Questões de Concursos

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Homem de 68 anos, com hipertensão arterial em tratamento regular com losartana, comparece à consulta com queixa de emagrecimento de 8kg em 3 meses, associado à constipação intestinal, fezes em fita e hematoquezia nas últimas semanas. Relata também febre vespertina, sudorese noturna e cansaço progressivo. Ex-tabagista de 30 maços/ano (parou há 10 anos), sem outras comorbidades.


Ao exame: emagrecido, eupneico, hipocorado 2+/4+, desidratado. Temperatura axilar: 37,8º C, FC: 110 bpm, PA: 150x60 mmHg; ausência de linfonodomegalias; murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios; ritmo cardíaco regular em 2 tempos, bulhas normofonéticas, sopro sistólico 2+/6+ em foco aórtico, com irradiação carotídea e sopro diastólico aspirativo em foco aórtico acessório 3+/6+; pulso carotídeo célere. Abdome levemente distendido, indolor. Espaço de Traube submaciço. Membros inferiores sem edema.
Considerando a possível doença gastrintestinal subjacente, assinale a opção que indica o provável agente etiológico associado ao quadro infeccioso descrito.
Paciente é admitida no setor de emergência com dor no flanco esquerdo, hematúria, proteinúria, febre, náuseas e vômitos. Após colheita de sangue para análise geral foi realizada ultrassonografia abdominal que demonstrou uma pequena área hipoecogênica em forma de cunha com o ápice apontando em direção à pelve renal esquerda.
Em relação ao caso apresentado, a seguinte técnica complementar deveria ser realizada imediatamente após a ultrassonografia abdominal:

Um paciente de 69 anos foi admitido no hospital com síndrome de insuficiência cardíaca, aumento significativo do volume abdominal e edema de membros inferiores. Vinha em uso irregular de carvedilol e valsartan. Negou história de consumo de bebida alcoólica e hemotransfusão. O exame clínico indicava turgência jugular patológica, discretos estertores crepitantes bibasais e ritmo cardíaco regular. O abdômen se encontrava ascítico, tenso e com presença do sinal de piparote. Além da abordagem relacionada à insuficiência cardíaca, optou-se pela realização de paracentese.

Diante da hipótese de ascite provocada por hepatopatia congestiva, são esperados os seguintes resultados:

Um homem de 54 anos apresenta-se no consultório com história de disfagia progressiva para sólidos e líquidos, regurgitação noturna de alimentos não digeridos e perda de peso significativa nos últimos oito meses. Ele não relata dor torácica, mas menciona uma sensação de "comida parada" no meio do peito. Não há história de doenças crônicas ou cirurgias prévias. O exame físico revela um paciente emagrecido, sem outras alterações significativas. A endoscopia digestiva alta mostra retenção de alimentos no esôfago sem lesões obstrutivas evidentes. Uma esofagografia com contraste revela um esôfago dilatado com afilamento distal, que sugere um "bico de pássaro". A manometria esofágica confirma aperistalse do corpo esofágico e ausência de relaxamento adequado do esfíncter esofágico inferior.
O tratamento cirúrgico mais indicado para esse paciente é:
As opções a seguir apresentam doenças em que as alterações difusas na ecogenicidade e nos contornos do fígado são acentuadas, à exceção de uma. Assinale-a.
Uma mulher de 39 anos chega ao ambulatório com queixa de dificuldade para engolir, inicialmente apenas para sólidos, mas agora também para líquidos, que vem se agravando progressivamente nos últimos 8 meses. Ela também relata perda de peso significativa de mais de 10 kg e episódios de regurgitação de alimentos não digeridos. Não há histórico de doenças crônicas ou cirurgia prévia. No exame físico, o estado geral é bom, mas com perda ponderal evidente. A endoscopia digestiva alta revela retenção de alimentos no esôfago, sem evidências de estenose ou massa. A manometria esofágica mostra aperistalse no corpo do esôfago e ausência de relaxamento do esfíncter esofágico inferior durante a deglutição.
Diante desse quadro clínico, o diagnóstico mais provável para essa paciente é:
Uma paciente obesa, diabética, deu entrada no setor de emergência queixando-se de dor no hipocôndrio direito, náuseas e anorexia. O exame ultrassonográfico do abdome demonstrou a vesícula biliar de paredes lisas e com ecos de elevada amplitude.
O provável diagnóstico desse quadro é
Uma servidora do Tribunal de Contas, de 50 anos de idade, acaba de apresentar um quadro de hematêmese. As medidas de ressuscitação foram eficazes e a paciente foi prontamente transferida.
Assinale a opção que apresenta as duas etiologias mais frequentes de hemorragia digestiva alta.
Em relação ao padrão de vascularização observado em ultrassonografia, assinale a afirmativa correta.
Assinale as alterações ultrassonográficas mais frequentes na pancreatite aguda considerando o tamanho do pâncras, a ecogenicidade e o calibre do ducto pancreático, respectivamente,
Um paciente de 47 anos, etilista, apresenta emagrecimento, esteatorreia e diabetes mellitus e dor tipo barra de forte intensidade de difícil controle com opioides. Realizou tomografia de abdômen, que mostrou pâncreas atrófico, com calcificações, e ducto de Wirsung dilatado (1,5 cm) e tortuoso em toda a sua extensão, com estenoses e saculações.
A melhor conduta terapêutica nesse caso é:

