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Uma matriz de referência pode conter conhecimentos e competências a serem desenvolvidos pelos alunos, com a finalidade de

Constitui bem ambiental de domínio dos Estados:

O conceito de “zona de desenvolvimento proximal”, elaborado por Lev Vygotsky, refere-se à distância entre

Assinale a alternativa que contém a negação da afirmação "Se fizer sol, eu vou trabalhar de bicicleta".

Antonio, Bruno e Celso disputaram uma corrida. Dadas as condições físicas e de preparo, Bruno tem o triplo de chances de vencer Antonio e Celso tem o quádruplo de chances de vencer Bruno. Dessa forma, a probabilidade de Bruno vencer é de

No Natal, Joana e Francisca receberam de sua avó R$ 600,00 e R$ 760,00, respectivamente. A partir daí, mensalmente, Joana comprometeu-se a guardar R$ 60,00 e Francisca R$ 40,00. Conclui-se que os valores acumulados por Joana superam os de Francisca a partir do

Leia o texto abaixo e responda às questões

propostas.

O recente interesse na regulamentação da

astrologia como profissão oferece a oportunidade de

refletir sobre questões que vão desde as raízes

históricas da ciência até a percepção, infelizmente

muito popular, de seu dogmatismo. Preocupa?me, e

imagino que a muitos dos colegas cientistas, a

rotulação do cientista como um sujeito inflexível,

bitolado, que só sabe pensar dentro dos preceitos da

ciência. Ela vem justamente do desconhecimento

sobre como funciona a ciência. Talvez esteja aqui a

raiz de tanta confusão e desentendimento.

Longe dos cientistas achar que a ciência é o

único modo de conhecer o mundo e as pessoas, ou

que a ciência está sempre certa. Muito ao contrário,

seria absurdo não dar lugar às artes, aos mitos e às

religiões como instrumentos complementares de

conhecimento, expressões de como o mundo é visto

por pessoas e culturas muito diversas entre si.

Um mundo sem esse tipo de conhecimento

não científico seria um mundo menor e, na minha

opinião, insuportável. O que existe é uma distinção

entre as várias formas de conhecimento, distinção

baseada no método pertinente a cada uma delas. A

confusão começa quando uma tenta entrar no

território da outra, e os métodos passam a ser usados

fora de seus contextos.

Portanto, é (ou deveria ser) inútil criticar a

astrologia por ela não ser ciência, pois ela não é. Ela é

uma outra forma de conhecimento. [...]

Essa caracterização da astrologia como não

ciência não é devida ao dogmatismo dos cientistas. É

importante lembrar que, para a ciência progredir,

dúvida e erro são fundamentais. Teorias não nascem

prontas, mas são refinadas com o passar do tempo, a

partir da comparação constante com dados. Erros

são consertados, e, aos poucos, chega?se a um

resultado aceito pela comunidade científica.

A ciência pode ser apresentada como um

modelo de democracia: não existe o dono da

verdade, ao menos a longo prazo. (Modismos, claro,

existem sempre.) Todos podem ter uma opinião, que

será sujeita ao escrutínio dos colegas e provada ou

não. E isso tudo ocorre independentemente de raça,

religião ou ideologia. Portanto, se cientistas vão

contra alguma coisa, eles não vão como donos da

verdade, mas com o mesmo ceticismo que

caracteriza a sua atitude com relação aos próprios

colegas. Por outro lado, eles devem ir dispostos a

mudar de opinião, caso as provas sejam irrefutáveis.

Será necessário definir a astrologia? Afinal,

qualquer definição necessariamente limita. Se

popularidade é medida de importância, existem muito

mais astrólogos do que astrônomos. Isso porque a

astrologia lida com questões de relevância imediata

na vida de cada um, tendo um papel emocional que a

astronomia jamais poderia (ou deveria) suprir.

A astrologia está conosco há 4.000 anos e

não irá embora. E nem acho que deveria. Ela faz

parte da história das ideias, foi fundamental no

desenvolvimento da astronomia e é testemunha da

necessidade coletiva de conhecer melhor a nós

mesmos e os que nos cercam. De minha parte, acho

que viver com a dúvida pode ser muito mais difícil,

mas é muito mais gratificante. Se erramos por não

saber, ao menos aprendemos com os nossos erros e,

com isso, crescemos como indivíduos. Afinal, nós

somos produtos de nossas escolhas, inspiradas ou

não pelos astros.

A argumentação desenvolvida no texto está orientada no sentido de persuadir o leitor a concluir que:

Considerando que a escola ocupa um espaço e um lugar que são transformados pelas relações ali estabelecidas e, portanto, não é neutra, e que carrega signos, símbolos e vestígios da condição e das relações sociais entre todos os que o habitam, os educadores devem

Assinale a alternativa que contém a sentença logicamente equivalente a "José é porteiro ou João não é síndico".

Para a identificação das necessidades educacionais especiais dos alunos e a tomada de decisões quanto ao atendimento necessário, a escola deve realizar, com assessoramento técnico, avaliação do aluno no processo de ensino e aprendizagem, contando, para tal, com:

I. a experiência de seu corpo docente, seus diretores, coordenadores, orientadores e supervisores educacionais;

II. o funcionamento de novas escolas que preenchem os requisitos de infraestrutura definidos;

III. o setor responsável pela educação especial do respectivo sistema;

IV. a colaboração da família e a cooperação dos serviços de Saúde, Assistência Social, Trabalho, Justiça e Esporte, bem como do Ministério Público, quando necessário.

