Os docentes, na atualidade, sofrem influência de fatores sociais diversos que têm provocado neles, uma crise de identidade associada à autodepreciação pessoal e profissional, resultando em um processo de desajuste, no que diz respeito ao significado do seu trabalho. Entre esses fatores, convém salientar:
I. o aumento das exigências profissionais, a visível desvalorização do seu trabalho, sem a contrapartida de políticas de adaptação, sobretudo nos programas de formação dos professores.
II. a massificação do ensino e o aumento das responsabilidades docentes que afetam as condições de trabalho e evidenciam a carência de recursos materiais.
III. a prática diária do professor que sofre influência do contexto determinado em que trabalha, desde as reformas, os regimentos, os horários, a organização espaçotemporal, até os programas e os livros didáticos, deixando pouco espaço à autonomia.
IV. a autonomia didático-pedagógica do professor, chamado a usar seu conhecimento e sua criatividade, na gestão do ensino e na resolução dos problemas diários.
Está correto o relacionado APENAS em
É correto afirmar que a
Um contribuinte praticou infração tributária no ano de 2000, sendo certo que, antes da lavratura do auto de infração em 2005, foi reduzida a multa fiscal legalmente prevista. Nesta hipótese, o Fisco
FCC•
Considerando-se que princípio é a base que irá informar e inspirar as normas jurídicas, a Constituição Federal do Brasil elenca um rol de princípios ou objetivos que orientam a organização da seguridade social. A ampla distribuição de benefícios sociais ao maior número de necessitados está consagrada no princípio constitucional
A afirmativa está
FCC•
O manual de garantia da qualidade de uma empresa diz que, se um cliente faz uma reclamação formal, então é aberto um processo interno e o departamento de qualidade é acionado. De acordo com essa afirmação, é correto concluir que
Instruções: Para responder às questões de números 9 a 15, considere o texto a seguir.
Pobres palavras
Lendo um romance, tropecei na palavra inexorável. É
uma das que mantenho desconhecidas, desde rapazola, quando
peguei gosto de ler. Desconhecida porque, mesmo já tendo
lido inexorável muitas vezes, nunca quis saber o sentido. Parece
uma palavra em desuso, dessas que ficam lá nos velhos
armazéns da língua, coberta de poeira, até que alguém pega e
coloca numa frase como uma roupa no varal. O leitor é quem
recolhe essas roupas, uma por uma, menos as que, como
inexorável, a gente não sabe o que é, deixa lá, para que volte
sozinha ao armazém e fique lá mofando até que...
Bem, desta vez fiquei com pena da pobre inexorável e fui
ao dicionário. E inexorável é implacável. Eu já desconfiava
disso, tantas vezes li que o destino é inexorável, e fiquei feliz
porque o significado justifica a pompa da palavra. Porque a primeira
vez que fui ao dicionário desvendar uma palavra, foi uma
inenarrável (olha outra pomposa aí) decepção.
Era a palavra inconsútil. Em prosa e poesia, volta e meia
lá vinha a inconsútil. Um dia, já na casa dos quarenta, a barba
começando a grisalhar, não aguentei mais as décadas de ignorância
e fui ao dicionário. E inconsútil é apenas "sem costura".
Tantos mantos inconsúteis e eu não conseguia ver algo em comum
entre eles para achar o sentido da palavra, e eram apenas
mantos sem costura. Fiquei acabrunhado (esta nem pomposa, é
atrapalhada mesmo).
(PELLEGRINI, Domingos. Lições de gramática para quem gosta de literatura. São Paulo: Panda Books, 2007, p. 40-41)
Quanto ao uso da norma-padrão da língua portuguesa, a frase plenamente correta é:
Instruções: Para responder às questões de números 9 a 15, considere o texto a seguir.
Pobres palavras
Lendo um romance, tropecei na palavra inexorável. É
uma das que mantenho desconhecidas, desde rapazola, quando
peguei gosto de ler. Desconhecida porque, mesmo já tendo
lido inexorável muitas vezes, nunca quis saber o sentido. Parece
uma palavra em desuso, dessas que ficam lá nos velhos
armazéns da língua, coberta de poeira, até que alguém pega e
coloca numa frase como uma roupa no varal. O leitor é quem
recolhe essas roupas, uma por uma, menos as que, como
inexorável, a gente não sabe o que é, deixa lá, para que volte
sozinha ao armazém e fique lá mofando até que...
Bem, desta vez fiquei com pena da pobre inexorável e fui
ao dicionário. E inexorável é implacável. Eu já desconfiava
disso, tantas vezes li que o destino é inexorável, e fiquei feliz
porque o significado justifica a pompa da palavra. Porque a primeira
vez que fui ao dicionário desvendar uma palavra, foi uma
inenarrável (olha outra pomposa aí) decepção.
Era a palavra inconsútil. Em prosa e poesia, volta e meia
lá vinha a inconsútil. Um dia, já na casa dos quarenta, a barba
começando a grisalhar, não aguentei mais as décadas de ignorância
e fui ao dicionário. E inconsútil é apenas "sem costura".
Tantos mantos inconsúteis e eu não conseguia ver algo em comum
entre eles para achar o sentido da palavra, e eram apenas
mantos sem costura. Fiquei acabrunhado (esta nem pomposa, é
atrapalhada mesmo).
(PELLEGRINI, Domingos. Lições de gramática para quem gosta de literatura. São Paulo: Panda Books, 2007, p. 40-41)
Atente para estes três emparelhamentos de frases:
I. É uma das que mantenho desconhecidas desde rapazola. Quando rapazinho, dei por desconhecidas palavras como essa.
II. (...) fiquei feliz porque o significado justifica a pompa da palavra. (...) fez-me feliz o fato de a solenidade da palavra legitimar-se no seu sentido.
III. (...) não aguentei mais as décadas de ignorância. (...) tornou-se inócuo para mim ignorar aquelas décadas.
Considerando-se o contexto, há equivalência de sentido entre as frases emparelhadas em
Um contribuinte sonegou um tributo no ano de 2000, sendo certo que o auto de infração somente foi lavrado no ano de 2005, quando estava em vigor alíquota menos gravosa do tributo devido. Nesta hipótese, o Fisco