Um homem de 43 anos, após ganho de peso e alguns sintomas dispépticos, procurou o ambulatório de clínica médica. Não havia qualquer histórico de doença pregressa e uso regular de medicação. Seu consumo de álcool era ocasional (em torno de 30 gramas por semana). Não havia história familiar de doença hepática, tampouco sinais ou sintomas como icterícia, dor abdominal ou alteração de hábito intestinal. Ao exame, detectaram-se IMC de 29; circunferência abdominal de 102 cm (altura 1,89 m); pressão arterial de 140 x 90 mmHg; e hepatimetria de 16 cm em linha hemiclavicular direita com fígado palpável e borda romba. Exames laboratoriais revelaram: glicemia de jejum 110 mg/dl, HDL colesterol 40 mg/dl, LDL colesterol 130 mg/dl, triglicerídeos 160 mg/dl, aspartato aminotransferase (AST) de 70 U/L (normal: 15 a 41) e alanina aminotransferase (ALT) 67 U/L (normal: 10 a 35). O restante do hemograma, da bioquímica e do coagulograma foi normal. Na segunda consulta, trouxe a ultrassonografia de abdômen e outros exames solicitados.

Sobre a investigação de doença hepática gordurosa associada a disfunção metabólica, é correto afirmar que:

Um servidor do Tribunal de Contas, submeteu-se a uma endoscopia digestiva alta, por história familiar de câncer gástrico. Nenhuma lesão macroscópica foi encontrada, no entanto, o laudo histopatológico revelou a presença do Helicobacter pylori (HP).
De acordo com as recomendações do IV Consenso Brasileiro sobre a infecção por HP/2018, as melhores taxas de erradicação são obtidas com o seguinte esquema:

Um paciente de 57 anos, apresentando disfagia e desnutrição, realizou exame contrastado que evidenciou esôfago dilatado (5 cm) com afilamento na junção esôfago-gástrica tipo “bico de pássaro”.

A conduta mais indicada nesse caso é:

Paciente feminino de 62 anos apresenta aumento do volume abdominal há quatro meses. Em exame de imagem mostrou evidência de massa anexial à direita.
Assinale a opção que indica o marcador tumoral que seria útil para um possível diagnóstico de câncer de ovário.
Um paciente de 34 anos apresenta-se na consulta com histórico de obesidade grave há mais de 10 anos. Ele tem um índice de massa corporal (IMC) de 44 kg/m² e sofre de várias comorbidades relacionadas à obesidade, incluindo diabetes tipo 2, hipertensão arterial e apneia do sono. Ele já tentou vários tratamentos, incluindo dietas supervisionadas, programas de exercícios e medicações para perda de peso, sem sucesso. Relata que essas condições estão afetando seriamente sua qualidade de vida e capacidade de trabalho. Após uma avaliação completa, ele é considerado um bom candidato para cirurgia bariátrica.
A técnica considerada o “padrão ouro” para esse paciente é:
Um paciente encontra-se no CTI pós transplante hepático quando apresenta aumento nos valores das provas de função hepática: TGO de 5000 U/L, TGP de 4300 U/L e bilirrubinas de 5,2 mg/dL. O INR foi de 1,3 para 2,7. O nível sérico de tacrolimus encontra-se na faixa terapêutica.
O passo seguinte é a realização de um(a):
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