Estão CORRETOS os itens:

 

Leia o texto abaixo e responda às questões

propostas.


 

O recente interesse na regulamentação da

astrologia como profissão oferece a oportunidade de

refletir sobre questões que vão desde as raízes

históricas da ciência até a percepção, infelizmente

muito popular, de seu dogmatismo. Preocupa?me, e

imagino que a muitos dos colegas cientistas, a

rotulação do cientista como um sujeito inflexível,

bitolado, que só sabe pensar dentro dos preceitos da

ciência. Ela vem justamente do desconhecimento

sobre como funciona a ciência. Talvez esteja aqui a

raiz de tanta confusão e desentendimento.

Longe dos cientistas achar que a ciência é o

único modo de conhecer o mundo e as pessoas, ou

que a ciência está sempre certa. Muito ao contrário,

seria absurdo não dar lugar às artes, aos mitos e às

religiões como instrumentos complementares de

conhecimento, expressões de como o mundo é visto

por pessoas e culturas muito diversas entre si.

Um mundo sem esse tipo de conhecimento

não científico seria um mundo menor e, na minha

opinião, insuportável. O que existe é uma distinção

entre as várias formas de conhecimento, distinção

baseada no método pertinente a cada uma delas. A

confusão começa quando uma tenta entrar no

território da outra, e os métodos passam a ser usados

fora de seus contextos.

Portanto, é (ou deveria ser) inútil criticar a

astrologia por ela não ser ciência, pois ela não é. Ela é

uma outra forma de conhecimento. [...]

Essa caracterização da astrologia como não

ciência não é devida ao dogmatismo dos cientistas. É

importante lembrar que, para a ciência progredir,

dúvida e erro são fundamentais. Teorias não nascem

prontas, mas são refinadas com o passar do tempo, a

partir da comparação constante com dados. Erros

são consertados, e, aos poucos, chega?se a um

resultado aceito pela comunidade científica.

A ciência pode ser apresentada como um

modelo de democracia: não existe o dono da

verdade, ao menos a longo prazo. (Modismos, claro,

existem sempre.) Todos podem ter uma opinião, que

será sujeita ao escrutínio dos colegas e provada ou

não. E isso tudo ocorre independentemente de raça,

religião ou ideologia. Portanto, se cientistas vão

contra alguma coisa, eles não vão como donos da

verdade, mas com o mesmo ceticismo que

caracteriza a sua atitude com relação aos próprios

colegas. Por outro lado, eles devem ir dispostos a

mudar de opinião, caso as provas sejam irrefutáveis.

Será necessário definir a astrologia? Afinal,

qualquer definição necessariamente limita. Se

popularidade é medida de importância, existem muito

mais astrólogos do que astrônomos. Isso porque a

astrologia lida com questões de relevância imediata

na vida de cada um, tendo um papel emocional que a

astronomia jamais poderia (ou deveria) suprir.

A astrologia está conosco há 4.000 anos e

não irá embora. E nem acho que deveria. Ela faz

parte da história das ideias, foi fundamental no

desenvolvimento da astronomia e é testemunha da

necessidade coletiva de conhecer melhor a nós

mesmos e os que nos cercam. De minha parte, acho

que viver com a dúvida pode ser muito mais difícil,

mas é muito mais gratificante. Se erramos por não

saber, ao menos aprendemos com os nossos erros e,

com isso, crescemos como indivíduos. Afinal, nós

somos produtos de nossas escolhas, inspiradas ou

não pelos astros.

 

A regra que obsta o emprego do acento grave no "a" de: "dirigimo-nos A Vossa Senhoria" é a mesma que orienta o autor a não usá-lo em:

O organismo humano está sempre realizando divisões celulares. Há dois tipos de divisão celular, a mitose e a meiose, realizados em situações diferentes.

Sobre elas, está correto afirmar:

A reprodução humana envolve a ação coordenada de diferentes órgãos e sistemas. Nesse processo, a hipófise

Segundo Perrenoud, "a razão de ser da escola é fazer aprender, todo o resto é apenas meio" (2004, p. 55). Os ciclos de aprendizagem têm o interesse de possibilitar um maior número de alunos em melhores condições para aprender. Para aprender, é preciso encontrar-se, tão freqüentemente quanto possível:

I. em uma situação que não ameace a identidade, a segurança e a solidariedade dos que aprendem;

II. em uma situação mobilizadora, que tenha sentido e que provoque uma atividade na qual o aprendiz se envolva pessoal e duradouramente;

III. em uma situação que solicite o sujeito em sua zona próxima de aprendizagem (menor desequilíbrio possível, obstáculo transponível).

A opção CORRETA é:

Sobre a Lei nº 4.898/65, que dispõe sobre o crime de abuso de autoridade, é INCORRETO afirmar que:

No projeto das instalações elétricas de baixa tensão, quanto a pontos de tomadas, deve-se observar que:

Assinale a afirmativa CORRETA, relativamente ao IPTU:

Considerando os conjuntos de dados A = 2 1 4 2 e B = 4 2 8 4 , é CORRETO afirmar:

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