Um armário contém 10 pares de meias, sendo
5 pares brancos e 5 pares pretos. Assinale a
alternativa que apresenta a quantidade de
maneiras diferentes que é possível escolher
um par de meias brancas e um par de meias
pretas.
Questões de Concursos
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Em uma festa, todos os convidados comeram
pizza e/ou lasanha. Sabe-se que:
10 pessoas comeram apenas pizza. 15 pessoas comeram apenas lasanha. 5 pessoas comeram ambos.
Assinale a alternativa que apresenta a quantidade de pessoas que frequentaram essa festa.
10 pessoas comeram apenas pizza. 15 pessoas comeram apenas lasanha. 5 pessoas comeram ambos.
Assinale a alternativa que apresenta a quantidade de pessoas que frequentaram essa festa.
Uma trajetória de estudos e de experiências
definem as habilidades e as competências que
nos qualificam profissionalmente a
desenvolver uma tarefa específica ou a
desempenhar um trabalho com destaque. Este
conjunto de conhecimentos auxiliam a
desempenhar, por exemplo, a preparação e
coordenação de reuniões ou conhecer formas
de como planejar ou acompanhar um processo
avaliativo. Um caminho para manter-se
atualizado e dar continuidade à eficiência
profissional será continuamente observar as
mudanças na própria área de atuação e
aprimorar os próprios conhecimentos. Em
relação ao desenvolvimento e ampliação das
boas habilidades e de competências
profissionais de acordo com o enunciado
acima, analise as afirmativas abaixo e dê
valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Saber suas prioridades e ter metas inteligíveis à sua formação para que seja contínua.
( ) Acompanhar as orientações da sua área profissional e usar a tecnologia para expandir os seus conhecimentos para atender as capacidades requisitadas.
( ) Manter sempre os mesmos estudos e experiências e dar valor para o esforço que deu origem ao seu desenvolvimento.
( ) Investir na inteligência emocional. Aperfeiçoar a capacidade de se conhecer e conhecer o outro. Entender, detectar e gerenciar as próprias emoções e as emoções dos outros.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
( ) Saber suas prioridades e ter metas inteligíveis à sua formação para que seja contínua.
( ) Acompanhar as orientações da sua área profissional e usar a tecnologia para expandir os seus conhecimentos para atender as capacidades requisitadas.
( ) Manter sempre os mesmos estudos e experiências e dar valor para o esforço que deu origem ao seu desenvolvimento.
( ) Investir na inteligência emocional. Aperfeiçoar a capacidade de se conhecer e conhecer o outro. Entender, detectar e gerenciar as próprias emoções e as emoções dos outros.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Analise as afirmativas abaixo que tratam da
ideia do “aprender a aprender”, conceito que
atualmente faz parte da legislação e da política
educativa brasileira.
I. O professor deixa de ser apenas o que ensina e passa a ser o mediador do processo de ensino aprendizagem do aluno.
II. Torna-se necessário a formação de todos os envolvidos no projeto educativo para adquirir novas competências e conhecimento, atendendo-se à constante necessidade de aprimorar a ação e o conhecimento exigido em um mundo em rápida transformação.
III. Configura uma teoria pedagógica na qual o mais importante é o professor ensinar e o aluno, aprender, assimilando somente o conteúdo programado pela currículo.
IV. A formação educativa na atualidade prepara o cidadão, a realizar novos tipos de raciocínio, aprendendo a administrar o inédito e o imprevisívelnas situações cotidianas.
Estão corretas as afirmativas:
I. O professor deixa de ser apenas o que ensina e passa a ser o mediador do processo de ensino aprendizagem do aluno.
II. Torna-se necessário a formação de todos os envolvidos no projeto educativo para adquirir novas competências e conhecimento, atendendo-se à constante necessidade de aprimorar a ação e o conhecimento exigido em um mundo em rápida transformação.
III. Configura uma teoria pedagógica na qual o mais importante é o professor ensinar e o aluno, aprender, assimilando somente o conteúdo programado pela currículo.
IV. A formação educativa na atualidade prepara o cidadão, a realizar novos tipos de raciocínio, aprendendo a administrar o inédito e o imprevisívelnas situações cotidianas.
