Questões de Concursos
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Nada por aqui
As Linguagens Documentárias (LDs), assim como os vocabulários controlados, têm sido ferramentas imprescindíveis para o bibliotecário, principalmente na representação da informação nas rotinas de análise e síntese da informação. Diante desse contexto, observe:
___________________ permitem que se estabeleçam padrões de classificação e ordenação de informações por meio de herança, ou seja, pelo relacionamento hierárquico (gênero/espécie) entre os objetos. A conceituação proposta por ____________________ deve ser representada de maneira formal, legível e utilizável por computadores, de maneira a permitir o compartilhamento e o reuso do conhecimento entre os sistemas. ____________________ tem objetivo de controle terminológico, utilizados em sistemas de informação para traduzir a linguagem dos documentos, dos indexadores e dos pesquisadores numa linguagem controlada, usada na indexação e na recuperação de informações.
Para o preenchimento das lacunas, a ordem CORRETA consta apenas em
Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o desenvolvimento humano pode ser considerado um processo de ampliação de escolhas, para que as pessoas tenham capacidades e oportunidades de escolherem o que pretendem ser. Muito diferente da perspectiva de crescimento econômico, a criação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), como instrumento de medição do desenvolvimento, transfere o foco da renda para o ser humano, ou seja, para a qualidade de vida. Com isso, o IDH tornou-se uma medida sintética da perspectiva de desenvolvimento humano, apesar de não ser uma representação da felicidade. Novas metodologias foram incorporadas para o cálculo do IDH a partir de 2010, sendo que, na atualidade, três pilares constituem o IDH.
Sobre o tema, marque a alternativa CORRETA.
Você foi contratado como assessor de comunicação de uma indústria de alimentos para resolver a seguinte situação: um boato se espalhou pela internet difamando um lote de refeições infantis em pote. O boato tomou grandes proporções e, a princípio, a reação da empresa foi bastante negativa, rebatendo duramente as acusações e ignorando as investidas da imprensa em obter informações. Amostras dos produtos analisadas pelo Ministério da Saúde não apontaram qualquer problema ou risco para a saúde. Agora, a empresa deseja resgatar a credibilidade do produto e melhorar a imagem de sua marca junto ao mercado.
Das alternativas abaixo, quais representam um raciocínio CORRETO para um planejamento de comunicação?
I. Convocar uma coletiva de imprensa, apresentar o laudo do Ministério da Saúde e estar disponível para atender todas as solicitações dos responsáveis pelos veículos de comunicação.
II. Fazer uma campanha publicitária de valorização da marca e do produto alvo da difamação.
III. Publicar um comunicado nos principais veículos de comunicação, responsabilizando a imprensa e os órgãos oficiais pela disseminação do boato.
IV. Realizar uma pesquisa de satisfação com o público infantil a respeito dos produtos.
V. Realizar uma campanha de Responsabilidade Social associada ao produto.
O QUE FALTA PARA SERMOS LÍDERES
Apesar das conquistas, o país enfrenta
obstáculos na infraestrutura, na educação e no papel do
Estado.
Paulo Moreira Leite
Para uma nação que, desde 1500, é descrita
como aquela "onde se plantando tudo dá", nas palavras
do escrivão Pero Vaz de Caminha, a visão de país do
futuro já é motivo de desconfiança, ironia e até irritação.
A verdade é que, entre observadores de prestígio e
analistas conceituados, cresce a convicção de que o
Brasil é um país que pode sair bem da crise atual do
capitalismo - e chegar mais à frente numa condição
melhor do que exibia no início, num processo semelhante
ao que viveu nos anos 30, após o colapso da Bolsa de
1929.
Arquiteto e engenheiro da prosperidade do
"milagre econômico", o ex-ministro Antonio Delfim Netto
está convencido de que "o Brasil tem pela frente uma
possibilidade de crescimento seguro, sem risco, por pelo
menos uma geração". Para o empresário eeconomista
Luiz Carlos Mendonça de Barros, ministro das
Comunicações no governo de Fernando Henrique
Cardoso, insuspeito de simpatias pelo governo Lula, "não
há dúvida de que o mundo vai oferecer muitas
oportunidades estratégicas ao Brasil, nos próximos anos.
