, aquele que o filósofo Thomas Hobbes definiu como o responsável por instituir a lei e a ordem comum a todos os indivíduos.
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