Estão corretas as afirmativas:
As maloclusões têm ocorrência em todo o
mundo e a ortodontia está dirigida para elas
com objetivo de supervisão, orientação e
correção do crescimento e maturação doas
estruturas dentofaciais. Essas desordens
foram classificadas em 1899 por Angle. Umas
das maloclusões é definida da seguinte forma:
“quando a cúspide mesiovestibular do
primeiro molar superior oclui adiante da
cúspide mesiovestibular do primeiro molar
inferior, e os incisivos superiores estão
verticalizados”. Assinale a alternativa que
apresenta a maloclusão citada.
Existem diferentes formas de estruturar a ação
de atores públicos e privados em prol de
objetivos comuns. Para alguns autores
especialistas em gestão pública, tem ficado
mais forte a ideia de “governança de múltiplos
níveis”, ou seja, um modelo de organizar a ação
governamental para além das delimitações
jurisdicionais tradicionais (SMITH, 2010).
Assinale a alternativa que não representa uma característica da governança.
Assinale a alternativa que não representa uma característica da governança.
No desenvolvimento de aplicações web utilizando
Java, duas tecnologias principais são JavaServer
Pages (JSP) e Servlets, ambas introduzidas pela
Sun Microsystems nos anos 1990. Assinale a
alternativa que apresenta a principal diferença
entre JSP e Servlets em termos de programação e
funcionalidade, e como essas tecnologias
contribuem para a geração de conteúdo dinâmico
em páginas web.
A Política Nacional de Desenvolvimento de
Pessoas – PNDP tem o objetivo de promover o
desenvolvimento dos servidores públicos nas
competências necessárias à consecução da
excelência na atuação dos órgãos e das
entidades da administração pública federal
direta, autárquica e fundacional. Os
instrumentos da PNDP estão listados abaixo.
Assinale a alternativa incorreta quanto a estes
instrumentos.
Assinale a alternativa que apresenta o principal
objetivo da Ciência da Informação.
Texto I
Os riscos de normalizar o que é anormal (e como não ficar insensível)
A presença contínua de más notícias na tela pode fazer com que elas percam o significado
(Amanda Ruggeri, BBC Future)
Quando alguém fala em "normalizar" alguma coisa em 2024, geralmente é com sentido positivo.
Nas redes sociais e fora delas, tenho visto convocações para normalizar de tudo, desde o corpo das mães após o parto até conversar sobre a saúde mental no trabalho. A ideia, é claro, é romper esses tabus, que podem ser inúteis e até perigosos.
Mas existe outro tipo de normalização, que muitas pessoas não conhecem. Ela é menos consciente e mais perniciosa. E pode ser prejudicial.
É a normalização de tendências, situações e eventos que, na verdade, não deveriam ser considerados nada "normais". Ela pode também ser chamada de "dessensibilização" ou "habituação".
Os trágicos eventos verificados no início dos conflitos eram fatos novos e inesperados. Esses eventos chamam a atenção da mente, como sabem os psicólogos.
O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países. E também não aparecem com a mesma frequência nas conversas.
Infelizmente, as pesquisas indicam que, quando uma guerra dura meses ou anos, cada semana de combate causa menos impacto do que a semana anterior.
E essa dessensibilização também se aplica à nossa vida diária.
Os jovens das cidades que crescem lado a lado com a violência, por exemplo, têm maior propensão a acabar pensando que a violência é normal. E as pessoas expressaram mais ansiedade com a covid quando a contagem de mortos era baixa, do que quando o número de vítimas fatais atingiu centenas de milhares de pessoas.
[...]
Em outras palavras, basta sermos expostos a qualquer coisa por tempo suficiente e aquilo estará normalizado. Mesmo se for algo ruim.
É claro que existem vantagens nesse processo. Até certo ponto, os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações, não importa o quanto elas sejam difíceis.
Nossa espécie provavelmente não teria ido muito longe se tivéssemos permanecido em um estado perpétuo de choque e ansiedade – ou, pelo menos, não teria desenvolvido a capacidade emocional de imaginar, criar e resolver problemas. Mas também existem armadilhas muito claras.
[...]
