A opção técnica mais adequada para o tratamento da hérnia inguinal unilateral, recidivada, operada inicialmente por via anterior com o uso de tela de polipropileno, é o(a):
Homem de 48 anos, com histórico de consumo intenso e prolongado de álcool há mais de 12 anos, é internado para tratamento de pneumonia. No terceiro dia de internação, evolui com rebaixamento e flutuação do nível de consciência, agitação psicomotora, desorientação temporoespacial, taquicardia, hipertensão, febre e sudorese intensa. Apresenta alucinações visuais vívidas, referindo ver “insetos andando pelas paredes”. Não há histórico prévio de transtorno psicótico. Diante do quadro clínico, o diagnóstico mais provável é:
Mulher de 52 anos, sem comorbidades, foi encaminhada para avaliação de nódulo tireoidiano assintomático. Realizou ultrassonografia que identificou nódulo tireoidiano de 3,8cm em lobo direito, classificado como TI-RADS 5 e linfonodo, em compartimento central do pescoço, com 12mm em seu maior diâmetro. Foi realizada punção aspirativa por agulha fina (PAAF) do nódulo tireoidiano que foi classificado como categoria VI do Sistema Bethesda. A conduta cirúrgica adequada para esse caso é:
Homem de 45 anos com diagnóstico de esquizofrenia de longa data foi admitido à unidade psiquiátrica em episódio psicótico agudo. Recebeu haloperidol intramuscular em altas doses nas últimas 48 horas. Nas últimas 12 horas, evoluiu com temperatura de 39,3°C, rigidez muscular generalizada, taquicardia (FC = 120bpm), sudorese profusa e alteração do nível de consciência, passando de agitação para confusão. Os exames laboratoriais mostram elevação marcada de creatinofosfoquinase (CPK) com valor de 5.400U/L e leucocitose. Considerando o quadro clínico, o diagnóstico e a conduta inicial adequada, respectivamente, são:
Homem de 47 anos, assintomático, sem comorbidades, realizou tomografia computadorizada (TC) de abdômen superior com contraste para avaliação de lesão cística renal. No exame, foi identificado nódulo em adrenal direita, com 3,4cm em seu maior diâmetro, com textura homogênea e bordas bem delimitadas. Foi realizada investigação laboratorial, com pesquisa de metanefrina urinárias, que foi normal, e teste de supressão com dexametasona 1mg, que mostrou dosagem de cortisol de 1,3mcg/dL. A conduta adequada, nesse caso, é:
Mulher de 31 anos foi encaminhada para o ambulatório de cirurgia geral para avaliação de lesão hepática. Foi realizado exame de ultrassonografia (US) abdominal para avaliação ginecológica de rotina que identificou a presença de lesão localizada no segmento V/IVB, levemente hipoecoica em relação ao parênquima hepático normal, com 3,2cm em seu maior eixo e com pequena área hiperecoica central. Prosseguiu a investigação com ressonância magnética (REM) de abdômen superior com contraste que evidenciou, nas sequências ponderadas em T1, lesão hipercaptante de contraste na fase arterial com área de cicatriz central, não captante de contraste, com 3,8cm x 2,9cm no segmento V do fígado, isointensa na fase portal. A conduta adequada nesse caso é a:
Lactente de 2 meses, sexo masculino, é admitido em enfermaria de pediatria com quadro de vômitos repetidos e desidratação. Os pais negam febre ou outros sintomas, mas referem que o filho tem vômitos pós-alimentares há cerca de cinco semanas. Imediatamente após o vômito, demonstra sinais de fome. Ao exame físico, apresenta-se moderadamente desidratado, hipoativo e com presença de pequena tumoração à palpação abdominal do epigástrio. Diante desse quadro, a hipótese diagnóstica mais provável, o exame complementar mais adequado e o tratamento, respectivamente, são:
Menina de 3 anos foi levada à emergência pelos pais, com diminuição do volume urinário. A mãe relata que, há cerca de dez dias, a filha apresentou febre, vômitos e diarreia com sangue. Ao exame físico, apresenta-se desidratada, hipocorada 3+/4+, edemaciada e irritada. O resultado dos exames laboratoriais foi hemograma com hemácias fragmentadas, hemoglobina (Hb) = 6,0g/dL, hematócrito (Htc) = 18%, leucócitos = 20.000/mm³, plaquetas = 40.000/mm³, ureia = 90mg/dL, creatinina = 2,2mg/dL, elementos anormais do sedimento da urina (EAS) = 15 leucócitos, 20 hemácias por campo e cilindros hemáticos. A criança foi internada, evoluindo, no segundo dia, com febre e crise convulsiva. Novos exames mostraram ureia = 150mg/dL, creatinina = 3,0mg/dL e a excreção fracionada de sódio >1. Encontrava-se hipertensa e com estertoração crepitante em base pulmonar. Diante do quadro descrito, o diagnóstico mais provável e o tratamento, respectivamente, são:
Menino de 3 anos é trazido pela mãe ao ambulatório com relato de “inchaço dos olhos e da barriga há quatro dias”. Dois dias antes, a mãe procurou o posto de saúde e o diagnóstico foi quadro alérgico. Hoje a mãe observou piora do inchaço. Não sabe informar sobre diurese e nega qualquer outro sinal ou sintoma. Ao exame físico, encontra-se lúcido, eupneico, corado, edema periorbitário bilateral e de membros inferiores 2+/4+, distensão abdominal, aparelho respiratório e cardiovascular sem alterações, frequência cardíaca (FC) = 96bpm e pressão arterial (PA) = 98 x 55mmHg. A principal hipótese diagnóstica e exames laboratoriais a serem solicitados, respectivamente, são:
Menino de 7 anos de idade, com diagnóstico recente de linfoma de Burkitt, é internado para início de quimioterapia. Antes do tratamento, apresenta grande massa tumoral. Nas primeiras 24 horas após o início da quimioterapia, evolui com elevação sérica de ácido úrico, fósforo e potássio, associada à piora da função renal. Considerando o quadro clínico descrito, a conduta inicial mais adequada, além da monitorização seriada de eletrólitos e função renal, inclui:
Paciente adulto em acompanhamento ambulatorial apresenta ganho progressivo de peso, face arredondada, “corcunda de búfalo”, estrias abdominais, hipertensão arterial, além de intolerância à glicose e cicatrização prejudicada. O histórico clínico inclui uso prolongado de corticosteroides para tratamento de doença inflamatória crônica. Considerando o conjunto de achados clínicos e os mecanismos hormonais envolvidos, o diagnóstico mais provável é:
Paciente adulto apresenta lesão ulcerada infiltrativa em cavidade oral, com 5,2cm de maior diâmetro, comprometendo tecidos adjacentes, incluindo musculatura profunda, sem evidência de invasão de base de crânio ou espaço mastigatório. Ao exame cervical e por imagem, observam-se múltiplos linfonodos ipsilaterais, todos com diâmetro inferior a 6cm. Não há achados compatíveis com metástase à distância nos exames complementares. Considerando exclusivamente os critérios do sistema TNM aplicáveis ao caso, a classificação correta corresponde a:
Em pacientes submetidos à radioterapia para tratamento oncológico, a mucosite oral apresenta correlação entre o tempo de exposição e a dose acumulada de radiação, refletindo a progressão das fases clínicas da lesão. Com base nessa correlação temporal e dosimétrica, a relação correta dos dias de tratamento e a dosimetria com a fase clínica, respectivamente, é:
Em relação à lei nº 12.401/2011, que altera a lei nº 8.080/1990, para dispor sobre a assistência terapêutica e a incorporação de tecnologia em saúde no âmbito do SUS, responda à questão.
O protocolo clínico e a diretriz terapêutica têm como finalidade:
Paciente adulto apresenta angiomas aracneiformes e edema periférico, associados a um processo inflamatório crônico mediado por células de Kupffer, com repercussões sistêmicas progressivas. Considerando esse conjunto de achados clínicos e fisiopatológicos, o órgão do corpo primariamente alterado nessa condição corresponde ao:
Em um elevador elétrico de tração utilizado em edifícios públicos, o sistema é projetado com contrapeso correspondente a aproximadamente 50% da carga nominal acrescida da massa da cabina vazia. Considerando esse arranjo e o funcionamento do conjunto motor–polia–cabos, a principal função técnica do contrapeso é: