João observou que três das torneiras de sua casa pingam continuamente, em diferentes frequências. A torneira da pia da cozinha pinga uma gota de quatro em quatro segundos; a torneira do tanque do lavatório pinga uma gota de quinze em quinze segundos; e a torneira da pia do banheiro pinga uma gota de vinte em vinte segundos. Em um determinado dia, João acordou às 0h20min e percebeu que, nesse exato momento, as três torneiras pingaram uma gota d’água juntas. 
Após esse momento em que as três torneiras pingaram juntas, qual foi o horário do dia em que as três torneiras pingaram juntas novamente pela 100ª vez? 
                                        Não publique aquela foto do seu filho nas redes sociais 
        Três em cada quatro crianças com menos de 2 anos têm fotos na Internet. Deveríamos frear esse costume? 
        Nossas redes sociais estão repletas de imagens de crianças fazendo fofices. Nas férias, sua superexposição aumenta mais ainda, se é que isso é possível. Cada foto é compartilhada – sem consentimento algum – pelo pai, a mãe ou algum familiar ou amigo, para orgulho de quem compartilha e para deleite de seus conhecidos. Recebe-se um monte de curtidas e até algum elogio, o que leva a reincidir. É assim há vários anos, sem que ninguém pense nas consequências. Até que, acompanhando os crescentes receios em torno das redes sociais, uma dúvida começou a se espalhar: será que estamos fazendo mal ao postar tantas fotos de crianças? 
Três de cada quatro crianças com menos de 2 anos têm fotos on-line, segundo um estudo da empresa de segurança digital AVG com dados de cidadãos de 10 países (Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Reino Unido, França, Espanha, Itália, Austrália, Nova Zelândia e Japão). A emoção de ser pai ou mãe é uma das causas por trás dessa compulsão, a versão atualizada dos retratinhos guardados na carteira. Em média, os pais de crianças menores de 6 anos publicam 2,1 informações por semana sobre elas, segundo um estudo com informação de 1.300 pais norte-americanos do aplicativo Local Babysitter. Dos 6 aos 13 há uma queda na corujice: 1,9 informação por semana. Quando o(a) adolescente completa 14 anos, o ímpeto se reduz a menos de uma menção por semana (0,8). Na Espanha, segundo a AVG, os pais são os mais preocupados com as futuras consequências para seus filhos da enorme quantidade de informação on-line que proporcionam a respeito deles (avaliam seu grau de preocupação em 3,9 sobre 5). Esta preocupação possivelmente tenha sido reforçada quando se soube que Mark Zuckerberg – o homem que mais fez para compartilharmos como compartilhamos – considera que o futuro, em vez de aberto, como sustentava até agora, será privado. 
Enquanto o setor da comunicação se vê obrigado a proteger a identidade dos menores que saem em suas páginas, a publicação maciça de imagens sem filtro de crianças nas redes sociais transformou a proteção em ironia. O fenômeno é tamanho que deu origem a um novo termo: sharenting, a soma de share (compartilhar) e parenting (criação). [...] a primeira pessoa a escrever um estudo detalhado sobre esse difundido fenômeno foi a advogada Stacey Steinberg, que em 2016 publicou o relatório intitulado Sharenting, com o subtítulo de “a privacidade das crianças na era das redes sociais”. Essa professora de Direito da Universidade da Flórida, e mãe, estudou em profundidade as implicações desse hábito planetário instalado há mais de uma década. Os pais são, por um lado, “os guardiões da informação pessoal de seus filhos e, por outro, os narradores da sua vida”, escreve Steinberg. Ao narrar, compartilhamos informação sobre os filhos ao mesmo tempo em que os privamos do direito a fazê-lo eles mesmos em seus próprios termos. E isso é uma fonte potencial de dano à qual prestamos pouca atenção. 
Os riscos aos quais os menores se veem submetidos são vários. Para começar, facilitamos que criminosos e pervertidos os localizem fisicamente. Mas há também outros riscos de origem digital. Se alguém capturar uma imagem ou um vídeo de um menor, pode simular que este sofre algum tipo de ameaça e exigir um resgate. Também pode suplantar sua identidade nas redes, como já aconteceu com várias influencers. Se, além disso, ao anunciar o nascimento de um bebê acrescentamos a data (coisa que muitos pais fazem), poderíamos estar propiciando o roubo de sua identidade. Para não falar do ciberbullying que poderemos causar ao postar uma foto ridícula do nosso filho (calcula-se que 59% dos menores tenham passado por isso em 2018, segundo o instituto Pew Research). 