(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/osriscos-de-normalizar-o-que-e-anormal-e-como-nao-ficar-insensivel.shtml. Acesso em 5 de dezembro de 2024)
No texto, encontramos vocábulos como
“normalizar”, “anormal” e “normalização”. Em
relação à estrutura mórfica, assinale a
alternativa correta.
Texto I
Os riscos de normalizar o que é anormal (e como não ficar insensível)
A presença contínua de más notícias na tela pode fazer com que elas percam o significado
(Amanda Ruggeri, BBC Future)
Quando alguém fala em "normalizar" alguma coisa em 2024, geralmente é com sentido positivo.
Nas redes sociais e fora delas, tenho visto convocações para normalizar de tudo, desde o corpo das mães após o parto até conversar sobre a saúde mental no trabalho. A ideia, é claro, é romper esses tabus, que podem ser inúteis e até perigosos.
Mas existe outro tipo de normalização, que muitas pessoas não conhecem. Ela é menos consciente e mais perniciosa. E pode ser prejudicial.
É a normalização de tendências, situações e eventos que, na verdade, não deveriam ser considerados nada "normais". Ela pode também ser chamada de "dessensibilização" ou "habituação".
Os trágicos eventos verificados no início dos conflitos eram fatos novos e inesperados. Esses eventos chamam a atenção da mente, como sabem os psicólogos.
O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países. E também não aparecem com a mesma frequência nas conversas.
Infelizmente, as pesquisas indicam que, quando uma guerra dura meses ou anos, cada semana de combate causa menos impacto do que a semana anterior.
E essa dessensibilização também se aplica à nossa vida diária.
Os jovens das cidades que crescem lado a lado com a violência, por exemplo, têm maior propensão a acabar pensando que a violência é normal. E as pessoas expressaram mais ansiedade com a covid quando a contagem de mortos era baixa, do que quando o número de vítimas fatais atingiu centenas de milhares de pessoas.
[...]
Em outras palavras, basta sermos expostos a qualquer coisa por tempo suficiente e aquilo estará normalizado. Mesmo se for algo ruim.
É claro que existem vantagens nesse processo. Até certo ponto, os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações, não importa o quanto elas sejam difíceis.
Nossa espécie provavelmente não teria ido muito longe se tivéssemos permanecido em um estado perpétuo de choque e ansiedade – ou, pelo menos, não teria desenvolvido a capacidade emocional de imaginar, criar e resolver problemas. Mas também existem armadilhas muito claras.
[...]
(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/osriscos-de-normalizar-o-que-e-anormal-e-como-nao-ficar-insensivel.shtml. Acesso em 5 de dezembro de 2024)
Em “Quando alguém fala em ‘normalizar’
alguma coisa em 2024” (1º§), o vocábulo
destacado deve ser classificado,
sintaticamente, como sujeito:
Texto I
Os riscos de normalizar o que é anormal (e como não ficar insensível) A presença contínua de más notícias na tela pode fazer com que elas percam o significado (Amanda Ruggeri, BBC Future) Quando alguém fala em "normalizar" alguma coisa em 2024, geralmente é com sentido positivo. Nas redes sociais e fora delas, tenho visto convocações para normalizar de tudo, desde o corpo das mães após o parto até conversar sobre a saúde mental no trabalho. A ideia, é claro, é romper esses tabus, que podem ser inúteis e até perigosos. Mas existe outro tipo de normalização, que muitas pessoas não conhecem. Ela é menos consciente e mais perniciosa. E pode ser prejudicial. É a normalização de tendências, situações e eventos que, na verdade, não deveriam ser considerados nada "normais". Ela pode também ser chamada de "dessensibilização" ou "habituação". Os trágicos eventos verificados no início dos conflitos eram fatos novos e inesperados. Esses eventos chamam a atenção da mente, como sabem os psicólogos. O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países. E também não aparecem com a mesma frequência nas conversas. Infelizmente, as pesquisas indicam que, quando uma guerra dura meses ou anos, cada semana de combate causa menos impacto do que a semana anterior. E essa dessensibilização também se aplica à nossa vida diária. Os jovens das cidades que crescem lado a lado com a violência, por exemplo, têm maior propensão a acabar pensando que a violência é normal. E as pessoas expressaram mais ansiedade com a covid quando a contagem de mortos era baixa, do que quando o número de vítimas fatais atingiu centenas de milhares de pessoas. [...] Em outras palavras, basta sermos expostos a qualquer coisa por tempo suficiente e aquilo estará normalizado. Mesmo se for algo ruim. É claro que existem vantagens nesse processo. Até certo ponto, os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações, não importa o quanto elas sejam difíceis. Nossa espécie provavelmente não teria ido muito longe se tivéssemos permanecido em um estado perpétuo de choque e ansiedade – ou, pelo menos, não teria desenvolvido a capacidade emocional de imaginar, criar e resolver problemas. Mas também existem armadilhas muito claras.
