Suponha que determinada pessoa, aprovada em concurso público para órgão da administração pública federal, assinou o "Termo de Posse" no dia 10 de março de 2013. Qual é o prazo que a Lei 8.112/1990 estabelece para que ela entre em exercício?
Propiciar o cumprimento dos serviços contratados com a entidade dentro dos prazos e compromissos previamente estabelecidos e um dos principais objetivos do
Segundo Comer (2007), os cientistas da computação investigaram a relação entre o atraso e o congestionamento no que concerne ao estudo do comportamento de redes de computadores e, descobriram que, em muitos casos, o atraso esperado pode ser estimado a partir da porcentagem da capacidade da rede que está sendo utilizada. Desta forma, se Do representa o atraso quando a rede está ociosa, e U é um valor entre 0 (zero) e 1 (um) que denota a utilização atual da rede, o atraso efetivo D é dado pela fórmula: D=Do / (1–U). Se U se aproxima de 1, o que acontece com o atraso?
O ornamento representado por duas notas em semicolcheias, sendo a 1ª igual a nota real e a 2ª guardando o intervalo de 2ª Maior ou menor da nota real chama-se
There are four official Swiss languages: German, French, Italian and Romansh, an indigenous language with limited status that"s similar to Latin and spoken today by only a handful of Swiss. A fifth language, English, is increasingly used to bridge the linguistic divide. In a recent survey by Pro Unguis, three quarters of those queried said they use English at least three times per week.
In polyglot Switzerland, even linguistic divisions are divided. People in the German-speaking cantons speak Swiss-German at home but learn standard German in school. The Italian spoken in the Ticino canton is peppered with words borrowed from German and French.
Language may not be destiny, but it does determine much more than the words we speak. Language drives culture, and culture drives life. In that sense, the Rõstigraben is as much a cultural border as a linguistic one. Life on either side of the divide unfolds at a different pace, Bianchi explained. “[In my opinion] French speakers are more laid-back. A glass of white wine for lunch on a workday is still rather usual. German speakers have little sense of humour, and follow rules beyond the rigidity of the Japanese."
The cultural divide between Italian-speaking Switzerland and the rest of the country - a divide marked by the so-called Polentagraben - is even sharper. Italianspeakers are a distinct minority, accounting for only 8% of the population and living mostly in the far southern canton of Ticino. “When I first moved here, people told me, Ticino is just like Italy except everything works’, and I think that"s true,” said Paulo Gonçalves, a Brazilian academic who has been living in Ticino for the past decade.
Coming from a nation with one official spoken language, Gonçalves marvels at how the Swiss juggle four. “It is quite remarkable how they manage to get along,” he said, recalling going to a conference attended by people who spoke French, German, Italian and English. "You had presentations being given in four different languages in the same conference hall.’’
Living in such a multilingual environment "really reshapes how I see the world and imagine the possibilities,” Gonçalves said. “I am a significantly different person than I was 10 years ago.”
Switzerland’s languages are not evenly distributed. Of the country’s 26 cantons, most - 17 - are German speaking, while four are French and one Italian. (Three cantons are bilingual and one, Grisons, trilingual.) A majority of Swiss, 63%, speak German as their first language.
Você me dirá que uma das coisas que mais preza é sua opinião. Prezá-la é considerado virtude. Fulano? É uma pessoa de opinião”. É preciso força e decisão para “ter opinião". Não é fácil.
Você me dirá, ainda, do que é capaz de fazer para defender a própria opinião. Ter opinião é tão importante que há até um direito dos mais sagrados, o direito à opinião, ultimamente, aliás, bastante afetado, pois vivemos tempos de ampliação do delito de opinião. Ter opinião, em vez de ser considerado um estágio preliminar da convicção, passa a ser ameaçador.
Mas sem contrariar a força com que você defende as próprias opiniões e, sobretudo, defendendo o seu inalienável direito de tê-las, eu lhe proporei pensar sobre se a opinião é uma instância realmente profunda ou se é, tão-somente, uma das primeiras reações que se tem diante dos acontecimentos.
Será a opinião uma reação profunda ou superficial? Ouso afirmar que, quase sempre, é das mais superficiais.
Opinião é reação, e expressa um sentimento ou julgamento. Ao reagir, o sentimento realiza uma síntese do que e como somos. Esta síntese aparece na forma pela qual reagimos. A primeira reação é reveiadora do sentimento com que julgamos a vida, o mundo, as pessoas. Quase sempre a opinião surge nessa etapa inicial, patamar superficial do nosso ser. Somos um repositório de primeiras impressões!
