Paciente, 65 anos, com história pregressa de asma brônquica e insuficiência renal crônica controlada em tratamento conservador, chega ao hospital com PA 240 x 160mmHg.

A família relata que ela se queixava de cefaleia intensa e escotomas cintilantes durante o dia. A tomografia de crânio demonstra hemorragia cerebral.

A melhor terapia, neste caso, visando ao tratamento da hipertensão, deve ser realizada com a prescrição de
A farmacoterapia da hipertensão arterial pulmonar (HAP) tem demonstrado avanços científicos importantes e mudado a sua morbimortalidade.
Uma combinação de fármacos com comprovado benefício no tratamento da HAP é:
Uma paciente de 79 anos foi levada pela sua filha para uma consulta clínica pois vinha apresentando episódios de queda da própria altura ao se levantar da cama durante a madrugada. Esse quadro se iniciou há 2 meses, mas nas últimas 2 semanas tinha aumentado a frequência, inclusive com 3 episódios pela manhã, ao se levantar da cama. Estava sendo acompanhada por um neurologista por apresentar doença de Parkinson. Diante desse quadro, ele havia indicado medidas comportamentais, incluindo se sentar antes de se levantar da cama e aumentar tanto a hidratação quanto o consumo de sal na dieta. Contudo, a paciente permaneceu apresentando quedas. Não estava em uso de anti-hipertensivos. Ao exame clínico, a pressão arterial era de 140 por 88 mmHg na posição supina e, ao ficar na posição ortostática, rapidamente a pressão caía para 88 por 60 mmHg. Referiu sensação de intolerância ortostática. Não houve mudança significativa na frequência cardíaca. O exame cardiovascular estava sem alterações.
Diante desse quadro, a medicação mais indicada para essa paciente é:
Um jardineiro de 61 anos procurou uma UBS com lesões vermelhas escuras que se iniciaram em dorso de mão direita e foram seguindo trajeto ascendente para antebraço e braço homolaterais. O diagnóstico clínico de esporotricose em sua forma linfocutânea foi feito, e o tratamento com itraconazol na dose de 200 mg/dia foi iniciado.
Em relação a esse tratamento, é correto afirmar que:
Dentre as medicações abaixo, o melhor tratamento não hormonal para os fogachos associados à menopausa é:
ATENÇÃO: use o caso a seguir para responder à próxima questão.


Paciente do sexo feminino, 26 anos, portadora de síndrome de QT longo, dá entrada em pronto-socorro com quadro iniciado há 20 minutos de palpitações, dispneia, intenso mal-estar e dor torácica. Ao exame clínico, sonolenta, FC 170 com pulso arrítmico, PA 50x20, pálida e mal-perfundida.

Realizado eletrocardiograma admissional que demonstrou taquicardia ventricular polimórfica.
Após a conduta realizada inicialmente, a paciente exibiu melhora parcial. No momento, consciente e orientada, PA 90x60, bem-perfundida, FC 70.
Enquanto aguarda vaga de UTI, você observa em monitor episódios de taquicardia ventricular polimórfica não sustentada, com duração inferior a 10 segundos.
A medicação que pode ser associada nessa situação é
Antes de iniciar a circulação extracorpórea para realizar uma cirurgia de revascularização do miocárdio feita a heparinização sistêmica pelo átrio direito, o tempo de coagulação ativado (TCA) após dose de 4 mg/kg de heparina foi de 300 segundos apenas, pois o tempo de coagulação ativado (TCA) de controle foi de 99 segundos. Metade da dose de heparina foi administrada e o TCA subiu para 320 segundos.

Diante dessa situação a medida a ser tomada é infundir
Paciente gestante de 18 semanas, feto único, apresenta, em consulta de rotina, níveis tensionais elevados (PA: 160 x 92mmHg).

Ao exame, apresenta dor em membro inferior esquerdo, com empastamento de panturrilhas, tendo sido diagnosticada trombose venosa profunda.

Assinale a opção que apresenta a indicação clínica para anti-hipertensivo e para o tratamento da trombose, respectivamente.
Um paciente de 59 anos, diabético, tabagista, com diagnóstico de doença arterial periférica em membros inferiores, foi atendido no ambulatório para acompanhamento de rotina. Nos exames laboratoriais realizados dentro do último mês, foram observados colesterol total de 270 mg/dL, HDL de 38 mg/dL, LDL de 198 mg/dL e triglicerídeos de 170 mg/dL.
Nesse caso, a terapia hipolipemiante mais indicada é:
Os fatores de risco mais comuns para o desenvolvimento da dissecção de aorta são: hipertensão arterial crônica; tabagismo; trauma torácico (em especial de alta energia com desaceleração importante); doenças aórticas (coartação de aorta, Marfan, Ehlers-Danlos, vasculite aórtica); história familiar de doença aórtica; aneurisma torácico conhecido; cirurgia aórtica prévia; uso de cocaína, crack ou anfetaminas.
Trata-se de uma condição potencialmente cirúrgica; entretanto, algumas medidas farmacológicas devem ser prontamente instituídas.
Nesse contexto, os betabloqueadores são importantes, pois contribuem para a redução da frequência cardíaca e da pressão arterial, e devem ser utilizados em conjunto com outros fármacos.
O betabloqueador de escolha é:
Um paciente de 77 anos, procura serviço de emergência com queixa de dor em fossa ilíaca esquerda de início há cerca de 3 dias com piora da intensidade. Teve 1 episódio de febre e relata dificuldade para evacuar. Ao exame físico, apresenta dor à palpação da fossa ilíaca esquerda, pressão arterial de 120 por 80mmHg e frequência cardíaca de 100 batimentos por minuto. Exames laboratoriais com leucócitos de 21.000 céls/mm3 e hemoglobina de 12g/dl. AST, ALT, amilase e lipase normais. Proteína C reativa de 13mg/dl. É solicitada tomografia computadorizada de abdome e pelve, que mostra espessamento de alça de sigmoide, presença de numerosos divertículos e abscesso peridiverticular medindo cerca de 2cm.
A melhor opção de tratamento nesse momento é:
Antes de procedimentos endovasculares, determina-se que os pacientes suspendam o uso de metformina.
Isso é feito para evitar que a associação dessa medicação com o contraste iodado possa induzir:
A base do tratamento da asma em geral, consiste no uso do seguinte fármaco:
A otite média aguda pode necessitar de tratamento com antibioticoterapia sistêmica em algumas situações.
Nos casos em que não há uso prévio de antibiótico nos últimos 30 dias nem conjuntivite purulenta, o fármaco de escolha é:
Paciente diabético de 45 anos relata longa história de dor em queimação em seus pés que ultimamente tem prejudicado sua deambulação. Sua doença tem sido mal controlada embora faça esforço em seguir a dieta, praticar exercícios e ingerir a medicação regularmente. O exame dos pés não apresenta ulcerações cutâneas, os pulsos pediosos estão presentes, porém diminuídos e há redução bilateral dos testes de sensibilidade.

Além de maior rigor no controle da doença, outra intervenção que se mostra mais apropriada neste caso é a(o)
Os medicamentos atualmente considerados como melhores opções para o tratamento das onicomicoses causadas por dermatófitos são
Uma paciente diabética, hiperuricêmica e obesa, foi novamente admitida com insuficiência cardíaca descompensada. Durante a reconciliação medicamentosa, o seguinte medicamento associado à piora da retenção de líquidos foi identificado(a):
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