Mas há outra consequência mais óbvia que tampouco costumamos levar em conta: a opinião do menor. Na opinião de 58% dos pais norteamericanos que compartilham fotos, não há nada de errado em postar sem o consentimento dos filhos, segundo a empresa de segurança McAfee. E 40% acreditam que a foto poderia acabar envergonhando a criança, mas que esta não se importará, ou acabará superando. Entretanto, o que se está comprovando é justamente o contrário: que muitos não gostam do uso que seus pais fazem de sua imagem. Assim se manifestou a filha da atriz Gwyneth Paltrow quando esta publicou uma imagem de ambas em que a menina usava óculos de esqui que cobriam seu rosto: “Mamãe, já falamos disso. Você não pode publicar minhas fotos sem meu consentimento”, queixava-se Apple. Ao que Paltrow respondeu: “Mas se nem dá para ver a sua cara!”. 
[...] 
“Há uma realidade”, opina Laura Baena, publicitária e criadora do site Malasmadres. “As fotos de crianças bombam. Postamos as imagens porque tocam nossa parte emocional, ou realmente estamos mercantilizando as crianças?” 
[...] 
Stacey fecha seu texto com várias recomendações aos pais interessados em proteger seus filhos: familiarizar-se às políticas de privacidade das redes em que postam fotos; criar alertas que avisem quando o nome de seu filho sair em algum resultado de busca no Google; cogitar não revelar a identidade da criança na hora de contar algo; pedir permissão a elas antes de compartilhar uma informação a seu respeito; nunca publicar fotos delas com pouca roupa; e, finalmente, considerar se essa informação que você está cogitando compartilhar pode ter algum efeito sobre o bem-estar e o desenvolvimento psicológico do pequeno. 
Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/05/actualidad/1562335565_606827.html>. Acesso em: 8 jul. 2019 (Adaptação).
Entre os problemas decorrentes da exposição da imagem de crianças nas redes sociais, não se inclui
Com relação aos documentos para comunicação nas empresas, assinale a alternativa incorreta. 
Vítor, Matheus e José foram a uma roda de samba, cada um na companhia de uma amiga. Ao final do samba, os três amigos e as três amigas encontraram um conhecido comum a todos, que perguntou com quem haviam ido ao samba. As seguintes respostas foram ditas: 
Gabriela: “Eu estava acompanhada do Vítor”. 
Matheus: “Se eu não estivesse acompanhado com Fernanda, Gabriela estaria com Vítor”. 
José: “Ou Matheus estava acompanhado de Gabriela ou Vítor estava com Léa”. 
Sabendo-se que apenas Gabriela não falou a verdade, é correto concluir que
Analise a afirmativa a seguir.
Para se gerar _____________, é necessário ter o
documento principal, a fonte de dados e o documento
mesclado.
Assinale a alternativa que completa corretamente a
afirmativa anterior.
Na administração pública, o direito administrativo aponta que o poder da administração é vinculado. O significado dessa afirmação reforça que 
Considere a seguinte hipótese. A União, o estado de Minas Gerais e os municípios mineiros de Almenara e Felisburgo celebram consórcio público com personalidade de direito privado com a finalidade de prestar serviços de educação e conscientização das populações dos dois municípios no âmbito da saúde básica e proteção ao meio ambiente. Nessa hipótese e considerando o que dispõe a legislação aplicável, é correto afirmar:
Analise o trecho a seguir.
“Eu quero que risque o meu nome da sua agenda
Esqueça o meu telefone, não me ligue mais
Porque já estou cansado de ser o remédio
Pra curar o seu tédio, quando seus amores não lhe satisfaz”
Telefone Mudo – João Batista De Oliveira / Manoel Pereira.
O trecho em questão apresenta um desvio da normapadrão
da língua portuguesa, corretamente identificado
em
“Aladdin é tudo o que se podia esperar do novo projeto de
remakes da Disney. Até há alguns anos, a Disney evitava
fazer novas versões de seus clássicos animados. Quando
a intenção era arrecadar em cima de uma propriedade
já conhecida, a estratégia era a de criar sequências ou
prequelas, como Alice no País das Maravilhas (Alice
in Wonderland, 2010) e Malévola (Maleficient, 2014).
No entanto, depois do sucesso comercial e de crítica
primeiro com Cinderella (2015) e de forma incisiva com
O Livro da Selva (The Jungle Book, 2016), ficou claro
que era possível aproveitar ainda mais a nostalgia que já
sustenta parques animados, livros, cadernos, mochilas e
qualquer coisa que o rato mais rico do mundo é capaz de
conjurar com seu chapéu de feiticeiro.”
Disponível em: .
Acesso em: 6 jul. 2019 (Adaptação).