A única dúvida é saber se saberemos aproveitá-las".
Hoje, apenas 7,6% da humanidade pode ser
enquadrada numa categoria social vagamente definida
como "classe média". Para as próximas décadas, essa
condição pode atingir 16% da população mundial, ou 1,2
bilhão de pessoas. No século XVIII, quando a Europa
aquecia os fornos a carvão da Revolução Industrial, que
moldaria a civilização mundial de hoje, a China produzia
perto de 30% da riqueza do planeta, e a Índia 15%. Após
dois séculos de declínio, esses povos retomam seu lugar
- e é esse processo em curso, nos próximos anos, que
definirá oportunidades e necessidades de todo o planeta,
inclusive no Brasil.
"O Brasil tem tudo para ser protagonistado
século XXI", diz Delfim Netto, numa frase que tem lá seu
parentesco com o otimismo do escrivão Caminha. Mas
há algum sentido. A urbanização acelerada do planeta
elevará em até 50% a demanda por alimentos importados
- num mercado garantido para o crescimento das
exportações brasileiras. No terreno da energia, os
laboratórios de todo o mundo buscam uma alternativa ao
petróleo e aos demais combustíveis fósseis. Até agora,
nenhuma opção deixou a fase do experimentalismo e não
se sabe quando isso vai ocorrer. Mesmo o etanol, que
funciona tão bem no Brasil, não é uma saída definitiva no
plano mundial, pois exigiria canaviais para mover
indústrias, armamentos, computadores, foguetes, navios
- além de carros de passeio.
Como ninguém deixará de acender a luz nem de
andar de automóvel até que se chegue a uma nova
matriz energética, por várias décadas a humanidade
seguirá movendo-se a petróleo - abundante nas costas
brasileiras do pré-sal, a ponto de já colocaro país na
condição de exportador mundial.
Para realizar o futuro prometido, o Brasil terá de
reformar o Estado. "Vamos ter de modernizar o governo",
diz Delfim Netto. Esse trabalho inclui rever as diferenças
de renda, segurança e estabilidade entre funcionários
públicos e privados, além de uma reforma na
Previdência. Hoje, por causa de distorções como essas,
o Estado brasileiro custa caro, funciona mal e trabalha na
direção errada. Sem uma intervenção rápida e decisiva
por parte dos governantes, o país do futuro talvez
demore outros 509 anos a chegar.
Adaptado da revista Época, n° 575.
Assinale a alternativa CORRETA:
Analise os itens abaixo e marque a alternativa INCORRETA.
Leia as frases abaixo e julgue-as posteriormente, conforme as alternativas:
I. Uma análise de necessidade de treinamento conduzida apropriadamente rende informações úteis para o desenvolvimento de objetivos institucionais e critérios de treinamento.
II. A identificação das necessidades deve envolver toda a organização, inclusive a alta administração, pois envolve aspectos ligados a planos de diretores, a diretrizes e políticas administrativas.
III. Quando mal elaborados, os diagnósticos para os treinamentos constituem causas de desajustamentos e ineficiências, que comprometem a organização.
IV. O bom diagnóstico conduzirá à constatação das carências funcionais, determinando aqueles que precisam ser submetidos a um treinamento para melhoria de suas condições de trabalho.
Algumas características são destacadas num grupo de alto desempenho. Analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:
I. Os membros do grupo compartilham metas que estão centradas no desempenho e permitem atingir com mais facilidade os objetivos organizacionais.
II. O grupo apresenta normas informais que se referem às expectativas informais, não escritas, que regem o comportamento de seus membros.
III. Os membros dos grupos assumem alguns papéis: cumprimento de tarefas, manutenção ou conciliação de toda ação individual que atenda às necessidades pessoais, as quais podem ser funcionais ou disfuncionais.
IV. O grupo mantém uma rede de comunicação relativamente permanente entre os seus membros, contribuindo para mantê-los unidos.