Uma mulher de 57 anos queixa-se do surgimento de um caroço na mama esquerda há 2 meses. Ao exame, verifica-se que o nódulo está endurecido, pouco móvel, indolor, medindo 2,0 cm de comprimento, em quadrante superior externo da mama esquerda. Não há comprometimento de pele e a relação tumor/mama está inferior a 20%. As axilas apresentam-se sem linfonodomegalias palpáveis. A mamografia identificou nódulo espiculado, de 2,0 cm, no quadrante superior externo da mama esquerda, categoria BI-RADS 5. Realizada a mamotomia, o laudo foi de carcinoma lobular invasivo.
Considerando as informações acima, a melhor conduta inicial para o caso é:
Uma mulher de 50 anos, submetida a colecistectomia devido a colelitíase, apresenta, no laudo histopatológico, neoplasia de vesícula (T1b), com invasão perineural e microvascular, sem imagens sugestivas de metástase aos exames complementares.
A conduta mais adequada nesse caso é:
Um homem cisgênero de 60 anos comparece ao consultório com diagnóstico de câncer de mama na mama direita.
A biópsia de fragmento evidencia carcinoma invasivo da mama tipo não especial. Receptores de estrogênio e progesterona positivos em 100%, Allred 8 em ambos. HER2/Neu 0. Ki-67: 10%. Ao exame físico: nódulo retroareolar à direita de 2,5 cm, ocupando a região retroareolar à direita, sem infiltração de pele. Mama esquerda sem nódulos. Axilas, fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodos alterados.
Na condução desse caso, deve-se:

Uma paciente de 77 anos, relata tosse há 6 meses com expectoração branca e piora da dispneia que, no momento, ocorre aos pequenos esforços. Nega febre. Refere emagrecimento de 3kg nesse período, perda do apetite e dor em região costal E. Ex-tabagista há 10 anos. CT 50 anos-maço. Trouxe TC de tórax, que evidenciou: enfisema parasseptal e centrolobular difuso mais extenso em lobos superiores. Havia também uma opacidade de contorno irregular medindo 3,1 x 3,0 x 3,5 cm, localizada em língula com extensão pleural. Nódulo subpleural em LID de contorno lobulado de 8,0 mm. Linfonodos mais evidentes que o habitual no mediastino de 7,0 mm, situados no espaço pré-vascular. A parede torácica apresentava irregularidade da cortical no 4º e 5º arcos costais à esquerda. Em uma segunda consulta, trouxe o resultado do exame de função pulmonar com estudo da difusão de monóxido de carbono (DLCO). Esse exame mostrava distúrbio ventilatório obstrutivo evidenciado pela redução VEF1/CVF (50% do previsto) pós BD e VEF1 de 48%, com CVF normal. Prova broncodilatadora negativa. A difusão de CO estava acentuadamente reduzida (DLCO hb) = 19% do previsto; o KCO (Hb) muito baixo (24% do previsto) sugere redução do leito capilar pulmonar por enfisema pulmonar extenso. O VA normal, a despeito da obstrução de vias aéreas, sugere presença de hiperinsuflação pulmonar. Para a lingulectomia (ressecção de 2 dos 19 segmentos pulmonares) VEF1 ppo = 0,84L (45% do previsto) e DLCO (Hb)ppo = 2,54 ml/min/mmHg (16% do previsto). Realizou biópsia por punção transtorácica na língula e o histopatológico revelou carcinoma de pulmão não pequenas células (invasivo) moderadamente diferenciado.

Considerando o caso clínico acima, o planejamento terapêutico mais adequado para essa paciente é realizar:

Uma paciente de 52 anos queixa-se de plenitude pós-prandial e inapetência associadas a epigastralgia há 3 meses, refratária ao uso de inibidores de bomba de prótons. Na endoscopia, observa-se uma lesão em fundo gástrico de aproximadamente 6 cm, sem expressão mucosa. A tomografia demostra que a lesão é exofítica e confinada à parede gástrica, sem invasão de órgãos adjacentes. Com base na principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que:

Uma paciente de 63 anos, portadora de hipertensão arterial crônica e diabetes melito tipo 2 bem controladas, após apresentar episódios de sangramento vaginal, realizou uma histeroscopia, que evidenciou uma lesão de aspecto cerebroide, friável, cuja biópsia diagnosticou carcinoma seroso. Ao exame especular, não são identificadas lesões aparentes em colo ou vaginal. A ressonância magnética sugere que a lesão está confinada ao útero, com menos de 50% de invasão endometrial, sem sinais de linfonodomegalias aparentes.