No trecho “[...] qualquer coisa que o rato mais rico do mundo é capaz de conjurar com seu chapéu de feiticeiro.”, a expressão destacada substitui o nome do principal personagem da Disney: o camundongo Mickey. Essa substituição configura uma figura de linguagem, corretamente identificada como
A comunicação e a qualidade são dois temas inseparáveis. Com relação à qualidade da prestação dos serviços públicos e à comunicação organizacional, assinale a alternativa incorreta
Segundo o Protocolo de Intenções do Consórcio Público denominado Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento Básico de Minas Gerais – ARISB-MG, inclui-se na competência do presidente da ARISB-MG a atribuição de “convocar e presidir as reuniões da assembleia geral e dar voto de qualidade”. Sobre a referida a atribuição e consideradas as demais normas desse Protocolo, é correto afirmar:
Segundo a norma-padrão da língua portuguesa, a vírgula não pode ser utilizada entre o sujeito e o predicado da oração. 
Nesse sentido, assinale a alternativa em que isto ocorre.
São objetivos da Agência Reguladora de Saneamento Básico de Minas Gerais – ARISB- MG, exceto:
Com relação às características da administração pública, assinale a alternativa incorreta
“A cleptomania caracteriza-se pela incapacidade de
resistir ao impulso de furtar objetos desnecessários para
uso pessoal ou de baixo valor monetário.”
Disponível em: < https://www.proamiti.com.br/cleptomania>.
Acesso em: 19 maio 2019.
Edu sofre de cleptomania e está fazendo um tratamento
baseado em dados probabilísticos e em observações
feitas no consultório por seu médico psiquiátrico.
Esse médico sabe que, ao ver um objeto de pequeno
valor em cima de uma mesa e sabendo que ninguém o
está observando, a probabilidade de que Edu furte esse
objeto é o quádruplo do que a probabilidade de que ele
não faça isso.
Logo, nessas condições, a probabilidade de que Edu
furte esse objeto é igual a
Muitas são as maneiras que o Microsoft Word para Office 365 de tem de exibir um documento.
Nessa perspectiva, analise as afirmativas a seguir.
I. Exibir no ________________ é a melhor maneira de se ler um documento, incluindo algumas ferramentas
projetadas para leitura em vez de escrita.
II. Exibir no ________________ é útil para criar títulos e mover parágrafos inteiros dentro do documento.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente essas afirmativas.
No campo do direito administrativo, analise as afirmativas a seguir, referentes aos serviços públicos, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas. 
( ) Esses serviços são próprios quando atendem necessidades coletivas, são assumidos pelo Estado que os executa diretamente (por meio de seus agentes) ou indiretamente (por meio de concessionários e permissionários). 
( ) Para determinados tipos de serviços públicos (não comerciais ou industriais) o regime jurídico é o de direito público, os agentes são estatutários, os contratos regem-se pelo direito administrativo e os bens são públicos. 
( ) A criação de um serviço público é feita por lei e corresponde a uma opção do Estado. Este assume a execução de determinada atividade que, por sua importância para a coletividade, não deve depender da iniciativa privada. 
( ) São impróprios os serviços públicos que, embora atendam a necessidades coletivas, não são assumidos nem executados pelo estado, mas apenas por ele autorizados, regulamentados e fiscalizados. Correspondem a atividades privadas e recebem impropriamente o nome de serviços públicos, porque atendem a necessidades de interesse geral. 
Assinale a sequência correta. 
Considere que necessita-se, dentre um intervalo de dados cadastrados no Microsoft Excel, saber quantos deles são numéricos. Para solucionar essa situação, deve-se utilizar, no Microsoft Excel para Office 365, a seguinte função:
O Protocolo de Intenções do Consórcio Público da
Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento
Básico de Minas Gerais (ARISB-MG) prevê vários
conceitos que devem ser considerados para os efeitos
desse protocolo e de todos os atos emanados ou
subscritos pelo consórcio.
Entre tais conceitos, encontra-se o seguinte:
“[...] atividades indelegáveis do titular dos serviços
públicos (Município) com a finalidade de identificação,
qualificação, quantificação, organização e orientação
de todas as ações, públicas e privadas, por meio das
quais um serviço público deve ser prestado ou colocado
á disposição de forma adequada.”
Nos termos do referido protocolo, essa definição se trata
do conceito de
Sobre a funcionalidade de Ortografia e Gramática do
Microsoft Word, analise as seguintes afirmativas.
I. Está localizada no menu Revisão do Microsoft
Word para office 365.
II. Ao solicitar a verificação, caso o programa
encontre erros de ortografia, uma caixa de
diálogo é exibida, mostrando a primeira palavra
incorreta encontrada pelo verificador ortográfico.
III. Ao solicitar a verificação, quando é encontrada
uma palavra incorreta, o programa abre uma tela
para a decisão do usuário de como resolver o erro
de ortografia (ignorá-lo, adicioná-lo ao dicionário
do programa ou alterá-lo).
Estão corretas as afirmativas
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