[...]
(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/osriscos-de-normalizar-o-que-e-anormal-e-como-nao-ficar-insensivel.shtml. Acesso em 5 de dezembro de 2024)
Texto II
A Rua dos Cataventos (Mário Quintana)
Da vez primeira em que me assassinaram, Perdi um jeito de sorrir que eu tinha. Depois, a cada vez que me mataram, Foram levando qualquer coisa minha.
Hoje, dos meus cadáveres eu sou O mais desnudo, o que não tem mais nada. Arde um toco de Vela amarelada, Como único bem que me ficou.
Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada! Pois dessa mão avaramente adunca1 Não haverão de arrancar a luz sagrada!
Aves da noite! Asas do horror! Voejai! Que a luz trêmula e triste como um ai, A luz de um morto não se apaga nunca!
1retorcida
O texto I trata da normalização de eventos, inclusive violentos como as mortes. No texto II, ao tratar de assassinatos, percebe-se:
Os riscos de normalizar o que é anormal (e como não ficar insensível) A presença contínua de más notícias na tela pode fazer com que elas percam o significado (Amanda Ruggeri, BBC Future) Quando alguém fala em "normalizar" alguma coisa em 2024, geralmente é com sentido positivo. Nas redes sociais e fora delas, tenho visto convocações para normalizar de tudo, desde o corpo das mães após o parto até conversar sobre a saúde mental no trabalho. A ideia, é claro, é romper esses tabus, que podem ser inúteis e até perigosos. Mas existe outro tipo de normalização, que muitas pessoas não conhecem. Ela é menos consciente e mais perniciosa. E pode ser prejudicial. É a normalização de tendências, situações e eventos que, na verdade, não deveriam ser considerados nada "normais". Ela pode também ser chamada de "dessensibilização" ou "habituação". Os trágicos eventos verificados no início dos conflitos eram fatos novos e inesperados. Esses eventos chamam a atenção da mente, como sabem os psicólogos. O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países. E também não aparecem com a mesma frequência nas conversas. Infelizmente, as pesquisas indicam que, quando uma guerra dura meses ou anos, cada semana de combate causa menos impacto do que a semana anterior. E essa dessensibilização também se aplica à nossa vida diária. Os jovens das cidades que crescem lado a lado com a violência, por exemplo, têm maior propensão a acabar pensando que a violência é normal. E as pessoas expressaram mais ansiedade com a covid quando a contagem de mortos era baixa, do que quando o número de vítimas fatais atingiu centenas de milhares de pessoas. [...] Em outras palavras, basta sermos expostos a qualquer coisa por tempo suficiente e aquilo estará normalizado. Mesmo se for algo ruim. É claro que existem vantagens nesse processo. Até certo ponto, os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações, não importa o quanto elas sejam difíceis. Nossa espécie provavelmente não teria ido muito longe se tivéssemos permanecido em um estado perpétuo de choque e ansiedade – ou, pelo menos, não teria desenvolvido a capacidade emocional de imaginar, criar e resolver problemas. Mas também existem armadilhas muito claras.
[...]
(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/osriscos-de-normalizar-o-que-e-anormal-e-como-nao-ficar-insensivel.shtml. Acesso em 5 de dezembro de 2024)
Texto II
A Rua dos Cataventos (Mário Quintana)
Da vez primeira em que me assassinaram, Perdi um jeito de sorrir que eu tinha. Depois, a cada vez que me mataram, Foram levando qualquer coisa minha.
