No caso de amostras biológicas antigas, que têm pouca quantidade de material genético ou que contêm material genético muito degradado, o conjunto de marcadores moleculares com maior chance de obtenção de resultados em estudos de identificação individual é o de
A maioria dos autores que trabalharam na classificação de gêneros jornalísticos fez a separação entre forma e conteúdo, o que gerou a divisão por temas, pela relação do texto com a realidade (opinião e informação) e deu vazão ao critério de intencionalidade do autor, que realiza uma função (opinar, informar, interpretar, entreter). Podese dizer que
Nas prateleiras de uma farmácia há apenas três tipos de frascos, nos tamanhos grande, médio e pequeno e nas cores rosa, branca e azul, não respectivamente. Sabe-se também que: cada frasco contém somente comprimidos de uma mesma cor - rosa, branca ou azul - , entretanto, apenas os frascos grandes têm a mesma cor dos comprimidos que contêm; nem os frascos médios e nem os comprimidos que eles contêm são azuis; os frascos pequenos contêm apenas comprimidos na cor rosa. Nessas condições, é correto afirmar que os
Atenção: As questões de números 1 a 14 referem-se ao texto
seguinte.
A propósito de uma aranha
Fiquei observando a aranha que construía sua teia, com
os fios que saem dela como um fruto que brota e se alonga de
sua casca. A aranha quer viver, e trabalha nessa armadilha caprichosa
e artística que surpreenderá os insetos e os enredará
para morrer. Tua morte, minha vida − diz uma frase antiga,
resumindo a lei primeira da natureza. A frase pode soar amarga
em nossos ouvidos delicados, enquanto comemos nosso
franguinho. Sua morte, vida nossa.
Os vegetarianos não fiquem aliviados, achando que,
além de terem hábitos mais saudáveis, não dependem da morte
alheia para viver. É verdade que a alface, a cenoura, a batata, o
arroz, o espinafre, a banana, a laranja não costumam gritar
quando arrancados da terra, decepados do caule, cortados e
processados na cozinha. Mas por que não imaginar que
estavam muito bem em suas raízes, e se deleitavam com o
calor do sol, com a água refrescante da chuva, com os sopros
do vento? Sua morte, vida nossa.
Mas voltemos à aranha. Ela não aprendeu arquitetura ou
geometria, nada sabe sobre paralelas e losangos; vive da
ciência aplicada e laboriosa dos fios quase invisíveis que não
perdoam o incauto. Uma vez preso na teia, o inseto que há
pouco voava debate-se inutilmente, enquanto a aranha caminha
com leveza em sua direção, percorrendo resoluta o labirinto de
malhas familiares. Se alguém salvar esse inseto, num gesto de
misericórdia, e se dispuser a salvar todos os outros que caírem
na armadilha, a aranha morrerá de fome. Em outras palavras: a
boa alma tomará partido entre duas mortes.
A cada pequena cena, a natureza nos fala de sua
primeira lei: a lei da necessidade. O engenho da aranha, a
eficácia da teia, o vôo do inseto desprevenido compõem uma
trama de vida e morte, da qual igualmente participamos todos
nós, os bichos pensantes. Que necessidade tem alguém de ser
cronista? − podem vocês me perguntar. O que leva alguém a
escrever sobre teias e aranhas? Minha resposta é crua como a
natureza: os cronistas também comem. E como não sabem
fazer teias, tecem palavras, e acabam atendendo a necessidade
de quem gosta de ler. A pequena aranha, com sua pequena
teia, leva a gente a pensar na vida, no trabalho, na morte. A
natureza está a todo momento explicando suas verdades para
nós. Se eu soubesse a origem e o fim dessas verdades todas,
acredite, leitor, esta crônica teria um melhor arremate.
O montante de um empréstimo de R$ 20.000,00, tomado pelo Sistema Francês (tabela Price) de amortização, com carência de 3 anos e juros de 6% a.a., a ser pago no final da carência, é de (em R$)
Para assegurar uma melhor eficácia no atendimento ao cliente em parada cardiorrespiratória, os serviços de emergência respeitam as orientações da American Heart Association (2005). Recomenda-se que a proporção compressão torácica: ventilações seja, respectivamente, de
Não traziam títulos, apenas data e local de procedência. As notícias eram vinculadas ao interesse mercantil, com informes sobre colheitas, chegadas de navios, cotações de produtos e relatos de guerras. Custavam uma moeda. Este meio de comunicação é conhecido como
Jean Manzon convenceu o deputado Barreto Pinto a posar de cueca para O Cruzeiro em 1946. Sua Excelência ficou também sem o mandato. Fonte: ENC 2003 / MEC / INEP / DAES (2006).
