Doenças neuromusculares podem ser classificadas por topografia da lesão sendo: corpo celular do neurônio motor, nervo periférico - axônio, nervo periférico - bainha de mielina, junção neuromuscular e tecido muscular esquelético.
Assinale a opção que indica a doença que melhor exemplifica uma neuropatia periférica desmielinizante.
João, um lactente de 8 meses, foi levado ao pronto-socorro devido a episódios repetidos de movimentos bruscos dos braços e das pernas, acompanhados por flexão da cabeça e do tronco. Os episódios duram alguns segundos e ocorrem em agrupamentos, geralmente ao despertar.
A mãe relatou que esses movimentos começaram há algumas semanas e que João tem apresentado um atraso no desenvolvimento motor, com dificuldade para sustentar a cabeça e interagir com objetos. Ao exame clínico, a criança está alerta, sem sinais de infecção ou alterações sistêmicas evidentes. Foi solicitado um eletroencefalograma (EEG), que revelou padrão de hipsarritmia.
Com base no caso descrito, a síndrome epiléptica mais provável e a abordagem inicial recomendada são, respectivamente,

Um paciente de 35 anos foi submetido a cirurgia bariátrica há aproximadamente 6 meses, com perda de cerca de 30 kg. No momento apresenta ataxia, sonolência e confusão mental. Ao exame físico apresentava nistagmo horizontal e tetraparesia de membros. A albumina sérica era de 2,3 g/dL.

A provável complicação envolvida nesse caso é a deficiência de:

Um menino de 3 anos, com atraso na fala e ecolalia, é levado à consulta foniátrica. A mãe relata que seu filho frequenta creche, mas não tem boa interação com os amigos, preferindo brincar sozinho. É aficionado por carrinhos e gosta de brincar rodando as rodinhas do carro. O paciente nasceu a termo, sem fatores de risco para deficiência auditiva, e passou no teste de triagem auditiva neonatal.
Com base na história clínica, o provável diagnóstico dessa criança é:
Hemorragia subaracnoide é um tipo de acidente vascular cerebral com elevada incidência em pacientes de quarenta anos a sessenta anos de idade, com elevados índices de morbidade e mortalidade. É mais frequente em pacientes com fatores de risco para doenças cardiovasculares, como a hipertensão e o tabagismo.

Com referência à hemorragia subaracnoide, julgue o item a seguir.

Uma das possíveis causas de hemorragia subaracnoide é a ruptura de aneurisma no polígono de Willis.

Hemorragia subaracnoide é um tipo de acidente vascular cerebral com elevada incidência em pacientes de quarenta anos a sessenta anos de idade, com elevados índices de morbidade e mortalidade. É mais frequente em pacientes com fatores de risco para doenças cardiovasculares, como a hipertensão e o tabagismo.

Com referência à hemorragia subaracnoide, julgue o item a seguir.

O tratamento da hemorragia subaracnoide pode envolver craniotomia ou abordagem endovascular. Em ambos os casos o paciente deve ser monitorado quanto a um possível novo sangramento pós-operatório.

Criança de 6 anos com encefalopatia crônica da infância caracterizada por síndrome de Little procura centro de reabilitação para tratamento da marcha.
A marcha desse paciente é classificada como:
Considerada o principal agente na manutenção do hábito de fumar, a nicotina produz uma gama de efeitos neurofisiológicos, motivacionais e comportamentais mediados por ações neuroquímicas em diferentes regiões do sistema nervoso. Das manifestações do uso da nicotina citados abaixo, é incorreto afirmar que ela produz:

Um paciente masculino de 72 anos, calvo, com histórico de grande queimadura no couro cabeludo na infância, evoluiu com degeneração maligna da área cicatricial. A biópsia mostrou um carcinoma espinocelular Grau II; não há evidência de linfonodos acometidos, a lesão mede 5,2 cm, com o centro sobre a região occipital, e não está aderida ao periósteo.

A melhor opção para reconstrução, nesse caso, é um:

A Craniossinostose é a fusão prematura de uma ou mais suturas cranianas. Quanto à Lei de Virchow, que descreve a direção do crescimento craniano após uma fusão prematura de uma sutura, assinale a alternativa que descreve corretamente essa lei.
Na paralisia facial antiga com “scleral show”, o tratamento NÃO utilizado é:
Paciente, 18 anos, vítima de acidente automobilístico com Traumatismo Cranioencefálico (TCE), apresenta abertura ocular após ordem verbal; reatividade pupilar preservada bilateralmente; consegue localizar o estímulo doloroso; e, profere sons incompreensíveis. Considerando as recomendações do suporte avançado de vida no trauma (Advanced Trauma Life Support – ATLS), assinale a classificação de gravidade do TCE e a pontuação do paciente de acordo com a Escala de Coma de Glasgow, respectivamente.