Pode-se, efetivamente, garantir que nossas opiniões são fruto de meditação? Ou de conhecimento sedimentado? Positivamente, não. Quem responder sinceramente, vai concluir que tem muito mais opiniões do que coisas que sabe ou conhece. Qualquer conhecimento profundo não leva à opinião; leva à análise, à convicção, à dúvida ou à evidência, e nenhuma dessas quatro instâncias tem a ver com a opinião.
Quem (se) reparar com cuidado, verificará o quanto é levado a opinar, vale dizer, reagir, sentir, julgar, diante dos variados temas. Somos um aluvião de opiniões. Defendemo-nos de analisar, tendo opinião; preservamonos do perigoso e trabalhoso mister de pensar, tendo logo uma opinião.
É mais fácil ter opinião do que dúvida. Opinião traz adeptos e dividendos pessoais de prestígio, respeitabilidade, aura de coragem ou heroísmo.
As opiniões são uma espécie de fabricação em série de idéias sempre iguais, saídas do modelo pelo qual vemos o mundo, e nos faz enfocar a realidade segundo um eterno subjetivismo. Por isso a opinião quase nunca é o reflexo das variadas componentes do real. É eco a repetir a experiência anterior, diante de cada caso novo. A opinião nos defende da complexidade do real, logo, é maneira de impedir a criatividade do homem.
Na origem latina, opinar tem um sentido ambíguo. É muito mais conjecturar do que afirmar. A palavra chega a ter, nos seus vários sentidos, o de disfarçar. A origem do termo é mais fiel ao seu significado do que a tradução que hoje se ihe dá.
Opinar não significa saber nem conhecer. Opinar significa ter uma opinião a respeito de algo, isto é, uma impressão sujeita a retificações, a correções, a mudanças permanentes. O sentido essencial de opinar é conjecturar, ou seja, supor uma realidade para poder discuti-la e, assim, melhor conhecê-la.
No entanto, nos ofendemos se contrariam a nossa opinião; vivemos em busca do respeito à “nossa opinião". E, mais grave e frequente, vivemos a sofrer por causa da opinião ou de opiniões dos outros sem saber que a opinião de alguém é o resultado das manifestações (reações) mais superficiais e fáceis do seu espírito.
A opinião é instância superficial, exercício de dúvida e de conhecimento disfarçado em certeza ou afirmação, uma conjetura em forma de assertiva. É mais a expressão de um sentimento do que a conciliação deste com o conhecimento e a verdade. A partir do momento em que sabemos de tudo isso, temos obrigatoriamente que deixar de dar tanta importância à opinião alheia e à própria. É preciso, sempre, submetê-las ao crivo da permanência, dotempo, da análise, do conhecimento, da vivência, da experimentação em situações diferentes, em estados de espírito diversos, para, só então, considerá-la significativa, válida, profunda.
Qual de nós está disposto a aceitar que a própria opinião, embora válida e respeitável, é uma forma superficial de manifestação? Quem está disposto a se dar ao trabalho de atribuir à opinião sua verdadeira função, que é nobiiíssima: a de ser trânsito, passagem, via, para a Convicção, para a Análise, para Dúvida e para a Evidência - os quatro elementos que compõem a verdade?
Esta é a minha opinião...
TÁVOLA, Artur da. Alguém que já não fui. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
Marque a opção em que o comentário sobre o emprego do grau do adjetivo no termo "nobilíssima"está correto.
Muitas mulheres iniciam o acompanhamento pré-natal já ultrapassadas as primeiras 8 a 12 semanas de gestação. Esse período de intensa organogênese fetal, é fundamental para estabelecerem-se as bases do acompanhamento adequado. A maioria dos fatores que influenciam, negativamente, o binômio materno-fetal tem sua gênese no seguinte período:
Segundo Chiavenato (2014), a centralização e a descentralização referem-se ao nível hierárquico no qual as decisões devem ser tomadas. Com relação a esse assunto, assinale a opção correta.
Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo PiscaPisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá peias tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, j ca ron no rid culo, os reformadores da l ngua ainda gozam de muito prest gio. Durante muito tempo era poss vel usar a express o fulano n o corre mais risco de vida . Qualquer falante normal decodificava a express o "risco de vida" como "ter a vida em risco". E tudo ia muito bem, at que um desses reformadores da l ngua sentenciou, do alto da sua v inteligencia: " n o "risco de vida", risco de morte". Quer dizer que s ele teve essa brilhante percep o, todos os outros falantes da l ngua n o passavam de obtusos irrecuper veis, o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna cr tica de tal asneira. Desde ent o, todos os jornais propalam "o grande l der sicrano ainda corre o risco de morte". E me desculpem, mas risco de morte muito pern tico.