Jornalista obscuro que fizera carreira política, Barreto Pinto era dono de um rendoso cartório quando se elegeu deputado federal pelo PTB do Distrito Federal em 1945 (foi de sua autoria a emenda que propôs a cassação do registro do Partido Comunista). A pretexto de escrever sua biografia, Nasser e Manzon conseguiram convencê-lo a posar para uma fotografia (publicada em página inteira), vestindo apenas casaca e cuecas. O escândalo ocasionado pela foto redundou em um processo na Câmara Federal que terminaria, pela primeira vez na história do Brasil, com a cassação de um mandato por quebra de decoro parlamentar. (Fonte: Moraes, Fernando. Chatô, o rei do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1994, p. 473).
Os trechos grifados na citação sugerem três princípios éticos importantes no jornalismo, de acordo com os quais seriam desaprovados os métodos empregados pela dupla, assim como o enfoque dado ao tema. Identifique esses três princípios.
I. Os algoritmos de busca binária e de busca seqüencial executam processamento repetitivo. II. Os algoritmos de busca binária e de busca seqüencial utilizam a técnica de recursão. III. A busca seqüencial executa cada fase da repetição na forma de uma subtarefa da fase anterior. IV. A busca binária trabalha com uma forma circular de repetição.
A participação dos gastos do bem X no orçamento das famílias tende a diminuir quando a renda dos consumidores aumenta. Logo, pode-se concluir, com certeza, que a elasticidade-renda da demanda do bem X é
Atenção: As questões de números 1 a 14 referem-se ao texto
seguinte.
A propósito de uma aranha
Fiquei observando a aranha que construía sua teia, com
os fios que saem dela como um fruto que brota e se alonga de
sua casca. A aranha quer viver, e trabalha nessa armadilha caprichosa
e artística que surpreenderá os insetos e os enredará
para morrer. Tua morte, minha vida − diz uma frase antiga,
resumindo a lei primeira da natureza. A frase pode soar amarga
em nossos ouvidos delicados, enquanto comemos nosso
franguinho. Sua morte, vida nossa.
Os vegetarianos não fiquem aliviados, achando que,
além de terem hábitos mais saudáveis, não dependem da morte
alheia para viver. É verdade que a alface, a cenoura, a batata, o
arroz, o espinafre, a banana, a laranja não costumam gritar
quando arrancados da terra, decepados do caule, cortados e
processados na cozinha. Mas por que não imaginar que
estavam muito bem em suas raízes, e se deleitavam com o
calor do sol, com a água refrescante da chuva, com os sopros
do vento? Sua morte, vida nossa.
Mas voltemos à aranha. Ela não aprendeu arquitetura ou
geometria, nada sabe sobre paralelas e losangos; vive da
ciência aplicada e laboriosa dos fios quase invisíveis que não
perdoam o incauto. Uma vez preso na teia, o inseto que há
pouco voava debate-se inutilmente, enquanto a aranha caminha
com leveza em sua direção, percorrendo resoluta o labirinto de
malhas familiares. Se alguém salvar esse inseto, num gesto de
misericórdia, e se dispuser a salvar todos os outros que caírem
na armadilha, a aranha morrerá de fome. Em outras palavras: a
boa alma tomará partido entre duas mortes.
A cada pequena cena, a natureza nos fala de sua
primeira lei: a lei da necessidade. O engenho da aranha, a
eficácia da teia, o vôo do inseto desprevenido compõem uma
trama de vida e morte, da qual igualmente participamos todos
nós, os bichos pensantes. Que necessidade tem alguém de ser
cronista? − podem vocês me perguntar. O que leva alguém a
escrever sobre teias e aranhas? Minha resposta é crua como a
natureza: os cronistas também comem. E como não sabem
fazer teias, tecem palavras, e acabam atendendo a necessidade
de quem gosta de ler. A pequena aranha, com sua pequena
teia, leva a gente a pensar na vida, no trabalho, na morte. A
natureza está a todo momento explicando suas verdades para
nós. Se eu soubesse a origem e o fim dessas verdades todas,
acredite, leitor, esta crônica teria um melhor arremate.
(Virgílio Covarim)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa
forma do PLURAL para preencher corretamente a lacuna
da frase:
Um empregado trabalhou de 15 de janeiro de 1996 a 28
de outubro de 2005. Considerando a prescrição, poderá
ajuizar reclamação trabalhista até 28 de outubro de
I. As autarquias, os partidos políticos e as organizações
religiosas são pessoas jurídicas de direito
público interno.
II. Em regra, se a pessoa jurídica tiver administração
coletiva, as decisões se tomarão pela maioria de
votos dos presentes.
III. Se a administração da pessoa jurídica vier a faltar,
o juiz, a requerimento de qualquer interessado,
nomear-lhe-á administrador provisório.
IV. As fundações somente poderão constituir-se para
fins religiosos, morais, culturais ou de assistência.