Paciente do sexo feminino, 35 anos, procura atendimento médico por queixar-se que desde que realizou cirurgia bariátrica há 1 ano tem dificuldade de iniciar o sono. Refere que se sente sonolenta à noite, mas perto da hora de deitar sente um incômodo e precisa fazer alguma atividade em que se movimente, então aproveita para faxinar sua casa. Durante o dia nega dificuldade de ficar em repouso. A conduta inicial para investigar este caso é:

Menina de 10 anos é levada ao neurologista porque apresenta dificuldade no relaxamento muscular das mãos, sem dor, ao acordar. Não há atrofia muscular e a percussão da região tenar bilateralmente com martelo demonstra o fenômeno. A eletromiografia confirmou o diagnóstico. A mãe, atualmente com 40 anos, refere que, desde pequena, tem o mesmo problema, que em nada a prejudicou, afinal, trabalha como secretária, se casou, teve dois filhos e tem atividades de vida diária normais. Os sintomas melhoram com um medicamento oral que usa regularmente.
Esse medicamento é:
Mulher de 69 anos com histórico de hipertensão, hiperlipidemia e doença arterial coronariana está internada há 2 dias após ficar inconsciente repentinamente em casa. Ela recebeu ressuscitação cardiopulmonar (RCP) pela família por 10 minutos, antes da chegada do pré-hospitalar, que encontrou a paciente com fibrilação ventricular, sendo desfibrilada três vezes, com retorno da circulação espontânea após 15 min de RCP. Na UTI, foi realizada redução de temperatura (hipotermia controlada) e agora está sendo reaquecida a 36 ºC; sua temperatura atual é de 35,5 ºC. A tomografia mostra perda difusa da diferenciação entre substância cinza e branca. Exame físico: pupilas reativas, mas sem outros reflexos do tronco encefálico e sem respostas motoras a estímulos dolorosos. Os medicamentos incluem fentanila e propofol. O eletroencefalograma é consistente com atraso generalizado difuso no padrão de fundo. Sua família está preocupada e pergunta se o paciente vai “acordar”. Em relação ao prognóstico neurológico, constitui a afirmação correta nesse cenário:
Sobre a terapia fibrinolítica, analise as seguintes assertivas:

I. No caso de infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST em serviços que não disponham de hemodinâmica, o trombolítico pode ser iniciado, via de regra, em até 12 horas após o início da dor.
II. No caso de acidente vascular cerebral isquêmico, o trombolítico, para a grande maioria dos pacientes e quando bem indicado, deve ter sua infusão iniciada em até 4 horas e 30 minutos após o ictus dos sintomas neurológicos.
III. No caso de tromboembolismo pulmonar, havendo indicação para sua administração, o trombolítico pode ser prescrito até 14 dias após o diagnóstico.

Está correto o que se afirma em
Um paciente de 46 anos é levado ao pronto-socorro por seus familiares por ter apresentado crise convulsiva em sua residência. Segundo o relato, ele iniciara, há 4 dias, um quadro de cefaleia de forte intensidade, com alterações comportamentais e febre alta. Ao exame, encontrava-se desorientado, sonolento e com hemiparesia à esquerda. A pressão arterial era de 110 x 88 mmHg e a frequência cardíaca, de 98 batimentos por minuto. Foi realizada uma ressonância nuclear magnética, em que foram evidenciadas áreas de hiperintensidade nos lobos temporais bilateralmente. Em seguida, foi realizada uma punção liquórica. No líquor, foi encontrado um aumento de proteínas e leucócitos (com predomínio de linfócitos). Os demais exames solicitados no líquor ainda estavam pendentes.
Diante dessa apresentação clínica e da possibilidade de encefalite herpética, além da terapia de suporte clínico, a conduta mais adequada é:
Paciente feminino de 25 anos vai à consulta médica devido ao aparecimento há um mês de massa cervical à direita. Ela tem apresentado febre, sudorese noturna e emagreceu oito quilos nos últimos quatro meses. Ao exame, são palpados linfonodos aumentados nas cadeias cervicais, supraclaviculares e axilares. Não há aumento do fígado ou do baço.

Assinale a opção que indica a melhor suspeita clínica e a abordagem para esse caso.

A presença de um médico é solicitada, durante um voo transatlântico, para atender a uma mulher de 35 anos com convulsão generalizada. O episódio durou menos de um minuto, permanecendo letárgica por algum tempo mais, e seu marido afirmou que, anteriormente, ela jamais apresentara este quadro. Ela mordeu a língua e apresentou incontinência urinária durante a convulsão, mas recuperou-se completamente sem nenhuma sequela neurológica até a aterrissagem da aeronave.


Diante do caso apresentado, assinale a opção que indica a próxima etapa mais apropriada a ser abordada pelo médico, após à chegada da paciente ao seu destino.

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