Assim como o reformador da natureza n o entende nada da din mica do mundo natural, esses gram ticos que pretendem reformar o uso lingu stico invocando sua pretensa racionalidade n o percebem coisa alguma da l gica de funcionamento da l ngua. Como bem ensinou Saussure, fundador da lingu stica moderna, tudo na l ngua conven o. A express o "risco de vida", estava consagrada pelo uso e n o se criava problemas na comunica o, porque nenhum falante, ao ouvir tal express o, pensava que o sujeito corra risco de viver.
A rela o entre as formas lingu sticas e o seu conte do arbitr ria e convencionada socialmente. Em Japon s, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "Jo o bolo comeu" em vez de Jo comeu o bolo , como em portugu s. Se o nosso reformador da l ngua baixasse por l , tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto muito mais l gico!
Mas os ing uos poderiam argumentar: o nosso or culo gramatical n o melhorou a l ngua tornando-a mais l gica? N o, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da express o mais trivial "correr o risco de cair do cavalo", a língua tem uma express o mais sofisticada: correr risco de vida. Tal constru o dissonante amplia as possibilidades expressivas da l ngua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da l ngua. "Corrigir" risco de vida por risco de morte substituir uma express o mais sutil e sofisticada por sua vers o mais imediata, trivial e bvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela a a nefanda dos fariseus no templo democr tico da língua.
LUCCHESI, Dante. Correndo risco de vida. ATarde, 17 set.2006, p.3, Opini o - adaptado.
Ao apresentar que A rela o entre as formas lingu sticas e o seu conte do arbitr ria e convencionada socialmente ( ) o autor demonstra que:
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas da sentença abaixo. Os binóculos operacionais empregados pelo Corpo de Fuzileiros Navais têm suas lentes dianteiras revestidas por uma película muito fina, cuja função é impedir a reflexão da luz, o que poderia denunciar a posição do fuzileiro em combate. Sendo assim, é correto afirmar que a espessura mínima da película é igual a _________ comprimento de onda da luz na película e seu índice de refração deve ser __________ .
Que circulação de escala sinótica ocorre na troposfera superior, atinge intensidade máxima no verão e contribui para as chuvas, principalmente, nas regiões Norte e Centro Oeste?
O trabalho dignifica o homem. O lazer dignifica a vida.
“Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.” A frase do pensador Confúcio tem sido o mantra de muitos que, embalados pela concepção de que ofício e prazer não precisam se opor, buscam um estilo de vida no qual a fonte de renda seja também fonte de alegria e satisfação pessoal. A questão é: trabalho é sempre trabalho. Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.
Não são poucas as pessoas que eu conheço que negligenciam descanso em prol da produção desenfreada, da busca frenética por resultado, ascensão, status, dinheiro.
Algo de errado em querer tudo isso? A meu ver, não. E sim. Não porque são dignas e, sobretudo, necessárias, a vontade de não ser medíocre naquilo que se faz e a recusa à estagnação. Sim, quando ambas comprometem momentos de entretenimento minando, aos poucos, a saúde física e mental de quem acha que sombra e água fresca são luxo e não merecimento.
Recentemente, um construtor com o qual eu conversava me disse que estava havia nove anos sem férias e lamentou o pouco tempo passado com os netos. O patrimônio milionário veio de dedicação e empenho. Mas custou caro também. Admirei a trajetória, a abdicação. Entretanto, senti um pesar por aquele homem com conta bancária polpuda e rosto abatido. Na hora me perguntei se era realmente preciso escolher entre sucesso e diversão. Evidentemente, não. É simples e absolutamente viável conciliar o suor da batalha com mergulhos no mar, planilhas Excel com caipirinhas em fins de tarde.
Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce. Momentos de pausa, porém, honram o próprio ofício. A vida se equilibra justamente na possibilidade de converter o dinheiro advindo do esforço em ingressos para o show da banda preferida, passeios no parque, pipoca quentinha e viagens de barco.
Convivo com pessoas que amam o que fazem e se engrandecem cada vez que percebem como são eficientes na missão de dar sentido à profissão. Pessoas que, por meio de suas atribuições, transformam o mundo, sentem-se úteis, reforçam talentos. Mas até essas se esgotam. É o famoso caso do jogador de futebol que, estressado com as cobranças do time, vai jogar uma “pelada” para relaxar.
Desculpe a petulância ao discordar, Confúcio, mas ainda que trabalhemos com o que amamos, será sempre trabalho. Muitas vezes prazeroso, outras tantas edificante..., mas nunca capaz, sozinho, de suprir toda uma vida. Arregacemos as mangas conscientes de que os pés na areia da praia e as rodas de amigos em bares são combustíveis importantes para o bom andamento da labuta diária.
Segundo WOODS (2005), certos marcadores séricos se elevam no paciente após um infarto agudo do miocárdio. O marcador que se eleva de 6 a 8 horas após o início da isquemia denomina-se