Hoje, dos meus cadáveres eu sou O mais desnudo, o que não tem mais nada. Arde um toco de Vela amarelada, Como único bem que me ficou.
Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada! Pois dessa mão avaramente adunca1 Não haverão de arrancar a luz sagrada!
Aves da noite! Asas do horror! Voejai! Que a luz trêmula e triste como um ai, A luz de um morto não se apaga nunca!
1retorcida
O texto I trata da normalização de eventos, inclusive violentos como as mortes. No texto II, ao tratar de assassinatos, percebe-se:
Um computador é uma máquina que processa
dados. Ao escrevermos um programa,
estamos, na verdade, realizando essa tarefa
com os dados que o usuário entrega para a
máquina. Por exemplo, quando queremos que
um programa realize o cálculo da média entre
duas notas, é preciso que, de alguma forma, o
programa “receba” essas duas notas. Assinale
a alternativa que apresenta qual operador é
comumente utilizado em linguagens baseadas
em C, como a linguagem Java por exemplo,
para sinalizar o recebimento de um valor para
uma variável.
Com relação aos modelos de construção de
software, assinale a alternativa que apresenta
um modelo de processo executado em
sequência, sem que de uma etapa posterior
seja possível retornar a uma etapa anterior.
Nos termos da Lei de Improbidade Administrativa
(Lei nº 8.429/92), assinale a alternativa que
apresenta ato de improbidade que importa em
enriquecimento ilícito.
O processo de desinfecção de moldes ou
próteses exige conhecimento sobre a
efetividade do produto desinfetante de escolha
e se esse pode provocar alguma alteração
dimensional no material da prótese ou no
material de moldagem e/ou no modelo de
gesso. Existem: a desinfecção de alto nível,
nível intermediário e de baixo nível. Com
relação ao nível intermediário, assinale a
alternativa que apresenta os produtos que se
enquadram nesse nível.
A segurança do processo de esterilização
depende de todas as fases da preparação dos
artigos de saúde: limpeza, desinfecção e
esterilização. Existem indicadores de
monitoramento para garantir a eficácia dos
meios de esterilização. Diante do exposto,
analise as afirmativas abaixo.
I. Indicadores Mecânicos: relacionados ao equipamento de esterilização e deve contemplar os registros de manutenção preventiva e corretiva, dos problemas encontrados na prática diária e da validação do processo realizado.
II. Indicadores Físicos: são os monitores de tempo, temperatura e pressão, por meio de relatórios manuais registrados pelo Cirurgião-Dentista.
III. Indicadores Químicos: classificados em níveis 1, 2 e 3 e de uso externo, apenas.
IV. Indicadores Biológicos: indicam que o equipamento é capaz de esterilização efetiva através da inativação de indicadores com contagem prévia de esporos viáveis conhecida.
Estão corretas as afirmativas:
I. Indicadores Mecânicos: relacionados ao equipamento de esterilização e deve contemplar os registros de manutenção preventiva e corretiva, dos problemas encontrados na prática diária e da validação do processo realizado.
II. Indicadores Físicos: são os monitores de tempo, temperatura e pressão, por meio de relatórios manuais registrados pelo Cirurgião-Dentista.
III. Indicadores Químicos: classificados em níveis 1, 2 e 3 e de uso externo, apenas.
IV. Indicadores Biológicos: indicam que o equipamento é capaz de esterilização efetiva através da inativação de indicadores com contagem prévia de esporos viáveis conhecida.
Estão corretas as afirmativas:
A Nova Gestão Pública (NGP), modelo de
gestão disseminado no Brasil pelo ex-ministro
Bresser-Pereira (2002), tem como característica
o planejamento das atividades públicas com
enfoque nos resultados (efeitos) e impactos
(efetividade).
Com base nesse pensamento, assinale a alternativa com duas ações fundamentais para a NGP:
Com base nesse pensamento, assinale a alternativa com duas ações fundamentais para a NGP:
Em toda e qualquer tecnologia, novos recursos
são lançados e outros são descontinuados. Na
linguagem HTML, isso não é diferente. Assinale
a alternativa que apresenta a tag que foi
descontinuada em sua versão 5.
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