Tendo em vista o caso clínico acima, a abordagem mais indicada é:

Homem, 72 anos, portador de sarcoma de coxa direita localmente invasivo, dá entrada no pronto-socorro com queixa de dor intensa em agulhada e em choque na topografia da lesão, e que irradia para todo o membro inferior direito.
Entre as alternativas de tratamento a seguir, assinale aquela que não tem ação farmacológica para esse subtipo de dor.
Instituído pela Lei nº 11.650/2008, o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil tornou-se um marco na discussão e reflexão sobre as ações para o combate ao câncer infantil no Brasil.
Nesse contexto, a neoplasia maligna mais comum na infância e que requer atenção especial e ações do âmbito de saúde pública é:
Um paciente de 64 anos apresenta uma massa abdominal palpável, perda de peso não intencional e desconforto abdominal vago que persiste há alguns meses. A tomografia computadorizada do abdômen revela uma grande massa retroperitoneal.
Diante desse quadro, a combinação mais apropriada de diagnóstico e tratamento para esse caso é:
Uma mulher de 49 anos, com diagnóstico de carcinoma pancreático avançado, relata fadiga severa e dispneia aos leves esforços, com piora do quadro após algumas sessões de quimioterapia. O exame laboratorial revelou hemoglobina de 7,9 g/dL, ferritina de 110ng/ml e saturação de transferrina de 11%.
Considerando o entendimento atual sobre a etiologia da anemia relacionada ao câncer, a explicação que melhor descreve a fisiopatologia para a anemia no contexto da paciente apresentada é a seguinte:
Uma paciente de 24 anos, nuligesta e com desejo de engravidar, foi submetida a uma anexectomia unilateral por cisto ovariano. Contudo, o exame histopatológico evidenciou cistoadenocarcinoma seroso.
A conduta mais adequada para essa paciente é:

Um jovem de 14 anos apresenta-se no consultório com queixa de dor no joelho esquerdo há cerca de três meses. Ele refere que a dor piora à noite e não alivia com analgésicos comuns. Além disso, ele nota um leve inchaço no local e dificuldade para caminhar. Não há história de trauma. O exame físico revela uma sensibilidade localizada sobre a metáfise distal do fêmur esquerdo com leve edema, mas sem sinais de infecção. Uma radiografia do joelho esquerdo mostra uma lesão lítica na metáfise distal do fêmur com elevação do periósteo, conhecida como reação em "casca de cebola".

Essas características são próprias do:

Um paciente 59 anos foi submetido a uma esofagectomia transtorácica com linfadenectomia associada para tratamento de carcinoma espinocelular em terço médio do esôfago. Em pós-operatório imediato, o paciente apresentou disfonia e tosse ao tentar beber água. Foi realizada a avaliação da deglutição, sugerindo a possibilidade de aspiração.
Considerando a anatomia cirúrgica do esôfago, o nervo provavelmente lesionado foi o:
Os “blastos”, que caracterizam a leucemia aguda, são células imaturas e que se duplicam rapidamente.
Em relação às leucemias, é correto afirmar que:
Um mulher de 34 anos, apresenta, na tomografia abdominal com contraste, nódulo hepático de 4 cm com hipercaptação de contraste na fase arterial e com uma cicatriz central.
Essa imagem é altamente sugestiva de:
A ressecção robótica é contraindicada para o(s) seguinte(s) tumor(es) de orofaringe:
O conhecimento da biologia molecular tumoral tem trazido diversos avanços diagnósticos e terapêuticos em oncologia. Sobre a biologia do câncer colorretal, é correto afirmar que:

Uma paciente de 52 anos de idade procurou o ambulatório, queixando-se de desconforto e aumento da mama esquerda. Relatou que fizera implantes texturizados há cerca de 12 anos. Ao exame físico, mostrou assimetria mamária, com aumento significativo da mama direita em relação à esquerda. A RNM demonstrou a imagem de uma massa heterogênea de 8 cm posterior ao implante circunscrita à cápsula, com abundante formação líquida.

A punção/biópsia guiada por ultrassonografia e o estudo imunohistoquímico confirmaram ALCL.

Diante do quadro, a conduta deverá ser:

Uma paciente de 55 anos, recentemente tratada para câncer de mama, experimenta fadiga significativa e perda de força muscular como efeitos colaterais da quimioterapia. A equipe de oncologia recomenda iniciar um programa de reabilitação para ajudar a recuperar sua condição física e melhorar a qualidade de vida.
A intervenção mais apropriada para integrar o plano de tratamento dessa paciente é:
Um paciente de 68 anos, com história de etilismo e tabagismo prévios, se apresenta com disfagia progressiva para sólidos e perda ponderal de 5 kg nos últimos 30 dias. Tem história prévia de refluxo e uso crônico de inibidor de bomba de prótons há 12 anos. Na endoscopia, observou-se epitélio alaranjado que media 5 cm circunferencialmente e linguetas de 7 cm. Presença de hérnia de hiato por deslizamento de aproximadamente 3 cm e uma lesão parcialmente estenosante, polipoide ulcerada, que se estende proximal à junção esôfagogástrica (JEG) de 1 cm a 4 cm, sem impedir a progressão do aparelho. A biópsia mostra adenocarcinoma moderadamente diferenciado em epitélio colunar com células caliciformes.
Após o estadiamento da lesão cT3cN0, a cirurgia de escolha é:
Página 1