Questões de Concursos

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Na BNCC de Arte, cada uma das quatro linguagens do componente curricular – Artes visuais, Dança, Música e Teatro – constitui uma unidade temática que reúne objetos de conhecimento e habilidades articulados às seis dimensões apresentadas no documento. Uma última unidade temática explora as relações e articulações entre as diferentes linguagens e suas práticas, inclusive aquelas possibilitadas pelo uso das novas tecnologias de informação e comunicação.

Essa unidade temática é designada como

O alcance normal de nossos membros quando se esticam ao máximo para longe de nosso corpo, sem que se altere a posição, determina os limites naturais do espaço pessoal, no seio do qual nos movimentamos. Esse espaço se mantém constante em relação ao corpo, mesmo quando nos movemos para longe da posição original, viajando com o corpo no espaço geral.

(Laban, 1978. Adaptado)

O nome desse espaço pessoal, segundo Laban (1978), é
Para Reverbel (1996), a Ação Exterior é definida
Segundo Japiassu (Metodologia do ensino de teatro), sabe-se que dramatizações escolares e leituras de peças teatrais em latim ocorriam em escolas e universidades já durante

Na definição de Viola Spolin, sua abordagem para ensino de teatro pode ser definida como

Para Marques (2002), no Brasil, as propostas de Rudolf Laban são compreendidas e divulgadas fundamentalmente no campo educacional ou mesmo no campo terapêutico, sendo que a preparação de dançarinos para espetáculos se dá posteriormente. Essa característica ocorre porque

A noção de subtexto, segundo Reverbel, é definida
Segundo Iavelberg (2015), em 1599 funcionavam as “casas do bê-á-bá”, nas quais, ler e escrever era importante para a prática da fé cristã e conversão das crianças dos povos indígenas.
Para a autora, no período, a prática do teatro nesse contexto escolar tinha como objetivo a catequese e
Koudela (2015) indica que a Coreologia foi, após a morte de R. Laban, fragmentada em áreas distintas.
Entre essas áreas, qual se caracteriza por sua ligação mais direta com o contexto educacional e conecta as propostas de estudo de movimento de Laban ao estudo do intérprete da dança, do espaço cênico e das sonoridades que compõem a arte da dança?
“A finalidade do jogo teatral na educação escolar é o crescimento pessoal e o desenvolvimento cultural dos jogadores por meio do domínio, da comunicação e do uso interativo da linguagem teatral, numa perspectiva improvisacional ou lúdica”.
(Japiassu. Metodologia do ensino de teatro)

Para Japiassu, o princípio do jogo teatral é o mesmo da improvisação teatral, ou seja,
É o conjunto das propostas relacionadas à utilização do jogo teatral como mediador da emergência de soluções cênicas diversas, nas quais a participação dos jogadores se torna constitutiva do resultado final. Essa proposta, considerando que “a necessidade de criar parceria e ao mesmo tempo de garantir o toque do diretor [encenador] sobre a produção exige uma abordagem não autoritária”, afirma, propositivamente, que “a direção não vem de fora, mas das necessidades dos jogadores e das necessidades teatrais do momento”. Ao se colocar como participante de uma equipe de jogo, o professor-encenador pode encontrar um equilíbrio entre a necessidade de coordenar e a importância de compartilhar. O horizonte descortinado pela multiplicidade de funções externas para um objetivo comum reavivar o desejo de se estabelecerem bases mais democráticas de construção de uma coletividade que não anule as individualidades. (Koudela, 2015. Adaptado) A definição aponta para as propostas educacionais de

(Koudela, 2015. Adaptado)

A definição aponta para as propostas educacionais de
Para Koudela (2015), a utilização do teatro como meio educativo, no Brasil, coube aos jesuítas. No entanto, a primeira iniciativa formal de incentivo da linguagem se deu na fundação
Japiassú (2001) aponta para o seguinte fato: o “teatro na educação que, ainda nos dias de hoje, é pensado exclusivamente como um meio eficaz para alcançar conteúdos disciplinares extrateatrais ou objetivos pedagógicos muito amplos como, por exemplo, o desenvolvimento da ‘criatividade’”. Segundo o autor, uma vertente dessa concepção instrumental é o método dramático definido por
O teatro épico de Brecht busca o não envolvimento afetivo do espectador com o fenômeno teatral, distanciando-o pelo efeito de estranhamento da realidade cenicamente apresentada.

(Japiassú, 2001)

Para Japiassú, a nova estética cênica perseguida por B. Brecht rejeitava, por parte do espectador,

Conjunto de procedimentos de atuação teatral improvisada, com o objetivo de, em suas origens, transformar as tradicionais relações de produção material nas sociedades capitalistas pela conscientização política do público. Do ponto de vista cênico, é caracterizado pela solução denominada curinga, na qual, aos atores, não são distribuídos personagens, mas funções.

A descrição define, de acordo com Japiassu,

Para Martins, Picosque & Telles (1988), as gramáticas das linguagens da arte muitas vezes são imbricadas em inventivas formas poéticas que dão novas feições a cada uma delas. Como exemplo, são produções artísticas que combinam elementos do teatro, da dança, da música e das artes visuais:
Improvisação a partir de temas ou situações, também denominado jogo teatral, é uma criação e representação coletiva, bastante aplicada em escolas. Trata-se da definição de Reverbel (1996) para
Segundo Koudela (2015), o movimento Escola Nova estudou as manifestações próprias do desenvolvimento da criança como fonte para a ação e intervenção do professor. Nesse sentido, segundo a autora, no âmbito da pedagogia do teatro, o movimento destacado
Técnica aplicada nas atividades de expressão dramática, em dois momentos: primeiro, um ou mais alunos criam uma cena a partir de um tema, situação, personagem etc.; segundo, eles próprios elaboram um roteiro da cena, a ensaiam e a apresentam aos espectadores.

Para Reverbel (1996), o excerto define

Marques (2012) aponta que é por meio de nossos corpos, dançando, que os sentimentos cognitivos se integram aos processos mentais e que se pode compreender o mundo de forma diferenciada, ou seja, artística e estética.

Segundo a autora, a dança na escola torna-se distinta de um baile de carnaval ou de um ritual catártico, resultando na necessidade de

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